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Veith 14 - Já se Ouve o Estrondo

Série Transformação Total - Walter Veith - Amazing Discoveries
by

Daniel Silveira

on 20 June 2014

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Transcript of Veith 14 - Já se Ouve o Estrondo

Já se Ouve
o Estrondo

Ezequias fez seu melhor para deter a onda de apostasia em Judá,
e o testemunho do Senhor sobre ele foi:

2 Crônicas 31:20
E assim fez Ezequias em todo o Judá; e fez o que era bom, e reto, e verdadeiro, perante o SENHOR seu Deus.

2 Reis 18:5-8

2 Reis 18:5
No SENHOR Deus de Israel confiou, de maneira que depois dele não houve quem lhe fosse semelhante entre todos os reis de Judá, nem entre os que foram antes dele.

1 Reis 18:6
Porque se chegou ao SENHOR, não se apartou dele, e guardou os mandamentos que o SENHOR tinha dado a Moisés.



2 Reis 18:7
Assim foi o SENHOR com ele; para onde quer que saía tinha sucesso; e se rebelou contra o rei da Assíria, e não o serviu.  
2 Reis 18:8
Ele feriu os filisteus até Gaza, como também os seus termos, desde a torre dos atalaias até à cidade
O Senhor o protegeu de Senaqueribe, rei da Assíria.
Ele fez o que pode, construiu um túnel de água, fortificou a cidade, ergueu suas torres, fez armas e encorajou o povo.

185 000 Assírios Morreram numa só Noite

2 Crônicas 32:7
Esforçai-vos, e tende bom ânimo; não temais, nem vos espanteis, por causa do rei da Assíria, nem por causa de toda a multidão que está com ele, porque há um maior conosco do que com ele.    
2 Crônicas 32:8
Com ele está o braço de carne, mas conosco o SENHOR nosso Deus, para nos ajudar, e para guerrear por nós. E o povo descansou nas palavras de Ezequias, rei de Judá



2 Crônicas 32:20
Porém o rei Ezequias e o profeta Isaías, filho de Amós, oraram contra isso, e clamaram ao céu.    

2 Crônicas 32:21
Então o SENHOR enviou um anjo que destruiu a todos os homens valentes, e os líderes, e os capitães no arraial do rei da Assíria; e envergonhado voltou à sua terra; e, entrando na casa de seu deus, alguns dos seus próprios filhos, o mataram ali à espada.
“Mas os senhores da Assíria, em vez de usar suas bênçãos incomuns para o benefício da humanidade, tornaram-se o flagelo de muitas terras. Destituídos de misericórdia, o pensamento ausente de Deus ou do próximo, perseguiram um plano determinado de levar todas as nações a reconhecerem a supremacia dos deuses de Nínive, que eles exaltavam acima do Altíssimo. Deus lhes havia enviado Jonas com uma mensagem de advertência, e por algum tempo eles se humilharam perante o Senhor dos Exércitos, e buscaram perdão. Mas logo retornaram ao culto dos ídolos e à conquista do mundo.”

Ellen G. White em Profetas e Reis, 186.

O Senhor exaltou a Ezequias e seu coração se elevou, mas quando ele ficou doente o Senhor o curou, fez o sol voltar atrás em 10 graus e lhe deu 15 anos adicionais. Ele também foi néscio quando os embaixadores babilônios o vieram visitar.

2 Reis 20:13
E Ezequias lhes deu ouvidos; e lhes mostrou toda a casa de seu tesouro, a prata, o ouro, as especiarias e os melhores ungüentos, e a sua casa de armas, e tudo quanto se achou nos seus tesouros; coisa nenhuma houve que não lhes mostrasse, nem em sua casa, nem em todo o seu domínio.

2 Reis 20:14
Então o profeta Isaías veio ao rei Ezequias, e lhe disse: Que disseram aqueles homens, e de onde vieram a ti? Disse Ezequias: Vieram de um país muito remoto, de Babilônia.    

2 Reis 20:15
E disse ele: Que viram em tua casa? E disse Ezequias: Tudo quanto há em minha casa viram; coisa nenhuma há nos meus tesouros que eu não lhes mostrasse.
 
2 Reis 20:16
Então disse Isaías a Ezequias: Ouve a palavra do SENHOR.    

2 Reis 20:17
Eis que vêm dias em que tudo quanto houver em tua casa, e o que entesouraram teus pais até ao dia de hoje, será levado a Babilônia; não ficará coisa alguma, disse o SENHOR.

2 Reis 20:21
E Ezequias dormiu com seus pais; e Manassés, seu filho, reinou em seu lugar.

Deus lhe deu 15 anos adicionais, e durante estes 15 anos nasceu Manassés:

2 Crônicas 33:1
Tinha Manassés doze anos de idade, quando começou a reinar, e cinqüenta e cinco anos reinou em Jerusalém.




2 Crônicas 33:2

E fez o que era mau aos olhos do SENHOR, conforme às abominações dos gentios que o SENHOR lançara fora de diante dos filhos de Israel.  
 

2 Crônicas 33:3

Porque tornou a edificar os altos que Ezequias, seu pai, tinha derrubado; e levantou altares aos Baalins, e fez bosques, e prostrou-se diante de todo o exército dos céus, e o serviu.    

2 Crônicas 33:4
E edificou altares na casa do SENHOR, da qual o SENHOR tinha falado: Em Jerusalém estará o meu nome eternamente.    

2 Crônicas 33:5
Edificou altares a todo o exército dos céus, em ambos os átrios da casa do SENHOR.

2 Crônicas 33:6
Fez ele também passar seus filhos pelo fogo no vale do filho de Hinom, e usou de adivinhações e de agouros, e de feitiçarias, e consultou adivinhos e encantadores, e fez muitíssimo mal aos olhos do SENHOR, para o provocar à ira.    

2 Crônicas 33:7
Também pôs uma imagem de escultura do ídolo que tinha feito, na casa de Deus, da qual Deus tinha falado a Davi e a Salomão seu filho: Nesta casa e em Jerusalém, que escolhi de todas as tribos de Israel, porei o meu nome para sempre.

O sangue corria pelas ruas de Jerusalém. Ele mandou serrar o profeta Isaías pelo meio:

“Manassés derramou muitíssimo sangue inocente, até que encheu Jerusalém de um ao outro extremo.’ 2 Reis 21:16.”




“Um dos primeiros a cair foi Isaías, que durante mais de meio século estivera perante Judá como mensageiro apontado por Jeová. ‘Outros experimentaram escárnios e açoites, e até cadeias e prisões. Foram apedrejados, serrados, atormentados, mortos ao fio da espada; andaram vestidos de peles de ovelhas e de cabras, desamparados, aflitos e maltratados (dos quais o mundo não era digno), errantes pelos desertos e montes, e pelas covas e cavernas da terra’. Hebreus 11:36-38.”

Ellen G. White em Profetas e Reis, 195.

O rei da Assíria levou Manassés cativo e o prendeu com anzóis de bronze. Quando ele se humilhou, Deus graciosamente o levou de volta a Jerusalém. Ele tentou consertar o mal que havia feito mas a sentença já estava pronunciada e a idolatria se tornara um estilo de vida. Excavações em Israel trouxeram à luz do que se encontram até em nações pagãs.


677 a.C. quando Manassés foi levado a Babilônia pelos Assírios.

2 Crônicas 33:10
E falou o SENHOR a Manassés e ao seu povo, porém não deram ouvidos.  

2 Crônicas 33:11
Assim o SENHOR trouxe sobre eles os capitães do exército do rei da Assíria, os quais prenderam a Manassés com ganchos e, amarrando-o com cadeias, o levaram para Babilônia.    

