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Untitled Prezi

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Victoria Grimaldi

on 18 May 2013

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Transcript of Untitled Prezi

Evolução da Cultura Industrial Pós-guerra e reconstrução da Alemanha, nasceu Bauhaus de Walter Gropius. A Bauhaus seria a tentativa, através do ensino, de unir a arte aplicada e as belas artes. Seria uma escola para o estudo e a pesquisa de melhor qualidade e da experiencia com o novo. Os produtos começaram a serem produzidos não só com um design bonito, mas um design que facilitassem também, a produção e montagem final. Com isso foi imposto um tipo de rigidez formal nos produtos industriais. No EUA era cada vez mais acelerado os avanços do setor industrial. Eles até já exportavam seus produtos para outros países. E foi nessa mesma época que Henry Ford já havia aplicado as teorias de Taylor sobre a linha de montagem, e ao mesmo tempo difundia o seu conceito de unificação e intercambiação dos componentes dos produtos. O inicio da Primeira Guerra mundial influenciou todo o processo ao desenvolvimento industrial, sobretudo os produtos de transporte, de comunicação e bélicos. 1913: Bauhaus teve suas atividades encerradas pelo partido nazista. Os catalogos de vendas promocionais e a arquitetura da AEG. ART NOUVEAL: 1907: Deutscher WerkBund:

O movimento de Muthesis aceitava e concordava com a primeira contestação de William Movis: fazer o dualismo entre arte pura e arte aplicada. Porém, não aceitava a segunda contestação, a de ser contrário ao processo e aos metodos da industrialização crescente, pois para ele a industria era parte dos novos tempos.
A simplificação e a geometrização formal foram propostas como forma de adaptar os produtos aos novos tempos e de operar em harmonia com o processo inteiro de transformação da condição humana. Proximo ao Periodo Medieval 1919: Nas primeiras décadas do século XX: Laboratorios que desenvolviam em nível artesanal e limitado, uma variada gama de utensilios de uso domestico, que tinham elevado valor artístico e consideravel qualidade produtiva. Produtos destinados a satisfazer as exigências da corte, do clero e dos ricos mercantes. Behrens projetou um extenso conjunto de produtos, como por exemplo: Ventiladores, Lâmpadas, motores, interruptores e utensilios domésticos para cozinha como chaleiras e ebulidores. Prof. Onofre. Século XVII Com o poder centralizado das monarquias, iniciou-se o mecenaro a favor dos artistas e artesãos, através da fundação de diversas instituicões manufatureiras, que eram financiadas e controladas pela coroa. Metade do Século XVII Surgiu na Inglaterra o dinamismo de diversos empreendedores como Matheus Bulton e Josiah Wedgwood, que deram grande impulso à ideia de mecanização da Produção. Wedgwood Cerâmica Final do Século XVIII O processo de industrialização começou a disserminar-se por toda a Europa no final do século XVII. Desenvolveu-se na França, na Alemanha e na Itália e recebeu grande impulso com o rápido desenvolvimento das ferrovias e das locomotivas a vapor.
Já no EUA houve, além do desenvolvimento da ferrovia, a produção de uma variada gama de produtos em vidros moldados. Ao mesmo tempo em que crescia o processo de desenvolvimento da indústria, iniciavam-se também os primeiros debates sobre essa nova era e questionamentos sobre o novo mundo industrial. Foram três os movimentos que definitivamente marcaram o inicio da nossa evolução industrial.
Foi na Inglaterra, berço da industrialização que aconteceram os primeiros questionamentos e movimentos de oposição ao processo industrial. Segunda metade de Século XIX Primeiro movimento opositor: Arts & Crafts: Proposta de divisão da arte através de duas denominações distintas: Arte Pura

