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Daniele Crema

on 23 September 2012

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I think this is about facts! G E D I M Grupo de Discurso Estudos Identidade e Mídia jfieffefefefefefepreefod













Piloto de análise:
recorte a partir de posts de um conhecido professor de filosofia (ProFilo) e respectivos comentários publicados em sua página no Facebook entre maio e julho de 2012



Resultados iniciais:
“cultivo de si” por meio de frequentes intervenções na rede social, em interação com uma comunidade ampla de interlocutores (“amigos”), aponta para uma construção múltipla, e marcada por interesses diversos, do sujeito pesquisado – desestabilizando-se, assim, uma subjetividade mais convencionalmente associada à figura do intelectual acadêmico A Linguagem dos Documentários na TV - Representação e Identidade Cultural Brasileira: Um Estudo de Caso Maria Luisa Prandina Rodrigues - PG USP
mlpr@usp.br Objetivo
Analisar a representação das identidades culturais apresentadas em documentários produzidos para a TV, tendo como foco os sujeitos da série de documentários "Tabu Brasil", do canal de TV a cabo National Geographic. Corpus da Análise
Três episódios da série “Tabu Brasil” cujos temas são Infância Incomum, Dietas Exóticas e Segredos da Ayahuasca apresentam representações de brasileiros que partilham entre si a capacidade de despertar sensações antagônicas de espanto, interesse e curiosidade. Práticas de Autoconstituição Ética do Sujeito em Redes Sociais Carlos Renato Lopes - EFLCH UNIFESP (carelo@uol.com.br) Objetivo:
investigar como determinadas práticas discursivas associadas ao uso de redes sociais apontariam para uma possível autoconstituição ética dos sujeitos usuários Piloto de análise:
recorte a partir de posts de um conhecido professor de filosofia (ProFilo) e respectivos comentários publicados em sua página no Facebook entre maio e julho de 2012 Resultados Iniciais:
“Cultivo de si” por meio de frequentes intervenções na rede social, em interação com uma comunidade ampla de interlocutores (“amigos”), aponta para uma construção múltipla, e marcada por interesses diversos, do sujeito pesquisado – desestabilizando-se, assim, uma subjetividade mais convencionalmente associada à figura do intelectual acadêmico Christiane Elany Britto de Araujo PG- USP
christianearaujo@usp.br O Ensino de Língua Inglesa em Ambientes Virtuais: Uma Visão sobre a Interação e as Novas Formas de Construção de Conhecimento Pesquisa de doutorado situada no campo dos estudos discursivos.

Visa observar como os ambientes virtuais implicam novas formas de construção de conhecimento dentro de um curso no formato EAD .

Hipótese: a interação e interatividade são elementos essenciais na produção de saberes em ambientes virtuais, podendo colaborar para a formação crítica dos aprendizes. Paula Lameu PG - USP
plameu@usp.br O Uso das Novas Tecnologias da Informação em Sala de Aula e sua Influência no Processo de Subjetivação de Professores e Alunos Daniele Crema – PG USP
daniele.crema@usp.br A Representação do Negro Americano na Série 'Everybody Hates Chris' Objetivo:
Problematizar a representação de ‘negro americano’ a partir da análise discursiva de episódios da série 'Everybody hates Chris' Conclusões Parciais:

A ausência da faixa de risos demarca um distanciamento entre a esfera de recepção do seriado e o próprio personagem

Sentidos pré-concebidos, reatualizados na esfera do acontecimento, transportam significações negativas para a identidade do protagonista

O tom sarcástico referente ao racismo viabiliza uma postura crítica para a série
OBJETIVOS:

Investigar que discursos se fazem presentes em materiais digitais de ensino de inglês para negócios;

Investigar o modo como esses discursos se articulam e engendram representações da língua inglesa e dos sujeitos do meio corporativo;

Averiguar que práticas e noções são valorizadas e desvalorizadas e como podem afetar a formação do sujeito aluno/futuro ou atual profissional do meio corporativo. HIPÓTESE:

Nossa hipótese é a de que o discurso do capitalismo neoliberal constitui o discurso didático-pedagógico dos materiais digitais que formam o corpus deste estudo, promovendo representações do sujeito e da língua inglesa que reforçam valores do neoliberalismo em seu estágio atual. Corpus da pesquisa