2 Crônicas 33:12

E ele, angustiado, orou deveras ao SENHOR seu Deus, e humilhou-se muito perante o Deus de seus pais;
   

2 Crônicas 33:13

E fez-lhe oração, e Deus se aplacou para com ele, e ouviu a sua súplica, e tornou a trazê-lo a Jerusalém, ao seu reino. Então conheceu Manassés que o SENHOR era Deus.

2 Reis 23:26
Todavia o SENHOR não se demoveu do ardor da sua grande ira, com que ardia contra Judá, por todas as provocações com que Manassés o tinha provocado.

“Estava-se aproximando rapidamente o tempo em que Jerusalém seria inteiramente destruída, e os habitantes da terra levados cativos para Babilônia, para aí aprenderem as lições que tinham recusado aprender sob circunstâncias mais favoráveis.”

Ellen G. White em Profetas e Reis, 206.

“Fielmente os profetas continuaram suas advertências e exortações; destemidamente falaram a Manassés e a seu povo, mas as mensagens foram desprezadas; a transviada Judá não queria dar ouvidos. Como amostra do que poderia sobrevir ao povo se este continuasse impenitente, o Senhor permitiu que seu rei fosse capturado por um bando de soldados assírios, os quais “o amarraram com cadeias, e o levaram a Babilônia”, sua capital temporária.

Esta aflição trouxe o rei ao seu juízo; “ele, angustiado, orou deveras ao Senhor seu Deus, e humilhou-se muito perante o Deus de seus pais; e Lhe fez oração, e Deus Se aplacou para com ele, e ouviu a sua súplica, e o tornou a trazer a Jerusalém, ao seu reino. Então conheceu Manassés que o Senhor era Deus”. 2 Crônicas 33:11-13. Mas esse arrependimento, notável embora, veio demasiado tarde para salvar o reino da influência corruptora de anos de prática idolátrica. Muitos haviam tropeçado e caído, não se levantando mais.”

Ellen G. White em Profetas e Reis, 196.

2 Reis 21:18
E Manassés dormiu com seus pais, e foi sepultado no jardim da sua casa, no jardim de Uzá; e Amom, seu filho, reinou em seu lugar.    

2 Reis 21:19
Tinha Amom vinte e dois anos de idade quando começou a reinar, e dois anos reinou em Jerusalém; e era o nome de sua mãe Mesulemete, filha de Harus, de Jotbá.    

2 Reis 21:20
E fez o que era mau aos olhos do SENHOR, como fizera Manassés, seu pai.

2 Reis 21:23
E os servos de Amom conspiraram contra ele, e mataram o rei em sua casa.    

2 Reis 21:24
Porém o povo da terra feriu a todos os que conspiraram contra o rei Amom; e o povo da terra pôs Josias, seu filho, rei em seu lugar.

Josias

2 Reis 22:19
Porquanto o teu coração se enterneceu, e te humilhaste perante o SENHOR, quando ouviste o que falei contra este lugar, e contra os seus moradores, que seria para assolação e para maldição, e que rasgaste as tuas vestes, e choraste perante mim, também eu te ouvi, diz o SENHOR.

2 Reis 22:20
Por isso eis que eu te recolherei a teus pais, e tu serás recolhido em paz à tua sepultura, e os teus olhos não verão todo o mal que hei de trazer sobre este lugar. Então tornaram a trazer ao rei a resposta.

2 Crônicas 34:2
E fez o que era reto aos olhos do SENHOR; e andou nos caminhos de Davi, seu pai, sem se desviar deles nem para a direita nem para a esquerda.

Através de Hulda a profetisa, Deus prometeu que a calamidade não viria sobre Jerusalém durante seu reinado.


2 Crônicas 34:27
Porquanto o teu coração se enterneceu, e te humilhaste perante Deus, ouvindo as suas palavras contra este lugar, e contra os seus habitantes, e te humilhaste perante mim, e rasgaste as tuas vestes, e choraste perante mim, também eu te ouvi, diz o SENHOR.    

2 Crônicas 34:28
Eis que te reunirei a teus pais, e tu serás recolhido ao teu sepulcro em paz, e os teus olhos não verão todo o mal que hei de trazer sobre este lugar e sobre os seus habitantes. E tornaram com esta resposta ao rei.

As reformas de Josias elevaram o nível de espiritualidade para alguns. A Páscoa foi guardada mas o jovem rei não queria reconhecer a voz de Deus por Faraó Neco.

“Mas finalmente morreu em batalha. Por que? Porque não prestou atenção às advertências dadas…[cita 2 Crônicas 34:26-33; 35:20-24]
Pelo fato de Josias ter morrido em batalha, quem acusará a Deus por descumprir sua palavra de que Josias desceria à sepultura em paz? O Senhor não dera ordenas a Josias a fazer guerra contra o rei do Egito. Quando o Senhor ordenou ao rei do Egito que havia chegado o tempo de serví-Lo por meio da guerra, e embaixadores disseram a Josias para não guerrear contra Neco, sem dúvida Josias se lisonjeou de que nenhuma palavra do Senhor viera diratamente a ele.
Hoje em dia as pessoas escolhem seguir seus próprios desejos e sua própria vontade. Não é de se admirar que haja tanta cegueira espiritual.

Ellen G. White em MS 163, 1903 - 2BC 1039.8 (inglês).

“Retroceder com seu exército seria humiliante, assim ele foi em frente. E por causa disto, ele foi morto na batalha, uma batalha com a qual ele não deveria se envolver. O homem que foi tão altamente honrado pelo Senhor, não honrou a palavra de Deus. O Senhor falara a seu favor, predizendo boas coisas para ele; e Josias se tornou auto-confiante, e falhou em dar atenção à advertência. Ele foi contra a palavra de Deus, escolhendo seguir seu próprio caminho, e Deus não pôde salvaguardá-lo das consequências de seus atos."

Ellen G. White em 2BC 1039.7 (inglês).

2 Crônicas 35:25
E Jeremias fez uma lamentação sobre Josias; e todos os cantores e cantoras, nas suas lamentações, têm falado de Josias, até ao dia de hoje; porque as estabeleceram por estatuto em Israel; e eis que estão escritas nas lamentações.

Jeoaquim, filho de Josias

2 Reis 24:1

Nos seus dias subiu Nabucodonosor, rei de Babilônia, e Jeoiaquim ficou três anos seu servo; depois se virou, e se rebelou contra ele.    

2 Reis 24:2
E o SENHOR enviou contra ele as tropas dos caldeus, as tropas dos sírios, as tropas dos moabitas e as tropas dos filhos de Amom; e as enviou contra Judá, para o destruir, conforme a palavra do SENHOR, que falara pelo ministério de seus servos, os profetas.    

2 Reis 24:3
E, na verdade, conforme o mandado do SENHOR, assim sucedeu a Judá, para o afastar da sua presença por causa dos pecados de Manassés, conforme tudo quanto fizera.

“Quando, logo no início do reinado de Jeoaquim, Nabucodonosor pela primeira vez sitiou e capturou Jerusalém, e transportou a Daniel e seus companheiros, juntamente com outros especialmente escolhidos para o serviço na corte de Babilônia, a fé dos cativos hebreus foi provada ao máximo. Mas os que tinham aprendido a pôr a sua confiança nas promessas de Deus verificaram que estas eram todo-suficientes em cada experiência por que foram chamados a passar durante a sua estada numa terra estranha. As Escrituras provaram-se-lhes um guia e um arrimo.”

Ellen G. White em Profetas e Reis, 218 (ênfase acrescentada).

“Como intérprete do significado dos juízos que começavam a cair sobre Judá, Jeremias manteve-se nobremente na defesa da justiça de Deus e de Seus misericordiosos desígnios mesmo nos mais severos castigos. Incansavelmente o profeta laborou. Desejoso de alcançar todas as classes, estendeu a esfera de sua influência além de Jerusalém para os distritos circunjacentes, graças a frequentes visitas a várias partes do reino." ...

