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monografia

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by

talita reis

on 26 March 2013

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Transcript of monografia

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO
CENTRO DE ESTUDOS SUPERIORES DE BALSAS
CURSO DE CIÊNCIAS COM HABILITAÇÃO EM MATEMÁTICA


TALITA REIS DA SILVA QUIXABEIRA



ANÁLISE DO ÍNDICE DE APROVEITAMENTO EM MATEMÁTICA NOS PRIMEIROS ANOS NO CENTRO DE ENSINO
PE. FÁBIO BERTAGNOLLI EM BALSAS




Balsas-MA
2013 TALITA REIS DA SILVA QUIXABEIRA ANÁLISE DO ÍNDICE DE APROVEITAMENTO EM MATEMÁTICA
NOS PRIMEIROS ANOS NO CENTRO DE ENSINO
PE. FÁBIO BERTAGNOLLI EM BALSAS



Orientador: Olívio Crispim de Medeiros
Coorientador: Sérgio Nolêto Turibus



Balsas-MA
2013 1 INTRODUÇÃO

2 A MATEMÁTICA NO DIA A DIA

3 REPROVAÇÃO E EVASÃO ESCOLAR NO ENSINO MÉDIO

4 ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA (IDEB)

5 RESULTADOS E DISCUSSÃO

6 CONCLUSÃO

BIBLIOGRAFIA


O conhecimento matemático permeia a linguagem e as práticas do dia a dia. Para alguns, desperta empenho, para outros pode ser indiferente. Porém, para muitos, a compreensão do conhecimento matemático no âmbito escolar pode tornar-se constrangedor, gerando dificuldades, rejeição e pouco aproveitamento.


Sempre que os educandos são estimulados a pensar e refletir sobre o que fazem, adquirem confiança em si próprio, aumentando sua autonomia e, consequentemente, o raciocínio matemático.

Durante o estágio teve-se contato com situações decorrentes do Ensino da Matemática e sua influência no sucesso ou no fracasso escolar, tendo implicações até na evasão escolar, ampliando, assim, a visão sobre essa temática.


O mundo no qual se vive, a matemática está presente em praticamente tudo na vida do homem, como afirma D´Ambrósio (1996, p. 31) “a tendência de todas as Ciências é cada vez mais de se matematizarem em função do desenvolvimento de modelos matemáticos que descrevem fenômenos naturais de maneira adequada”. Conforme o matemático Tahan (1965):

As sete jovens que caminhavam pela estrada eram as artes divinas e as ciências humanas: a Pintura, a Música, a Escultura, a Arquitetura, a Retórica, a Dialética e a Filosofia. A princesa prestativa que as socorreu simboliza a grande e prodisiosa Matemática. Sem o auxílio da Matemática, as artes não podem progredir e todas as outras ciências perecem (p.83). Seguindo o raciocínio de Ana Catarina (2004):

A Matemática está presente na vida cotidiana de todo cidadão, por vezes de forma explícita e por vezes de forma sutil. No momento em que abrimos os olhos pela manhã e olhamos a hora no despertador, estamos “lendo” na linguagem matemática, exercitando nossa abstração e utilizando conhecimentos matemáticos que a humanidade levou séculos para construir. É quase impossível abrir uma página de jornal cuja compreensão não requeira um certo conhecimento matemático e um domínio mínimo da linguagem que lhe é própria: porcentagem, gráficos ou tabelas são necessários na descrição e na análise de vários assuntos (p. 03). Noções básicas naturais de Matemática são aprendidas antes mesmo de entrar na sala de aula. Figura 1: Crianças brincando com jogos educativos
Fonte: http://kitsegifts.blogspot.com.br/2012_06_01_archive.html De acordo com Machado (1990):

[...] a Matemática faz parte dos currículos desde os primeiros anos da escolaridade, ao lado da Língua Materna. Há um razoável consenso com relação ao fato de que ninguém pode prescindir completamente de Matemática e, sem ela, é como se a alfabetização não se tivesse completado (p. 15).


