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Breve cronologia dos Estudos do Consumo

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by

João Freitas

on 2 November 2015

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Transcript of Breve cronologia dos Estudos do Consumo

Mundo mágico
ao extremo;

consumo como tecnologia de construção de identidade;

individualização do ser e personalização de produtos;

o mundo mágico do consumo;

consumo e identidade ao extremo.

Consumo emocional;

Consumo e Identidade

Individualização do ser e Personalização de produtos
Baudrillard
Levi-Strauss
Entre os quatro milhões de bebês nascidos em 2000, nos Estados Unidos, puderam ser identificados seis Timberlands (botas), cinco Delm (alimentos processados), 49 Canons (câmeras) e dois ESPNs, batizados como o canal de TV especializado em esportes. Do sexo feminino, são 164 Nauticasss, 298 Armanis e 269 Chanelssss, todos inspirados em produtos do segmento de moda e vestuário. Entre os carros, podemos citar 25
Infinitissssssss
, 55 Chevysssss, cinco ceiiicassssss e 24
oorscessssssisssssssss
. Quanto as bebidas, vamos desde o champagne
Cristal
, (...) até refrigerantes como Fantass e
Pepsissi.
. Também foram encontradas por Evans, crianças nomeadas como a cerveja Guinessss, o whiskey Chivas Re, o conhaque Courvoisier e a água engarrafada Evian
(LOPES, 2005:15)
Breve cronologia dos Estudos do Consumo
Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil
Fundação Getúlio Vargas - Rio de Janeiro
Mestrado em História, Política e Bens Culturais
Meio-ambiente, Consumo e Teoria Social
João A. de Freitas
Rio de Janeiro, Maio de 2013
BARBOSA, Lívia. A sociedade de consumo. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2004.

Os Pilares dos Estudos do Consumo
Uma trajetória de pesquisa de consumo e simbolismo
O sistema dos objetos
Barthes; Lefebvre e Bourdieu
Raros são os objetos que hoje se oferecem isolados, sem o contexto de objetos que os exprimam. Transformou-se a relação do consumidor ao objeto: já não se refere a tal objeto na sua utilidade específica, mas ao conjunto de objetos na sua significação total. (BAUDRILLARD 2008:15-16)
Valor Sígnico
(simbólico)
Sociedade industrial
Sociedade simbólica
(Metalúrgica)
(Semiúrgica)
Extrapolando Marx...
consumo conspícuo
Introdução
Consumo "como 'janela' para o entendimento de processos sociais e culturais"(BARBOSA, 2004, p.11)
Síntese da cultura ocidental contemporânea (Paradigma do Consumo?);

Todos são consumidores, logo todos são especialistas sobre consumo;

O constrangedor silêncio das Ciências Sociais;

4 posições acerca do consumo.
hedonista;


moralista;


naturalista;


utilitarista.
tradução visível de bem aventurança;

produtos e serviços como felicidade;

a narrativa publicitária - o mais, o novo, a festa, o mérito, a conquista, o prazer, a alegria, o sucesso...

cultura material e paraíso - absolvição antecipada da falta;
grande tribunal de acusações;

consumismo = alienação, futilidade, patologia.

consumo como explicação (e causa) dos problemas sociais
consumo, natureza biológica e espírito humano. 'o fogo consumiu a floresta' ou 'preciso consumir oxigênio para não morrer';

o natural pretende explicar o cultural. o consumo como pilhas, camadas ou pirâmides de necessidades;

é condição da vida consumir. a naturalização do consumo destrói a novidade histórica, cultural e simbólica.


comportamento do consumidor: a pesquisa, os segredos e os problemas de mercado;


