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juventude ocidente - histórico

mapa de abordagem (ver roteiro com referências bibliográficas)
by

Flavianny Tiemi

on 3 April 2013

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Transcript of juventude ocidente - histórico

História da juventude no ocidente No Brasil, a faixa etária considerada jovem é de 15 a 29 anos de idade. Esta fase por sua vez é dividida em subgrupos. Jovem-Adolescente (15 aos 18), Jovem-Jovem (19 a 24) e Jovem-Adulto (25 a 29). O que é Jovem/Juventude? Sentido etimológico: “juvenis”(aeoum) = “aquele que está em plena força”. “adulescens” = “aquele que está em crescimento”. No ocidente: divisão de faixa etária onde estão inscritos cidadãos em certa fase da vida. Elementos para significação: quantidade de idade de um sujeito (base biológica)

responsabilidades e atribuições de socialização,

direitos e deveres e mais ou menos específicos

desenvolvimento de atividades mais ou menos específicas. Povos autóctones - rito de passagem Juventude/jovem - construção ocidental Eisenstadt (1976, p. 1) afirma que “a idade e as diferenças etárias estão entre os mais básicos e cruciais aspectos da vida humana e determinantes do destino humano”.

“Por qual motivo surge tal grupo etário? Não é, como algumas ideologias, devido a faixa etária, a constituição biológica ou qualquer outro motivo de origem natural, seja de caráter biológico, psíquico ou cronológico. Se assim fosse, existiria juventude em todas as sociedades...” ( Festa da menina moça) ( Ritual da Tucandira) Fase de passagem: “Da heteronomia infantil à completa autonomia que, em tese, congura a situação do adulto na sociedade, a juventude é vivida como um processo definido a partir de uma inegável singularidade: é a fase de vida em que se inicia a busca dessa autonomia, marcada tanto pela construção de elementos da identidade –pessoal e coletiva– como por uma atitude de experimentação (Galland, 1996; Singly, 2000) Grécia Antiga até o século V:

