Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Trabalho de Conclusão

No description
by

Alice Schmitt Machado

on 4 July 2013

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Trabalho de Conclusão

A re-construção do sentido de humanização:
um estudo enunciativo em CTI Neonatal

UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS – UNISINOS
UNIDADE ACADÊMICA DE GRADUAÇÃO
CURSO DE LETRAS HABILITAÇÃO PORTUGUÊS/ ALEMÃO

Alice Schmitt Machado
Orientadora: Drª Terezinha Marlene Lopes Teixeira

Introdução
Fundamentação Teórica
Política Nacional de Humanização
Criada em 2003 afim de melhorar a gestão, as relações e a atenção no SUS
Humanização “[...] resultado da atuação sobre processos de trabalho no cotidiano dos serviços hospitalares, no sentido de melhorar a qualidade da assistência prestada e a satisfação do usuário e do trabalhador” (BRASIL, 2011, p. 7)

Análise
Considerções finais
Sentido de humanização é re-construído na tensão entre o uso de si por si e pelo outro
GEEP – Grupo de Estudos Enunciação em Perspectiva

Inserção no GEEP
Participação nos Rounds multidisciplinares em um hospital do Sistema Único de Saúde (SUS)
Estudo sobre a Política Nacional de Humanização
Entrevista com enfermeira
Interface das teorias de Émile Benveniste e Yves Schwartz
Investigar como se materializa na linguagem de uma profissional de enfermagem o modo como ela subjetiva a noção de humanização, em torno da qual se constitui a Política Nacional de Humanização (PNH) do Sistema Único de Saúde (SUS) do Brasil.
Escassos trabalhos que visam elucidar o termo sob ótica dos estudos linguísticos
Termo impreciso na área da saúde

Justificativa

Objetivo
Émile Benveniste (2005, 2006)
Yves Schwartz (2010)

“[...] este colocar em funcionamento a língua por um ato individual de utilização” (BENVENISTE, 2006, p.82)
Índices específicos
Procedimentos acessórios

Considerações gerais sobre a enunciação

Possibilidade de reversibilidade entre eu e tu.
“A consciência de si mesmo só é possível se experimentada por contraste” (BENVENISTE, 2005, p. 286)

Intersubjetividade

Ele (não-pessoa)
Ligada à vivência de mundo de cada sujeito
Necessidade de re-invenção dada a incompletude da linguagem

Referência

Estudo do trabalho
Pluridisciplinaridade devido à complexidade da atividade humana
Subjetividade de cada indivíduo
Saberes constituídos
Saberes investidos

Ergologia

Negociações na atividade de trabalho
Implicação de valores num espaço de tensões
Mobilização de saberes, valores...
Ordens, procedimentos de autoria alheia
Prescrito X real
Vazios de normas


Dramáticas de usos de si;
Debate de normas

Ambas teorias aceitam a possibilidade da subjetividade na/pela atividade/ linguagem


