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ACIDENTES COM ANIMAIS PEÇONHENTOS

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by

Jussara Silva

on 25 November 2016

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Transcript of ACIDENTES COM ANIMAIS PEÇONHENTOS

Tratamento de Feridas
causadas por Animais Peçonhentos

Serpentes
Fonte: Sinan/SVS/MS - atualizado em 21/12/2015
Animais Peçonhentos
Produzem
toxinas

e possuem algum aparato para
injetá-lo
na sua presa ou predador.
Escorpiões
Aranhas
Universidade Estadual de Campinas
Residência Multiprofissional em Saúde do Adulto e do Idoso

Os principais animais peçonhentos de interresse em saúde:


• Aranhas
• Escorpiões
• Serpentes
• Lagartas
• Abelhas

Lagartas
Referências
T. serrulatus
(escorpião-amarelo)

T. bahiensis
(escorpião-marrom)
 No local da picada:
 dor intensa e imediata, pode persistir por dias.
parestesia
 eritema
 edema leve
 sudorese localizada

Casos graves - Crianças e idosos:
vômitos profusos
sudorese excessiva
taquicardia e/ou bradicardia alternada
hipo ou hipertensão
agitação ou sonolência
arritmias cardíacas
edema agudo de pulmão
choque cardiocirculatório
óbito

Gravidade do acidente é definida nas primeiras 2 a 3h.
Paciente classificado como leve ele não evolui para grave.
Tratamento:
observação hospitlar
monitorização contínua
bloqueio anestésico local
rapidez da administração do
soro antiescorpiônico
tratamento sontomático e de suporte a vida.

após 1h da adiminstração não é mais detectado o veneno circulante

Usar calçados e luvas nas atividades rurais e de jardinagem;

Examinar calçados e roupas pessoais, de cama e banho, antes de usá-las;

Não acumular lixo , entulhos e materiais de construção;

Vedar frestas e buracos em paredes e assoalhos.

Combater a proliferação de insetos, principalmente baratas e cupins;

Preservar predadores naturais como seriemas, corujas, sapos, lagartixas e galinhas;




Loxosceles
(aranha-marrom)
Phoneutria

(aranha armadeira)

Mygalomorphae

(aranha caranguejeira)
Não é agressiva

Pica ao ser comprimida contra o corpo

Picada indolor e desvalorizada pelo paciente

Possui hábitos noturnos

Constrói teia “algodão desfiado”

Tamanho: 1 a 3 cm incluindo as pernas.




Loxosceles (aranha-marrom)
Aspectos Clínicos
- Agressiva

- Assume posição de defesa saltando até 40 cm de distância.

- São caçadoras, com atividade noturna

- Tamanho: até 15cm




Phoneutria (aranha armadeira)

marca da picada visível
dor imediata e intensa, que irradia.
sudorese local e paretesia
edema discreto

Não
causam acidentes considerados graves
Mygalomorphae (aranha caranguejeira):
Abdome revestido por cerdas urticantes, causando uma
irritação local e extrema coceira

Picada:
dor leve e edema discreto.


lavar o local da picada com água e sabão;


não fazer torniquete ou garrote
(diminui a perfusão, aumenta concentração do veneno na região distal do torniquete, contribuindo por uma maior destruição tecidual)

não furar, não cortar, não queimar, não espremer
,

não fazer sucção no local da ferida
(contaminação do local com a flora bucal humana, intensifica os efeitos isquêmicos e quantidade de veneno removida não justifica o procedimento)

nem aplicar folhas, pó de café ou terra, fumo, querosene
(aumenta a contaminação local)
• não ingerir bebida alcoólica
• levar a vítima imediatamente ao serviço de saúde.
• levar o animal para identificação, se possível.

Primeiros socorros :

Alívio da dor
bloqueio anestésico local
analgesia VO ou EV
compressas quentes

Casos graves - crianças e idosos
soroterapia
medidas de suporte a vida
Como se prevenir?
usar calçados e luvas em atividades de jardinagem;
examinar calçados e roupas, antes de usá-las
afastar camas das paredes
evitar pendurar roupas fora de armários;
não acumular entulhos;
limpar regularmente móveis, cortinas, quadros, cantos de parede;
evitar plantas tipo trepadeiras e bananeiras junto às casas;
manter a grama sempre cortada;
limpar terrenos baldios.


Bothrops

(jararaca
)
Crotalus
(cascavel)
Micrurus
(coral verdadeira)
Padrão anéis coloridos.

