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Tratamento de Efluentes- P2

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by

Fernando Doki

on 3 December 2015

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Transcript of Tratamento de Efluentes- P2

+ 55 21 3333-3333
Prof. Adriano Passos
Tratamento de Efluentes
1 Passo: PLANEJAR (PLAN)
2 Passo: Executar o Plano (DO)
3 Passo: Verificar os Resultados (Check)
4 Passo: Fazer Ações Corretivas (ACT)
OBRIGADO!!
Fernando Doki
Juliana Soares
Nathalia Machado
Renan Lima

Estudo de Caso: Refinaria de Petróleo

Não Conformidade 1
Relatório
Mecanismo Operação da Atual ETE
Construção na década de 70
3 Lagoas: Anaeróbia, Facultativa e Polimento
Problemas
Iridescência
Assoreamento
Mecanismo de Atuação da ETE
Lagoa Anaeróbias
Nelas ocorrem, simultaneamente, os processos de sedimentação e digestão anaeróbia,.

Lagoa Facultativas
Neste tipo de lagoa ocorrem 2 processos distintos: aeróbios e anaeróbios. Na região superficial ocorre os processos fotossintéticos realizados pelas algas onde há liberação de oxigênio no meio, favorecendo o processo aeróbio e, no fundo quando a matéria orgânica tende a sedimentar ocorrem os processos anaeróbios
Lagoa de Maturação
São lagoas de menor profundidade, onde a penetração da radiação solar ultravioleta e as condições ambientais desfavoráveis causam uma elevada mortandade dos patogênicos
ETE- Nova Tecnologia
Proposta: Biorreator com Membranas (MBR
Processo híbrido que combina reator biológico à tecnologia de membranas.
Módulos de microfiltração ou ultrafiltração funcionam como uma barreira, retendo a biomassa
Permite aumentar a concentração em microrganismos no biorreator e melhorar a qualidade da água tratada

Motivos da Baixa Eficiência
Lagoa Anaeróbia
As lagoas anaeróbias são normalmente profundas, variando entre 3 a 5 metros. A profundidade tem a finalidade de impedir que o oxigênio produzido pela camada superficial seja transmitido às camadas inferiores
Lagoa Facultativa
Lagoa de Maturação
A pouca profundidade apresentada pela ETE torna as zonas dos processos aeróbio e anaeróbios muito pequenas, prejudicando o processo como um todo.
A iridescência apresentada pelo efluente,assim como a baixa profundidade da lagoa(fase de suspensão muito próxima), prejudicariam a irradiação solar nos agentes patogênicos.
Escopo Programa de Educação Ambiental
Conscientização
: contribuir para que indivíduos e grupos adquiram consciência e sensibilidade em relação ao meio ambiente como um todo e quanto aos problemas relacionados com ele;
Conhecimento:
propiciar uma compreensão básica sobre o meio ambiente, principalmente quanto às influências do ser humano e de suas atividades;
Atitudes:
propiciar a aquisição de valores e motivação para induzir uma participação ativa na proteção ao meio ambiente e na resolução dos problemas ambientais;
Habilidades:
proporcionar condições para que os indivíduos e grupos sociais adquiram as habilidades necessárias a essa participação ativa;
Capacidade de avaliação:
estimular a avaliação das providências efetivamente tomadas em relação ao meio ambiente e aos programas de educação ambiental;
Participação:
contribuir para que os indivíduos e grupos desenvolvam o senso de responsabilidade e de urgência com respeito às questões ambientais.

