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Movimento Separatista da Irlanda do Norte

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by

Matheus de Sousa

on 24 October 2014

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Transcript of Movimento Separatista da Irlanda do Norte

GOAL!
Movimento Separatista da Irlanda do Norte
IRA
Irlanda do Norte, também chamada de Ulster, é uma das quatro partes que compõem o país do Reino Unido. Historicamente, a ilha da Irlanda era dividida em quatro províncias, sendo a mais ao norte, chamada de Ulster. Desde 1920, Ulster foi oficialmente separada do restante da Irlanda que tornou-se independente do Reino Unido. Cerca de 44% da população da Irlanda do Norte é de origem católica e 53%, protestante (2002). A capital é Belfast, a cidade onde o Titanic foi construído e palco de sangrentas lutas separatistas.

Irlanda

Movimento Separatista Irlanda do Norte – IRA

O Exército Republicano Irlandês, mais conhecido como IRA (do inglês Irish Republican Army), é um grupo paramilitar católico que intenciona que a Irlanda do Norte separe-se do Reino Unido e seja reanexada à República da Irlanda.


IRA

Os conflitos na região do norte da Irlanda se dão desde o século XII, quando o rei da Inglaterra Henrique II conquistou a ilha da Irlanda. Assim, o Estado que era oficialmente católico passou a ser dominado pelos ingleses, cuja maior parte da população é protestante.

Todo o contexto conflituoso se agravou ainda mais quando foi instalada uma política de colonização na qual as terras da população católica foram distribuídas aos protestantes, em especial, no território do norte da Irlanda. Além de terem suas terras confiscadas, a população católica era discriminada pelos protestantes e submetida a leis de segregação, sendo, por exemplo, obrigada a viver nos bairros mais precários da região, que são separados por muros e arames farpados.

A divisão territorial da Irlanda e a desigualdade religiosa foram causas de inúmeros conflitos na região. A minoria católica reivindicava a reunificação e a independência do país, enquanto a maioria protestante lutava para que a região permanecesse sob o domínio da coroa inglesa.

Em meio a tantos conflitos e acordos de paz não cumpridos entre católicos e protestantes, surge, no início do século XX, o Exército Republicano Irlandês, comumente conhecido como IRA, um grupo paramilitar formado por nacionalistas católicos, cujo objetivo era garantir a autonomia do território da Irlanda do Norte.
Para alcançar tal objetivo, o IRA lançava mão de atentados a bomba e ataques armados contra civis e militares protestantes, sendo, por isso, classificado como um grupo terrorista.

Para a minoria católica, o IRA representava a única força capaz de garantir a segurança daquela população contra o governo britânico e os ataques protestantes. Embora tenham existido muitos outros grupos paramilitares, tanto católicos republicanos quanto protestantes monárquicos, o IRA foi o mais bem organizado, com ações muito bem arquitetadas. Isso fez com que comunidades de descendentes irlandeses nos Estados Unidos oferecessem apoio financeiro ao grupo, que passou a ter meios de expandir suas ações armadas até o Reino Unido.

Durante décadas de conflitos, ocorreram aproximadamente 3.500 mortes por atentados na Irlanda. A partir de 1990, começaram as negociações de paz e, em 1998, o IRA juntamente com o unionista David Trimble e o primeiro ministro Tony Blair assinaram o Acordo de Ulster, que conferia um pouco mais de autonomia à Irlanda do Norte. No mesmo ano, o IRA anunciou a deposição de armamentos, porém, o grupo só desistiu dos ataques armados em 2005, afirmando que continuaria lutando pela independência, mas agora por meios políticos.

Foi um confronto entre manifestantes católicos e nacionalistas e o exército inglês ocorrido em Londonderry, Irlanda do Norte, no dia 30 de janeiro de 1972. O movimento teve início com uma passeata de dez mil manifestantes que pretendiam, saindo do bairro de Creggan em marcha pelas ruas católicas da cidade, chegar até a Prefeitura. Antes disso, entretanto, os soldados ingleses partiram para ofensiva e disparam contra os manifestantes deixando 14 ativistas católicos mortos e 26 feridos. 

Bloody Sunday

Todas as vítimas estavam desarmadas e cinco delas foram alvejadas pelas costas. Os manifestantes protestavam contra a política do governo irlandês de prender sumariamente pessoas suspeitas de atos terroristas. O incidente, que entrou para a história era para protestar por essa política contra o IRA.
Após o "Domingo Sangrento", o IRA ganhou um número enorme de jovens voluntários, dando força ainda maior a esse grupo guerrilheiro.

Em memória do Domingo Sangrento, foi feita a canção Sunday Bloody Sunday! em 1983, pela banda irlandesa U2.
Paul McCartney também tratou do incidente, na canção "Give Ireland Back To The Irish", lançada em compacto com sua então nova banda, os Wings, em Fevereiro de 1972.


Uma das principais ofensivas lançadas pelo IRA foi a explosão de 22 bombas na cidade de Belfast, com um saldo de 9 mortos e 130 pessoas feridas. O ocorrido recebeu o nome de Bloody Friday (Sexta-feira Sangrenta), e foi uma resposta ao atentando que ficou conhecido como Bloody Sunday (Domingo Sangrento).

Bloody Friday

Na Canção o U2 fala sobre
atentado de Enniskillen. O atentado de 1987 deixou 11 mortos e dezenas de feridos. A cidade de Enniskillen foi palco de um dos episódios mais sangrentos do IRA. E foi a partir deste ataque que provocou uma onda de revolta contra o grupo terrorista, que ajudou a convencer seus líderes a se engajarem num processo de paz. Até hoje, ninguém foi condenado por esse crime.
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