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Lipídios2013

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by

Mariana Schwartz

on 16 August 2013

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Transcript of Lipídios2013

L-carnitina
ELC/FF
Lipólise importante qdo exercício ultrapassa 4h (<70% do VO2 máx)

Estudo de suplementação não conclusivos

Não é considerado doping pelo COI

ELC/FF
L-carnitina
Ergogênico:
Aumento oxidação Ags
Diminuição taxa depleção de glicogênio
Diminuição síntese ácido lático (↓ níveis acetil CoA – uso do piruvato para mais síntese de acetil CoA)
Vasodilatação – diminuição dores/lesões musculares
ELC/FF
L-carnitina
Membrana interna da mitocôndria é impermeável aos acil-CoAs de cadeia longa

Acilcarnitina de cadeia longa - transportadora de acil-CoA

Suplementação??? – aumento nas concentrações plasmáticas mas não muscular
ELC/FF
L-carnitina
Corpo humano – média de 20 a 25g de carnitina (90% no músculo esquelético e o restante no cardíaco, rins, testículos e cérebro)
Maior afinidade fibras tipo I (+ mitocondria)
Biodisponibilidade: 10 a 15%

ELC/FF
(Biesek, 2005)
ELC/FF
(Biesek, 2005)
L-carnitina
ELC/FF
Prescrição da dieta

Lipídios: ATLETAS/ESPORTISTAS

20 - 30% das calorias totais
- 8 – 10% Saturadas
- 8 – 10% Monoinsaturadas
- 7 – 10 % Poliinsaturadas

ELC/FF

Aumentar taxa AGNE plasma p/ oxidação muscular e produção de energia, poupando glicogênio muscular e hepático
mais solúveis e entram na mitocôndria independente da carnitina
Rápido esvaziamento gástrico
Rápida oxidação
Sem comprovação da efetividade
ELC/FF
Atividade Física: melhor funcionamento processos enzimáticos envolvidos metabolismo lipídico

- aumento da atividade enzimática da lipase lipoprotéica
- favorece catabolismo lipoproteínas ricas em TGs (menos partículas LDL aterogênicas e elevação na produção de HDL nascente
- aumento da lecitina-colesterol-acil-transferase
- diminuição da atividade da lipase hepática - formação de subfrações HDL2-colesterol.
ELC/FF
Efeito da restrição dietética e do exercício sobre os lipídios plasmáticos
ELC/FF
Oxidação de TG-IM e AGNE oriundos de TG do tec adiposo de acordo com a intensidade do exercício
ELC/FF
Qual a intensidade de exercício que promove maior oxidação de gordura?
ELC/FF
ELC/FF

Exercício de baixa intensidade – até 25% do consumo máx de oxigênio (caminhada) -→ energia derivada dos AGNE plasmáticos com pequena contribuição da glicose sanguínea e TG-IM
Lipólise do tecido adiposo
AGNE: → substrato energético + relevante em exercícios de baixa intensidade
ELC/FF

7 - Oxidação mitocondrial

Utilização do acetil-CoA no ciclo de Krebs e posterior geração de ATP pela cadeia de transporte de elétrons acoplada à fosforilação oxidativa

Oxidação mitocondrial - cada acetil-CoA = 12 ATP
ELC/FF

6 -Beta Oxidação

Síntese de acetil CoA a partir de AGs ativados concomitante à síntese de equivalentes reduzidos (NADH e FADH2)

ELC/FF

5 - Translocação

Entrada de AGs ativados na mitocôndria

Transporte até a matriz mitocondrial por enzimas denominadas carnitina acil transferase (CAT) específica para cada AG
ELC/FF

3 - Captação

Passagem de AGs através do endotélio e interstício e posterior captação pelo sarcolema

Ocorre por meio de uma ptn transportadora AGs (FABP) – fatty acid binding protein, localizada na membrana plasmática da cél muscular → ↑ nas fibras musculares tipo I e após treinamento de endurance
ELC/FF
1 -Mobilização

LLP - estimulada pela insulina e glicose: promove acúmulo de TG
LHS - estimulada por catecolaminas e GH
10 a 15 min exercício - lipólise estimulada pelas catecolaminas
Exercício prolongado - lipólise estimulada pelo GH
ELC/FF
Contribuição substratos energéticos durante exercício
ELC/FF