Intersecção das teorias

Considerações sobre ser enfermeira

Considerações sobre a rotina da entrevistada

Considerações sobre Humanização em Saúde

Considerações sobre o que é Prática Humanizadora

ARESI, Fábio. Síntese, organização e abertura do pensamento enunciativo de Émile Benveniste: uma exegese de o aparelho formal da enunciação. 2012. 207f. Dissertação (Mestrado em Teosrias do texto e Discurso) – Programa de Pós-Graduação em Letras, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS, 2012.
BASÍLIO, Margarida. Formação e classes de palavras no português do Brasil. São Paulo: Contexto, 2009.
BENVENISTE, Émile. Problemas de linguística geral I. 5. ed. Campinas: Pontes, 2005.
BENVENISTE, Émile. Problemas de linguística geral II. 2. ed. Campinas: Pontes, 2006.
BORBA, Francisco da Silva.(org.). Dicionário gramatical de verbos do português contemporâneo do Brasil. São Paulo: Editora da UNESP, 1980.
BORGES, Paulo R. S. A pessoalização do pronome a gente sob a perspectiva da Teoria da Enunciação de Émile Benveniste. Letras de Hoje, Porto Alegre, v. 39, n. 4, p.163-172, dez. 2004.
BRASIL. Atenção humanizada ao recém -nascido de baixo peso: Método Canguru. 2. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2009. Disponível em: <http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/metodo_canguru_manual_tecnico_2ed.pdf> Acesso em 02.05.2013
BRASIL. Ministério da Saúde. O SUS de A a Z : garantindo saúde nos. – 3. ed. – Brasília : Editora do Ministério da Saúde, 2009. Disponível em < http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/sus_3edicao_completo.pdf> Acesso em 02.05.2013
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Cadernos humaniza SUS: formação e intervenção. Brasília, DF, 2010. v. 1. Disponível em: < http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cadernos_humanizaSUS.pdf >. Acesso em: 09 abr. 2013.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Cadernos humaniza SUS: atenção hospitalar. Brasília, DF, 2011. v. 3. Disponível em: <http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cadernos_humanizasus_atencao_hospitalar.pdf >. Acesso em: 09 abr. 2013.
BRASIL. Ministério da Saúde. Manual prático para a implementação da rede cegonha. Brasília, DF, [2013?]. Disponível em: <www.saude.mt.gov.br/arquivo/3062‎>. Acesso em: 01 maio 2013.


Referências

DESSONS, Gérard. Émile Benveniste: l’invention du discours. Paris: Editions In Press, 2006.
DURRIVE, Louis, SCHWARTZ, Yves. Glossário da Ergologia. Revista Laboreal Online, 4, (1), 23-28, 2008.
FIORIN, José Luiz. As astúcias da enunciação: As categorias de pessoas, espaço e tempo. São Paulo: Ática, 1996.
FLORES, Valdir do Nascimento, BARBISAN, Leci Borges, FINATTO, Maria José Bocorny, TEIXEIRA, Marlene. Dicionário de linguística da enunciação. São Paulo: Contexto, 2009.
FUNDO DAS NAÇÕES UNIDAS PARA A INFÂNCIA; ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Iniciativa hospital amigo da criança: revista, atualizada e ampliada para o cuidado integrado: módulo 1: histórico e implementação. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2008. (Série A. Normas e Manuais Técnicos). Disponível em: <http://www.fiocruz.br/redeblh/media/modulo1_ihac_alta.pdf>. Acesso em: 01 maio 2013
GIORDANO, Bianca Paola. O uso subvertido de tu e você: uma abordagem enunciativa. 2007.49 f. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Letras) —Curso de Letras, Universidade do Vale do Rio dos Sinos, São Leopoldo, RS, 2007.
HENNINGTON, Élida Azevedo. Contribuições da ergologia para refletir sobre a gestão dos processos de trabalho e a humanização em saúde. In: Simpósio sobre Condições de Saúde e Trabalho no Setor Saúde, 1., 2007, Belo Horizonte. Anais... Belo Horizonte: Faculdade de Medicina da UFMG.
MELLO, Vera Helena Dentee de. A sintagmatização - semantização: uma proposta de análise de texto. 2012. 145f. Tese (Doutorado em Teorias do Texto e do Discurso) – Programa de Pós-Graduação em Letras, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre:RS, 2012.
MUNIZ, Hélder Pordeus. Gestão e uso de si na atividade de profissionais de enfermagem em um hospital universitário do Rio de Janeiro. Revue Ergologia, n° 0, março, 2008, p. 23 - 38. Disponível em: www.ergologia.org/uploads/1/1/4/6/11469955/0._muniz.pdf‎ Acesso em 28.05.2013.
REVUZ, Christine. O trabalho e o sujeito. In:SCHWARTZ, Yves; DURRIVE, Louis (Org.).Trabalho & Ergologia: conversas sobre a atividade humana. Niterói: Editora da UFF, 2010. p. 223-243.
RICHTER. Josiane. A construção intersubjetiva da avaliação escolar: um estudo enunciativo das dramáticas de uso de si na atividade do coordenador pedagógico em conselho de classe.2013.122 f. Dissertação. (Mestrado em Linguística Aplicada)-- Programa de Pós-Graduação em Linguística Aplicada, Universidade do Vale do Rio dos Sinos, São Leopoldo, RS, 2013.

