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Verdades e Mitos sobre o Metilfenidato (Ritalina)

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Henrique Freire

on 8 June 2013

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Transcript of Verdades e Mitos sobre o Metilfenidato (Ritalina)

Conclusão Verifica-se que são muitos os efeitos colaterais do metilfenidato em seus usuários, porém, ele ainda é considerado, pela maioria dos autores como um medicamento seguro no tratamento de TDAH.
(PASTURA; MATTOS, 2004) Verdades e Mitos sobre o Metilfenidato (Ritalina) O Metilfenidato no Brasil Segundo Louzã e Matos (2007), existem três formulações diferentes de Metilfenidato disponíveis no Brasil, são elas: Efeitos colaterais do Metilfenidato Pastura e Mattos (2004), relatam que os efeitos colaterais mais encontrados em uma pesquisa realizada por eles foram:

Falta de apetite
Insônia
Irritabilidade O Consumo do Medicamento De acordo com Ortega et al (2010), o Metilfenidato é o estimulante mais consumido no mundo e, dentro deste contexto, só no Brasil houve um aumento de 1200% na produção e consumo entre 1990 e 2006.

Segundo dados da ONU (2008), só no ano de 2006, a produção mundial do medicamento chegou a cerca de 38 toneladas. Overdose de Metilfenidato Segundo um estudo publicado por Klein-Schwartz (apud PASTURA; MATTOS, 2004), as principais manifestações clínicas causadas pela overdose do Metilfenidato são: O que é e como atua o Metilfenidato (Ritalina)? O Metilfenidato é um medicamento psicotrópico comumente utilizado para tratar o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) e a narcolepsia.



Atua como inibidor de recaptação de Dopamina e Noradrenalina, elevando o nível de alerta do Sistema Nervoso Central, o que resulta numa melhor concentração, coordenação motora e controle dos impulsos. } À curto prazo Dependência
Efeitos Cardiovasculares
Possível redução de estatura } À longo prazo Psicose Alucinações Hipertensão Hipertermia Letargia Crises Convulsivas Agitação Taquicardia Tonteira REFERÊNCIAS:

LOUZA, M. R.; MATTOS, P. Questões atuais no tratamento farmacológico do TDAH em adultos com metilfenidato. Jornal brasileiro de psiquiatria, Rio de Janeiro, v. 56, p. 53-6, 2013.

ORTEGA, F. et al. A ritalina no Brasil: produções, discursos e práticas. Interface (Botucatu), Botucatu, v.14, n. 34, p. 499-510, jul/set. 2010.

PASTURA, G.; MATTOS, P. Efeitos colaterais do metilfenidato. Revista de psiquiatria clínica, São Paulo, v. 31, n. 2, p. 100-4, 2004.
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