Energia - glicogênio muscular, glicose sg, AGNE (vindos do TG do tec muscular e adiposo)
Lipídios e CHOs: principais substratos p/ energia
O total de energia armazenada como TG é aproximada/ 60x maior que a quantidade armazenada como glicogênio
ELC/FF
Função
1. Fornecer a maior quantidade de calorias/g
2. Transportar vitaminas lipossolúveis
3. Melhorar a palatabilidade dos alimentos
4. Diminuir o volume da alimentação
5. Aumentar o tempo de digestão
6. Fornecer ácidos graxos essenciais
7. Funções energéticas, estruturais e hormonais
8. Estrutura das membranas celulares e função imune
ELC/FF
ELC/FF
LIPOPROTEÍNAS - responsáveis pelo transporte de lipídios no sangue
ELC/FF

Processo de utilização ativados lentamente e em taxas pequenas qdo comparadas com as dos CHO

Importante fonte energética em exercício prolongado

Com treinamento: aumento da capacidade utilização de lipídios - poupa CHO
ELC/FF

Lipídeos dos nossos reservatórios de gordura (adipócitos) e mais de 80% dos lipídeos totais que compõem nosso organismo estão sob a forma de TG
ELC/FF
ELC/FF
AA e EPA - envolvidos na indução da resposta inflamatória

AA - envolvido na síntese do fator de necrose tumoral (céls endoteliais)
- potente efeito vasodilatador (induz a alteração da permeabilidade vascular)
- aumento da expressão das moléculas de adesão na superfície dos polimorfonucleares e mononucleares e das células endoteliais
- funcionam como quimioatrator de neutrófilos e monócitos - desenvolvimento de estados inflamatórios

EPA - fracos indutores da resposta inflamatória
ELC/FF
cis-linoléico (18:2 w-6), presente em boa quantidade nos óleos vegetais

linolênico (18:3 w-3), presente em boa quantidade nos peixes gordos de água salgada
Representam 1/3 dos AG intracelulares

ELC/FF
Síntese de triglicerídeos

Adipócitos: lipases catalisam hidrólise TG armazenados – liberação de AG para sítios onde são necessários como combustível.
ELC/FF
Profª Elizabeth Lemos Chicourel
FF/UFJF
courel@terra.com.br
ELC/FF
Mecanismo de ação da L-carnitina (Biesek, 2005)
ELC/FF
Prescrição da dieta

Lipídios

Reserva de energia
Combustível celular
Regulação hormonal
Componente estrutural das membranas biológicas
Isolamento e proteção de órgãos
ELC/FF

Oxidação dos lipídios ↓ com o ↑aumento progressivo da intensidade de exercício

65%VO2 máx→: ↑ oxidação dos TG-IM, ↓ oxidação dos AGNE q/ se inverte c/ a duração do exercício

Exercício de alta intensidade – predominância na utilização de glicogênio muscular e TG-IM
ELC/FF

4 - Ativação

Aumento do estado energético de AGs previamente à etapa de catabolismo

Ativados por conversão a acil-CoA pela enzima acil-CoA sintetase presente na membrana da mitocôndria
ELC/FF

2 - Circulação

Transporte de AGNE ligados à molécula de albumina

Facilitada pelo aumento do fluxo sangue muscular durante o exercício

ELC/FF

A utilização dos estoques de CHOs e/ou lipídios está relacionada à intensidade e à duração da atividade física, ao nível de condicionamento físico, das características da dieta que antecede a atividade (oxidados simultaneamente)
ELC/FF
Composição das lipoproteínas...