Na visão de Carraher (1995, p. 20), “a matemática ainda não conseguiu se desvencilhar dos estigmas do bicho de sete cabeças, de matéria difícil, de que só aprende quem já nasceu com o dom para cálculos”. Vitti (1999) ressalta que:


É muito comum observarmos nos estudantes o desinteresse pela matemática, o medo da avaliação, pode ser contribuído, em alguns casos, por professores e pais para que esse preconceito se acentue. Os professores na maioria dos casos se preocupam muito mais em cumprir um determinado programa de ensino do que em levantar as idéias prévias dos alunos sobre um determinado assunto. Os pais revelam aos filhos a dificuldade que também tinham em aprender matemática, ou até mesmo escolheram uma área para sua formação profissional que não utilizasse matemática (p. 32/33).


Ao se tratar de ensino entende-se por orientação, instrução e transferência de conhecimentos, onde o seu ponto essencial é o educador.

O Ensino da Matemática


Cada disciplina tem seu papel na construção do conhecimento do aluno. A Matemática constitui-se como uma disciplina essencial e indispensável na construção dos currículos escolares.



De acordo Giovanni (2000, p. 03), “Para entender matemática não basta apenas aplicá-la em situações do cotidiano. É necessário também estudo e dedicação constante, que junte a criatividade com os conhecimentos matemáticos construídos”.



É visível que a qualidade da educação de um país é um fator necessário para seu desenvolvimento.

No Jornal FOLHA COTIDIANA de São Paulo, Luis Márcio Imenes enumera características que tornaram a matemática a vilã do currículo escolar:

campeã de reprovação;
fator de evasão ;
filtro de ascensão social. Os índices de reprovação e abandono escolar no 1° ano do Ensino Médio mostram que, existe uma falta de aprendizagem acumulada, como mostra os resultados da Prova Brasil .

Dos alunos que concluem o 9° ano do Ensino Fundamental, somente 10% tem o conhecimento adequado na disciplina de matemática. Conforme Lopes (2002):

Um fator impediente relacionado ao desinteresse dos jovens estudantes do Ensino Médio são as sucessivas reprovações, que têm significativo peso na decisão de continuar ou não os estudos, pois, geralmente, a repetência é seguida pelo abandono escolar ( p.26).


A evasão escolar ocorre quando o aluno deixa de frequentar a aula, caracterizando o abandono da escola durante o ano letivo. Consiste, também, no não comparecimento dos alunos matriculados em sala de aula. É válido dizer que a evasão está relacionada não apenas à escola, mas também à família, às políticas de governo e ao próprio aluno.

As causas da evasão escolar são variadas.

Escola distante de casa;
falta de transporte escolar;
falta de interesse;
necessidade de trabalhar;
Todo esse contexto faz com que o estudante do Ensino Médio deixe de acreditar que a escola contribuirá para um futuro melhor, já que a educação que recebe é precária em relação ao conteúdo, à formação de valores e ao preparo para o mundo do trabalho.


A Fundação Getúlio Vargas propôs um estudo das causas da evasão escolar, do que seriam os motivos que levaram as pessoas a estarem fora da escola. Tabela 1: Motivos da evasão escolar
Fonte: FGV, 2011





Reprovação é uma situação escolar que impede o aluno de cursar a próxima série do segmento. Seja pelo excesso de faltas, seja por notas insatisfatórias ou por abandono escolar. Tabela 2: Taxa de reprovação no Ensino Médio
Fonte: Inep/Mec Diversos fatores contribuem para a reprovação escolar, como:

a gravidez na adolescência;
a entrada precoce no mercado de trabalho;
a infraestrutura, entre outros.


Foi criado pelo Inep, para medir a qualidade de cada escola e cada rede de ensino básico no país, além de identificar quem são os que mais precisam de investimentos e cobrar resultados, pois esta terá prioridade de recursos.


O índice é medido a cada dois anos. Numa escala que vai de 0 a 10, o MEC estabeleceu a média 6. Chegou-se a esse número baseado na média das notas de proficiência dos países desenvolvidos da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico). O IDEB representa a iniciativa pioneira de aglomerar num só indicador dois conceitos essenciais para a qualidade da educação: o fluxo escolar e médias de desempenho nas avaliações.