Arte maior

Belas Artes Arte Aplicada

Arte Menor

Artesanato Oposição ao modelo da propria industria e dos produtos derivados desse sistema A partir se 1890 Criado na Escócia e desenvolveu-se na Bélgica e seguiu para o resto da Európa. Esse movimento surgiu após a segunda metade do século XIX com o objetivo de libertar-se dos estilos do passado e utilizar referencias à flora e a natureza em geral de países orientais como China e Japão. O movimento propunha-se ainda a ser um estilo mais industrializável, através da opção por materiais com vidro, ferro , bronze, entre outros. Cadeira Windsor Bicicleta safety Emil Rothernau havia percebido o começo de uma concorrencia por partes dos fabricantes que cresceram com o advento da expanção e eletrificação das cidades.
No novo século, a meta era fazer crescer o rendimento da AEG (industria Eletronica) com a utilização de jeitos modernos da fabricação da aplicação de novas regras de organização de trabalho e do lançamento e produção de produtos competitivos Para Rathenau era importante que seus produtos tivessem a qualidade técnica somada com a boa qualidade estética. Além de ser especiais, diferenciados dos da concorrência.
E para que isso acontecesse Peter Behrens foi contratado por Rathenaus e transferido para Berlim com a responsabilidade de projetar os produtos, a imagem corporativa. E desse acontecimento tomou-se o marco real da união entre artista e indústria proposto pelo Movimento Werkbund. (deutscher Werkbund) Com seus projetos Behrens conseguiu transferir para os produto o aspecto da confiabilidade e de compactação racional, que até hoje em dia compõe as caracteristicas marcantes do design Alemão. Ainda no século XX: Nos EUA, Frank Loyd Wright difundia o conceito que chamou de estética Mecânica, no qual como utensilico na formação de uma estética moderna e apropriada aos novos dias. propunha o uso da mecanica Wright propunha a definição do mobiliário como parte integrante, decorativa e funcional da arquitetura Explorou os desenhos de linhas orgânicas e o uso da forma hexagonal como referencias para seus projetos. A cozinha teve um papel determinante para o sucesso dos produtos industriais. A cozinha teve um papel determinante para o sucesso dos produtos industriais. Funcionou como laboratório para a produção da industria pois muitos produtos eram testados em nome da praticidade, da higiene, do conforto, da agilidade e da segurança de seu uso. Em 1939 produtos como refrigeradores ganharam
design característico e próprio, através da empresa
americana WestingHouse Anos 30: A cadeia de montagem já havia sido difundida e o slogan da época era: "Tempo é Dinheiro" Nessa mesma época, começaram os estudos sobre aerodinâmica e hidrodinâmica. O processo de industrialização já estava bastante evoluido. A produção industrial deixava a sua fase puramente mecanica em favor de um processo biomecânico.
Nascia, nessa época, a pesquisa de mercado, o marketing e o status symbol.
A forma do produto, por sua vez, não mais necessariamente seguia a função, e materiais moldaveiscomo o baquelite e os plásticos fenólicos começavam a ser utilizados em diversos produtos. Outro grande marco foi o aparelho telefonico desenvolvido por Dreyfuss Pela dimensão formal adquirida, possibilitou seu uso simultâneo em residencias e escritórios Victória Grimaldi 13082169 Marina Baptista 13186689 Mariana Ruiz 13018577 Heitor Darros 13188230 Giselle Freitas 13239348 A segunda guerra mundial serviu como um “teste” para a capacidade produtiva e o poder de adaptação da indústria. Colocou-se em prática a produção em massa em um curto período de tempo, a eficiência da cadeia de montagem, e a potencia e a reciclagem produtiva. A utilização dos metais mais leves, plásticos e outros se integraram ao cotidiano devido a sua capacidade de modelagem e facilidade de produção. O plástico tornou-se um dos mais importantes elementos na confecção de produtos de uso diário, permitindo infinitas possibilidades de variação formal. Isso tudo exigiu do design uma rigidez formal em detrimento de uma crescente estética decorativa. Mas com essa confecção incontrolada de muitos objetos descartáveis, acarretou um serio risco para o escossistema e o equilibrio do nosso planeta. Isso rendeu críticas na atualidade. E essas complicações são o resultado de uma utilização inconsequente desses materiais. A Segunda Guerra, Novos Materiais: Design Italiano Nos anos 60, por meio do Bel Design, a Itália mostrou para todos a tão esperada harmonia entre a forma e a produção.Em nenhum outro lugar do mundo teve tantos designers que possuiam personalidade distintas e poética