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Ergonomia - Fatores Humanos no Trabalho

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Jeff Dias

on 9 May 2013

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1.1 Fatores fisiológicos do trabalho Fatores Humanos no Trabalho Universidade Católica de Petrópolis Introdução Estudaremos as características do organismo humano, que influem no desempenho do trabalho. Falaremos sobre a Monotonia, Fadiga e Motivação. Levantaremos questões sobre a influência da idade, sexo e deficiências físicas no trabalho. 1.1.1 Fatores fisiológicos no trabalho Em determinados dia e horas, o organismo mostra-se mais apto ao trabalho. Diversos fatores condicionam esse estado favorável à atividade. Vamos examinar aqueles mais importantes para o trabalho humano. 1.1.2 Ritmo Circadiano O organismo humano apresenta oscilações em quase todas as suas funções fisiológicas com um ciclo de 24 horas. Daí o nome de circadiano, significa cerca de um dia. 1.1.3 Matutinos e Vespertinos Os matutinos são aqueles que acordam de manhã com mais facilidade, apresentam melhor disposição na parte da manhã e costumam dormir cedo.

Os vespertinos são mais ativos á tarde e no inicio da noite. 1.1.4 Importância do ritmo circadiano Existem resultados comprovados da influência do ritmo circadiano. Experimentos realizados em tarefas de inspeção demonstram que os matutinos são mais eficientes na parte da manha, para detectar falhas, enquanto os vespertinos são superiores na parte da tarde. 1.1.5 Alimentação e ritmo biológico A ingestão de refeições “pesadas” provoca uma sobrecarga dos órgãos digestivo. 1.1.6 Inicio das Atividades O corpo humano passa por diversas transformações fisiológicas no inicio da atividade. 1.1.7 Ritmo Circadiano e o Sono O organismo humano é dotado de dois “relógios” para controlar as funções vitais. Um deles controla os períodos de sono e vigília e o outro, as funções fisiológicas, como a temperatura corporal e batimentos cardíacos. 1.1.8 Fases do sono Durante o sono há uma sucessão de quatro fases: adormecimento, sono superficial, sono profundo e REM (rapid eye moviment).
A primeira fase marca o inicio do sono e dura de 1 a 7 minutos. Depois disso, há uma sucessão das outras fases, que se repetem a cada 90 a 10 minutos. A fase REM, o cerebro torna-se ativo, como se estivesse acordado, os olhos movem-se rapidamente e os sonhos são frequentes.

Diversas substancias estimulantes costumam ser usadas pelos trabalhadores, para “ espantar ” o sono e manter a vigilância.
Os mais comuns são: cafeínas, fumo e álcool. 1.2 Conhecimento, aprendizagem e treinamento 1.2.1Conhecimento, Aprendizagem e Treinamento Conhecimento é tudo que aprendemos e sabemos.
Aprendizagem é o processo de aquisição de novos conhecimentos.
Treinamento é o enriquecimento da memória com conhecimento operacional. 1.2.2 Informação e Conhecimento Informação é uma notícia impressa no jornal ou um dado armazenado no computador.

Conhecimento já envolve algum tipo de operação ou uso dessa informação.