Em seus testemunhos à igreja, Jeremias constantemente se referia aos ensinos do livro da lei que haviam sido tão grandemente honrados e exaltados durante o reinado de Josias. Deu ele nova ênfase à importância de manter-se uma relação de concerto com o todo-misericordioso e compassivo Ser que sobre as alturas do Sinai havia anunciado os preceitos do Decálogo. As palavras de advertência e ameaça da parte de Jeremias haviam alcançado cada parte do reino, e todos tiveram a oportunidade de conhecer a vontade de Deus concernente à nação.”

Ellen G. White em Profetas e Reis, 218.
“O profeta tornara claro o fato de que nosso Pai celestial permite que Seus juízos caiam, ‘para que as nações saibam que são constituídas por meros homens’. Salmos 9:20. ‘Se andares contrariamente para comigo, e não Me quiserdes ouvir’, o Senhor prevenira a Seu povo, ‘Eu [...] vos espalharei entre as nações, e desembainharei a espada atrás de vós; e a vossa terra será assolada, e as vossas cidades serão desertas’. Levítico 26:21, 28, 33.”

Ellen G. White em Profetas e Reis, 218.

Finalmente Jeremias Proclamou:



Jeremias 25:8
Portanto assim diz o SENHOR dos Exércitos: Visto que não escutastes as minhas palavras,    

Jeremias 25:9
Eis que eu enviarei, e tomarei a todas as famílias do norte, diz o SENHOR, como também a Nabucodonosor, rei de Babilônia, meu servo, e os trarei sobre esta terra, e sobre os seus moradores, e sobre todas estas nações em redor, e os destruirei totalmente, e farei que sejam objeto de espanto, e de assobio, e de perpétuas desolações.    


Jeremias 25:10
E farei desaparecer dentre eles a voz de gozo, e a voz de alegria, a voz do esposo, e a voz da esposa, como também o som das mós, e a luz do candieiro.    

Jeremias 25:11
E toda esta terra virá a ser um deserto e um espanto; e estas nações servirão ao rei de Babilônia setenta anos.

Joaquim se torna Rei


2 Reis 24:6
E Jeoiaquim dormiu com seus pais; e Joaquim, seu filho, reinou em seu lugar.    

2 Reis 24:7
E o rei do Egito nunca mais saiu da sua terra; porque o rei de Babilónia tomou tudo quanto era do rei do Egito, desde o rio do Egito até ao rio Eufrates.    

2 Reis 24:8
Tinha Joaquim dezoito anos de idade quando começou a reinar, e reinou três meses em Jerusalém; e era o nome de sua mãe, Neusta, filha de Elnatã, de Jerusalém.

2 Reis 24:9
E fez o que era mau aos olhos do SENHOR, conforme tudo quanto fizera seu pai.    

2 Reis 24:10
Naquele tempo subiram os servos de Nabucodonosor, rei de Babilônia, a Jerusalém;
e a cidade foi cercada.

2 Reis 24:11
Também veio Nabucodonosor, rei de Babilônia, contra a cidade, quando já os seus servos a estavam sitiando.    

2 Reis 24:12
Então saiu Joaquim, rei de Judá, ao rei de Babilônia, ele, sua mãe, seus servos, seus príncipes e seus oficiais; e o rei de Babilônia o tomou preso, no ano oitavo do seu reinado.    

2 Reis 24:13
E tirou dali todos os tesouros da casa do SENHOR e os tesouros da casa do rei; e partiu todos os vasos de ouro, que fizera Salomão, rei de Israel, no templo do SENHOR, como o SENHOR tinha falado.    

2 Reis 24:14
E transportou a toda a Jerusalém como também a todos os príncipes, e a todos os homens valorosos, dez mil presos, e a todos os artífices e ferreiros; ninguém ficou senão o povo pobre da terra.

2 Reis 24:17
E o rei de Babilônia estabeleceu a Matanias, seu tio, rei em seu lugar; e lhe mudou o nome para Zedequias.

Zedequias, o irmão de Jeoaquim, se rebela

2 Crônicas 36:14
Também todos os chefes dos sacerdotes e o povo aumentavam de mais em mais as transgressões, segundo todas as abominações dos gentios; e contaminaram a casa do SENHOR, que ele tinha santificado em Jerusalém.    

2 Crônicas 36:15
E o SENHOR Deus de seus pais, falou-lhes constantemente por intermédio dos mensageiros, porque se compadeceu do seu povo e da sua habitação.  
2 Crônicas 36:16
Eles, porém, zombaram dos mensageiros de Deus, e desprezaram as suas palavras, e mofaram dos seus profetas; até que o furor do SENHOR tanto subiu contra o seu povo, que mais nenhum remédio houve.    

2 Crônicas 36:17
Porque fez subir contra eles o rei dos caldeus, o qual matou os seus jovens à espada, na casa do seu santuário, e não teve piedade nem dos jovens, nem das donzelas, nem dos velhos, nem dos decrépitos; a todos entregou na sua mão.

O Segundo Cerco

2 Reis 25:1
E sucedeu que, no nono ano do seu reinado, no mês décimo, aos dez do mês, Nabucodonosor, rei de Babilônia, veio contra Jerusalém, ele e todo o seu exército, e se acampou contra ela, e levantaram contra ela trincheiras em redor.


2 Reis 25:7

E aos filhos de Zedequias mataram diante dos seus olhos; e vazaram os olhos de Zedequias, e o ataram com duas cadeias de bronze, e o levaram a Babilônia.    


2 Reis 25:8

E no quinto mês, no sétimo dia do mês (este era o ano décimo nono de Nabucodonosor, rei de Babilônia), veio Nebuzaradã, capitão da guarda, servo do rei de Babilônia, a Jerusalém.    

2 Reis 25:9


E queimou a casa do SENHOR e a casa do rei, como também todas as casas de Jerusalém, e todas as casas dos grandes queimou.

Vamos dar um pulo à destruição de Jerusalém em 70 d.C.

“Nenhum cristão pereceu na destruição de Jerusalém. Cristo fizera a Seus discípulos o aviso, e todos os que creram em Suas palavras aguardaram o sinal prometido. ‘Quando virdes Jerusalém cercada de exércitos’, disse Jesus, ‘sabei que é chegada a sua desolação. Então, os que estiverem na Judéia, fujam para os montes; os que estiverem no meio da cidade, saiam.’ Lucas 21:20, 21. Depois que os romanos, sob Céstio, cercaram a cidade, inesperadamente abandonaram o cerco quando tudo parecia favorável a um ataque imediato.
Os sitiados, perdendo a esperança de poder resistir, estavam a ponto de se entregar, quando o general romano retirou suas forças sem a mínima razão aparente. Entretanto, a misericordiosa providência de Deus estava dirigindo os acontecimentos para o bem de Seu próprio povo. O sinal prometido fora dado aos cristãos expectantes, e agora se proporcionou a todos oportunidade para obedecer ao aviso do Salvador.”

Ellen G. White em O Grande Conflito, 30.


“Os acontecimentos foram encaminhados de tal maneira que nem judeus nem romanos impediriam a fuga dos cristãos. Com a retirada de Céstio, os judeus, fazendo uma surtida de Jerusalém, foram ao encalço de seu exército que se afastava; e, enquanto ambas as forças estavam assim completamente empenhadas em luta, os cristãos tiveram ensejo de deixar a cidade. Nesta ocasião o território também se havia desembaraçado de inimigos que poderiam ter-se esforçado para lhes interceptar a passagem. Na ocasião do cerco os judeus estavam reunidos em Jerusalém para celebrar a festa dos Tabernáculos, e assim os cristãos em todo o país puderam escapar sem ser molestados. Imediatamente fugiram para um lugar de segurança — a cidade de Pela, na terra de Peréia, além do Jordão.”