Maslow e as camadas. Simmel e o trickle down.
"(...)as espécies naturais não são escolhidas por serem boas para comer,
mas por serem boas para pensar"
(Totemismo hoje)
modelo
Consumo e Identidade
Consumption as the Vanguard of History: A Polemic Way of an Introduction
"[...]esse desinteresse em relação ao consumo esconde, na verdade, uma espécie de 'pacto' assumido pelos cientistas sociais no decorrer desse século no sentido de não comprometerem "a grande narrativa" que tem conferido precedência moral e ideológica à Revolução Industrial e à produção (trabalho), garantindo assim a hegemonia política da economia." (BARBOSA, 2004:17)
fato social
coercitivo, extenso, e externo ao indivíduo.
uma vez que constrói um sistema de representações que, coletivamente compartilhado, atua como uma força social em relação ao indivíduo. (ROCHA; BARROS, 2007 : 123)
pois existe fora das consciências particulares, definindo uma espécie de arena onde circulam e se traduzem significações coletivas. (ROCHA; BARROS, 2007 : 123)
é também geral, espalhado, socializado e extenso - no limite, obrigatório - na medida de uma determinada cultura. sua tendência de extensão é planetária, atingindo quase todas as culturas contemporâneas. (ROCHA; BARROS, 2007 : 123)
O poder simbólico (1989)
as são fenômenos coletivos e a circulação de riqueza é apenas um dos termos dentro do contrato amplo e constante entre os envolvidos. As trocas respondem a necessidades culturais, e não só econômicas, implicando retribuição, honra, prestígio, poder e, principalmente, o dar e receber como obrigação inererente.
A teoria da ociosa:
um estudo econômico sobre as instituições.
"classifica-se como pode, mas classifica-se" (O pensamento selvagem)
kafka e a boneca viajante
"Usamos a antropologia para justificar a rejeição da abordagem materialista do consumo.(...) Os bens devem ser vistos como meio, menos como objetos de desejo do que como fios de um véu que disfarça as relações sociais que cobre. A atenção é dirigida ao fluxo de trocas, e os bens apenas marcam o padrão." (DOUGLAS; ISHERWOOD, 2004:275)
A distinção
Império do Efêmero
"todo e qualquer ato de consumo é essencialmente cultural. as atividades mais triviais e cotidianas como comer, beber e se vestir, entre outras, reproduzem e estabelecem mediações entre estruturas de significados e o fluxo da vida social através dos quais identidades, relações e instituições sociais são formadas, mantidas e mudadas ao longo do tempo." (BARBOSA, 2004:13)
[...] Bourdieu desenvolve uma complexa tese na qual ele enfatiza a centralidade das práticas de consumo na criação e manutenção de relações socias de dominação e submissão. os grupos dominantes, segundo o autor, procuram possuir ou estabelecer o monopólio de bens posicionais. Mas, na sociedade de consumo contemporânea, a situação desses bens é profundamente instável, com uma inflação permanente dos mesmos à medida que os bens posicionais passam a ser comercializados para uma população maior ou sofrem queda no mercado, provocando uma corrida social constante das pessoas para novos bens a fim de conservarem distinções de status reconhecíveis. (BARBBOSA, 2004:41-2)
O Mundo dos Bens
Muros
e Pontes
bias
produtivista
Sistema da moda

Causalidade ou finalidade, a fraseologia da revista de moda sempre tende a transformar subrepticiamente o estatuto linguístico do vestuário em estatuto natural ou utilitário, a investir o signo de um efeito ou de uma função; nos dois casos, trata-se de transformar uma relação arbitrária em propriedade natural ou em afinidade técnica, em suma de dar à criação de moda a garantia de uma ordem eterna ou de uma necessidade empírica. (BARTHES, "Neste ano o azul está na moda")
"uma casa desocupada não é uma casa"
"os homens não 'sobrevivem' simplesmente. Eles sobrevivem de uma maneira específica. Eles se reproduzem como certos tipos de homens e mulheres, classes sociais e grupos, não como organismos biológicos ou agregados de organismos." (SAHLINS, 2003:168)
Ética Romântica e o espírito do Consumismo Moderno
Cultura e razão prática
"o consumidor moderno (...) se caracteriza por uma insaciabilidade que se eleva de uma básica inexauribilidade das próprias carências, que se levantam sempre, como uma fênix, das cinzas de suas antecessoras" (Campbell, 2001: 59)
animais falantes
Cultura e Consumo