própria, chamados assim de protagonistas. Por exemplo Marcello Nizzoli, Dante Giacomo e Achille Castiglioni, Alberto Rosseli e Studio Bbpr, entre outros.A Itália incentivando sua produção industrial criou dois eventos importantes. O primeiro passo começou em 1923, com a criação da Bienal Internacional de Arte Decorativa de Monza, que em 1930 transformou-se na Trienal Internacional de Arte Decorativa e Industrial de Milão. O Segundo evento foi a instituição, em 1954, do prêmio Compasso D’Oro, que buscava destacar industrias e designers que desenvolveram produtos de acentuada expressão técnica, formal e functional em âmbito nacional.Na segunda geração de designers italianos, destacam-se Achille Castiglioni, Marco Zanusco, Ettore Sottsas, Mario Bellini, Rodolfo Bonetto, Vico Magistretti, Roberto Sambonet, Anna Castelli, Gae Aulenti, G. Giugiaro e Enzo Mari.O estilo conhecido também como Made in Italy, é um design de “procedimento, de intuição, idealização e de imaginação artística, que não se prende aos aspectos objetivos do tecnicismo..” como dizia Marcolli.O design italiano foi, marcadamente, um design de ícones, por isso sempre teve aberto a diversas experimentações. Para colocar a Itália na posição de número um do design mundial, ocorreram três aspectos. O primeiro diz respeito à grande quantidade de publicações sobre design existente no país, promovendo uma renomeada discussão sobre o tema. Já o Segundo refere-se à influencia recebida nas décadas de 1950 e 1960 pela conhecida Escola de Design de Ulm, na Alemanha.O terceiro e ultimo aspecto a ser abordado salient a contribuição nos planos prático e teórico de design estrangeiros que preferiram viver ou exercer suas atividades na Itália. Made In Japan No dia 15 de Agosto representava para o Japão o inicio do conhecimento do estilo de vida e da produção industrial dos países do bloco ocidental.Isso aconteceu por meio da influência do “modern living americano” e de seus produtos semiduráveis e industriais de consumo.Os japoneses ficaram admirados pelos modernos produtos industrializados que vinham do continente americano. Com sua indústria totalmente em fase de reconstrução, esse acontecimento servir de referencia para o Japão. Então, na primeira fase era comum a prática da cópia dos produtos do Ocidente exatamente como eram feitos nos países de origem. Já na segunda fase da nova industrialização foram feitos aperfeiçoamentos e o melhoramento da qualidade dos produtos, procurando adaptá-los às exigências dos próprios consumidores ocidentais, foi nessa época que a produção japonesa começava a produzir as miniaturizações e aplicações da nova tecnologia eletrônica aos produtos de uso diário. Na terceira e mais importante fase o Japão já se posicionava em nível de igualdade junto às nações mais desenvolvidas do mundo ocidental.Com tudo isso acontecendo, o Japão foi um dos grandes responsáveis pela passagem do mundo mecânico para o mundo eletrônico e da chamada produção industrial para esta, pós industrial. O objetivo, hoje, dos fabricantes japoneses é desenvolver produtos que proporcionem prazer, produzam alegria e se adaptem à sensibilidade do consumidor atual.Mas é verdade que no século XX a indústria não conseguiu atingir o seu objetivo maior, que era proporcionar melhor qualidade de vida. Ela foi utilizada para a destruição através das guerras, e a principal responsável pela poluição do meio ambiente Estados unidos e o Mundo Pós industrial Em 1989, com o aparecimento de Made in Coréia, China, Taiwan, etc. nas etiquetas de produtos, começa a ocorrer a transformação da indústria como agente de produção e como pólo gerador de força de trabalho nos Estados Unidos. O setor industrial que durante dois séculos serviu como alternativa maior de absorção de mão de obra, perdeu espaço para novas formas de empreendimentos e para novas forças de trabalho.Essa nova sociedade consistia em uma prevalência dos adeptos aos setores terciários, em respeito aos trabalhadores da indústria e da agricultura. Hoje, uma fábrica pode ser reconhecida como um “posto de montagem”, onde as peças, separadas, podem vir a ser confeccionadas em locais, regiões e até mesmo em países diferentes. Nos Estados unidos o grande desafio e o aumento dos conhecimentos técnicos e científicos de seus profissionais. Juntamente com o Japão, eles foram os primeiros países a perceber que a competividade não era mais determinada pelo esforço físico e mecânico e sim pelo trabalho mental e ideativo. Na sociedade pós industrial o slogan deixa de ser “Tempo é dinheiro”e passa a ser a Ideia é dinheiro.
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