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Envelhecimento e as teorias psicológicas do envelhecimento

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by

Elaine Oliveira

on 10 October 2014

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Transcript of Envelhecimento e as teorias psicológicas do envelhecimento

Envelhecimento e as teorias psicológicas do envelhecimento
Faculdade Santa Maria
Psicologia do Desenvolvimento III
Equipe:
Ayrton Queiroga
Cléber Moura
Danila
Elaine Oliveira
Maria Anailsa
Noélia Kally
Patrícia Emille
Orientador: Hermesson Daniel

A velhice é representada como um fenômeno muito variável de um indivíduo para outro, oferecendo numerosas oportunidades de desenvolvimento pessoal. Considerasse que todo indivíduo possui três idades diferentes:
A biológica - está ligada ao envelhecimento orgânico;
A social - Status e hábitos da pessoa em relação aos outros membros da sociedade, sendo determinada pela cultura e pelo país, e
A idade psicológica - que é relativa às competências mentais que a pessoa pode mobilizar em resposta a mudança do meio ambiente.
Todas essas idades podem ser diferentes da idade cronológica e ajudam a classificar a velhice como nomal, patológica ou bem sucedida.
Causas do Envelhecimento
As causas do envelhecimento são classificadas como: endógenas (internas do organismo, que estuda a genética e os modos de transmissão da hereditariedade) e causas exógenas (ligadas ao comportamento dos indivíduos e ao seu meio ambiente). O envelhecimento dessa forma é um processo diferenciado entre os indivíduos que depende da senescência objetiva e subjetiva.
As teorias em geral e as da psicologia do desnvolvimento e do envelhecimento em particular fazem parte de um arcabouço lógico que incluem fatos, modelos e paradgimas.

Das teorias do envelhecimento são esperadas as seguintes contribuições:
descrição e explicação das mudanças comportamentais que acontecem ao longo da velhice;
caracterização das diferenças existentes entre indivíduos e grupos em relação a como e por que se desenvolvem e envelhecem;
diferenciação do que é peculiar aos idosos por causa da idade e o que é devido ao contexto sócio-histórico e à história pessoal;
identificação das diferenças entre idosos e as pessoas de outros grupos de idades;
descrição sobre como se alteram e como se relacionam, na velhice, os diferentes processos psicológicos, como por exemplo a motivação e cognição, e por fim;
saber se os diferentes processos psicológicos se modifiam ou se matêm com o envelhecimento.
Paradigmas
Paradigmas científicos;
A construção da psicologia do envelhecimento foi presidida por três grandes metáforas ou paradigmas;

Mecanicista
Organizacionista
Dialética
Contextualista
Watson ( 1878- 1958), Tolman ( 1886- 1959), Hull ( 1884- 1952), e Shinner ( 1904- 1990);

Em psicologia esse modelo mecanicista é representado por um modelo reativo do ser humano;

Essas teorias tiveram influência modesta no despertar da experimentação envolvendo individuos mais velhos.

O pensamento organicista presidiu a função da psicologia do desenvolvimento, por meio do modelo de mudança ordenada.

social
Histórico
Cultural
No paradigma dialético as metáforas essenciais são mudança e contradição, onde se pode dizer que há uma interação dialética entre atividades individuais e societais e o resultado é o conhecimento individual, que por sua vez tem potencial para mudar a sociedade.

Os ingredientes-chaves do paradigma dialético são: foco na mudança, interação dinâmica, casualidade recíproca, ausência de completa determinação e preocupação com processos de mudança determinados pela atuação conjunta de processos individuais (ontogenéticos) e históricos (culturais-evolutivos).
Segundo o paradigma contextualista, o individuo e o ambiente social são entidades mutuamente influentes e, assim, co-participantes no processo de construção da trajetória do desenvolvimento individual e das diferentes coortes.

Aqui o desenvolvimento e visto como um processo continuo de adaptação que dura por toda a vida.

Para o paradigma contextualista a sociedade constrói cursos de vida ou trajetórias de desenvolvimento, na medida em que prescreve quais são os comportamentos apropriados para as diferentes faixas etárias, e ensina aos indivíduos e instituições a considerar que certas trajetórias são normais e esperadas, como se isso fosse natural, e não criado socialmente.