O resultado do Ideb do ensino médio em 2011 é preocupante, considera-se que quase não teve rendimento, tendo um aumento de apenas 0,1 ponto, passando do índice 3,6 para 3,7 em relação a 2009. Tabela 3: A evolução do Ideb do Ensino médio desde 2005
Fonte: Inep

Tabela 4: Os nove Estados em que o Ideb do Ensino Médio caiu em relação a 2009
Fonte: Inep
Nos tempos atuais, a Educação de qualidade está ligada ao avanço e desenvolvimento, porém, o Ideb no maranhão, continua baixo, estando entre os quatros estados que obteve os piores índices no ensino fundamental e médio. As notas do Maranhão no Ideb 2011 no Ensino Médio, tanto na rede pública quanto na rede particular, foram baixas em relação ao Ideb 2009, tendo como nota 3,1, caindo 0,1 ponto, sendo que neste requisito o MEC havia estabelecido como nota a ser atingida o índice de 3,7. Tabela 5: A evolução do Ideb do Ensino médio desde 2005 no Maranhão
Fonte: MEC/Inep O maranhão, ainda não conseguiu estabelecer uma proposta pedagógica viável, para que esse quadro de rendimento negativo venha mudar, e que tenha uma Educação de qualidade, sendo destaque positivo no País.

Buscando atender o objetivo desta monografia, foi realizada uma pesquisa no Centro de Ensino Padre Fábio Bertagnolli, onde abriga em suas dependências os três turnos em funcionamento: matutino, vespertino e noturno, totalizando 1140 alunos.


Com a finalidade de obter dados para uma melhor fundamentação, foi realizada uma pesquisa de campo que visa analisar o índice de aproveitamento dos alunos na disciplina de Matemática, analisando a média anual de 2012, dos alunos do 1º ano ( A, B, C e D) matutino do Centro de Ensino Pe. Fábio Bertagnolli, num total de 131 alunos. Figura 2: Alunos aprovados por média Alunos Aprovados através do processo de
conselho de classe Alunos Aprovados através do teste final Figura 3: Alunos aprovados através do teste final Figura 4: Alunos aprovados através do processo de conselho de classe Figura 5: Distribuição dos resultados finais


Apartir dos resultados da pesquisa de campo, identifica-se as lacunas de aprendizado, e que grande parte dos alunos demonstram deficiência na disciplina, enfrentando dificuldades em compreendê-la, obtendo um alto índice de reprovação e abandono escolar, mesmo com o conselho de classe. Observa-se que a taxa de aprovação, que deveria ser o mais próximo possível dos 100%, vem caindo ao longo do ano, enquanto aumentam os percentuais dos alunos reprovados ou que abandonam a escola, gerando um impacto direto sobre as matrículas, nos anos seguintes. O acúmulo dessas experiências não são tão boas e o distanciamento da matéria tende, ao longo do tempo, a ocasionar um dos problemas muito frequente na aprendizagem da Matemática, como por exemplo, a falta de base. Cabe ao sistema de ensino dar suporte, tomar uma atitude de mudança, quanto ao baixo índice de aproveitamento frente aos conhecimentos matemáticos, fazendo uma reflexão e uma autoavaliação da prática pedagógica e estar sempre em formação contínua; adequar estratégias, materiais e metodologias.


É notório que a qualidade da educação de um país é um fator importante para seu desenvolvimento. Tendo em vista que esta educação compreende um conjunto de fatores como família, escola, métodos de ensino e a relação professor x aluno onde, de um lado estão os professores como agentes facilitadores desse processo e do outro está o aluno que nem sempre consegue assimilar os conteúdos abordados em sala de aula.


Ensinar matemática é desenvolver o raciocínio lógico, estimular o pensamento, a criatividade e a capacidade de resolver problemas. Assim, o educador deve procurar alternativas para aumentar a motivação do aluno para aprender, despertando assim o gosto pela mesma e consequentemente tendo um bom aproveitamento, sendo destaque pelo alto índice de aproveitamento e assim diminuindo o alto índice de reprovação e evasão escolar.