Análise discursiva de 6 CD-ROMs que acompanham 3 séries de livros de inglês para negócios;

Análise discursiva de depoimentos de alunos de um curso tecnológico acerca do uso de CD-ROMs;

Análise discursiva de uma encenação de uma reunião de negócios,
apresentada por uma turma de um curso tecnológico, a partir de um minivídeo presente em um dos CD-ROMs que forma o corpus deste estudo. Representações do Sujeito do Meio Corporativo e da Língua Inglesa em Materiais Digitais de Ensino de Inglês para Negócios: Implicações para o Ensino Maria Inês de O. Hernandez
mihernandez@usp.br Maria de Fátima Cabral B. de Oliveira PG – USP
fatima@northwind.com.br Mulher e Gênero: Quem Comanda a Sociedade Informacional? Objetivo Justificativa ANNA MARIA G. CARMAGNANI
DLM-FFLCH-USP Imprensa e Representação MÍDIA E SOCIEDADE

De um lado, temos a mídia que incansavelmente aponta um fracasso da escola como instituição, de outro, temos professores e alunos que são “falados” por esse discurso como despreparados, desqualificados tanto por sua formação anterior quanto por sua atuação presente. Ao mesmo tempo, temos uma sociedade que cobra a inclusão através da aprendizagem em geral e da aprendizagem de uma língua estrangeira em particular.
OBJETIVO GERAL DA PESQUISA

Oferecer subsídios para um estudo crítico da mídia no tocante à sua influência na construção do imaginário de professores e de alunos  
PERGUNTAS DE PESQUISA

Como a mídia (jornais, revistas, televisão, etc.) constrói subjetividade(s) através de representações da escola, do professor, do aluno e do ensino de línguas estrangeiras?
 
Como essas representações se manifestam pela linguagem (incluindo o não-verbal)?
 
Que regimes de verdade a respeito do professor e da escola foram se constituindo na última década e a que tipo de agenda buscam atender? De que modo esses regimes de verdade se contrapõem aos discursos sobre o professor, a escola e o ensino de línguas que os antecederam?
OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Estudar as representações de identidade que emergem no discurso da mídia, a partir da análise de textos retirados de jornais impressos e online e de revistas semanais de grande circulação.

Analisar as condições sócio-históricas do discurso que perpetua a crise da educação brasileira.
 
Este grupo reúne pesquisas que trabalham na interface discurso, mídia e identidade. Tomando como ponto de partida o fato de que a linguagem da mídia permeia de forma cada vez mais acentuada os modos de construção de sentido nas sociedades atuais e que a formação e negociação das subjetividades estão intimamente associadas a esse fenômeno, busca-se investigar o modo de funcionamento do discurso midiático em diversas modalidades. Examinamos como o efeito de transparência opera nos textos midiáticos, partindo do pressuposto de que nossa identidade não é fixa, nem estável, conforme a proposta de referenciais teóricos como os estudos culturais, a pós-modernidade ou modernidade líquida, os estudos feministas, a teoria foucaultiana do sujeito e a psicanálise. Abordamos o discurso da mídia a partir de perspectivas teóricas distintas, mas que apresentam como pressupostos comuns:
(1) uma concepção de sujeito dividido, afetado pela história e pela ideologia;
(2) uma concepção relacional e não-essencialista de identidade;
(3) uma visão de discurso que extrapola as bordas de um texto, isto é, que entende que suas condições de produção estão inevitavelmente ligadas a um contexto sócio-histórico-cultural específico, impossibilitando uma análise desvinculada do locus de enunciação do produtor do texto, de seus prováveis interlocutores e do próprio analista. Jaime Cará Jr (USP, Metodista, APLIESP)
jaimecara@usp.br As Três Dimensões da Presença: Dimensões Discursivas Em pesquisa sobre um curso online para professores de inglês, explorando os pressupostos de que as relações de poder são práticas sociais situadas e de que o corpo é objeto de controle dessas relaçoes, defendemos que diferentes modos de presença podem indicar diferentes mecanismos disciplinares, nos quais a visibilidade dos corpos presentes constitui um fator estratégico de exercício e resistência. Nesse sentido, foi possível compreender (1) o que sigifica estar/ser presente e (2) a articulação entre os efeitos de presença, a constituição de subjetividades e as relações de poder que se estabelecem. OBJETIVOS HIPÓTESE CONTEXTO RESULTADOS PARCIAIS Os diferentes modos de presença podem indicar diferentes mecanismos disciplinares. Há dois tipos de princípios de controle do sujeito por sua presença: o tipo de princípio que opera sobre o caráter manifesto da presença e o que opera sobre seu caráter latente. A presença no espaço virtual pode se desdobrar indefinidamente, sem amarras que a prendam a uma localidade, a um espaço fixo. Há uma tensão entre local e global, sendo que não há posições “superiores” ou mais centrais que seriam almejadas para se atualizar a presença. Mais precisamente, o que é almejado é a condição de se estar em mais de um lugar ao mesmo tempo. Melhor que estar no centro e/ou acima é estar em todo e em nenhum lugar ao mesmo tempo. Discurso

