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Psicologia do Trânsito

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by

Isadora Rezende

on 18 November 2014

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Transcript of Psicologia do Trânsito

Cibelle Queiroz
Isadora Rezende
Maxwell Rodrigues
Pedro Carvalho
Ticianny Bezerra

ORIGEM
AUTORES
TEORIAS
OBJETOS DE ESTUDO
CAMPOS DE INVESTIGAÇÃO

Comportamentos humanos de deslocamento

Individuais ou coletivos

Motorizados ou não

Integridade e segurança daqueles que se locomovem

Alcoolismo


Agressividade

Impaciência

Luta de Forças

Negligência



Minas Gerais ficou conhecida como cidade modelo.
Em 1968 foi regulamentada a criação dos serviços psicotécnicos nos departamentos de trânsito dos estados.
Desde o advento do código de transito brasileiro em 1998, o psicólogo foi inserido no processo de habilitação dos Detrans, realizando a avaliação psicológica pericial dos motoristas.


Teoria do Risco-Zero

Basicamente, defende que os indivíduos
geralmente não estão dispostos a aceitar riscos nenhum ao conduzir em veículo. Por isso, o comportamento arriscado não é percebido visto que, através de diversos processos de aprendizagem e de influências dos pares, dentre outros, o limiar de percepção subjetiva do risco foi adaptado.

Contexto Histórico


Década de 20
Década de 40 e 50
05 de Agosto de 1946, decreto nº 9.545, foi regulamentado a lei que torna obrigatório o
exame psicotécnico para aquisição da CNH (carteira nacional de habilitação).
O desenvolvimento e a aplicação dos testes foram aplicados pela ISOP (Instituto de Seleção e orientação Profissional)


Drª. Maria Helena Hoffmann: Professora da
Universidade do Vale do Itajaí-SC.
Principal Obra: Comportamento Humano no Trânsito

Hoffmann sustenta que a atividade de conduzir um veículo automotor é um trabalho psicofísico, espacial, variável, percepto-reacional, atitudinal, mas com um amplo fundo automatizável.


* Não há uma teoria científica unificada sobre o trânsito e seus acidentes. É necessária uma visão sistêmica sobre o tema.


Autores no Brasil

Teoria da

▪ Motivação:
─ Determinantes excitantes
─ Determinantes inibidores


▪ Adaptação dos sentidos aos riscos





Duas questões fundamentais:

Áreas de atuação

O psicólogo do trânsito tem o intuito de desenvolver pesquisas
como foco nos problemas psicológicos, psicofísicos, psicossociais no que tange aos problemas do trânsito.
Realizar exames psicológicos a fim de emitir um parecer para candidatos a Carteira de Habilitação Nacional;
Participar de programas voltados à prevenção de acidentes no trânsito;
Desenvolver trabalhos de educação no trânsito, estudar as implicações do alcoolismo e de outros distúrbios no contexto do trânsito;
Colaborar com a justiça e apresentar, quando necessário, laudos, pareceres, depoimentos;
Perícias em exames com motoristas objetivando sua readaptação ou reabilitação profissional e tratamento de fobias ao volante.
Ações para prevenir acidentes, dentre outras funções.

 
"O trânsito é o conjunto de deslocamentos de pessoas e veículos nas vias públicas, dentro de um sistema convencional de normas, que tem por fim assegurar a integridade de seus participantes".


1. A autora afirma também que não há uma teoria científica unificada acerca do
trânsito. Para conseguirmos entender a dinâmica do trânsito se requer conhecimentos oriundos da psicologia, engenharia, medicina, administração, etc. Devemos ter uma visão sistêmica, baseada no homem, no veículo e na via para entender o funcionamento do trânsito e as causas dos acidentes.
É Psicóloga, Mestre e Doutora em Psicologia pela Universidad de Valencia, Espanha.
 
2.Foi psicólogo de áreas como psicologia social, psicologia comportamental, posteriormente especializando-se em trânsito. Foi professor de universidades públicas e privadas em MG, SP, BA, etc. Autor de vários livros e ganhador de prêmios importantes. Foi também presidente da Sociedade Brasileira de Psicologia (SBP).
 
3. Em sua obra Psicologia do Trânsito (1988), ele dividiu o trânsito em três subsistemas: as vias, os veículos e o homem. O sistema funciona através de uma série bastante extensa de normas e construções e é constituído de vários subsistemas, dentre os quais os três principais são: o homem, a via e o veículo. O homem aqui é o subsistema mais complexo e, portanto, tem maior probabilidade de desorganizar o sistema como um todo.


Aproximadamente 90% dos acidentes estão relacionados ao
fator humano do trânsito. Diferentes abordagens para mudança do comportamento do condutor:


 
Alterar o layout físico da via, de modo que o comportamento divergente não seja viável em termos físicos;
Desenvolver ações socioeducativas com pedestres, ciclistas, condutores infratores e outros usuários da via;
Desenvolver estratégias de execução que punam severamente o comportamento social divergente;
Identificar motoristas que erram e remediar seus comportamentos ou, se isto não for possível, retirá-los da circulação viária.


Na pessoa do condutor de veículos automotores, veículos com outros tipos de tração e no pedestre.
Na área educacional, através da psicopedagogia do trânsito.
Nos órgãos públicos e instituições privadas responsáveis pela construção das vias, pela organização do trânsito, por programas de prevenção a acidentes, etc (ministério das cidades (DENATRAN, DNIT), da saúde, da justiça (PRF), etc.
Nas fábricas de automóveis e veículos em geral.


A intervenção pode acontecer:


Áreas de intervenção

Variados fatores podem contribuir para o surgimento de
comportamentos inadequados no trânsito:
 
Falta de educação
Falta de responsabilidade
Falta de noções de direitos e deveres dos cidadãos
Características de personalidade
Reações psicofisiológicas decorrentes de situações estressantes.


de
risco

─ As vantagens esperadas dos comportamentos arriscados;
─ Os custos esperados dos comportamentos arriscados;
─ Benefícios esperados dos comportamentos seguros;
─ Os custos esperados dos comportamentos seguros.

Relaciona- se com a teoria comportamental da
aprendizagem. Ela afirma que conduzir implica a aprendizagem de respostas para evitar situações ameaçantes. Isso leva os indivíduos a aprenderem as tarefas associadas à condução para evitar uma consequência desagradável.

Teoria da “Ameaça- Evitação”

Fatores de movimentação
Reinier Rozestraten (1924 Haia - 2008)
As vias, Os veículos e O homem

Olhar Interdisciplinar
Pedagogo

Engenheiro Civil

Psiquiatra
Publicitário
Advogado
Os carros velhos batem menos e ruas sem sinalização podem ser mais seguras?

Que problemas de trânsito já afetavam as cidades do Império Romano e os acidentes de trânsito são considerados a segunda causa de mortes por fatores externos em todo o mundo?
Você sabia que...
Comportamento Humano no Trânsito
Fatores que interferem na tomada de decisão
Mais riscos ou menos riscos
O que está por trás???
Os contratempos do Trânsito
Processos decisórios e cognitivos; relações psicofísicas e psicofisiológicas
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