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Teorias do currículo

3ª aula - 02.03
by

Educas Uece

on 2 March 2013

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Transcript of Teorias do currículo

Retrospectiva - A aula de pesca Teorias do currículo O arquivo de gavetinhas - Autora Andrea Ramal

Era uma menina muito organizada: achava que já tinha nascido assim. Mas na escola aperfeiçoara sua própria técnica.
Tinha decidido, desde muito criança, organizar a própria cabeça em gavetinhas, como num arquivo.
Visualizava mentalmente as pastas, com as respectivas saliências e os papéis caprihados que indicava o conteúdo de cada uma:
sonhos, projetos, sentimentos, lembranças ...
A cada dia de aula, conforme fossem a matéria e o professor, abria apenas a gavetinha necessária.
As vezes, em alguma redação ou numa peçinha teatral de fim de ano, tirava certas coisas da gavetinha dos sentimentos e da pasta das lembranças. Outras vezes, (bem menos), das pastas de projetos e de sonhos.
Usava, e depois guardava tudo intacto, sem qualquer acréscimo ou modificação.
Mas a maior parte das vezes quase nem usava estas gavetas, pediam-lhe que abrisse apenas as pastas da lógica, do cálculo e do pensamento organizado.
Um dia, preparando o material, decidiu não levar mais para a escola a chave das outras gavetinhas.
Não precisava... Currículo e seus significados Curriculo - etmologicamente do latim curriculum
significa o que gira ou está ao redor, ou o ato de correr, curva, atalho, pequena corrida e continuidade. Teorias tradicionais Na perspectiva de Bobbit, a questão do currículo se transforma numa questão de organização.
O currículo é simplesmente uma mecânica.

A atividade supostamente científica do especialista em currículo não passa de uma atividade burocrática.
O conceito central, nessa perspectiva, é 'desenvolvimento curricular'.

O currículo se resume a uma questão de desenvolvimento, a uma questão técnica. (SILVA, 2007, p.24). Teorias do currículo Um discurso sobre o currículo, mesmo que pretenda apenas descrevê-lo 'tal como ele realmente é', o que efetivamente faz é produzir uma noção particular de currículo.

As chamadas teorias do currículo, assim como as teorias educacionais mais amplas, estão recheadas de afirmações como as coisas devem ser. (SILVA, 2007, pp.12-13).

Concepções distintas de homem, sociedade, educação, ensino etc. Teorias críticas de currículo As teorias críticas desconfiam do status quo, responsabilizando-o pelas desigualdades e injustiças sociais.
São teorias de desconfiança, questionamento e transformação radical.

O importante não é desenvolver técnicas de como fazer o currículo, mas desenvolver conceitos que nos permitam compreender o que o currículo faz. (SILVA, 2007, p.30). Jeannette Filomeno Pouchain Ramos Teorias pós-críticas O currículo existente é linear, sequencial, estático, disciplinar e segmentado, por exemplo, entre conhecimento científico e conhecimento cotidiano. [...] Da perspectiva pós-moderna, o problema não é apenas o currículo existente; é a própria teoria que é colocada sob suspeita (SILVA, 2007, p.115).

Teoria pós-colonialista: estuda sobre as relações de poder entre as nações - eurocentrismo e imperialismo. Currículo no Brasil O sistema educacional brasileiro foi reorganizado pelos militares:

a preocupação com o ensino secundário, ensino profissionalizante, formação de professores e ensino superior refletiu uma estrutura ocupacional mais especializada.
Divisão do trabalho na sociedade e, portanto, no trabalho pedagógico com a finalidade de tornar o sistema educacional mais efetivo e produtivo
* professores começaram a usar técnicas e metodologias simplificadas e transmitidas por supervisores.
PCN Os PCNs são propostas detalhadas de conteúdos que incluem conhecimentos, procedimentos, valores e atitudes no interior de disciplinas, áreas e matérias articulados em temas que se vinculam às várias dimensões da cidadania.

