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As colonizações e os impérios coloniais

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by

Ana Fernandes

on 3 June 2013

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Transcript of As colonizações e os impérios coloniais

As colonizações e os impérios coloniais. Trabalho Realizado Por:
Ana Fernandes, nº1
Mariana Teixeira, nº 12
Sandra Mariana, nº 18
Sara Pedro, nº19 Aula nº6 Escola Profissional Raul Dória
Disciplina: Integração
Módulo 5, Tema A: A construção do Social O processo de descolonizações que tinha iniciado aquando a independência dos EUA, em 1776, e posteriormente com as independências de muitos países da América Latina ao longo do século XIX, sofreu um novo impulso. Por exemplo, o Brasil proclamou a independência de Portugal a 18 de setembro de 1822.
A partir de 1945, as nações colonizadas começaram a lutar com armas em punho pela sua independência nacional. Nos séculos XIX e XX a ciência e a tecnologia avançaram de tal modo que originaram grandes mudanças nas mentalidades e nos estilos de vida. Os avanços da tecnologia foram aplicados na produção de tecnologias, incluindo as bélicas (armamento), e no fabrico de novos produtos, exigindo assim uma quantidade crescente de recursos. Com a Revolução Industrial aumentou a ocupação das colónias europeias. As colónias passaram a fornecer matérias-primas para as metrópoles, ou seja, os países europeus colonizadores, e estes industrializaram-se com os produtos que extraiam das colónias a preços muito baixos, para posteriormente os venderem nos novos mercados. A escravatura tinha, entretanto, sido abolida na segunda metade do século XIX por não corresponder às necessidades do capitalismo industrial da altura, que necessitava de mão-de-obra livre e com algum poder de compra. Sendo assim, formaram-se os impérios coloniais. As rivalidades económicas, a acentuada competição entre os Estados europeus pelo controlo dos recursos do mundo (pelas matérias-primas) e a procura do lucro em que se inclui a produção e tráfico de armas estimularam o crescimento de nacionalismo (gosto pelo seu país, amor à pátria).
Por um lado, Inglaterra, França e Rússia e por outro lado Itália, Alemanha, Império Austro-húngaro e Império Otomano criaram alianças antagónicas, ou seja, de rivalidades, que desencadearam a I Guerra Mundial (1914-1918). No período a seguir à guerra, os mapas da Europa e do mundo sofreram inúmeras alterações, que geraram instabilidades políticas que, aliadas às crises económicas, às reparações de guerra e aos nacionalismos acabaram por conduzir à II Guerra Mundial (1939-1945).
Esta guerra terminou com a vitória dos Aliados (França, Inglaterra, EUA e União Soviética) que tinham combatido contra as potências do Eixo (Alemanha, Itália e Japão). As perdas humanas foram muito superiores às dos conflitos anteriores – cerca de 60 milhões de pessoas.
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