O conhecimento está armazenado a memória de longa duração. 1.2.3 Gestão do Conhecimento A gestão do conhecimento lida com três fatores:
Aquisição
Recuperação
Personalização No mundo atual, o conhecimento tornou-se mais precioso que os próprios materiais. 1.2.4 Comunicação no Grupo de Trabalho O sucesso de um trabalho em equipe depende muito das comunicações entre seus membros.
Os programadores que fazem parte de uma equipe trocam muitas informações entre si, usando basicamente três meios: Comunicação pessoal, telefone e Internet. 1.2.5 Aprendizagem por processo exploratório Nesse processo EXPLORATÓRIO, o usuário procura imagens (palavras, ícones, menus) que possam estar relacionado com a tarefa que pretende realizar. Isso indica que a interface deve ser projetada de modo que as imagens apresentadas estejam relacionadas com essas tarefas. 1.2.6 Transferência de modelos mentais É aproveitar as habilidades já desenvolvidas na operação de algum sistema anterior. Tornando o tempo de adaptação mais breve, além de reduzir os erros na operação do novo sistema. 1.2.7 Modelo mental de aprendizagem Com a aprendizagem se adquire conhecimento sobre as relações estruturais e o funcionamento do sistema em que atua. Com esses conhecimentos, ele constrói um modelo mental do sistema, que corresponde a uma representação de sua estrutura e funcionamento.
Os modelos mentais não são estáticos. Eles evoluem à medida que as pessoas adquire experiência, e podem ser corrigidos, simplificado ou acrescidos de novos detalhes. 1.2.8 Adaptação e treinamento O organismos apresenta várias adaptações fisiológicas durante o processo de aprendizagem. 1.2.9 Curva de Aprendizagem Fase 1 - Aprendizagem da seqüência de atividade;
Fase 2 - Ajuste dos canais sensoriais;
Fase 3 - Ajuste dos padrões motores
Fase 4 - Redução da atenção consciente Pesquisas realizadas com a curva de aprendizagem demonstra que o tempo do ciclo se reduz em escalas logarítmicas em função do número de vezes que uma tarefa é repetida 1.3 Fadiga 1.3.1 Fadiga Efeito de um trabalho seqüencial que provoca uma redução reversível na capacidade de organização e uma grande redução na qualidade do trabalho executado. É causada por um grupo de fatores, cujos efeitos são cumulativos. 1.3.2 Conseqüências da fadiga Uma pessoa fadigada tem padrões menores de precisão e segurança. Ela faz uma simplificação de suas tarefas, eliminando tudo o que não é essencial. 1.3.3 Fatores fisiológicos e psicológicos
da fadiga Fadiga fisiológica;
Fadiga crônica;
Fadiga psicológica. 1.3.4 Diferenças individuais para a fadiga Perfil individual;
Máximo controlado;
Tipos característicos. 1.3.5 Fadiga e produtividade industrial A produtividade esta diretamente ligada à fadiga, fatores como excesso de carga muscular, temperatura ou iluminação inadequados, programação de produção, horário de trabalho, etc, são fatores de grande influência na produtividade. 1.3.6 Pausas no trabalho As pausas variam de acordo com atividade exercida pelo colaborador. Alunos:
Amanda Sampaio
Jefferson Dias
Luciana Taroco
Mayara Simonetti
Tiago Maiworm 1.4 Monotonia e motivação 1.4.1 Monotonia Falta de variação, de diversidade;
Qualidade do que é monótono. 1.4.2 Causas da Monotonia Trabalhos que exigem de esforços repetitivos de pouca dificuldade;
Atividades prolongadas geram um certo cansaço no individuo;
Restrições no ambiente. 1.4.3 Consequências da monotnia Diminuição da atenção;
Aumento do tempo de reação;
Fadiga. 1.4.4 Fatores fisiológicos da monotonia O corpo acostuma-se quando é excitado de maneira contínua de nível constante, sem qualquer alteração;
Não há percepção do sistema sensorial quando se há excitações constantes e regulares, por conta da adaptação. 1.4.5 Fatores psicológicos da monotonia Atividades que não fazem florescer a capacidade e não os estimulam, tornam-se atividades monótonas;
Trabalho que exige exageradamente a capacidade, também não permite bom rendimento. 1.4.6 Motivação O que mantem em funcionamento todos os motivos que fazem o indivíduo a perseguir seus objetivos e metas. 1.5 Influência do sexo, idade e deficiências físicas 1.5.1 Importância A ergonomia tem grande interesse no estudo destes pontos, pois são cada vez mais importantes. 1.5.2 Trabalho feminino Durante séculos, as mulheres foram destinadas exclusivamente aos trabalhos domésticos e a criação dos filhos. 1.5.3 Processo de envelhecimento Antropometria;
Força muscular;
Processos cognitivos;
Visão;
Audição. 1.5.4 Senilidade e trabalho Os postos de trabalho devem ser adaptados, devem ser excluídas informações irrelevantes, ferramentas e materiais devem ser colocados em locais de fácil acesso e a luminosidade do local deve ser aumentada. 1.5.5 Pessoas portadoras de deficiência As deficiências podem ter diversas origens, como por exemplo doença, acidente, ou causas congênitas. 1.5.6 Análise da deficiência física Não pode ocorrer a comparação de uma pessoa portadora de necessidade com uma não portadora, pois ambas desenvolvem habilidades diferentes. 1.5.2.1 Caracteristicas femininas no trabalho •Antropometria;
•Força física,
•Capacidade física. Assim, pode-se afirmar que homens e mulheres se completam no trabalho, cada um desempenhando as atividades mais adequadas a cada tipo físico. O processo de envelhecimento causa uma degradação progressiva no organismo, porem não acontece uniformemente para todas as funções fisiológicas, elas ficam assim: 1.5.7 Pessoas portadoras de deficiência
na indústria Muitas indústrias já promovem o aproveitamento destas pessoas, escolhendo a tarefa mais adequada e adaptando as máquinas e equipamentos necessários à função, os portadores de necessidades especiais tornam-se tão produtivos quanto os não-portadores. Estudo de Caso CONCLUSÃO Local: Via Varejo SA – Casas Bahia

Rua do Imperador n. 168 Cafeína
A cafeína é um estimulante , que é rapidamente absorvida pela corrente sanguínea. Em geral aumenta a vigilância, reduz a inibição, alivia a fadiga e provoca queda do apetite.
Fumo
As pessoas que fumam de 15 a 25 cigarros por dia, resulta numa redução de 5 a 10% de sua capacidade aeróbica, reduzindo a sua capacidade física.
Álcool
Uma vez ingerido, passa facilmente para a corrente sanguínea e chega aos órgãos bem abastecidos de sangue, como o cérebro, pulmões, fígado e rins. Em doses muito pequenas, de até 0,01% do volume do sangue, o álcool pode ser benéfico ao sistema cardiovascular. Porém, a partir disso, começam a aparecer os efeitos nocivos, agravando-se a partir de 0,07%.
A concentração acima de 0,1% no sangue provoca depressão e mudanças de humor, como gargalhadas ou choro compulsivo.
Aos de 0,2% há perda de controle emocional e o estado de coma advém aos 0,4%.
A partir de 0,07% de álcool no sangue, a sensibilidade tátil e olfativa. E as acuidades visual e auditivas diminuem.

Portanto, o álcool, mesmo em dosagens pequenas, pode trazer consequências danosas ao trabalho. A ergonomia cabe em qualquer lugar. 1.4.7 Tarefas motivadoras Estabelecer metas;
Dasafiar;
Informar;
Recompensar. 1.4.7 Teorias Abraham Maslow;
Clayton Alberfer. 1.4.7 Importância da motivação Trabalhador motivado irá produzir mais e com maior qualidade;
Não precisa de muita supervisão, pois procura, sozinho a resolver os problemas para alcançar as metas, objetivos;
Elimina a possível fadiga por monotonia. Teoria de Maslow
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