Identificação é bastante complicada e perigosa,
diferenciação pela dentição.

na dúvida todos devem ser tratados como venenosas.

acidentes pouco frequentes, porém graves.
limpeza com água e sabão ou SF0,9%
observar sinais de infecção secundária
soro anticrotálico
hidratação adequada - manter fluxo renal
IRA - hemodiálise, correções eletrolíticas, controle do equilíbrio ácido básico
Podalia
(lagarta-de-fogo, cachorrinho)
Lonomia
cerdas longas inofensivas
cerdas curtas são venenosa

único responsável por envenenamento grave
hábitos gregários
Alívio da dor: compressa fria e bloqueio anestésico

Soro antilonômico
O Brasil é o único país produtor do soro antilonômico

Brasil. Ministério da Saúde . Acidente por animais peçonhentos. Portal Saúde [site]. 2016.
Disponível em: http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/o-ministerio/principal/secretarias/svs/acidentes-por-animais-peconhentos

Animais peçonhentos no Brasil: biologia, clínica e terapêuticados acidente/ João lz Costa Cardoso...[et al.]. -- 2ed. -- São Paulo: SARVIER, 2009

Animais venenosos: serpentes, anfíbios, aranhas, escorpiões e insetos / Texto de Sávio S. Sant'anna... [et al.]. -- 2ed. -- São Paulo: Instituto Butantan, 2013

aulas Jornada de toxicologia - cci unicamp 2013

Jararaca

Causam 90% dos acidentes ofídicos

Curiosidade :
o captopril foi isolado do veneno
Cascáveis
Corais-Verdadeiras
Lagarta de fogo ou Cachorrinho:
Lonomia:
Tratamento
Abelhas e Vespas
Jussara Furlan
Enfermeira residente

2016
Epidemiologia - 2015
Brasil:
26.298
casos / 30 óbitos
São Paulo:
4.474
casos / 1 óbito
Fonte: Sinan/SVS/MS - atualizado em 21/12/2015

Epidemiologia - 2015
Brasil:
74.598
casos / 119 óbitos
São Paulo:
12.535
casos / 10 óbitos
Epidemiologia - 2015
Brasil:
24.467
casos / 107 óbitos
São Paulo:
1.627

casos / 8 óbitos
Epidemiologia - 2015
Brasil:
2.996
casos/ 1 óbito no Rio Grande do Sul
São Paulo:
356

casos
Epidemiologia - 2015
Brasil:
11.985
casos / 42 óbitos
São Paulo:
2158
casos / 4 óbitos
Fonte: Sinan/SVS/MS - atualizado em 21/12/2015
Fonte: Sinan/SVS/MS - atualizado em 21/12/2015
Fonte: Sinan/SVS/MS - atualizado em 21/12/2015
Apis mellifera mellifera
(abelha europeia)
Bombus
(mamangava)
Instituto Butantan, 2013
Brasil, 2016
Veneno
Loxoscelismo Cutâneo
Loxoscelismo Cutâneo
Loxoscelismo Cutâneo-Visceral
Tratamento
Veneno
Quadro Clínico
Local
Veneno
Ação do Veneno

Quadro Clínico - Local
Quadro Clínico - Sistêmico
Tratamento
Quadro clínico - Sistêmico

Veneno
Tratamento:
antiveneno
drogas anticolinesterásicas - manifestações paralítica grave
medidas de suporte e observação clínica rigorosa;
Manifestações
Manifestações
Intoxicação histamínica
caracterizado por:
sensação de prurido
rubor e calor generalizados
podendo surgir papulas pelo corpo

hipotensão, taquicardia, hipertermia, cefaleia,
náuseas, cólicas abdominais
broncoespasmo, edema de glote, choque e insufuciência respiratória.
Hipersensibilidade e manifestações clínicas
Tratamento
Poliste sp
(marimbondo)
uma picada
- reação inflamatória local ou reação alérgica exuberante (hipersensibilidade)
múltiplas picadas
- pode culminar em choque anafilático
dados subdimensionados !
O alérgeno é uma
fosfolipase.
Reações locais:

dor, eritema e edema

não muitos intensos que persistem por algumas horas

-
Rabdomiólise
instala-se na nas primeiras horas provocando dores generalizadas e e intensas.
-
Insuficiência renal
decorrente da rabdomiólise, hemólise, hipotenção e da própria ação nefrotóxica do veneno.
Ação neurotóxica
age no canais de sódio, provocando despolarizações nas terminações nervosas, induzindo a liberação a acetilcolina e catecolaminas.


Ação cardiotóxica
interfere na atividade contrátil do músculo estriado cardíaco

95% dos casos são leves

Casos graves:
vômito, sudorese, hipotensão, bradicardia, arritmia, edema agudo de pulmão, priapismo.

inicia-se precocemente

Esfingomielinase D

Ativação de plaquetas

Microtrombos

Oclusão de capilares

Isquemia

Necrose

Edema e vesículas
de aparecimento precoce

Edema duro
,
aspecto marmorizado
(sulfões hemorrágicos e áreas de palidez)

2º ao 3º dia - inicia-se

processo de necrose
pelo ponto de inoculação

5º ao 6º dia - a necrose se
delimita

na região da placa marmórea

2 a 3 semanas- crosta necrótica seca se desprende produzindo uma
ulceração profunda

Sinais e sintomas:
anemia aguda
icterícia cutânea -mucosa
hemoglobinúria

Pode evoluir com
insuficiência renal aguda
e
coagulação intravascular disseminada
.