Elementos Básicos- Carta de Belgrado

Não Conformidade 2
Métodos de Controle de Emissões de Material Particulado
Ciclones
Filtros
Coletores Úmidos
Precipitaror Eletrostáticos
Limites Máximos de Emissão de Particulados
CONAMA 382/06
Caldeira 100MW - Óleo Combustível
MP= 100mg/Nm3 / NOx= 1000mg/Nm3 / SOx= 18000mg/Nm3 . / CO= 80mg/Nm3
Não Conformidade 3
Métodos de Controle de Emissões de Poluentes Gasosos (NOx)
Controle por Diluição na Atmosfera Através de Disperção
Absorção de Gases
Adsorção dos Gases
Combustão
Limites Máximos de Emissão Poluentes Gasosos
CONAMA 382/06
Caldeira 60MW - Gás Natural
MP= 125 mg/Nm3 / NOx= 320mg/Nm3 / SOx= 70mg/Nm3
Não Conformidade 4
Alternativas para o Tratamento da Borra Oleosa
Centrifugação
Liquefação de Microoondas
LandFarmig
Reuso em Pavimentos Asfálticos
Geração Energética/ Co-processamento (Ind. Cimento)
Inceneração
Pirólise
Oxidação Térmica
Low Temperatura Conversion- LTC
Erick não Curtiu
Erick não Curtiu
Não Conformidade 5
Inspeções de faixa de dutos
Terrestre
Aérea
Inspeção Geológica-Geotécnica
Identificar e cadastrar pontos (naturais e antrópicos) que possam representar risco;
Classificar os pontos em função do nível de risco (severidade);
Classificar os pontos em função do nível de risco (severidade);
Monitorar a evolução dos processos.

Inspeções Sistemáticas / Inspeções Sazonais / Inspeções Específica
Sinais de Alerta no Monitoramento de Processos Erosivos
• Lixo ou entulho no talude ;
• Área de empréstimo : saibreira, areal; 29
• Plantação de bananeiras / bambuzal;
• Desmatamento de talude, queimada;
• Sinais de erosão acima, abaixo ou na faixa;
• Postes inclinados, árvore tortas;
• Margem de rios sendo erodidas;
• Erosão forte próxima à faixa;

• Erosão forte próxima à faixa;
• Trincas no terreno, canaletas quebradas;
• Obstrução nas canaletas ou bueiros: galhos, sujeira, restos de solo, pedras ;
• Surgência d’água (olhos d’água);
• Encosta muito inclinada;
• Pedras soltas, ameaçando cair
• Água empoçada na faixa;
• Formação de pequenas “barragens”;
• Região de talvegues.

Referências Bibliográficas


Pedro Alves da Silva Filho. Diagnóstico Operacional de Lagoas de Estabilização. <ftp://ftp.ufrn.br/pub/biblioteca/ext/bdtd/PedroASF.pdf>

Fundação Estadual do Meio Ambiente -Minas Gerais. Orientações Basicas para Operação de Estações de Tratamento de Esgoto- ETEs
<http://www.feam.br/images/stories/arquivos/ETE%202.pdf>

Biblioteca Didática de Tecnologias Ambientais. Módulo Saneamento Ambiental <http://www.fec.unicamp.br/~bdta/esgoto/lagoas.html>

Frassinetti, PAULA. Pós Tratamento de Efluentes Anaeróbio por Lagoas de Polimento
<http://www.finep.gov.br/prosab/livros/ProsabCarlos/Cap-3.pdf>

Resolução CONAMA 382/06
<http://www.mma.gov.br/port/conama/legiabre.cfm?codlegi=520>

Jordão, Leonardo da SIlva. Processos biológicos para tratamento de resíduos oleosos – estado da arte.
<http://www.portalabpg.org.br/PDPetro/6/publicacoes/repositorio/trabalhos/444405040720111182.pdf>

Abreu, Monica Cavalcanti Sá. Gerenciamento de resíduos sólidos perigosos: uma avaliação da gestão ambiental da borra oleosa na Petrobras/Lubnor.
<http://seer.ufrgs.br/ProdutoProducao/article/viewFile/10566/23213>

Virgolino, Adriana Karla Guimarães.Extração do Óleo e Caracterização dos Resíduos da Borra de Petróleo para Fins de Reuso.
<ftp://ftp.ufrn.br/pub/biblioteca/ext/bdtd/AdrianaKVG.pdf>

Raposo, Arlindo .Monitoramento de Processos Erosivos em Faixas de Gasodutos
<http://www.posgraduacao.poli.br/monografias/Arquivo%20Completo_%20Monografia%20_%20Doc1.pdf>
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