Ellen G. White em O Grande Conflito, 30.

“As forças judaicas, perseguindo a Céstio e seu exército, caíram sobre sua retaguarda com tal ferocidade que o ameaçaram de destruição total. Foi com grande dificuldade que os romanos conseguiram efetuar a retirada. Os judeus escaparam quase sem perdas, e com seus despojos voltaram em triunfo para Jerusalém. No entanto este êxito aparente apenas lhes acarretou males. Inspirou-lhes aquele espírito de pertinaz resistência aos romanos, que celeremente trouxe indescritível desgraça sobre a cidade sentenciada.

Terríveis foram as calamidades que caíram sobre Jerusalém quando o cerco foi reassumido por Tito. A cidade foi assaltada na ocasião da Páscoa, quando milhões de judeus estavam reunidos dentro de seus muros. Suas provisões de víveres, que a serem cuidadosamente preservadas teriam suprido os habitantes durante anos, tinham sido previamente destruídas pela rivalidade e vingança das facções contendoras, e agora experimentaram todos os horrores da morte à fome. Uma medida de trigo era vendida por um talento.

Ellen G. White em O Grande Conflito, 31.

“Tão atrozes eram os transes da fome que homens roíam o couro de seus cinturões e sandálias, e a cobertura de seus escudos. Numerosas pessoas saíam da cidade à noite, furtivamente, para apanhar plantas silvestres que cresciam fora dos muros da cidade, se bem que muitos fossem agarrados e mortos com severas torturas; e muitas vezes os que voltavam em segurança eram roubados naquilo que haviam rebuscado com tão grande perigo.
As mais desumanas torturas eram infligidas pelos que se achavam no poder, a fim de extorquir do povo atingido pela necessidade os últimos e escassos suprimentos que poderiam ter escondido. E tais crueldades eram frequentemente praticadas por homens que se achavam, aliás, bem alimentados, e que simplesmente estavam desejosos de acumular um depósito de provisões para o futuro.”

Ellen G. White em O Grande Conflito, 31.

“Milhares pereceram pela fome e pela peste. A afeição natural parecia ter desaparecido. Maridos roubavam de sua esposa, e esposas de seu marido. Viam-se filhos arrebatar o alimento da boca de seus pais idosos. A pergunta do profeta: ‘Pode uma mulher esquecer-se de seu filho que cria?’ (Isaías 49:15) recebeu dentro dos muros da cidade condenada, a resposta: ‘As mãos das mulheres piedosas cozeram os próprios filhos; serviram-lhes de alimento na destruição da filha de Meu povo.’ Lamentações 4:10.
Novamente se cumpriu a profecia de aviso, dada catorze séculos antes: ‘E quanto à mulher mais mimosa e delicada entre ti, que de mimo e delicadeza nunca tentou pôr a planta de seu pé sobre a terra, será maligno o seu olho contra o homem de seu regaço, e contra seu filho, e contra sua filha; ... e por causa de seus filhos que tiver; porque os comerá às escondidas pela falta de tudo, no cerco e no aperto com que o teu inimigo te apertará nas tuas portas.’ Deuteronômio 28:56, 57.”

Ellen G. White em O Grande Conflito, 32.

A Opinião de Eusébio sobre o Israel Espiritual

“Então a semente espiritual de Abraão fugiu para Pella, do outro lado do Jordão, onde encontraram um refúgio seguro, e poderiam servir seu Mestre e guardar seu sábado.”

Eusebius’s “Ecclesiastical History,” b, 3, chap. 5.

A arqueologia revela que
o sábado foi guardado até
o quarto século em Pella.



Mateus 24:15
Quando, pois, virdes que a abominação da desolação, de que falou o profeta Daniel, está no lugar santo; quem lê, entenda;    

Mateus 24:16
acf Então, os que estiverem na Judéia, fujam para os montes; acf

Mateus 24:15
NVI Assim, quando vocês virem “o sacrilégio terrível”, do qual falou o profeta Daniel, no Lugar Santo — quem lê, entenda  
 

Mateus 24:16

NVI então, os que estiverem na Judéia fujam para os montes.

Lucas 21:20
Mas, quando virdes Jerusalém cercada de exércitos, sabei então que é chegada a sua desolação.

“Não vem muito distante o tempo em que, como os antigos discípulos, seremos forçados a buscar refúgio em lugares desolados e solitários. Como o cerco de Jerusalém pelos exércitos romanos era o sinal de fuga para os cristãos judeus, assim o arrogar-se nossa nação o poder no decreto que torna obrigatório o dia de repouso papal será uma advertência para nós. Será então tempo de deixar as grandes cidades, passo preparatório ao sair das menores para lares retirados em lugares solitários entre as montanhas.” (1885)

Ellen G. White em Serviço Cristão, 122. Testemunho nr. 32, 1885.

“Os profetas a quem foram reveladas estas grandes cenas, anelavam compreender sua significação. Eles ‘inquiriram e trataram diligentemente,... indagando que tempo ou que ocasião de tempo o Espírito de Cristo, que estava neles, indicava. ... Aos quais foi revelado que, não para si mesmos, mas para nós, eles ministravam estas coisas que agora vos foram anunciadas;... para as quais coisas os anjos desejam bem atentar’. 1 Pedro 1:10-12.

A nós, que nos achamos nas vésperas do seu cumprimento, de quão profunda importância, de quão vívido interesse, são estes delineamentos de coisas vindouras — fatos pelos quais, desde que nossos primeiros pais se retiraram do Éden, têm os filhos de Deus vigiado e esperado, ansiado e orado!’”

Ellen G. White em Educação, 183.

Quando os romanos cercaram a cidade, ergueram estandartes ou banners, nos quais apareciam os deuses pagãos. Estes estandartes foram erigidos em uma zona fora da cidade conhecida por “terreno santo” ou “lugar santo” – que não deve ser confundido com “o lugar santo” do templo.
Assim, este é o mesmo evento mencionado no livro de Mateus.

Em 1897 a Sra. White escreveu um parágrafo que sugere que o cumprimento moderno desta profecia já aconteceu:

“O mundo protestante
erigiu
um sábado
idólatra
no lugar em que devia estar o sábado do Senhor, e está andando nas pisadas do Papismo. Por essa razão, vejo a necessidade de o povo de Deus se mudar das cidades para campos retirados [lugares], onde possam cultivar a terra e produzir sua própria provisão. Assim poderão criar os filhos com hábitos simples e salutares. Vejo a necessidade de se apressarem para terem todas as coisas prontas para a crise.”

Ellen G. White em Vida no Campo, 30 (ênfase acrescentada).

“Assim será novamente. Mas é sobre o sábado do sétimo dia que a batalha será travada. As autoridades deste mundo se erguerão em seu orgulho e poder para fazer leis que restringem a liberdade religiosa.
Assumirão um direito que pertence a Deus somente
, e, como Nabucodonosor, pensam que podem forçar a consciência, que somente Deus pode controlar.
Agora mesmo
estão iniciando esta obra, e continuarão com isso até que cheguem a um limite que não podem cruzar. Então Deus vai se interpôr em favor de seu povo leal, que guarda os seus mandamentos.”

Ellen G. White em Review and Herald, December 20, 1898 (inglês, ênfase acrescentada).

“A pressão da lei dominical chegou e está chegando. … Reconhecemos que aquilo de que falamos pelos últimos trinta e cinco anos, esta lei exaltando o domingo e invenções humanas tomam o lugar do santo dia do Senhor, está se cumprindo agora.” (1897)

“O decreto que força à idolatria neste dia irá a todo o mundo. Em um patamar limitado, já aconteceu. Em vários países o poder civil está falando com voz de dragão, assim como o rei pagão falou aos cativos hebreus.” (1897)

Ellen G. White em Signs of the Times, May 6, 1897 (ênfase acrescentada).