Assim, na visão do desenvolvimento há três classes de experiências que combinam na determinação das trajetórias individuais: as diretas (derivadas da interação com outras pessoas), as simbólicas (que se desenvolvem por aprendizagem social) e as privadas.

Este paradigma diz ainda que certos marcadores do desenvolvimento são biológicos e outros sociais e esses eventos de transição podem assumir ainda duas formas: normativas – são aquelas que tem uma época especifica de ocorrência (que pode ainda ser de socialização antecipatória ou ressocialização) e idiossincráticas – aqueles que ocorrem raramente, para poucos indivíduos e que tem uma época de aparecimento imprevisível. Tanto a forma normativa, quanto a idiossincrática podem ser descritas ainda em duas dimensões – internalidade e externalidade.
Emergência da Psicologia do Envelhecimento
O paradigma de desenvolvimento ao longo de toda vida (life-span);

Influências filosóficas, científica e sociocultural
Princípios do paradigma de desenvolvimento ao longo de toda a vida (life-span)

Primeiramente identificou-se três classes de influências biossociais;
Graduadas por idade;
Graduadas por história e
Não-normativas

Princípios adicionais

1 – A arquiteturada ontogenia e a interação dinâmica entre os fatores biológicos e culturais mudam ao longo da vida;
 
2 - Há diferente alocação de recursos ao longo da vida, que passa da ênfase no crescimento (na infância) à ênfase na manutenção e na regulação das perdas (na velhice).
 
3 – Ocorre atuação sistêmica de mecanismos de seleção, otimização e compensação na produção do desenvolvimento e do envelhecimento bem sucedidos ou adaptativos.

A Dinâmica biologia-cultura e as trajetórias de desenvolvimento ao longo da vida.

Trajetórias de alocação de recursos: crescimento na infância, manutenção e regulação de perdas na velhice.

Desenvolvimento e envelhecimento bem-sucedidos mediante a orquestração de estratégias de seleção, otimização e compensação.

Teoria da Seletividade Socioemocianal
Laura L. Carstensen (1991-1993);

Três noções eram amplamente aceitas na época, para explicar a redução nos contatos sociais na velhice, ambas no âmbito da gerontologia social:

Teoria da Atividade;

Teoria do Afastamento;

Teoria dos Traços Sociais;

A teoria defende que os idosos moldam seu ambiente social de modo a maximizar seu potencial para sentir afetos positivos e para minimizar os afetos negativos.

Seletividade Socioemocional


Natureza da Teoria


Life-span


Tempo de Vida

(Estudos realizados)
Fung e Cols (1999) estudaram preferencias sociais relacionadas à idade entre crianças, adultos e idosos dos EUA.

Fung e Cartensen (2003) estudaram como diferenças em metas refletem-se na memória e nas preferências por anúncios de propaganda.

Charles e Cols (2003) focalizaram diferenças etárias em atenção e em memória para faces expressando tristeza, raiva e felicidade.

Pasupathi e Cartensem (2003) testaram diferenças etárias em experiências emocionais, falando sobre vivências passadas.

Isaacowitz e Cols (2003) estudaram relações entre seletividade e saúde mental, durante acontecimentos marcantes da história, sem experimentar grandes traumas.

- Principais determinantes da dependência considerada como condição multidimensional:
Incapacidade funcional;
Efeitos da exposição a ocorrências inesperadas ou incontroláveis;
Acúmulo dos efeitos das pressões exercidas por perdas em vários domínios;
Falta de motivação para o estabelecimento de metas;
Desestruturação do ambiente físico;
Presenças de barreiras arquitetônicas;
Presença de práticas sociais discriminativas;
Desestruturação do ambiente social;
Tratamentos medicamentosos inadequados, ou interação medicamentosa;

TEORIA DA DEPENDÊNCIA APRENDIDA
- Como se instala a dependência aprendida?

-Pavarini (1996);

-Padrões de interação em situações de cuidados básicos;
Padrão Aa;
Padrão Da;
Padrão Ad;
Padrão Dd;

-Modelo de dependência aprendida versus desamparo aprendido (Seligman-1975);

-A importância das pesquisas para essa teoria;
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