Manifetações: 2 a 3 dias da picada

Raramente ocorre o óbito


Remoção da necrose
autolítico
enzimático - papaína 10%
mecânico ou cirúrgico

Cirurgia plástica
reparadora no caso de perda de tecido permanente

Câmara hiperbárica
para aumentar a vascularização

Soroterapia
(soro antiloxoscélico)
até 72h da picada
cutâneo viceral - a qualquer momento
Tratamento: 
Casos  leves  regridem  espontaneamente  e  casos  mais  severos  tratar  com  analgésico, epinefrina, anti­-histamínico e corticóide.  Não há tratamento específico.

Centro de Controle de Intoxicações - CCI - Unicamp
(19) 3521 - 7555
Ação do veneno:
processo flogístico
coagulante
hemorrágico
processo inflamatório local agudo

atividade coagulante

trombos na microvasculatura

consequente hipóxia

agravando edema

necrose tecidual.
Atividade hemorrágica:

veneno contém
hemorraginas
que rompem o endotélio vascular e inibe a agregação plaquetária =
sangramento

Tempo de coagulação prolongado ou incoagulável
Complicações locais:

abscesso
(flora bucal: bactérias anaeróbias e gram-negativas)
necrose
(2º dia após o acidente, relacionada a demora no tratamento soroterápico)
síndrome compartimental
(dor desproporcional ao edema, paresia ou anestesia dos membros - fasciotomia)
gengivorragia
hematúria
sangramento em feridas recentes
epistaxe
hematêmese

Em casos graves:
hemorragia disgestiva e do SNC
insuficiência renal
choque (evolução rara)
manter o paciente em
repouso
terapia com o
antiveneno

antibioticoterapia
em caso de abscesso ( não é recomendado ATB profilático)
desbridamento
das áreas de necrose (cirúrgico, enzimático ou mecânico)
profilaxia do tétano
- presença de
Clostridium tetani
na boca das serpentes.

Veneno

ação miotóxica
crotoxina produz
lesão do músculo esquelético


ação neurotóxica
- crotoxina inibe a liberação de acetilcolina
- causa
bloqueio neuro muscular
- provocando paralisias motoras e respiratória.

Fáceis miastênica
(ptose palpebral e flacidez da musculatura da face)
Visão turva
Sonolência
Mal-estar
Fraqueza e dor muscular


Urina escura
- mioglobinúria (manifestação da rabdomiólise e sinal de gravidade )

Agressão ao
músculo cardíaco
elevação de CK e CKMB (diagnóstico diferencial - jararaca)

Insuficiência renal aguda
- causa do óbito
Efeitos neurotóxico e miotóxico

Manifestação local discreta
Manifestações sistêmica:
síndrome miastênica
paralisia total dos membros
paralisa diafragmática
rabdomiólise
dermatite urticante
dor em queimação, intensa, que irradia
prurido discreto
edema e eritema
infarto ganglionar regional
poder evoluir com bolhas e necrose da área de contato.
Tratamento:
bloqueio anestésico local
compressas de água fria
corticóide tópicos
analgésico sistêmico
anti-histamínico para controle do quadro urticante
Intensa ação fibrinolítica - ocasionando síndrome hemorrágica
local: dor em queimação, edema, eritema, prurido, dormência, bolhas
Geral: cefaleia, náusea, tonturas, dor abdominal e artralgia

SANGRAMENTOS: genivorragia,
equimose
espontânea,
hematúria
, epistaxe, hematêmese, melena, sangramento intracraniano principal causa de óbito.

Principal complicação: insuficiência renal aguda
Remover os ferrões
brevemente - todo o conteúdo da glândula de veneno é liberado dentro de 2 min após a picada.

Reações locais
- compressas frias e analgésicos, anti-inflamatórios e anti-hístaminicos.

Reações sistêmicas:
de acordo com grau de gravidade utiliza-se adrenalina, corticosteróides, anti-histamínico e medidas de suporte cardiorrepiratórias.


Quíliceras
Ferrão
Aguilhão
Presas
Veneno: ação hemolítica e nefrotóxica
dermonecrose no local da picada
A lesão dermonecrótica é progressiva e lenta - retarda o atendimento
Áreas com alta concentração de tecido adiposo (nádegas, coxas e abdome), tendem a evoluir com lesões mais profundas e extensas.
Tratamento
Ação neurotóxica e cardiotóxica
marcas das presas são visualizadas
sangramento no local da picada
em 24h o
edema e equimose
evolui para todo o membro

Ação do Veneno
Discreto comprometimento local

(marcas das presas, dor, edema e eritema)
Tratamento
Têm hábitos solitários.
Principal componente do veneno é a

histamina

Veneno
Reações sistêmicas:
decorrentes de hipersenbilidade ou vítima de multiplas picadas
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