Componentes curriculares: língua portuguesa, ciências, história, geografia, matemática, artes e educação física. Ao lado desses há os temas transversais, são eles: saúde, ecologia, orientação sexual, ética e convívio social, pluralidade étnica, trabalho e economia. (CAMARÃO et alii, 2010, p.57). Dialogando com os conceitos: INTERdisciplinaridade Surge pela necessidade de dar uma resposta à fragmentação causada por uma epistemologia de cunho positivista.
Segmentação entre os diferentes campos de conhecimento
Não leva em conta a inter-relação e a influência entre eles
Visão compartimentada (disciplinar) da realidade sistematizada por ela mesma
(CAMARÃO et alii, 2010, p.76) Legislação (LDB) LDB/96, Art. 26, estabelece que os currículos da Educação Básica abrangem estudos obrigatórios que fazem parte do seu núcleo comum e a parte diversificada.
Escolas no meio rural
• Conteúdos curriculares e metodologias apropriadas às reais necessidades e interesses dos alunos da zona rural;
• Organização escolar própria, incluindo adequação do calendário escolaràs fases do ciclo agrícola e às condições climáticas;
• Adequação à natureza do trabalho na zona rural. (Art.28) Legislação (LDB) DCN O Parecer da CNE/CEB n° 4/98 e a Resolução CNE/CEB n° 2/98 propõem sete diretrizes como referência para a organização do currículo escolar. Multi, pluri e transdisciplinaridade.
A multidisciplinaridade se caracteriza por uma ação simultânea de várias disciplinas sobre uma temática comum. Não há relação e cooperação entre as disciplinas nessa intervenção pedagógica.
Na pluridisciplinaridade, ocorre uma frágil interação(cooperação) entre as áreas de conhecimento, as quais permanecem no mesmo nível hierárquico.
A transdisciplinaridade promove a integração de vários sistemas interdisciplinares, possibilitando uma interpretação holística. Questões de concurso - Plano de ensino Questões de concurso - Metodo de ensino Questões de concurso - avaliação da aprendizagem Questões de concurso - Currículo Referências CAMARÃO, Virna do Carmo. CARNEIRO, Isabel Magda Said Pierre. CAVALCANTE, Maria Marina Dias. LOPES, Tânia Maria Rodrigues. Unidade 3 - Currículo: Sentidos, Teorias, Políticas e a Escola. Política, Planejamento e Gestão Educacional. Ceará. UAB UECE, 2010, p. 55 a 83. refere-se ao conjunto de esforços pedagógicos desenvolvidos com intenções educativas. o expressões: currículo da mídia, currículo da prisão etc. (MOREIRA e CANDAU, 2008, p.18). "[...] o currículo oculto envolve valores, atitudes, comportamentos e crenças transmitidos, subliminarmente, pelas relações sociais e pelas rotinas do cotidiano escolar." (CAMARÃO et alii, 2010, p.58) Perguntas norteadoras: Por quê ensinar? Para quê ensinar? O quê ensinar? Quando ensinar? Como ensinar? Com o quê ensinar? Como e quando avaliar? As teorias tradicionais ensinam o conformismo, a obediência e o individualismo, ou seja, comportamentos que mantêm a ideologia dominante.

É necessário desocultar o currículo para perceber o que envolve estas práticas e estes conhecimentos. O que está por trás dessas atitudes para podermos modificá-las dando-lhes novos objetivos. (HORNBURG e SILVA, 2007, p.4). Multiculturalismo
"[...] reivindicação dos grupos culturais dominados no interior daqueles países para terem suas formas culturais reconhecidas e representadas na cultura nacional.
Diferentes grupos étnicos e a cultura "nacional" dominante.

Questões étnicas, relações de gênero e trabalho. O caráter não obrigatório dos PCNs, levou ao CNE definir as Diretrizes Curriculares Nacionais que, em linhas gerais, são assumidas como dimensões normativas.
Nascidas do dissenso, unificadas pelo diálogo, elas não são uniformes, não são toda a verdade, podem ser traduzidas em diferentes programas de ensino e, como toda e qualquer realidade, não são uma forma acabada de ser. (CURY, 2002, p. 194). Princípios éticos, políticos e estéticos Reconhecimento da identidade pessoal de estudantes, professores e demais profissionais Relação indissociável entre conhecimentos, linguagem e afetos, constituinte dos atos de ensinar e aprender Conteúdos curriculares mínimos [...] a instituição de uma Base Nacional Comum com uma Parte Diversificada, a partir da LDB, supõe um novo paradigma curricular que articule a Educação Fundamental com a Vida Cidadã. O significado que atribuímos à Vida Cidadã é do exercício de direitos e deveres de pessoas, grupos e instituições na sociedade, que em sinergia, em movimento cheio de energias que se trocam e se articulam, influem sobre múltiplos aspectos, podendo assim viver bem e transformar a convivência para melhor (BRASIL, 1998b, p. 9). Conteúdos curriculares mínimos Transversalidade Do ponto de vista metodológico, os PCNs apontam a transversalidade que diz respeito à “possibilidade de se estabelecer, na prática educativa, uma relação entre aprender na realidade e da realidade de conhecimentos teoricamente sistematizados (aprender sobre a realidade) e as questões da vida real (aprender na realidade e da realidade)” (BRASIL, 1997, p.27). Do ponto de vista epistemológico, “aponta para a possibilidade de produção de saberes em grupos formados por especialistas de diferentes áreas”
Na seara pedagógica, ela “indica um trabalho de equipe, no qual docentes de diferentes áreas planejam ações conjuntas sobre um determinado assunto”.
(GALLO, 2000, p. 173).
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