“Neste período, a vida era organizada em função do éfebo, mas, segundo Ortega y Gasset (1987), apresentava-se como modelo a ser seguido a figura do homem maduro que educa e dirige.” V A.C VI e VII Roma Antiga começo 753 a.C:
“E, no governo de Augusto, os meninos de 16 anos eram inseridos em uma classe denominada “príncipes da juventude”. “Por volta do século VI e VII, na idade média, as delimitações começavam a assumir características etárias, definidas como: infância (de 0 a 7 anos), puberdade (de 8 a 13 anos), adolescência (de 14 a 21 anos) e juventude (de 22 a 30anos). Uma consideração importante trata do fato de que, apenas aos 40 anos, os homens podiam participar dos cargos políticos, porque esta idade representava o fim da idade dos perigos.” 753 A.C Na clássica sociedade greco-romana, as tradições culturais destacam a figura da deusa grega JUVENTA, que era invocada durante a cerimônia que oficializava a troca da roupa simples dos mancebos pela clássica toga, como indicativo de ingresso na vida adulta. De acordo com a cultura desta sociedade, a deusa Juventa simbolizava uma abstração, um mito criado para justificar mudanças ocorridas ao longo dos séculos. Curiosidade A partir do século XVIII: começa a surgir, então, uma visão mais sociológica da juventude, e a principal característica atribuída aos jovens, neste período, é, segundo Ortega y Gasset (1987), identificada em uma figura que somente executa as velhas idéias implantadas pelos adultos,afirmando não “(...) a sua juventude, mas princípios recebidos” (p.119). “"Amanham-se as plantas pela cultura e os homens pela educação (...) Tudo o que não temos à nascença e de que necessitamos quando somos grandes, é-nos dado pela educação." J.J.Rousseau XVIII Somente ao fim do século XIX, surge, nas classes burguesas o termo adolescência, como o resultado de uma sociedade capitalista e industrializada, com a intenção de demarcar o início da segunda infância, definindo a idade para além dos 13 anos. Esta sociedade caracterizou uma juventude que almeja a maturidade precoce, chegando a envergonhar-se de sua condição juvenil. XIX Já imersos na realidade contemporânea, encontra-se em G. Stanley Hall (1904), com a obra “Adolescence”, o primeiro autor a abordar este tema como uma fase de importância singular no desenvolvimento humano. Para tanto, Hall considerava que a emancipação e o sucesso da vida adulta seria o resultado de uma boa acolhida, com cuidados especiais, dedicada à fase da adolescência. Referindo-se à adolescência afirma que: “nenhuma idade é tão sensível aos melhores e mais sábios esforços dos adultos. Não há um único solo em que as sementes, tanto as boas como as más, atinjam raízes tão profundas, cresçam de forma tão viçosa ou produzam frutos com tanta rapidez e regularidade” (Hall apud Sprinthall e Collins, 2003, p. 15). XX Fases no séc. XX: ANOS 40 ANOS 50 ANOS 60 ANOS 70 ANOS 80 ANOS 90 Jovens marcados pelas experiências chocantes vividas durante a Segunda Guerra Mundial e com as bombas atômicas no Japão. “Anos Dourados” - jovens mais autônomos Década onde o tema JUVENTUDE foi mais explorado, expansão do Movimento hippie como uma ameaça à ordem social. “Anos de ressaca” - juventude insatisfeita, buscando mudanças para sair de uma sociedade estagnada, apática e viciada. Defesa do protagonismo juvenil através da “Pastoral Juvenil” e redução dos avanços da liberdade sexual através da difusão da AIDS; jovens sem ideologia, individualistas, consumistas e conservadores. Transição de uma geração que valorizava a organização, a articulação, a lógica e o raciocínio, para uma geração que valoriza o corpo, o prazer, o fragmentado e o individual. Surge a “geração zapping”(em constante mudança). Marcos Institucionais no século XX e XXI: O Ano Mundial da Juventude - tendo como foco de atenção internacional os problemas e temas relativos à mocidade. Proclamado pela Assembleia Geral da ONU, foi assinada a 1 de janeiro 1985. 1990 - O Estatuto da Criança e Adolescente. Regulamenta os direitos das crianças e dos adolescentes inspirado pelas diretrizes fornecidas pela Constituição Federal de 1988 e normativas internacionais 2003 - de 23 a 26 de setembro de 2003, realizou-se a Semana Nacional da Juventude, com a participação de mais de 700 jovens, de 21 estados brasileiros. 2005 - Criação da Secretaria Nacional de Juventude, Conselho Nacional de Juventude e Projovem. 2008 - de 6 a 18 de junho ,em Brasília, foi realizada a I Conferência Nacional de Juventude que reuniu cerca de dois mil jovens, entre 15 e 29 anos, de várias partes do País. 2010 - Aprovação da PEC da Juventude, foi aprovada em julho de 2010, após tramitar sete anos no Congresso Nacional. A Emenda inseriu o termo "jovem" no capítulo dos Direitos e Garantias Fundamentais da Constituição Federal. 2011 - 2ª Conferência Nacional de Juventude, que aconteceu entre os dias 9 e 12 de dezembro .
O Estatuto da Juventude e Plano Nacional de Juventude continuam no Congresso. Jovem para as Ciências Sociais: .olhares. Sociologia : a juventude que transita entre 15 e 24 anos, focaliza a figura do jovem inseguro dentro do contexto contemporâneo de futuro. Antropologia: defendem a juventude como uma nova visão dos elementos culturais. Considera uma fase enriquecedora e apresenta a criação de uma “CulturaJuvenil”. História: a juventude não pode ser definida porque depende de fatores temporais, espaciais e culturais, dentro do período que a sociedade está sendo estudada. Psicologia: juventude apresenta-se como uma fase natural, quase obrigatória, do desenvolvimento humano. A adolescência, termo de preferência dos psicólogos, foi naturalizada por esta ciência, sem considerar os fatores sociais que envolvem os indivíduos, argumentando que este seriaum período vivenciado por todos, entre a infância e a vida adulta. A visão atual, que hoje estuda e investiga a juventude, encontra sua principal distinção na fase de adolescência (dos 12aos 17 anos) – conforme o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) – caracterizada por mudanças que marcam o processo de esenvolvimento humano, tais como, mudanças no corpo e alterações de voz; e na fase da juventude ou jovens adultos, ou ainda, na pós-adolescência (dos 18 aos 24 anos, podendo se estender até o máximo de 29 ou 35 anos, dependendo das políticas públicas vigente no país em questão), caracterizadapela sua imersão na vida social e principalmente no mundo do trabalho com a independência financeira dos familiares concepção de abordagem Surgem estudos que privilegiam as questões culturais, enfatizando que os jovens fazem empréstimos da sociedade e da cultura apresentando-se como protagonistas de uma transformação nas formas diferenciadas de pensar, de sentir e de se expressar. Segundo Becker, a adolescência/juventude deveria ser analisada como “(...) a passagem de uma atitude de simples espectador para uma outra ativa, questionadora (...)” (1989, p.10).Acreditando na figura do jovem/adolescente como um indivíduo capaz de enriquecer a sociedade, com novos valores e novas perspectivas, e de enfrentar as dificuldades que lhes são apresentadas, Calligaris (2000) vislumbra a juventude/adolescência como um processo positivo e não como uma fase problemática, de acordo com o pensamento hegemônico. Segundo o autor, o problema se origina no adulto que não é capaz de acolher o jovem/adolescente como um candidato para ingressar na vida adulta e acaba por excluí-lo, atribuindo, desse modo, características estereotipadas a este sujeito.
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