Principal reserva energética organismo (20% massa corporal – 60x superior q/ glicogênio hepático – 90% da gordura corporal total: região subcutânea)

Glicerol: alta solubilidade em água - ergogênico: artifício para a manutenção da hidratação durante treinamentos ou provas de longa duração
ELC/FF
ELC/FF
ELC/FF
Substâncias orgânicas heterogêneas, solúveis em solventes apolares (éter, clorofórmio, acetona e benzeno), escassamente solúveis em água.
ELC/FF
L-carnitina
Amina quaternária (3-hidroxi-4-N-trimetilamino-butirato) – vitamin-like
Sintetizada: rins, cérebro, fígado (~30g de ptn para produzir 1g de carnitina – 10 a 25% endógena)
Recomendação de ingestão: 150 a 250mg
250 a 500mg
ELC/FF
nas gorduras de animais marinhos predominam os AGs insaturados com mais de 20 átomos de C - gorduras mais macias

as gorduras de aves são intermediárias entre as de carne e de peixe, em dureza e no teor de AGs poliinsaturados
ELC/FF
Lipoproteínas
Quilomícrons (Q)
Lipoproteínas de muito baixa densidade (VLDL)
Lipoproteínas de baixa densidade (LDL)
Lipoproteínas de densidade intermediária (IDL)
Lipoproteínas de alta densidade (HDL)

Densidade Risco DCV
ELC/FF
ELC/FF
ELC/FF
LIPÍDIOS
Preferir
EVITAR
Transporte das lipoproteínas
Substâncias verdadeiramente ou potencialmente relacionadas aos ácidos graxos, representadas principalmente pelos triacilgliceróis (TG), fosfolipídeos e colesterol.

Transportados no organismo em apolipoproteínas originadas no fígado, principalmente (VLDL, LDL, HDL)
Elementos químicos essenciais para a formação de todas as células do organismo humano, secreção de vitaminas, bile, síntese de hormônios, produção e armazenamento de energia
Lipoproteínas: solubilizar gordura/ transportá-la pelo sangue. Quilomícron (Qm), lipoproteína de muito baixa densidade (VLDL), de densidade intermediária (IDL), de baixa densidade (LDL) e de alta densidade (HDL).
Ingestão aumentada lipídeos insaturados em detrimento das gorduras saturadas diminui significativamente riscos aparecimento DCV.

Forma de estocar energia em animais tão importante quanto os glicídeos nas plantas.
manteiga, margarina, toucinho, óleo vegetal, gordura visível da carne, pele de galinha e a gordura invisível encontrada nos cremes, leite integral, queijos, gema de ovo, carnes, peixes, leguminosas, azeitona, abacate, chocolate.

leite e derivados / carne e derivados: representam metade dos lipídeos da dieta

óleos e gorduras visíveis: 3º lugar em importância.
COMPOSIÇÃO/SÍNTESE
C, H e O em proporções que aumentam muito o seu valor energético

Os AGs: sintetizados no citosol a partir de unidades de 2 carbonos. A síntese ocorre no fígado, tecido adiposo e nas glândulas mamárias.

TG: formados a partir de ésteres de ác. graxos e glicerol na mitocôndria e no retículo endoplasmáticos ou nos peroxissomos (dependendo da via). Estão presentes no citosol de células adiposas.
Fonte
CLASSIFICAÇÃO – Características estruturais
1. Lipídeos simples: hidrólise total fornece AGs e álcoois.

a) ácidos graxos (AG)

b)gorduras neutras: mono, di, triglicerídeos (triacilglicerois) (ésteres de ácidos graxos e glicerol)

c) ceras: ésteres de AGs com álcool de alto peso molecular (ésteres do esterol e ésteres não-esteroidais)
CLASSIFICAÇÃO
2. Lipídeos compostos: outro grupo na molécula além de ácidos graxos e álcoois.

- Fosfolipídeos: compostos de AGs, ác. fosfórico e base nitrogenada (2-10% nos alimentos)
ex.: lecitina, cefalina e ácido fosfatídico, esfingomielinas

- Glicolipídeos: compostos de ácidos graxos combinados a carboidratos e a base nitrogenada
ex: cerebrosídeos e gangliosídeos

- Lipoproteínas: lipídeos combinados a proteínas
CLASSIFICAÇÃO
3. Lipídeos Derivados: subst. obtidas por hidrólise dos lipídeos simples e compostos (< 1% no alimento). Não contêm AGs

glicerol: componente hidrossolúvel de TGs e interconvertível a carboidrato (CH2 OH-CHOH-CH20H)
esteróis: colesterol e ergosterol
hormônios esteróides
sais biliares
vitaminas lipossolúveis ( isoprenóides - vit E e K)
pigmentos: caroteno (terpenos – Vit A)
Prostagandinas, tromboxanos, leucotrienos
TRIGLICERÍDIOS
Ésteres de 3 AGs + glicerol

