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Interculturalidade na Saúde

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by

Priscila Sousa

on 1 November 2014

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Transcript of Interculturalidade na Saúde

Interculturalidade na Saúde
Introdução
A interculturalidade tem como objetivo dar a conhecer às pessoas as diferentes culturas, aceitando e valorizando uma dada regra ou religião. Não é defendido que a sua cultura seja melhor do que as outras ensinam, pois em vez disso ensina a pesquisar ou procurar entender os costumes e a sua maneira de pensar, sem termos de mudar a nossa e sem a desvalorizar.
As questões da multiculturalidade e interculturalidade são da maior importância no contexto do mundo. Estão no centro das preocupações da maioria dos Estados, nomeadamente de Portugal, vindo a colocar novos desafios à sociedade e às políticas do século XXI, nos diferentes setores.
Mitos e Factos Sobre a Imigração
Tem sido repetido à exaustão que Portugal viveu nos últimos anos um crescimento muito significativo do número de imigrantes, mas está longe de ser um dos países europeus com maior percentagem de imigrantes.
Portugal precisa, tal como os restantes países da Europa, dos trabalhadores imigrantes para satisfazer as carências do mercado de trabalho e por isso podemos dizer que não foram os imigrantes que nos "invadiram", somos nós que necessitamos deles.
Os imigrantes contribuíram para o reequilíbrio de dois sexos, para o aumento de efetivos em idade ativa. Ou seja, sem a entrada de novos imigrantes, o nosso problema demográfico, nomeadamente associado ao envelhecimento, será muito mais grave.
As diferenças culturais e linguísticas criam ainda outras barreiras, algumas difíceis de ultrapassar, que afastam os imigrantes do Sistema Nacional de Saúde (SNS)
Segundo o último Inquérito Nacial de Saúde, os imigrantes bem integrados têm mais seguros de saúde do que os portugueses, mas usam menos os serviços de assistência nesta área.
O investigador do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge referiu, como eventuais explicações que os imigrantes enfrentam situações difíceis como o idioma nos serviços de urgência e em consultas e o facto de os imigrantes serem geralmente mais saudáveis podem ser outras explicações para a menor utilização dos cuidados de saúde.
É um mito que os imigrantes vêm "roubar" empregos e fazer baixar os salários porque as maiores taxas de desemprego estão em países com baixas percentagens de imigrantes e os países com maiores percentages de imigrantes, têm taxas de desemprego relativamente baixas.
Os imigrantes revelam à chegada melhores indicadores de saúde do que a população residente pois encontram-se mais saudáveis e com maior resistência física e psíquica. Este facto bloqueia significativamente a entrada de imigrantes doentes, mas a sua vida de imigrante, já no país de acolhimento, tem elevados riscos para a sua saúde.
A solidão e a dificuldade de intregração, associadas à saudade de casa, da família e dos amigos, provocam muitas vezes, depressões graves e de grande sofrimento.
Muitos dos imigrantes para se deslocarem a uma consulta médica, perdem um dia de trabalho e, com ele, o salário associado. Outros, não tendo enquandramento de apoio na aquisição de medicamentos, não têm meios para os comprar por si mesmos e não cumprem os tratamentos que deveriam.
Conclusão
Com este trabalho podemos concluir que os imigrantes são bem recebidos no nosso país e não trazem, dentro dos casos normais, doenças. Podemos tambem concluir que depois dos imigrantes estarem no nosso país, podem facilmente apanhar doenças, principalmente psicológicas devido à nostalgia que têm da sua terra Natal e da sua família.
Saúde, imigração e diversidade cultural
Em Portugal, a legislação garante aos imigrantes o direito de acesso aos centros de saúde e hospitais de Serviço Nacional de Saúde (SNS), independentemente da sua nacionalidade, estatuto legal e nível económico. O Alto Comissariado Para a Imigração e Diálogo Intercultural (ACIDI) integrou no Plano para a Integração dos Imigrantes várias medidas tais como: Promoção do acesso dos imigrantes ao SNS; Plano de Formação para a interculturalidade dos profissionais do SNS; Implementação de um programa de serviços de saúde amigos dos imigrantes; Desenvolvimento de parcerias e institucionalização de procedimentos com vista a uma melhor gestão de Acordos de Saúde; Investimento na promoção da saúde mental dos imigrantes.
A formação e a pesquisa em comunicação intercultural e em comunicação em saúde é fundamental para o conjunto dos intervenientes sanitários, sociais, educativos, politicos e dos
media
, particularmente, para os profissionais que trabalham nos vários setores da saúde em contexto multicultural, tanto ao nível nacional, como ao nível da cooperação internacional e da ajuda humanitária.
Técnico Auxiliar de Saúde 1ºano
Trabalho realizado por:
Carolina Cavaco nº3
Joana Rodrigues nº8
Priscila Sousa nº10
Professora Gracinda Bento
TAS1
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