“É chegado o tempo
em que, conforme Deus abra o caminho, devem as famílias mudar-se para fora das cidades. Os filhos devem ser levados para o campo. Devem os pais procurar um lugar agradável, segundo lho permitam os recursos. Embora a casa seja pequena, deve, contudo, haver um pedaço de terra ligado com ela, que possa ser cultivado.

Ellen G. White em Vida no Campo, 36, (1903, ênfase acrescentada).

“Devemos mostrar ao mundo que reconhecemos, nos eventos que estão acontecendo agora em relação ao movimento de Reforma Nacional,
o cumprimento da profecia
. O que pelos últimos trinta ou quarenta anos proclamamos que viria,
chegou
; e a trombeta de cada vigia sobre os muros de Sião deveria soar o alarme.”
“Por anos fomos instruídos que nossos irmãos e irmãse, e especialmente as famílias com crianças, deveriam planejar deixar as cidades ao as portas se abrirem perante eles. Muitos terão de se esforçar sériamente para ajudar a abrir as portas.”

Ellen G. White em Review and Herald, January 1, 1889 e Sept. 27, 1906 (inglês, ênfase acrescentada).

“Que tudo se faça com ordem e decência” 1 Coríntios 14:40

“O mensageiro de Deus disse: ‘Não serão advertidas as cidades? Sim, não por morar nelas o povo de Deus, mas visitando-as, a fim de adverti-las do que está para sobrevir à Terra.’” (1902)
Como guardadores dos mandamentos de Deus, temos que deixar as cidades. Como fez Enoque, devemos trabalhar nas cidades mas não morar nelas.” (1899)

Ellen G. White em Evangelismo, 77.


“...Dentro em breve haverá tal luta e confusão nas cidades, que os que as quiserem abandonar não o poderão fazer. Devemos estar preparando-nos para esses acontecimentos. Essa é a luz que me é dada.” (1903) # colapso
Mais importante ainda, não nos esqueçamos da preciosa promessa da pena inspirada: “Deus ajudará o Seu povo a encontrar lares como estes fora das cidades.” (1902)

Ellen G. White em Medicina e Salvação, 133.

Isaías 54:4
Não temas, porque não serás envergonhada; e não te envergonhes, porque não serás humilhada; antes te esquecerás da vergonha da tua mocidade, e não te lembrarás mais do opróbrio da tua viuvez.

Jeremias 46:27
Mas não temas tu, servo meu, Jacó, nem te espantes, ó Israel; porque eis que te livrarei mesmo de longe, como também a tua descendência da terra do seu cativeiro; e Jacó voltará, e descansará, e sossegará, e não haverá quem o atemorize.


Em 1888 o mundo estava pronto
para a Segunda Vinda de Cristo.


Quinquagésimo Congresso – Primeira Seção


Fiftieth Congress -- First Session [Lei de descanso dominical Blair]

“Para assegurar ao povo o usufruto do primeiro dia da semana, comumente conhecido como o Dia do Senhor, como um dia de descanso, e para promover sua observância como dia de adoração.”
Introduzido pelo senador Blair, de New Hampshire, em 21 de maio de 1888; fazendo referência ao comitê de Educação e Labor;

Referred to Committee on Education and Labor; hearing on bill December 13, 1888, report of hearing Miscellaneous Document No. 43; not reported out of committee. C. R. 19.4155.

http://www.oakwood.edu/historyportal/Ejah/2011/Blair.htm


Quinquagésimo Congresso – Primeira Seção


[Emenda Educacional Blair]

“Propondo uma emenda à constituição dos Estados Unidos sobre os estabelecimentos educacionais de religião e de escolas públicas.” Blair, de New Hampshire, 25 de Maio de 1888.

Ordered to lie on table; later referred to Committee on Education and Labor; hearing on measure February 15 and February 22, 1889, not reported. C. R. 19:4615. S. R. 86.

http://www.oakwood.edu/historyportal/Ejah/2011/Blair.htm

Nossa História
A Aliança do Dia do Senhor nos Estados Unidos (LDA) foi fundada em 1888. Neste ano os representantes de seis das principais denominações protestantes se encontraram em Washington, D.C. para organizar a União Sabática Americana; este nome foi posteriormente mudado para a Aliança do Dia do Senhor dos Estados Unidos. A LDA tem sido A organização nacional com o único propósito de manter e cultivar o primeiro dia da semana como um período de descanso, adoração, educação cristão e renovação espiritual.

www.ldausa.org/lda/about

A Aliança do Dia do Senhor nos Estados Unidos (LDA) existe para encorajar cristãos a revindicar o shabbat – o dia do Senhor – como um dia de renovação espiritual e reavivamento pessoal, capacitando-os a impactar suas comunidades com o evangelho.

Em tempos desafiadores no âmbito enonômico, com os quais o mundo se confronta em 2009, a Aliança do Dia do Senhor busca desvendar verdades espirituais sobre como os dez mandamentos, combinados com o ensino de Jesus sobre o dinheiro, podem prover orientação para cristãos no dia-a-dia. Usanto tanto textos do Antigo Testamento (Êxodo 20:17) e do Novo Testamento (Mateus 6:19-24), os sermões apresentados devem considerar os seguintes tópicos: Sunday/Sabbath and a Society of Greed or Abundance and Jesus’ Teaching about Money.
“São estas grandes verdades que velhos e jovens necessitam aprender. Precisamos estudar a realização dos propósitos de Deus na história das nações e na revelação de coisas vindouras, para que possamos estimar em seu verdadeiro valor as coisas visíveis e as invisíveis; para que possamos aprender qual é o verdadeiro objetivo da vida; para que, encarando as coisas temporais à luz da eternidade, possamos delas fazer o mais verdadeiro e nobre uso.
Destarte, aprendendo aqui os princípios de Seu reino e tornando-nos Seus súditos e cidadãos, poderemos, por ocasião de Sua vinda, estar preparados para entrar com Ele na posse desse reino.
O dia está às portas.
Para a lição a ser aprendida, para a obra a ser feita, para a transformação do caráter a realizar-se, o tempo que resta não é senão um brevíssimo lapso.”

Ellen G. White em Educação, 184 (ênfase acrescentada).

“‘Eis que os da casa de Israel dizem: A visão que este vê é para muitos dias, e ele profetiza de tempos que estão longe. Portanto dize-lhes: Assim diz o Senhor Jeová: Não será mais diferida nenhuma das Minhas palavras; e a palavra que falei se cumprirá, diz o Senhor Jeová.’ Ezequiel 12:27, 28.”

Ellen G. White em Educação, 184.

“Não está muito longe o tempo em que as leis contrárias ao trabalho dominical serão mais rigorosas, e deve-se fazer um esforço para adquirir terrenos afastados das cidades, onde se possam cultivar frutas e verduras. A agricultura oferecerá recursos para o sustento próprio, e poderiam aprender-se também diversos outros ofícios. Este trabalho real e ativo requer ao mesmo tempo força intelectual e muscular. É necessário método e tato para cultivar com êxito frutas e verduras. Os hábitos de laboriosidade serão importante auxílio para os jovens ao resistirem à tentação.”

Ellen G. White em Fundamentos da Educação Cristã, 322.


Salvo da Violência –
“Um cântico haverá entre vós, como na noite em que se celebra uma festa santa; e alegria de coração, como a daquela que sai tocando pífano, para vir ao monte do Senhor, à Rocha de Israel. Isaías 30:29.
Quando a proteção das leis humanas for retirada dos que honram a lei de Deus,
haverá, nos diferentes países
, um movimento simultâneo com o fim de destruí-los.