Principais componentes das gorduras e óleos comuns (98 – 99%) e do organismo, maioria cadeias longas

Lipídeos dos reservatórios de gordura (células adiposas) e dos lipídeos totais que compõem nosso organismo (80%)
Estruturalmente são ésteres de um álcool triídrico com AGs

AGs: 4(2?) a 30(36?) átomos de carbono (100g gordura conteriam 95g de ácidos graxos).
TRIGLICERÍDIOS
ÁCIDOS GRAXOS
São todos os ácidos monocarboxílicos alifáticos

Duas características importantes:

Comprimento da cadeia:
cadeia curta – menos de 6 átomos de C
cadeia média – de 8 a 12 átomos de C
cadeia longa – mais de 14 átomos de C

Grau de saturação pelo hidrogênio:
saturados: todo hidrogênio que possa reter
insaturados: monoenoico
polienóico
ÁCIDOS GRAXOS
ÁCIDOS GRAXOS
Predominância de AG sat. ou insat. interfere na qualidade do alimento

Diversidade das gorduras naturais: influenciada pelas propriedades dos TG em cada gordura (relacionados aos seus Ags)

Propriedades físicas dos Ags - relacionadas a estrutura química
ÁCIDOS GRAXOS
Tipo e configuração dos AGs - responsáveis pelas diferenças no sabor, textura, ponto de fusão, absorção, atividade do AG essencial e outras características

Quanto mais curto ou mais insaturado for o AG, mais líquida ou macia será a gordura ou óleo à TºC ambiente
ÁCIDOS GRAXOS
AGs na maioria das gorduras naturais - forma cis (na dupla ligação a molécula dá uma volta sobre si mesma)




Quando os hidrogênios se encontram no mesmo lado, o isômero é cis; se em lados opostos, é trans
ÁCIDOS GRAXOS
Estudos indicam associação entre AG trans e incidência DCV. Ingestão de C18:1 trans (mais comum na dieta) aumenta a concentração de LDL colesterol, TG e diminui a concentração de HDL colesterol.

Comprometimento crescimento do feto quando a mãe ingere, durante a gravidez, altos teores de AG trans.
ÁCIDOS GRAXOS
Ácidos graxos monoinsaturados (série w9):
Diminui colesterol total do LDL colesterol
Antitrombótico (inibição agregação plaquetária)
Azeite de oliva e o óleo de peixe aumentam a produção do óxido nítrico (NO - vasodilatador) e diminuem a mobilização do ác. araquidônico e da produção das prostaglandinas E2.
Azeite de oliva oferece um efeito benéfico adicional pelo aumento da produção da razão NO/O2.
ÁCIDOS GRAXOS
Consumo habitual do azeite de oliva reduz o estresse oxidativo, que por sua vez diminui o risco de doenças cardiovasculares e de processos inflamatórios
Ácidos Graxos Insaturados:
PF mais baixo
líquido à temperatura ambiente
mais encontrados: oléico e linoléico
TG dos vegetais – chamados “óleos”
ex.: óleo de milho, girassol e soja (fonte vegetal)
ÁCIDOS GRAXOS
AG sat. e monoinsat. - obtidos da dieta ou por meio da síntese vindo do acetilCoA

Membrana fosfolipídica das células pode ser modificada pelo tipo de lipídio ingerido

Músculo utiliza AG para produção de energia e pode armazená-los como TG.
ÁCIDOS GRAXOS
Comprimento da cadeia
+
Grau de saturação do AG



Afetam o Ponto de Fusão



Digestibilidade e Absorção da Gordura
ÁCIDOS GRAXOS ESSENCIAIS - AGE
PUFAs - não são sintetizados pelas células dos mamíferos a partir de acetil-CoA (não têm enzimas capazes de inserir dupla ligação nas posições n-6 e n-3 das cadeias hidrocarbonadas dos AGs).
ÁCIDOS GRAXOS ESSENCIAIS
Participação no metabolismo diz respeito a processos imunes, relacionados com a visão, constituição das membranas celulares e síntese de hormônios.
ÁCIDOS GRAXOS ESSENCIAIS
Possuem alto valor energético
Participam reações inflamatórias
Relacionados à resistência imunológica, distúrbios metabólicos, processos trombóticos e doenças neoplásicas.
ÁCIDOS GRAXOS ESSENCIAIS
Ác. linoléico (18:2 w6): convertido em ác. araquidônico (AA) (20:4 w6) - precursor de eicosanóides: prostaglandinas2, tromboxane A e leucotrienos4 (mediadores bioquímicos potentes envolvidos na inflamação, infecção, lesão tecidual, modulação do sistema imune e agregação plaquetária).
ÁCIDOS GRAXOS ESSENCIAIS
Rotas oxidativas enzimáticas do AA:

Via lipooxigenase (LOX), cujos principais produtos são os leucotrienos e as lipoxinas.

Via ciclooxigenase (COX), cujos principais produtos são as prostaglandinas e os tromboxanos.

Estas rotas enzimáticas não atuam sobre o AA esterificado. O AA livre é obtido por meio da ação de fosfolipases sobre fosfolipídeos de membranas de células, liberando então o AA não-esterificado.
ÁCIDOS GRAXOS ESSENCIAIS
Ácido alfa-linolênico (18:3 w3): convertido em ác. eicosapentaenóico (EPA–C20:5,w3) e docosahexaenóico (DHA-C22:6,w3): precursores de mediadores químicos menos potentes: prostaglandinas 3, tromboxane A e leucotrienos 5 (papel maior no mecanismo de defesa do sistema imune. Inibe a secreção de VLDL (diminui TG plasmático).
ÁCIDOS GRAXOS ESSENCIAIS
DHA
Grande quantidade na membrana fosfolipídica retinal e neuronal (atua no sistema nervoso).

Fundamental para a formação tecido nervoso e visual do bebê (etapa intrauterina e extrauterina).
DHA
Possue efeito antitrombótico (vasodilatação) e antiarrítmico, por inibir a agregação plaquetária induzida pela produção de tromboxane série 2.

Ação dos ácidos graxos saturados - redução nº receptores hepáticos de LDL (receptores B-E), o que inibe a remoção plasmática dessa partícula, aumenta TG (estímulo na secreção hepática de TG sob a forma de VLDL-colesterol, aumento no colesterol sérico.
Ação dos AG poliinsaturados - aumentam o nº de receptores de LDL
LIPOPROTEÍNAS
Fígado e ID - produzem o HDL (apolipoproteínas (apoA-1, apoC-1 e apoC-2), lecitina e lecitina-colesterol aciltransferase (LCAT)

Apo A-1 - cofator da LCAT - captura colesterol da célula (reação entre lecitina e colesterol formando o éster de colesterol)

Éster é ainda mais hidrofóbico que o colesterol e se acumulará dentro da HDL – transporte reverso do colesterol (excretados ou reutilizados)
RECOMENDAÇÕES DE ÁCIDOS GRAXOS
Recomendações dietéticas:
Ác linoléico (w6): 3 a 5% da energia consumida.
Ác linolênico(w3): 0,5 a 1% da energia consumida (evita qualquer sintoma aparente de deficiência).
Em média, ác linoléico é ingerido em 1/3 dos AGs dos alimentos e os demais são saturados e o oléico.
Índice P/S (poliinsaturados/saturados) deve ser maior que 1 na dieta, devido ao caráter de essencialidade dos ácidos linoléico e linolênico.
RECOMENDAÇÕES DE ÁCIDOS GRAXOS
Ingestão adequada AGs para fórmulas/dietas infantis

Ácido graxo %
Linoléico 10.00
linolênico 1,50
Araquidônico 0,50
DHA + EPA 0,35

Ingestão mínima de AGE = 3% VCT
Comitês de Nutrição - PUFA = 10% VCT
Razão w6/w3 = 5:1 (Suécia, Alemanha)
w6/w3 = 2:1 (Japão) w6/w3 = 5-10:1 (FAO)
RECOMENDAÇÕES DE ÁCIDOS GRAXOS
International Society for the Study of Fatty Acids and Lipids (ISSFAL)

AI w6 = 4,44g/dia (ou 2% de VCT)
w3 = 2,22g/dia (1% do VCT)
EPA + DHA = 0,65g/dia (0,3% do VCT)