Publicidade
Sistema de moda
Bens de Consumo Materiais
Ritual de posse
Ritual de troca
Ritual de cuidados pessoais
Ritual de desapropriação
Consumidor Individual
Legenda:
Localização do significado
Instrumento de transferência de significado
Mundo culturalmente construído
Movimentação do significado cultural de bens materiais
Adaptado de: McCracken (2007:100)
Da pátina para a moda.
R$24,99
R$ 1.846,00
Poltrona plástica
A Cadeira Louis Ghost da Kartell é uma confortável cadeira de braços em policarbonato transparente e colorida. Design de Luís XV: o conceito do barroco recuperado para surpreender, emocionar e fascinar. A obra mais famosa do renomado designer Philippe Starck, a Cadeira Louis Ghost é o mais corajoso exemplo de injeção de policarbonato num único modelo em todo o mundo. Apesar da imagem evanescente e cristalina, a Cadeira Louis Ghost é estável e resistente, à prova de choques e agentes atmosféricos, empilhável até seis peças e pode ser utilizada em áreas externas. Um produto de forte carisma e de notável apelo estético, a inserir em todos os contextos habitacionais ou espaços públicos com elegância e ironia. A Cadeira Louis Ghost é bastante versátil, podendo ser usada como cadeira design para sua sala, cadeira para área externa ou até ser usada apenas como cadeira decorativa.
Teoria
das compras
"Um restaurante elegante pode se gabar que sua costela especial de 1kg veio de um boi que recebia massagem e que jantou em uma colina gramada em Marin County e viajou para o seu prato em uma van abastecida por biodiesel. E se você comer assim em cada refeição, você vai ficar bem. Mas, para uma visão mais realista do que sabemos sobre as origens da nossa alimentação, pense sobre o que acontece sempre que há uma bactéria assustadora: Pare de comer tomates do México! Não, Novo México! Não, Califórnia! Espere, tomates da Califórnia são ok... Mas o espinafre é ruim. Ou talvez seja a escarola... Pare! Cada pote de manteiga de amendoim deve ser arrancada de cada prateleira do supermercado do país. Não importa a sua preocupação sobre a possibilidade do abacate ser realmente orgânico ou se o atum pescado não afeta a alimentação dos golfinhos. Não podemos estar completamente certos de que sua comida não vai te machucar." (CNN MONEY, 2009)
"What World Eats"
by Peter Menzel
México, Cuernavaca
U$ 189
Equador, Tingo
U$ 32
Estados Unidos, Texas
U$ 242
Guatemala, Todos Santos
U$ 76
Estados Unidos, North Carolina
U$ 342
Canada, Iqaluit
U$ 392
Itália, Palermo
U$ 295
Cuba, Havana
U$ 64
China, Weitaiwu
U$ 65
Kuwait, Kuwait City
U$ 252
Bósnia , Sarajevo
U$ 90
Egito, Cairo
U$ 78
Australia, Riverview
U$ 428
Alemanha, Bargteheide
U$ 568
Mali, Kouakourou
U$ 30
Canada, Gatineau
U$ 158
India, Ujjain
U$ 45
Japão, Kodaira City
U$ 361
Veblen
Mauss
Barthes
Bourdieu
Douglas
Sahlins
Campbell
Lipovetsky
McCracken
Miller
classe
trocas
sistemas
classificatórios
consumo como fato social que gera representações
coletivas
, refratário a explicações que o reduzam às escolhas individuais.
Ensaio sobre a Dádiva: forma e razão da troca nas sociedades arcaicas
1899
1924
1962
1967
1968
1976
1979
1979
1995
2001
1988
1985
1987
A Felicidade Paradoxal (2004)
Magia e capitalismo:
um estudo antropológico da publicidade
Religião do consumo
Rocha
ressurreição
Obrigado!
Alessia – Castiglion Fiorentino, Italy
Arafa & Aisha – Bububu, Zanzibar
Bethsaida – Port au Prince, Haiti
Cun Zi Yi – Chongqing, China
Kalesi – Viseisei, Fiji Islands
Julia – Tirana, Albania
Enea – Boulder, Colorado
Davide – La Valletta, Malta
Chiwa – Mchinji, Malawi
Botlhe – Maun, Botswana
Virginia – American Fork, Utah
Tyra – Stockholm, Sweden
Tangawizi – Keekorok, Kenya
Taha – Beirut, Lebanon
Stella – Montecchio, Italy
Ryan – Johannesburg, South Africa
Maudy – Kalulushi, Zambia
Shaira – Mumbai, India
Pavel – Kiev, Ucraina
Stella – Montecchio, Italy
Norden – Massa, Marocco
Toy Stories
Gabriele Galimberti
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