SCHÄFFER, Margareth; SETTINERI, Francisco Franke; BARBISAN, Leci Borges; TEIXEIRA, Marlene; NÓBREGA, Mônica; FLORES, Valdir do Nascimento. A denegação na neurose e na psicose. In: SCHÄFFER; FLORES; BARBISAN. (Org) Aventuras do sentido: Psicanálise e Linguística. Porto Alegre: Edipucrs, 2002. p. 35-106
SCHWARTZ, Yves, SCHERER, Magda Duarte dos Anjos, PIRES, Denise, Trabalho coletivo: um desafio para a gestão em saúde. Revista Saúde Pública, 2009. Disponível em: < http://www.scielo.br/pdf/rsp/v43n4/90.pdf> Acesso em 09 abr. 2013.
SCHNACK, Cristiane Maria; PISONI, Thaís Dutra; OSTERMANN, Ana Cristina. Transcrição de fala: do evento real à representação escrita. Entrelinhas: a revista do curso de letras, São Leopoldo, ano 2, n. 2, maio/ago. 2005. Disponível em: <http://www.entrelinhas.unisinos.br/index.php?e=2&s=9&a=12>. Acesso em: 09 abr. 2013.
SCHWARTZ, Y, DURRIVE, L. Revisões temáticas: Glossário da ergologia. Laboreal: uma plataforma virtual sobre o trabalho real. v. 4, n. 2 , 2008 p. 23-28. Disponível em <<http://laboreal.up.pt/media/volumes/27/vol4n1_novo.pdf>> Acesso em 30.04.2013
SCHWARTZ, Y. Uso de si e competência. In: SCHWARTZ, Y.; DURRIVE, L. (Org.). Trabalho & Ergologia: conversas sobre a atividade humana. Niterói: Editora da UFF, 2010. p.34-50
SILVA, Carmem Luci da Costa. A criança na linguagem: enunciação e aquisição. Campinas: Pontes, 2009.
SOARES, Rosane Gouvêa. O conector mas em crônicas de Martha Medeiros: uma abordagem polifônica. 2005. 61 f.Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Letras) – Curso de Letras, Universidade do Vale do Rio dos Sinos - UNISINOS, São Leopoldo, RS, 2005.
TEIXEIRA, Marlene. Sistema pronominal. Texto elaborado para as Atividades Leitura em Perspectiva Discursiva e Texto e Discurso. Curso de Letras, Unisinos. São Leopoldo, 2001.
TEIXEIRA, Marlene. Um olhar enunciativo sobre o discurso. In: DI FANTI, Maria Glória; BARBISAN, Leci Borges (Org.). Enunciação e discurso. São Paulo: Contexto, 2012, p. 62- 74.
TRINQUET, Pierre. Trabalho e educação: o método ergológico. Histedbr: On-line, Campinas, número especial, ago. 2010. Disponível em: <http://www.histedbr.fae.unicamp.br/revista/edicoes/38e/art07_38e.pdf > Acesso em: 10 abr. 2013.



Toda unidade léxica é subjetiva
Termo impreciso e frágil
Termo mais suscetível à convocação de um traço interpretativo
Sujeito dá sentido ao conceito em sua prática

Considerações linguístucas sobre o termo "Humanização"
Entrada em campo
Excerto 3
Excerto 6
Excerto 8
Excerto 11
Sentido relacionado à índole pessoal
Convicção de trabalhar
com amor
Doação
Trabalho em equipe
Reconhecimento das necessidades dos indivíduos
Pensar nas pessoas
Dar a chance aos indivíduos de se instituirem como sujetos, de serem reconhecidos como "tu"
"É na e pela linguagem que o homem se institui como sujeito"
Benveniste
Procedimentos de análise
O corpus foi recortado em 3 partes de acordo com o tema da entrevista:
Considerações sobre ser enfermeira;
Considerações sobre a rotina da entrevistada
Considerações sobre humanização em saúde
Excerto 10
Considerações sobre o que é Prática Humanizadora
Full transcript