O povo de Deus — alguns nas celas das prisões, outros escondidos nos retiros solitários das florestas e montanhas pleiteia ainda a proteção divina, enquanto por toda parte grupos de homens armados, instigados pelas hostes de anjos maus, se estão preparando para a obra de morte.
Com brados de triunfo, zombaria e imprecação, multidões de homens maus estão prestes a cair sobre a presa, quando, eis, um denso negror, mais intenso do que as trevas da noite, cai sobre a Terra. Então o arco-íris ... atravessa os céus, e parece cercar cada um dos grupos em oração.”

Ellen G. White em Fundamentos da Educação Cristã, 246 (ênfse acrescentada).

O Segundo Cerco

Já se ouve o estrondo do exército romano

Bruxelas, Bélgica, 16 de fevereiro de 2009 (CNA). –
“A secretaria da comissão da Associação dos Bispos da Comunidade Européia saudou uma lei proposta pela União Européia que salvaguardaria o domingo como um dia de repouso. De acordo com o L’Oservatore Romano, a secretaria publicou uma declaração que elogia a medida que foi proposta por cinco parlamentares da União Européia para reconhecer o valor do “descanso dominical como parte do ‘patrimônio cultural’ e do ‘modelo social europeu’.

http://www.catholicnewsagency.com/news/european_bishops_back_proposed_eu_law_on_sunday_rest

Tribunal Decreta que Lojas Alemãs têm que Fechar aos Domingos

23 de Dezembro de 2009 O Tribunal Constitucional Federal da Alemanha anulou uma lei de 2006 que permitia as lojas de Berlim abrirem durante dez domingos por ano, voltando a normas mais estritas de horários de abertura de estabelecimentos comerciais.

A decisão ressalta que a queixa das igrejas protestantes e católicas, onde se afirma que esta prática ia contra o artigo 139 da constituição alemã, que diz: “Domingos e feriados reconhecidos pelo estado serão protegidos por lei como dias de descanso e crescimento espiritual.”
Os sindicatos apóiam os esforços das igrejas de apartar o domingo em uma tentativa de dar uma oportunidade de os trabalhadores do varejo passarem tempo com suas famílias…

O presidente do tribunal, o juíz Hans-Jürgen Papier, diz que o impacto econômico por si só não garante aberturas extra dos estabelecimentos.

O tribunal mais alto determinou que o domingo deveria ser guardado como dia de descanso e anulou uma lei de Berlim afrouxando as restrições de compras aos domingos. A maioria dos jornais alemães de quarta-feira saúdam a decisão, alguns por motivos de religião e tradição, outros por preocupação pelos direitos dos trabalhadores.

12/02/2009 World from Berlin – Até os Ateus precisam Descansar aos Domingos

"Os sindicatos se uniram às igrejas em sua campanha de proteger o domingo como dia de descanso para a nação. Porém, seu foco não foi proteger o direito de exercer a religião, mas salvaguardar os trabalhadores no setor de varejo de trabalharem aos domingos, às vezes o único dia que poderiam passar tempo com os outros membros de suas famílias." ...
"O sindicato de terceiro setor Vergi saudou a decisão de terça-feira com “alívio e alegria,” dizendo que se tratava de uma bênção para vendedores e suas famílias.
Jornais alemães de quarta-feira estão amplamente em favor da lei, apesar de as razões para o apoio da decisão do tribunal serem visívelmente diferentes."

18 de janeiro de 2010

Reunião de Crise Chanceler: A questão do Domingo

“Ótima atmosfera": Merkel, Westerwelle e Seehofer se encontraram domingo à noite para uma reunião de emergência. Se tratava de redução de impostos.


BERLIN  -  Lange Erklärungen der drei Parteichefs gab es nach dem Treffen im Kanzleramt ebenso wenig wie joviales Herumgeplänkel: Nach zweieinhalb Stunden „in bester Atmosphäre“ beendeten Angela Merkel (CDU), Guido Westerwelle (FDP) und Horst Seehofer (CSU) gestern Abend ihren Krisengipfel und rauschten wortlos ab – zum gemeinsamen Abendessen in einem Berliner Restaurant.
Als hätten sie mit ihren zänkischen Truppen nicht schon genug Ärger, hatte am Mittag auch noch der Münchner Erzbischof Reinhard Marx dem Trio seinen Segen verweigert: Politiker sollten ein Zeichen setzen und sonntags keine Arbeitssitzungen abhalten, forderte der Oberhirte grollend die Sonntagsruhe ein.

Guido Westerwelle, Angela Merkel e Horst Seehofer

Reunião de Crise Chanceler: A questão do Domingo

“Ótima atmosfera": Merkel, Westerwelle e Seehofer se encontraram domingo à noite para uma reunião de emergência. Se tratava de redução de impostos. ...

Como se não bastasse de chatisse com as tropas briguentas, o arcebispo de Munique Reinhard Marx recusou dar a bênção do meio-dia ao trio: Políticos têm que dar um exemplo e não fazer reuniões aos domingos, é a irada exigência do chefe eclesiástico.

M. Jox http://www.abendzeitung.de/politik/159790


Domingo, 17 de Janeiro de 2010

München (dpa/lby) – O arcebispo de Munique e Freisiing, Reinhard Marx, apelou aos políticos para guardarem o descando dominical. Políticos deveriam dar o exemplo em não fazerem reuniões aos domingos, disse Marx na na «Bayerischen Fernsehen» (TV da Bavária). “Eu não acho isso certo. Domingo é domingo.” O fórum de discussão ao vivo foi ao ar domingo, segundo os oficiais de Bavária.

http://www.bild.de/BILD/regional/muenchen/dpa/2010/01/17/
erzbischof-kritisiert-sonntagsarbeit-von.html

Reinhard Marx
é sucessor de Joseph Ratzinger (Bento XVI) em sua antiga posição de bispo

Apocalipse 17:4
E a mulher estava vestida de púrpura e de escarlata, e adornada com ouro, e pedras preciosas e pérolas; e tinha na sua mão um cálice de ouro cheio das abominações e da imundícia da sua prostituição;

Proteção do domingo sem trabalho: MEPs lançam declaração escrita – 17 de fevereiro de 2009.

O Painél Europeu da Congregação dos Bispos da Igreja da Inglaterra, a secretaria do COMECE (Comissão das Associações de Bispos Católicos da Comunidade Européia) e a Igreja Protestante na Alemanha (EKD) deram as boas-vindas à iniciativa de vários membros do parlamento europeu, para pedir à assembleia a tomar uma decisão sobre uma declaração escrita “para a proteção de um domingo sem trabalho como sendo um pilar essencial do modelo social europeu e parte integrante da herança cultural europeia.
Tal declaração constituiria um importante compromisso com uma ‘Europa social’”.

Se conseguir uma maioria de assinaturas (394 MEPs), se tornará algo oficial do parlamento europeu. A iniciativa foi lançada por cinco parlamentares do EPP, PSE, ALDE e grupos políticos da UEN dia 2 de fevereiro.

A declaração, submetida pela MEP Anna Záborská, Martin Kastler, Jean Louis Cottigny, Patrizia Toia e Konrad Szymański,  diz:
O parlamento europeu,
Tendo em vista o artigo 137 da TEU,
Tendo em vista a regra 116 de sua política de procedimento,

a) Sendo um domingo livre de trabalho um pilar essencial para o modelo social europeu e parte da herança cultural da Europa

b) Sendo um achado da enquete EUROFUND que a probabilidade de enfermidade e absenteísmo em estabelecimentos que operam aos sábados e domingos é 1.3 maior comparado com os que não requerem seu pessoal trabalhar durante os finais-de-semana,

c) considerando, que de acordo com a lei da UE, o domingo é o dia de descanso para crianças e adolescentes,
d) consideranto também que as instituições, corpos e agências europeias não têm trabalhado aos domingos desde sua criação e não pretenden fazê-lo no futuro, apesar da diversidade de transfundos religiosos, culturais e étnicas dos oficiais e líderes da UE,

1. Se apela aos estados membro das instituições da UE a proteger o domingo como um descanso semanal, em uma vindoura legislação de horários de trabalho nos níveis nacionais e da UE para aumentar a proteção da saúde dos operários e o
casamento entre trabalho e vida familiar;

2. Se instrui seus presidentes a encaminhar esta declaração, junto com os nomes dos assinantes, ao concílio, à comissão e aos comitês parlamentares para causas sociais do parlamento nacional.

