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Introdução à Epidemiologia

Curso de Medicina
by

Luciano Rodrigues

on 15 July 2015

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Transcript of Introdução à Epidemiologia

Epidemiologia
CONCEITO
CAUSAS
DOENÇAS
LOGIA=ESTUDO
DEMO=POPULAÇÃO
EPI=SOBRE
EPIDEMIOLOGIA
É o estudo da distribuição do estado de saúde-doença (ou de eventos a ele relacionados) e de seus determinantes em populações específicas, e a aplicação desse estudo para o controle dos problemas de saúde.
(PEREIRA, 2006)
CONCEITO
Epidemiologista
Investigar o agravo na população
Frequência e distribuição da doença
Informações – dados
Hipóteses de fatores determinantes
Associação fator-doença
Profilaxia
Profissional
Investigar alterações no Organismo
Exame clínico
Solicita exames complementares
Chega a um diagnóstico
Indica prescrição
Compreendendo o conceito de epidemiologia
Identificar a causa(etiologia) e fatores de risco - base para os programas de prevenção e redução de morbi-mortalidade.
Determinar a “carga da doença”(burden of disease) na comunidade - crítico para o planejamento dos serviços de saúde e treinamento de recursos humanos
OBJETIVOS
APLICAÇÃO
Informar a situação da população
Determinação das frequências
Estudos da distribuição dos eventos
Diagnóstico dos eventos ocorridos, identificando a parcela da população que foi afetada.
APLICAÇÃO
Investigar os fatores que influenciam a situação de saúde.
Estudo científico das determinantes do aparecimento e manutenção dos danos à saúde, na população.
APLICAÇÃO
Avaliar o impacto das ações propostas para alterar a situação encontrada.
Determinação da utilidade e segurança das ações isoladas, dos programas e dos serviços de saúde.
Diagnóstico dos eventos.
VERTENTES
Busca respostas para as questões
Como a doença se distribui segundo as características
das PESSOAS, dos LUGARES que elas habitam e da
ÉPOCA considerada?

Quais são os FATORES que determinam a ocorrência
da doença e sua distribuição na população?
EPIDEMIOLOGIA
Responde as questões
Descrevendo as condições de saúde da população.

Investigando os fatores determinantes da situação de saúde.

Avaliar o impacto das ações para alterar a situação de saúde.
EPIDEMIOLOGIA
Processo de mudança da estrutura etária da população no sentido do seu envelhecimento
TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA

Processo de modernização global a partir de
determinado padrão demográfico “tradicional”
até sua conversão em um padrão demográfico
“moderno” .
(CHENIAS, 1992)
TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA
Padrão demográfico “tradicional”
Altos níveis de mortalidade e de fecundidade

Padrão demográfico “moderno”
Baixos níveis de mortalidade e fecundidade

(CHESNIAS, 1992)
TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA
Progresso tecnológico e
acesso a bens e serviços



Queda da mortalidade e
aumento da sobrevida
(precedendo a queda de
fecundidade)
Retardamento dos casamentos
Controle de fecundidade




Início da queda dos
Coeficientes de fecundidade
TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA
Fonte: UN World Population Prospects, 2000 REV
Projeções
Brasil: envelhecimento acelerado
Mulher
Homem
2050
2025
2000
1970
Processo de mudança dos padrões de adoecimento e morte de uma população.
TRANSIÇÃO EPIDEMIOLÓGICA
Olhar mais detalhado sobre os padrões de mudanças no perfil epidemiológico e, em particular, na mortalidade
Mudanças no padrão de mortalidade ocorrem as custas da progressiva substituição de doenças infecciosas por doenças crônico-degenerativas e causas externas
(OMRAN, 1971)
TRANSIÇÃO EPIDEMIOLÓGICA
Atual
(Frenk, 1991)
Refere-se às mudanças a longo prazo dos padrões de morte, doença e invalidez que caracterizam uma população específica

e que em geral apresentam-se junto com transformações demográficas, sociais e econômicas mais amplas
TRANSIÇÃO EPIDEMIOLÓGICA
ETAPAS DA TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA E EPIDEMIOLÓGICA

Países desenvolvidos
Revolução industrial (século XVIII) inicia a etapa
Melhoria das condições de vida: urbanização,
habitação, alimentação e lazer


Processo lento (quase um século), favorecendo
a adaptação dos países ao envelhecimento da
população. Deve-se a mudanças estruturais
nas condições de vida
ETAPAS DA TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA E EPIDEMIOLÓGICA

Países sub-desenvolvidos
Inicia-se posteriormente, após a 2ª Grande Guerra
(meados do século XX), é mais rápida e deve-se
fundamentalmente à transferência de tecnologia:
vacinas, anti-hipertensivos, antibióticos,


É considerada “artificial”. Pela rapidez (cerca de 30 anos), levou à explosão demográfica

ETAPAS DA TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA E EPIDEMIOLÓGICA

Países sub-desenvolvidos
Inicia-se posteriormente, após a 2ª Grande Guerra
(meados do século XX), é mais rápida e deve-se
fundamentalmente à transferência de tecnologia:
vacinas, anti-hipertensivos, antibióticos,


É considerada “artificial”. Pela rapidez (cerca de 30 anos), levou à explosão demográfica

AMOSTRA
Probabilísticas
Aleatória simples
Aleatória estratificada
Conglomerado
Não probabilísticas
Conveniência
Intencional
Quotas
Tipos de amostra
AMOSTRA
MEDIDAS EPIDEMIOLÓGICAS DE DOENÇAS
O coeficiente de incidência é a razão entre o número de casos novos de uma doença que ocorre em uma comunidade, em um intervalo de tempo determinado, e a população exposta ao risco de adquirir essa doença no mesmo período
Medida dinâmica, refere-se à uma mudança de
estado de saúde: casos novos detectados
através de mais de 01 observação
INCIDÊNCIA
Freqüência com que surgem novos casos de uma doença, num determinado intervalo de tempo
MEDIDAS DE FREQUÊNCIAS
É a relação entre o número de casos existentes de uma determinada doença e o número de pessoas na população, em um determinado período
PREVALÊNCIA
Medida estática, casos existentes detectados
através de 01 única observação
Freqüência de casos de uma doença, existentes em um dado momento
MEDIDAS DE FREQUÊNCIAS
A prevalência de uma doença depende da incidência da mesma (quanto maior for a ocorrência de casos novos, maior será o número de casos existentes), como também da duração da doença
A relação entre incidência e prevalência segue a seguinte fórmula (Vaughan, 1992)

PREVALÊNCIA = INCIDÊNCIA X DURAÇÃO MÉDIA DA DOENÇA
A mudança da prevalência pode ser afetada tanto pela velocidade da incidência como pela modificação da duração da doença. Esta, por sua vez, depende do tempo de cura da doença ou da sobrevivência
Relação
INCIDÊNCIA
PREVALÊNCIA
Estudar a história natural e prognóstico das doenças.
Propor intervenções, analisar a efetividade e custo das mesmas.
Avaliar as medidas terapêuticas e de prevenção (antigas e novas) e os serviços/sistemas de assistência à saúde
Prover a fundamentação de políticas públicas e de regulação relacionadas com problemas ambientais.
Melhorar saúde da população
OBJETIVOS
"Nada está no intelecto que não tenha passado antes pelos sentidos".
Proverbio Antigo

Conhecimentos Básicos
Prof. MSc. Luciano Rodrigues
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