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A arte da segunda metade do século XIX no Brasil

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by

Lú Carvalho

on 4 October 2013

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Transcript of A arte da segunda metade do século XIX no Brasil

A arte da segunda metade do século XIX no Brasil
Contexto
Prosperidade econômica proporcionada pelo café.

Estabilidade política, depois que D Pedro II assumiu o governo e dominou as rebeliões que agitaram o Brasil até 1848.

O imperador procurou dar ao país um desenvolvimento cultural mais sólido, incentivando as letras, as ciências e as artes. Ganharam um impulso de tendência conservadora, refletindo modelos clássicos europeus.
Pedro Américo de Figueiredo e Melo (1843-1905)
Nasceu em Areia, estado da Paraíba. Em 1854 mudou-se para o Rio de Janeiro.
Estudou na Academia Imperial de Belas Artes.
Entre 1859 e 1864 estudou na Escola de Belas Arte de Paris, sob o patrocínio de D. Pedro II.
Pintou temas bíblicos e históricos, e também imponentes retratos.
Pintura acadêmica e ligada ao Neoclassicismo, mesmo tendo estado na Europa numa época que já começavam as manifestações impressionistas.
Fez também caricaturas.
Vítor Meireles de Lima (1832-1903)
Nasceu em Desterro, atual Florianópolis.
Estudou na Academia Imperial de Belas Artes no Rio de Janeiro.
Obteve como prêmio uma viagem pela Europa. O colorido dos pintores venezianos o impressionou bastante.
Temas principais: históricos, bíblicos e retratos.
O academismo é superado
Belmiro de Almeida
e
Benedito Calixto
professoralu.historia@gmail.com
A pintura acadêmica no Brasil
Os pintores de maior destaque foram Pedro Américo, Vítor Meireles e Almeida Junior, que estudaram na Academia Imperial de Belas Artes.
Caipira picando fumo (1893), óleo sobre tela, Almeida Junior.
Batalha do Riachuelo (1870), óleo sobre tela, Vitor Meirelles.
Independência ou Morte (1888), óleo sobre tela
Tiradentes esquartejado (1893)
Fala do trono (1873)
Moema (1866)
A primeira missa no Brasil (1861)
José Ferraz de Almeida Junior (1850-1899)
Considerado por alguns críticos como o mais brasileiro dos pintores nacionais do século XIX.
Foi aluno de Vitor Meireles na academia.
Ganhou uma bolsa para estudar em Paris, onde viveu entre 1876 e 1882.
Sua obra é grande e de temática variada: quadros históricos, religiosos e regionalistas, bem como retratos, paisagens, dentre outros.
Leitura (1892)
O violeiro (1899)
Pedro Américo e a caricatura

Esta imagem representa o escritor José de Alencar (à esquerda) e o diplomata Visconde do Rio Branco (à direita). Os dois estão com uma das mãos em um vespeiro; isso significa que, na época, certamente eles se envolveram em algum assunto delicado para o cenário político do país.
A expressão “por a mão em vespeiro” significa “envolver-se em situação perigosa ou delicada”.

Saudades (1899)
Os pintores que frequentaram a Academia Imperial de Belas Artes seguiam o padrão neoclássico trazido pela Missão Francesa.
A partir da segunda metade do século XIX, as ideias neoclássicas aparecem de forma menos rígida.
E no final do séc. XIX nossos artistas começaram a trilhar outros caminhos, influenciados pelo Impressionismo e Pontilhismo.
Nasceu em Minas Gerais, também foi aluno da Academia. Mais tarde foi estudar na Europa e foi influenciado pelos pintores franceses. No quadro Efeitos de sol (1892) podemos ver com clareza essa influência.
Belmiro Barbosa de Almeida (1858-1935)
Arrufos (1887)
Benedito Calixto (1853-1927)
Nasceu no litoral de São Paulo. Provavelmente começou seus estudos artísticos como autodidata. Em 1883 viajou para Paris, onde estudou desenho e pintura. No ano seguinte, voltou ao Brasil e foi morar no litoral. É assim que podemos observar que suas obras retratam a paisagem litorânea das cidades de Santos e São Vicente e outras pinturas urbanas – no caso da cidade de São Paulo. Também pintou retratos e temas históricos.

Inundação da Várzea do Carmo (1892)
Proclamação da República (1893)
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