Para poder ser adotado, é necessário agora que a Declaração escrita seja assinada por uma maioria (394) dos MEPs antes de 7 de maio de 2009.

Notas
O Artigo 116 dos Procedimentos do Parlamento Europeu estipula que uma declaração escrita é um texto de no máximo 200 palavras apresentada por um máximo de 5 MEPs e submetido a todos os MEPs por um período de 3 mêses. Se a declaração consegue uma meioria de assinaturas, se torna um documento oficial do Paralamento Europeu e é então transmitido aos recipientes citados.

Segue o texto da declaração escrita.

1. Mais que qualquer outro dia da semana, um domingo livre de trabalho oferece a oportunidade de se encontrar com a família

2. Mais que qualquer outro dia da semana, um domingo livre de trabalho oferece a oportunidade de encontrar amigos, estabelecer e manter laços sociais.

3. Mais que qualquer outro dia da semana, um domingo livre de trabalho oferece a oportunidade a trabalhadores de satisfazer suas necessidades espirituais.

4. Segundo a enquete EUROFUND que a probabilidade de enfermidade e absenteísmo em estabelecimentos que operam aos sábados e domingos é 1.3 maior comparado com os que não requerem seu pessoal trabalhar durante os finais-de-semana,

5. A inclusão do domingo como um dia de descanso semanal, na diretoria de horários de trabalho irá fortalecer a ideia de uma Europa de cidadãos, já que uma grande maioria dos europeus apóiam a ideia de um feriado no domingo.
Portanto seria um exemplo concreto de como a UE pode dar uma contribuição tangível à qualidade de vida dos cidadãos.


www.workfreesunday.eu

Os Europeus Começam Campanha por Domingo Livre
Precisa-se de 1 milhão de cidadãos para pedir um dia para as crianças
STRASBOURG, França, 17 de março de 2010 - Martin Kastler, membro do parlamento europeu, lançou o primeiro referendo da União Europeia para pedir que o domingo seja declarado dia da família de descanso.

“Este é um tempo certo para mostrar que como cidadãos europeus queremos nos envolver não somente em eleições europeias mas também de outras formas,” explicou Kastler, deputado europeu da União Social Cristã da Bavária, e membro da coalisão em poder na Alemanha.
ZE10031701 - 2010-03-17Permalink: http://www.zenit.org/article-28664?l=english

Mais de 11,375 europeus de vários países já assinaram a petição online para apartar o domingo como dia de descanso em toda a Europa.

Karstler apresentou a campanha online “Domingo a Mamãe e Papai não nossos” no parlamento europeu em Strasbourg, no mês passado.  Kastler afirmou que esta iniciativa irá “fortalecer a democarcia direta na União Europeia.”

Ele continuou: “Graças ao tratado de Lisboa e à introdução da Iniciativa dos Cidadãos Europeus, nós cidadãos da Europa pela primeira vez temos a oportunidade de nos erguermos em prol de nossos interesses. Queremos usar esta oportunidade para assegurar um domingo livre.”

O Tratado de Lisboa, que entrou em vigor em dezembro passado, incluiu provisões para a Iniciativa dos Cidadãos Europeus, uma inovação com o objetivo de aumentar a democracia na União Europeia.


A iniciativa permite que cidadãos apelem à Comissão Europeia em um tópico de interesse. Não necessários 1 milhão de cidadãos
provenientes de um número significativo de estados-membros para chegar ao ponto de poder sugerir leis e ter uma voz direta nos negócios da União Europeia.

Se envolva

O suplente convidou a todos que estão “convencidos que um domingo livre e democracia direta têm importância” a assinarem a petição.

Ele encorajou os cidadãos a se envolverem no processo democrático, expressando a esperaça de que a campanha vai “exercer uma pressão enorme para que ninguém mais ignore que cada domingo é um dia da família.”

Kastler afirmou: “O domingo livre é parte da cultura europeia.”

“Precisamos de
tempo para nossas famílias
e relacionamentos, para a sociedade civil e para a religião. É pouco provável que uma vida cheia de dias úteis torne a pessoa feliz.
O Membro do parlamento, que tem 35 anos de idade e que tem dois filhos, disse: “Aos domingos, os pais estão à disposição dos filhos e os filhos à disposição dos pais.”

“A Europa deveria ser a região do mundo mais amigável para com as crianças” ele disse.

Juntem forças!
A petição ressalta que um domingo livre de obrigações trabalhistas é uma necessidade da Europa, para as crianças que “precisam de um dia da família.”

“Cada pessoa precisa de tempo livre – para relaxar, para se envolver na sociedade, para praticar hobbies e religião,” diz a petição.

Acrescenta que o domingo livre é um pilar essencial do modelo social europeu e parte integrante da herança cultural europeia.”

Site: www.free-sunday.eu

Domingo é Dia das Crianças

Um dia como nenhum outro: o domingo.

O padre Dr. Jürgen Henkel, Evangelische Landeskirche Bayern (Selb); Martin Kastler MdEP (Nürnberg); Tobias Gotthardt, KKV-Katholiken in Wirtschaft und Verwaltung (Essen), Sandra Steinert, Junge Aktion der Ackermann-Gemeinde (Freiburg)
www.free-sunday.eu

“Aproxima-se o tempo em que a lei de Deus, em sentido especial, será invalidada em nosso país [os Estados Unidos]. Os governantes de nossa nação, por meio de atos legislativos, imporão a lei dominical, trazendo assim grande perigo para o povo de Deus.
Quando nossa nação, em seus conselhos legislativos,
promulgar leis para coagir a consciência dos homens no tocante a seus privilégios religiosos, impondo a observância do domingo e empregando o poder opressivo contra os que guardam o sábado do sétimo dia
, a lei de Deus será, para todos os efeitos, invalidada em nosso país; e a apostasia nacional será seguida por ruína nacional.”


Ellen G. White em Maranta, 179 – texto completo em RH Dec. 18, 1888 (ênfase acrescetada).

“A fim de assegurar popularidade e sua aprovação, os legisladores se renderão aos reclamos de leis dominicais. Mas os que temem a Deus não podem aceitar uma instituição que viole um preceito do Decálogo. Neste campo se travará o último grande conflito na controvérsia entre a verdade e o erro. E nós não somos deixados em dúvida quanto ao desfecho. Hoje, como nos dias de Ester a Mardoqueu, o Senhor vindicará Sua verdade e Seu povo.”

Ellen G. White em Profetas e Reis, 309.

UE: Iniciativa em Prol de um Domingo Livre

27/03/2010 12.44.55

http://www.radiovaticana.va/tedesco/tedarchi/2010/Maerz10/ted27.03.10.htm

NSL 04.22.10: BBC's Big Qs - Uniform Sundays pt1
Jamie Doward e Paul Harris para o
The Observer, 14 de Março de 2010

Blair convida controverso pastor americano Rick Warren em tentativa para unir as fés

O Papa Bento XVI propôs uma nova autoridade política mundial ‘com dente e unha’, possívelmente em lugar das Nações Unidas, para reenforçar uma ordem ético-financeira e encerrar a crise financeira global.
Apelando por mais ajudar, mais voz aos sindicatos e um sistma econômico focado tanto no bem comum quanto no lucro, o papa disse que somente um mercado moral pode acabar com a crise e a fome no mundo.

http://www.brisbanetimes.com.au/world/pope-calls-for-a-new-world-order-20090709-ddic.html

Preenchendo as lacunas… papa Bento com o primeiro ministro do Japão Taro Aso. Foto: Reuters

Updated May 24, 2010
Obama Call for 'International Order' Raises Questions About U.S. Sovereignty
FOXNews.com

O Presidente Obama está enfrentando críticas por suas declarações do final de semana, de que ele buscaria uma nova “ordem internacional”, com questionamentos sobre quanta soberania americana a administração está disposta a ceder em troca de mais cooperação internacional.