Food and Nutrition Board (FNB)
AI w6 = 17g/dia p/ homens e 12g/dia p/ mulheres
w3 =1,6 g/dia p/ homens e 1,1g/dia p/ mulheres
LIPOPROTEÍNAS
Atividade Física: melhor funcionamento processos enzimáticos envolvidos metabolismo lipídico

aumento atividade enzimática lipase lipoprotéica - favorece maior catabolismo das lipoproteínas ricas em TGs, formando menos partículas LDL aterogênicas e elevando a produção de HDL nascente, além do aumento da lecitina-colesterol-acil-transferase e diminuição da atividade da lipase hepática, ambas favorecendo a formação de subfrações HDL2-colesterol.
REAÇÕES DAS GORDURAS
Rancificação:

Oxidativa: é a mais comum e ocorre em lipídeos com AGs insaturados. Produtos da reação podem:
Conferir aroma e cor indesejáveis ao alimento
Produzir produtos de degradação não desejáveis (dímeros tóxicos)
Reagir com constituintes do alimento.
REAÇÕES DAS GORDURAS
Rancificação oxidativa:

Fases: oxidação
degradação
polimerização - aldeídos, cetonas, álcoois, ácidos, hidrocarbonetos que levam a alterações organolépticas e alterações físico-químicas.
diminui o tempo de conservação dos alimentos
diminuição do valor nutritivo (quando for AG essencial)
catalisada por: oxigênio, calor, luz e alguns metais (Fe, Mg, Ni, Co, Cu)

CONSEQUÊNCIAS BIOLÓGICAS DA
OXIDAÇÃO DE LIPÍDIOS

Ingestão de óleos/gorduras oxidados - efeito tóxico: AGs peroxidados, polímeros e esteróis oxidados (produtos de degradação dos peróxidos): DCV, câncer, envelhecimento precoce, desordem mental.

Peróxidos: afetam atividade enzimas
alteram LDL (oxidação)
interagem c/ DNA (carcinogênese)

CONSEQUÊNCIAS BIOLÓGICAS DA
OXIDAÇÃO DE LIPÍDIOS

Peroxidação Agpolinsat. in vivo:
malonaldeído - ligações cruzadas nas lipoproteínas - acúmulo de colesterol
inibe produção de “prostaciclina PG1” (endotélio vascular) - inibidora da agregação de placas nos vasos sg.
nas células: oxidação nas membranas: importância do sistema antioxidante.

CONSEQUÊNCIAS BIOLÓGICAS DA
OXIDAÇÃO DE LIPÍDIOS

Locais de atuação dos RL nos sítios insaturados das biomoléculas (modif. químicas indesejáveis em ptns (polimerização), CHOs, lipídios (modif. LDL), nucleotídeos (mutação DNA):
RL + enzimas e/ou receptores de membrana - modif. atividades de seus componentes;
RL + componentes da membrana - altera estrutura celular, afetando suas funções;

CONSEQUÊNCIAS BIOLÓGICAS DA
OXIDAÇÃO DE LIPÍDIOS


Oxidação de grupos tióis (R-SH) ou alteração da relação AGpolinsat/ptn - distúrbio no processo de transporte
Iniciação da oxidação lipídios insat. - efeito direto na estrutura e função da membrana/receptores, enzimas e permeabilidade (fluidez e ligações cruzadas)

CONSEQUÊNCIAS BIOLÓGICAS DA
OXIDAÇÃO DE LIPÍDIOS

O oxigênio molecular após inalado é gradualmente reduzido até se transformar em água com formação de compostos intermediários como: radical superóxido, ânion superóxido(O2-) e peróxido de hidrogênio (H2O2)
CONSEQUÊNCIAS BIOLÓGICAS DA
OXIDAÇÃO DE LIPÍDIOS

Mecanismos de Proteção:
Superóxido dismutase: remove o radical superóxido convertendo-o em H2O2 (Cu, Fe, Mn)
Catalase: destrói H2O2, convertendo-o em H2O e O2 (Fe)
GSH peroxidase: remoção peróxido nas células (Se). Remove o radical HO• e o oxigênio singlete
Antioxidantes; vit E, compostos fenólicos, beta caroteno, vit. C

