Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

Relacionamento Fonte/Jornalista

Apresentação para disciplina de Assessoria e Consultoria em Comunicação
by

Andressa Warken

on 8 April 2014

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Relacionamento Fonte/Jornalista

Relacionamento Fonte/Jornalista
Relacionamento com a imprensa
Principais dificuldades
Texto de Jorge Duarte e
Wilson Corrêa
da Fonseca Junior
Acadêmicos:
Andressa Warken
Fernanda de Ávila Seger
Ana Paula Lemos
Carlos Naim Martins Rissotto
É um processo mútuo de conquista
O jornalista conquista a fonte por sua capacidade de ser fiel às informações obtidas.
A fonte conquista o jornalista oferecendo informações completas, exatas e interessantes; e também oferecendo as condições necessárias para a realização de seu trabalho (respeitando prazos, melhores horários para entrar
em contato, etc).
A fonte pode se sentir desconfortável devido à exposição pública e à incerteza de que as informações serão veiculadas segundo suas expectativas.

A fonte, muitas vezes, não compreende que a notícia não é uma descrição dos acontecimentos. Ela associa o fato à interpretação do jornalista, seguindo uma técnica específica, em que os detalhes mais relevantes são colocados em destaque.

É preciso compreender ainda que o papel da imprensa não é promover pessoas ou organizações. Ela deve oferecer informações independentes, autônomas, críticas, confiáveis, capazes de explicar a vida social.

Preparação
O Media Training é um treinamento para lidar com a mídia. Em grandes empresas, os altos executivos e líderes dos setores são estimulados a participar desse tipo de treinamento para poder responder pela empresa adequadamente. Durante a capacitação, os participantes exercitam suas habilidades em lidar com microfones e câmeras, a fim de garantir confiança e tranquilidade para o momento de uma entrevista real.

Uma boa preparação inclui: saber o máximo possível sobre o tema da entrevista e sobre os aspectos que possam interessar ao público do veículo; além de conhecer os interesses do jornalista e imaginar as possíveis perguntas que ele poderá fazer.

Durante a entrevista, o assessor de imprensa pode orientar a fonte sobre como agir, portar documentos para servir de subsídio, auxiliar na localização de alguém para determinado esclarecimento ou ainda responsabilizar-se por questões pendentes.

Dica: quem deseja ser fonte permanente da imprensa deve adquirir o hábito de ler jornais, assistir e ouvir os noticiários, e tentar exercitar a compreensão sobre os interesses dos jornalistas e dos veículos.

Atendendo ao jornalista
Disponibilidade: respeito e compreensão ao papel do jornalista, boas informações e um atendimento eficiente garantem a inclusão do assessorado na lista de “boas fontes” de qualquer jornalista.

Acesso: quanto menos tempo o jornalista perder na sala de espera, mais tempo terá para a entrevista. Se o encontro ocorrer na própria empresa, deixe porteiro/recepcionista/telefonista avisados.

Atendimento: procure um local tranquilo para receber o jornalista e fique à disposição o maior tempo possível. Se o tempo for escasso, uma boa solução é combinar antecipadamente a duração da entrevista e, se possível, tratar de forma breve com o jornalista sobre o que será falado na entrevista.

Por telefone: embora o encontro pessoal seja a melhor maneira de realizar uma entrevista, muitos jornalistas coletam informações por telefone para economizar o tempo que gastariam com deslocamentos. Mas a fonte não deve se sentir desprestigiada por isso. Se o tema for muito complexo para ser tratado só por telefone, pode-se encaminhar algum material explicativo por e-mail também.

Atendendo ao jornalista
Consciência no falar: a fonte deve se ater ao tema da entrevista, mantendo o foco no assunto. É aconselhável que a fonte ou o assessor façam um roteiro com 3 ou 4 itens-chave que não podem ser deixados de citar na entrevista.

Informação em off: é aquela informação fornecida ao jornalista com a condição de não ser mencionada a fonte. Embora esse recurso seja válido, deve ser utilizado com cuidado.

Facilitando a compreensão: a fonte deve relacionar as informações com a realidade das pessoas. Deve-se evitar estrangeirismos, linguagem técnica ou rebuscada, jargões, clichês e gírias. Arredondar números também é importante, se a precisão não for fundamental.

Brindes: oferecer brindes pode ser uma iniciativa simpática, mas os motivos por trás dessa oferta devem ser analisados. O mais adequado é oferecer algo da própria empresa, que não possa indicar uma tentativa de “troca de favores”.

Dúvidas: ao final da entrevista, a fonte deve se colocar à disposição do jornalista para tirar dúvidas através do telefone e/ou e-mail.

Falando ao microfone
Rádio e TV: emissoras de rádio apresentam informações mais segmentadas, possibilitam entrevistas mais informais (no estilo de conversa) e estimulam a interatividade com os ouvintes, que também podem sugerir perguntas. Já na TV, a audiência é mais ampla e as informações precisam ser muito mais claras e objetivas, para entendimento de todos.

Chegue antes: chegar antes possibilita trocar algumas ideias com o jornalista sobre o tema em questão e o tempo disponível, o que facilitará a condução da entrevista.

Público amplo: é fundamental entender a diversidade de públicos do veículo e um possível conhecimento médio que esse público possa ter em relação ao assunto.

Falando ao microfone
Ênfase no que importa: no rádio pode-se enfatizar e retomar as informações principais ao longo da entrevista, uma vez que haverá ouvintes ligando o rádio no meio da entrevista. Já nas entrevistas para TV, prefira ser direto, prático e dar respostas curtas. Devido à escassez de tempo, seu depoimento poderá ser editado, ficando apenas o essencial. Sendo assim, tente utilizar entre 20 e 30 segundos para responder cada pergunta.

Roupa: se vista com sobriedade, naturalidade e adequação para a função que exerce. São as informações que precisam chamar atenção, não a sua aparência.

Local: se você recebeu o jornalista no local de trabalho, tente não ser importunado e evite barulhos que possam atrapalhar. Escolha um bom local para dar a entrevista ou ser fotografado sem que se perca a naturalidade e a relação com o tema da entrevista. A imagem de fundo tem sempre algum significado para o espectador, sempre atento aos mínimos detalhes na tela. Atente também para a organização e limpeza do local.

Depois da entrevista
Edição: não espere que o veículo apresente a notícia exatamente como você gostaria. O jornalista costuma confirmar informações e ouvir outras pessoas, para deixar a notícia o mais completa possível. Depois, o material é avaliado e modificado pelo editor, podendo ter seu tamanho e importância alterados. Além disso, por questões editoriais, comerciais ou de espaço disponível, a pauta pode ser “derrubada” e a notícia não entrar ou ficar para uma próxima edição.

Ler antes: nunca peça para ler o material antes de ele ser publicado. Se tiver receio de erros, alerte sue assessor de imprensa e o coloque à disposição do jornalista.

Interferência: não é de bom tom utilizar pressão comercial ou pessoal para evitar ou garantir a publicação da matéria.

Avaliando o resultado: uma boa maneira de qualificar o relacionamento com a imprensa é avaliar como a notícia foi apresentada. Manter essa rotina ajuda a compreender melhor os interesses da imprensa e saber o que é importante abordar nas próximas entrevistas.

Críticas e erros: críticas devem ser compreendidas do ponto de vista de que é papel da imprensa ser crítica e promover a pluralidade de ideias. Se ocorrerem erros e esses não resultarem em maiores consequências, não vale a pena criar uma situação desgastante para exigir correção. Se a informação realmente precisar ser corrigida, deve-se entrar em contato através de um e-mail breve, claro e cordial, formalizando o pedido de errata.

Full transcript