Presidente Obama fala aos formandos da academia Militar de West Point, N.Y., EUA. 22 de maio (Foto AP)

Na palestra de formatura de sábado na academia militar de West Point, Obama disse que “padrões e instituições internacionais mais fortes” e uma alicança mais forte podem “resolver” desafios desde o terrorismo, a proliferação nuclear e mudança climática até um declínio econômico. “Nossos adversários gostariam de ver as forças dos EUA minadas por estirarmos nosso poder além dos limites,” disse Obama. “Portanto temos que modelar uma ordem internacional que possa enfrentar os desafios desta geração.”

http://www.foxnews.com/politics/2010/05/24/obama-international-order-raises-questions-sovereignty

O presidente acrescentou que os esforços das forças armadas têm que ser “complementados” com mais engajamento diplomático tanto nas “grandes capitais como nos recantos perigosos,” com mais assistência humanitária em nações carentes, melhor comunicação entre agências de inteligência, ação rápida após terremotos, tempestades e enfermidades e “mais execução das leis que podem fortalecer os sistemas judiciais além da fronteira, e proteger-nos aqui em nosos país.”

“A América não obteve sucesso saindo fora das correntes de cooperação; mas nosso sucesso veio da prática de colocar estas correntes sobre os trilhos da liberdade e justiça – para que nações possam emergir ao cumprirem com suas responsabilidades, e enfrentar as consequências se não o fizerem,” disse à classe de formandos na academia militar.

Sexta-feira, 17 de outubro de 2008

http://news.sky.com/story/641691/us-candidates-test-comedy-skills



Cardeal Edward Egan, o arcebispo de Nova Iorque, olha para o presidente George W. Bush durante o entoar do hino nacional precedendo a cerimônia de condecoração ao saudoso cardeal John O’Connor na catedral de São Patrício em 10 de julho de 2001. A medalha de ouro do congresso foi entregue à irmã de O’Connor, Mary Ward.

Bush e o Templário

O Papa pede solidariedade nas finanças mundiais, dizendo que a ética deve determinar as ações.

The Associated Press May 22, 2010 08:06:30 AM

CIDADE DO VATICANO – O papa Bento XVI apelou à ética e solidariedade no sistema financeiro, repreendendo governos que segundo ele falharam em agir apropriadamente frente à especulação que danifica nações mais pobres. Bento não mencionou países específicos em seus comentários sábado.
Mas disse que “uma interação ética de consciência e inteligência” parece ser “demasiado fraca para os governantes que, confrontados com novos episódios de especulação irresponsável para com países mais pobres, falham em reagir com decisões adequadas de gestão financeira.”

www.foxnews.com/world/2010/05/22/pope-calls-solidarity-worlds-finances-says-ethics-guide-action

O Papa Bento apela ao Globalismo

No mesmo dia que o presidente Obama apelou por uma nova ordem mundial para solucionar os desafios de nossos tempos, o papa Bento XVI também apelou por cooperação internacional, particularmente na área da solidariedade guiada por ética.

http://www.ktfministry.org/news/714/us-president-calls-for-new-world-order

O pontífice alemão fez seu pedido em uma carta datada de 23 de agosto de 2010 ao presidente do concílio pontifical para a família, cardeal Ennio Antonelli. O Vaticano publicou a carta esta semana.
O tema para o sétimo Encontro Mundial de Famílias é: “Família: Trabalho e Celebração”. A carta da sua santidade refletiu estes temas, e o equilíbrio apropriado entre trabalho e repouso.

“Trabalho e celebração estão íntimamente associados na vida das famílias: condicionam escolhas, relações de influência entre pares casados e entre pais e filhos, afetam a relação de famílias com a sociedade e com a igreja,” o pontífice comentou. “As sagradas Escrituras nos dizem que somos uma família, trabalho e o dia de festa são bênçãos de Deus para nos ajudar a viver uma existência humana plena.”

A experiência diária atesta que um autêntico desenvolvimento da pessoa inclui as dimensões individual, familiar, e comunal, atividades e relacionamentos funcionais, bem como uma abertura à esperança e ao bem sem limites.”

À luz disto, Bento XVI lamentou a moderna organização de trabalho, “em função da competição do mercado e o foco em maximizar o lucro,” e o conceito de descanso ou celebração como uma “ocasião para se desligar e consumo.”

Ele disse que estes dois fatores “contribuem para a ruptura da família e comunidade e para a propagação de um estilo de vida individualístico.”

“Assim,” o papa continuou, “é necessário promover reflexão e esforços para reconciliar as demandas e as jornadas de trabalho com aqueles da família e recobrar o verdadeiro significado da festa, especialmente do domingo, a páscoa semanal, o dia do Senhor e o dia do homem, o dia da família, da comunidade e da solidariedade.”


Se aprontando
Chamando o Encontro Mundial das Famílias de uma “ocasião privilegiada de repensar o trabalho e celebração,” ele afirmou que o evento “tem que se conectar a uma adequada jornada de formação eclesiástica e cultural” para que possa produzir fruto.

Do site da Zenit:
Leia na íntegra o original em inglês: www.zenit.org/article-30476?l=english

“É meu desejo, portanto, que começando em 2011, o trigésimo aniversário da exortação ‘Familiaris Consortio,’ o grande alvará de cuidado pastoral familiar seja considerado um guia válido com iniciativas a nível de paróquia, diocese, e nacional, com o objetivo de lançar luz sobre experiências de trabalho e celebraçao em seus aspectos mais verdadeiros e positivos, com atenção particular ao efeito da vida concreta de famílias,” ele disse. “Famílias cristãs e comunidades eclesiásticas do mundo inteiro deveriam se sentir chamados e envolvidos e entrar solícitamente no caminho rumo a Milão 2012.”

Do site da Zenit:
Leia na íntegra o original em inglês: www.zenit.org/article-30476?l=english

Ezequiel 39:6
E enviarei um fogo sobre Magogue e entre os que habitam seguros nas ilhas; e saberão que eu sou o SENHOR.    

Ezequiel 39:7
E farei conhecido o meu santo nome no meio do meu povo Israel, e nunca mais deixarei profanar o meu santo nome; e os gentios saberão que eu sou o SENHOR, o Santo em Israel.    

Ezequiel 39:8
Eis que vem, e se cumprirá, diz o Senhor DEUS; este é o dia de que tenho falado.

Apocalipse 21:6

E disse-me mais: Está cumprido. Eu sou o Alfa e o Omega, o princípio e o fim. A quem quer que tiver sede, de graça lhe darei da fonte da água da vida.

Dois Cercos
Arcebispo critica o trabalho dominical dos políticos

George W. Bush põe a mão sobre o coração na catedral de São Patrício
A iniciativa permite que cidadãos apelem à Comissão Europeia em um tópico de interesse. São necessários 1 milhão de cidadãos
provenientes de um número significativo de estados-membros para chegar ao ponto de poder sugerir leis e ter uma voz direta nos negócios da União Europeia.

Também por parte dos evangélicos a campanha é apoiada. O padre Jürgen Heknek da igreja luterana na Baviera lembrou que 75% dos europeus são cristãos, mas que o domingo livre representa um presente para todas as pessoas.

"Aos domingos Mamãe e Papai são nossos" é a primeira iniciativa popular europeia por uma proteção do domingo a nível continental europeu.
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