Conceito
ELC/FF
ELC/FF
ELC/FF
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ELC/FF
ELC/FF
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TRIGLICERÍDEOS
TRIGLICERÍDEOS
ÁCIDOS GRAXOS ESSENCIAIS - AGE
ÁCIDOS GRAXOS
TRIGLICERÍDIOS
Metabolismo de lipídios durante o exercício
Metabolismo de lipídios durante o exercício
Metabolismo de lipídios durante o exercício
Metabolismo de lipídios durante o exercício
Metabolismo de lipídios durante o exercício
Metabolismo de lipídios durante o exercício
Metabolismo de lipídios durante o exercício
Contribuição energética de lipídios em função da intensidade e da duração do exercício
Contribuição energética de lipídios em função da intensidade e da duração do exercício
Utilização dos lipídios durante o exercício
Utilização dos lipídios durante o exercício
Suplementação dietética – AG cadeia média - TCM
LIPOPROTEÍNAS
Atividade Física:

A redução de atividade da proteína de transferência de colesterol esterificado com o exercício aeróbio, também parece ocorrer, permitindo uma prevenção na formação de partículas LDL pequenas e ricas em colesterol
ELC/FF
ELC/FF

1-Mobilização

Degradação dos TG do tecido adiposo e intramuscular

Dependente das enzimas antagônicas: lipase hormônio sensível (LHS) e lipase de lipoproteínas (LLP)
Metabolismo de lipídios durante o exercício
ELC/FF

TG I muscular - 50% dos lipídios totais oxidados durante o exercício físico a 65% VO2 máx

AG do plasma incorporados ao conteúdo de TG-IM mantendo inalteradas as concentrações de TG-IM após o exercício
TG-IM e exercício
TRIGLICERÍDIOS
Gordura do leite: combinações e diferentes AGs

Hidrólise: glicerol, AGs, diglicerídeos e monoglicerídeos

Gordura: disponível sob as formas exógena e endógena


Exógena: mais de 80% de AGs, principal/poliinsaturados, absorvidos pelo intestino.

Endógena: produzida no fígado e transportada aos tecidos periféricos
ELC/FF
ÁCIDOS GRAXOS
Identificação:

- nº de átomos de C e nº de duplas (numeração a partir do C do grupo carboxílico)
ex.: ácidos com 18 carbonos
ácido esteárico C 18:0
ácido oléico C18:1
ácido linoléico C18:2 (n-6)
ácido linolênico C18:3 (n-3)

- nomes comuns que normalmente indicam a gordura da qual eles derivam
ex.: linoléico: óleo de linhaça
butírico: da manteiga
ELC/FF
ÁCIDOS GRAXOS
Ácidos Graxos Saturados

PF mais alto, maior insolubilidade
sólido à temperatura ambiente (mais de 16 átomos de C)
mais encontrados: esteárico e palmítico
TG dos animais – chamados “gorduras”

ex.: carne de boi, bacon, gema de ovo, leite (fontes animais)
cacau (cadeia longa), coco e amêndoa (cadeia média)
ELC/FF
ÁCIDOS GRAXOS
ELC/FF
A ingestão de ácidos graxos trans aumenta a atividade da enzima responsável pela transferência de ésteres de colesterol da HDL-colesterol para a LDL-colesterol, justificando assim a mudança de perfil lipídico (CHIARA et al., 2002; SCHERR; RIBEIRO, 2007)


Chiara e cols. (2002) também destacaram a supressão da atividade do LDL-receptor, que capta o LDL-colesterol, removendo-o da circulação. Variações mínimas de LDL-receptor no fígado afetam os níveis plasmáticos de LDL-colesterol. Assim, quando os níveis do LDL-receptor estão baixos, por ação de nutrientes ou efeito genético, ocorrerá maior acúmulo de LDL-colesterol no plasma.
A ingestão de ácidos graxos trans promove também a inibição da ação de enzimas de dessaturação, que catalisam a reação de desidrogenação de ácidos graxos na biossíntese de ácidos graxos fundamentais aos processos metabólicos (COSTA et al.,2006). Essa inibição pode ter efeitos na saúde maternoinfantil, afetando o processo de crescimento e desenvolvimento da criança, pois os ácidos graxos podem ser transferidos tanto pela placenta quanto pelo leite materno (CHIARA et al.,2002).
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