E por fim, que o professor, entenda que esta relação não possui sujeito x objeto, mas dois sujeitos com vontades e experiências próprias, visando um objetivo comum, que é a construção de um cidadão preparado e conscientizado para fazer sua parte por um mundo melhor. Diante dessa depreciação, desponta o desejo de realizar este trabalho, com o objetivo de desenvolver um estudo acadêmico analisando o índice de aprovação, reprovação e abandono na disciplina de matemática. Deste modo, o conhecimento de algumas destas causas, pode orientar a futura prática como educador na busca de meios ou soluções para reduzir esses problemas que, a cada ano está aumentando, prejudicando assim o futuro dos educandos do nosso país. No Brasil, a evasão escolar não se trata de um problema restrito a algumas instituições de ensino, mas sim, um problema de ordem nacional, sendo um grande desafio para as escolas, pais e para o sistema educacional. Logo, o professor precisa ter postura e motivação para conduzir-se à sala de aula, mostrando aos alunos como relacionar os conteúdos dos livros didáticos com o dia a dia dos mesmos. 3 REPROVAÇÃO E EVASÃO ESCOLAR NO ENSINO MÉDIO Evasão escolar Estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) Reprovação Escolar Segundo dados do Inep, dois em cada dez alunos da rede estadual, do ensino médio não conseguiram ser aprovados. Conforme dados do Inep, em 2011 nenhuma unidade da Federação do Ensino Médio nas redes estaduais, atingiu 80% de aprovação. Assim, pode-se inferir parcialmente que os programas de governo atuais e anteriores não foram suficientes para que essa lacuna fosse preenchida. 4 ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA (IDEB) Ideb no Ensino médio O baixo índice do Ideb no Ensino Médio reflete nas deficiências adquiridas pelo aluno no Ensino Fundamental. Atualmente o Ensino Médio reúne as mais preocupantes estatísticas da Educação Básica no país, onde somente metade dos jovens com 19 anos concluem o Ensino Médio. Dos 50% que terminam esta etapa de ensino, apenas 11% aprenderam o que foi ensinado em matemática. O Maranhão e o Ideb
5 RESULTADOS E DISCUSSÃO Análise da pesquisa 6 CONCLUSÃO 1 INTRODUÇÃO 2 A MATEMÁTICA NO DIA A DIA A matemática e os mitos que a cercam O Ensino da Matemática Resultados da Pesquisa D’AMBROSIO, U. Da realidade à ação: Reflexões sobre Educação e Matemática. Campinas: UNICAMP, 1996.

D’AMBROSIO, U. Etnomatemática. São Paulo: Ática, 1990.

DEBUS, Clarina Brito. A matemática da música. Monografia apresentada no curso de matemática sob orientação do Prof. Francisco José dos Santos. Balsas, 2013.

TAHAN, Malba. O homem que calculava. São Paulo: Record, 1965.

GOMES, Ivanil C. S. – Matemática e Linguagem - um diálogo possível e promissor. Disponível em: www.somatematica.com.br/artigos.php?pag=2 Acesso em: 12 de Outubro de 2012.

HELLMEISTER, Ana Catarina P. [et al.]. Explorando o ensino da Matemática. Brasília: MEC/ SEB, 2004.

MACHADO, N. J. Matemática e Língua Materna: analise de uma impregnação mútua. São Paulo: Cortez, 1990.

<http://portal.mec.gov.br> Acesso em: 07 de Dezembro de 2012.

<http://www.portalideb.com.br/> Acesso em: 12 de Dezembro de 2012.

<http://www.inep.gov.br/> Acesso em: 26 de Dezembro de 2012.

<http://www.saeb.ba.gov.br/> Acesso em: 26 de Dezembro de 2012. BIBLIOGRAFIA AGRADECIMENTOS

Prof. Olívio Crispim de Medeiros (Orientador)
Prof. Sérgio Nolêto Turibus (coorientador)
Prof. Francisco José dos Santos
Profª. Terezinha de Jesus Maia Lima

A todos presentes ...

Muito Obrigado!
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