Discurso

Discurso

Discurso

Discurso
Discurso

Discurso

Discurso




Discurso Confrontar textos e discursos da ficção científica das mídias unidirecionais com a teoria feminista a fim de investigar as noções culturais de mulher/ feminino/feminilidade.
Temas como igualdade/ desigualdade , resistência e “tornar-se mulher” estão enredados nas oposições homem/mulher, masculino/feminino e masculinidade/feminilidade. O feminismo é uma construção utópica e, portanto, encontra terreno fértil nos estudos da ficção científica através de representações que abastecem a ‘tecnocultura contemporânea’, mas que critica e subverte discursos sociais hegemônicos.

Investigaremos se ‘mulher/feminino/feminilidade’ escapa do cárcere temático imposto pela sociedade patriarcal em um futuro onde, supostamente, imperam a igualdade, a justiça e a liberdade para todos.
Resultados Parciais

Categorização dos excertos produzidos a partir dos diversos discursos que atravessam a constituição do sujeito, como o discurso publicitário, o empresarial e o pedagógico. Resultados Parciais

Análise das páginas do curso a partir das imagens e da sua influência na construção de significados. Discute-se como a leitura é trabalhada nas tarefas do curso e sua relação com o letramento crítico e se o curso reflete a noção de leitura na tela e de multimodalidade da era digital. TEMA

O processo de subjetivação e a constituição da identidade do aluno e do professor sob a influência do uso das tecnologias da informação em sala de aula. OBJETIVO GERAL

Compreender o uso das novas tecnologias em sala de aula. OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Identificar no discurso de alunos e professores quais são os efeitos de sentidos que o uso das novas tecnologias em sala de aula possibilitam;
Analisar esses sentidos e em que refletem no processo de subjetivação do aluno e do professor HIPÓTESE

As novas tecnologias têm sido usadas em sala de aula como parte de um dispositivo disciplinar, dentro da relação saber, poder e verdade, entre escola, professor e aluno. Esse uso está produzindo discursos que estão silenciando outros discursos sobre o processo de ensino e aprendizagem na escola. Regimes de Verdade e Representações Culturais em Livros Didáticos Britânicos de Inglês para negócios Carolina Andrade Ramalho - PG USP O objetivo da pesquisa consistiu em analisar os modos de produção de sentidos em livros didáticos de inglês para negócios, que atualmente apresentam textos da mídia britânica em seu conteúdo.

Procuramos responder às perguntas: Como a verdade é construída? Quais seus efeitos de sentido? Como a relação verdade e poder se manifesta? As culturas são homogeneizadas, ou seja, suas características são totalizantes, apagando-se as diferenças.

Concluímos que a heterogeneidade discursiva produz uma homogeneização de sentidos.

As vozes presentes nos livros didáticos analisados procuram afirmar um ponto de vista específico- o britânico, que não oferece espaço a outros.
Os exercícios reforçam as representações, mas por estarem inseridos em livros didáticos, são vistos como livres de poder.

O aluno se depara com modos de representação totalizantes, que não abrem possibilidades de construção de outros significados.
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