Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

"O que vou ser quando crescer?"

No description
by

Tânia Dias

on 20 October 2016

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of "O que vou ser quando crescer?"

"O que vou ser quando crescer?"
A divisão sexual do trabalho na socialização das mulheres e em suas escolhas profissionais

HIPÓTESE
PROBLEMA
OBJETO
PÚBLICO ALVO
OBJETIVOS
GERAL
ESPECÍFICOS
FUNDAMENTAÇÃO
METODOLOGIA
REFERÊNCIAS
Tânia Lúcia Farias Dias
Orientadora: Dra. Celma Tavares

Os condicionantes presentes na socialização das mulheres até os dias atuais estão entre as motivações das escolhas profissionais das meninas, o que acaba as restringindo, na maioria das vezes, a atividades relacionadas à reprodução da sociedade e/ou ao cuidado, como assistentes sociais, enfermeiras, pedagogas, psicólogas, entre outras. E como pilares de tal sociabilidade, entendem-se duas instituições como principais formadoras dos indivíduos: a família e a escola.

De que maneira a divisão sexual do trabalho pode motivar as escolhas profissionais de meninas adolescentes e em que medida estudar em escola pública ou privada influencia tais escolhas
.

Relações sociais de sexo que envolvem as escolhas profissionais das adolescentes.

O público que se pretende estudar se refere a meninas que estão prestes a fazer o vestibular (escolhendo, assim, seu possível futuro profissional), estudantes de bairros vizinhos, de uma escola privada e de uma escola pública da cidade do Recife, em Pernambuco.

Analisar as motivações nas escolhas profissionais de meninas adolescentes, considerando a socialização desigual entre homens e mulheres, baseadas nas relações sociais de sexo e na divisão sexual do trabalho.
Investigar quais aspectos da divisão sexual do trabalho aparecem nas perspectivas de futuro das meninas estudantes das duas escolas do Recife.
Analisar em que medida as escolas refletem as desigualdades entre meninos e meninas geradas pelas relações sociais de sexo.
Compreender as diferenças entre as escolhas profissionais das meninas estudantes da escola pública e privada.
Feministas materialistas (HIRATA, 2010; KERGOAT, 2009; CISNE, 2012; SAFFIOTI, 1987; etc.)

Mulher como categoria de análise (PISCITELLI, 2004; CURIEL, 2009; CAMURÇA, 2007; etc.)

Divisão sexual do trabalho (HIRATA, 2010; KERGOAT, 2009; CISNE, 2012; etc.)

Relações sociais de sexo (KERGOAT, 2009)

Consubstancialidade (KERGOAT, 2010)

Gênero e Educação (LOURO, 1997; TAVARES, 2014)

Revisão bibliográfica;

Pesquisa de campo
Serão analisadas duas turmas de pré-vestibular (terceiro ano) de escolas do Recife, uma de ensino público, e uma de ensino privado.

Coleta de dados :
I. Observação participante e análise documental
11. Levantamento do perfil das turmas (questionário);
III. Entrevista com alunas: 15 alunas por escola, sendo 5 de cada área de conhecimento (saúde, exatas e humanas).

Análise de dados através da técnica de análise
de conteúdo (Bardin).


CAMURÇA, S. ‘Nós Mulheres’ e nossa experiência comum. In: Cadernos de Crítica Feminista, Número 0, Ano I, Recife: SOS CORPO, 2007. Disponível em: <http://articulacaodemulheres.org.br/wp-content/uploads/2015/06/Texto-base-2-N%C3%B3s-Mulheres-e-nossa-experi%C3%AAncia-comum.pdf> Acesso em: 24/10/2015.

CISNE, M. Gênero, Divisão Sexual do Trabalho e Serviço Social. São Paulo: Editora Outras Expressões, 2012.

CURIEL, O. Identidades esencialistas o Construcción de identidade políticas: El dilema de lãs feministas afrodescendientes. In: Revista Electrónica ConstruyendoNuestraInterculturalidad, Año5, Nº5, vol, 4. Lima, 2009, p. 1-16. Disponível em: <http://www.interculturalidad.org/numero05/docs/0601-Identidades_esencialistas_y_afrodescendientes-Curiel,Ochy.pdf> Acesso em: 24/10/2015.

HIRATA, H. Mundialização, divisão sexual do trabalho e movimentos feministas transnacionais. In: Cadernos de Crítica Feminista, SOS Corpo, Ano III, n°2, p.80-105, 2010.

KERGOAT, D. Dinâmica e consubstancialidade das relações sociais. IN: 11º Congresso da Associação Francesa de Sociologia (AFS):“Pensar o intricamento dos sistemas de dominação: gênero, classe e raça”, Bordeaux, 2010. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/nec/n86/n86a05.pdf >Acesso em: 28/09/2015.

KERGOAT, D. Divisão sexual do trabalho e relações sociais de sexo. In: HIRATA, H. [et al.] (orgs.). Dicionário Crítico do feminismo. São Paulo: Editora UNESP, 2009. p. 67- 75.

LOURO, G. L. Gênero, sexualidade e educação: Uma perspectiva pós estruturalista. Petrópolis: Vozes, 1997.

PISCITELLI, A. Reflexões em torno do gênero e feminismo. In: COSTA, Claudia de Lima; SCHMIDT, Simone Pereira (Orgs). Políticas e Políticas Feministas. Ilha de Santa Catarina: Editora Mulheres, 2004.

SAFFIOTI, H. O poder do macho. São Paulo: Moderna, 1987.

TAVARES, Celma. Gênero e Educação. Recife, 2014, p. 1-67, mimeo.
Full transcript