Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

poluição e degradação de recursos

poluição e degradação de recursos
by

Mariana Coimbra

on 1 June 2010

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of poluição e degradação de recursos

Poluição e degradação de recursos “Água é vida, é o caldo salgado das nossas origens, o sistema circulatório do planeta. Ancoramos as nossas civilizações nas margens dos oceanos e dos rios. O nosso maior medo é a possibilidade de escassez ou excesso de água.” - Barbara Kingsolver A contaminação dos cursos de água tem levado à inviabilização da sua utilização, nomeadamente para o abastecimento das populações humanas.
Poluição das Águas é um tipo de poluição causado pelo lançamento de esgoto residencial ou industrial não tratados em cursos d'água (rios, lagos ou mares) ou ainda pela contaminação por fertilizantes agrícolas O conceito de água poluída compreende não só as modificações das propriedades físicas, químicas e biológicas da água, mas também a adição de substâncias líquidas, sólidas ou gasosas capazes de tornar as águas impróprias para os diferentes usos a que se destinam. Os mares, rios e lagos têm vindo a ser utilizados como um gigantesco caixote do lixo, acreditando-se que grandes massas de água tudo diluem e tudo dispersam a uma velocidade suficiente para evitar qualquer poluição.


A poluição da água pode ter várias origens, tais como biológica, térmica, sedimentar e química.
Doenças relacionadas com a água poluída Eutrofização Do ponto de vista ecológico, o termo "eutrofização" designa o processo de degradação que sofrem os lagos e outros reservatórios naturais de água quando excessivamente enriquecidos de nutrientes, que limita a actividade biológica.
Eutrofização natural Quando a origem é natural, o sistema aquático torna-se eutrófico muito lentamente e o ecossistema mantém-se em equilíbrio.
Geralmente a água mantém-se com boa qualidade para o consumo humano e a comunidade biológica continua a ser saudável e diversa.
Eutrofização cultural ou acelerada Os ciclos biológicos e químicos podem ser interrompidos e, muitas vezes, o sistema progride para a um estado essencialmente morto. Quando a eutrofização resulta de actividades humanas, há um aceleramento do processo. Causas da eutrofização cultural Consequências da eutrofização cultural Todas elas provocam a libertação para os ecossistemas aquáticos de grandes quantidades de nutrientes que ficam disponíveis para o crescimento do fitoplâncton (conjunto de algas microscópicas com pouco ou nenhum poder de locomoção, deslocando-se segundo o movimento da água, que inclui as algas verdes e as cianobactérias).
Eutrofização no mar A eutrofização no mar é menos frequente do que em sistemas de água doce, uma vez que a taxa de produção primária no mar é reduzida, devido a factores como concentração de nutrientes, luminosidade, estabilidade da coluna de água, densidade do fitoplâncton e pressão de herbivoria.
Eutrofização em Portugal Em Portugal a situação é particularmente grave.
É necessário restaurar alguns estuários o que significa, antes de mais, despoluir as águas, transformar as margens em habitats equilibrados entre a actividade humana e a vida selvagem, de modo a manter a biodiversidade.

Estes objectivos podem ser atingidos através de planos de gestão integrados para as áreas estuarinas, que não existem no nosso país.
Uma das razões é o conflito de interesses resultante do facto dos principais estuários portugueses estarem não sob a jurisdição do Ministério do Ambiente mas sim das Administrações Portuárias (Ministério das Obras Públicas).
Parâmetros da qualidade da água Decreto-Lei n.º 236/1998 de 1 de Agosto:
Estabelece normas, critérios e objectivos de qualidade com a finalidade de proteger o meio aquático e melhorar a qualidade das águas em função dos seus principais usos.
Lei n.º 58/2005 de 29 de Dezembro:
Aprova a Lei da Água.
Decreto-Lei n.º 306/2007 de 27 de Agosto:
Estabelece o regime da qualidade da água destinada ao consumo humano.
Existe, actualmente, um vasto conjunto de parâmetros físico-químicos, organolépticos, químicos e microbiológicos que se podem medir e que permitem classificar a água. É o conjunto de valores obtidos pela determinação destes parâmetros que vai permitir avaliar se a água tem qualidade suficiente para determinado uso.
Contaminação Uma grande quantidade e variedade de substancias tóxicas são continuamente libertadas para a atmosfera, água e o solo devido a actividades humanas causadoras de poluição. No sentido de melhorar a preservação do meio ambiente e de elevar os níveis de qualidade de vida das populações é fundamental proceder ao tratamento das águas residuais. Águas que foram utilizadas em actividades domésticas, industriais ou agrícolas e que contêm uma grande variedade de resíduos.
Para isso, são necessárias estações de tratamento de água.
Águas residuais ETAR Estações de tratamento de águas residuais que removem os poluentes e o efluente final é devolvido ao ambiente.
Geralmente, o tratamento das águas residuais ocorre em quatro fases.
Tratamento premiliar Este tipo de tratamento consiste numa serie de processos físicos (crivagem, tamisagem, desarenação) com vista à remoção dos sólidos com maiores dimensões contidos no volume de água que entra na estação.
Após o tratamento premiliar o volume de água que será objecto de tratamento apresenta ainda uma componente significativa de gorduras e de sólidos em suspensão.
Decantação Tratamento primário Tratamento secundário Processo biológico, durante o qual bactérias aeróbias ou anaeróbias eliminam até 90% da matéria orgânica dissolvida. As bactérias decompositoras podem ser incluídas em lamas activadas, que são misturadas com as águas resultantes do tratamento primário, ou podem recobrir um leito de gravilha sobre o qual passa a água (tanques de percolação). Tratamento terciário ou avançado Tratamento físico ou químico destinado a remover poluentes específicos.
Antes de ser devolvida ao ambiente, a água é desinfectada com cloro ou radiações ultravioletas para matar organismos patogénicos eventualmente existentes. As lamas resultantes do processo de tratamento primário e secundário experimentam, posteriormente, um processamento em digestores anaeróbicos como forma de reduzir o volume de sólidos residuais e de os estabilizar.
A decomposição da matéria orgânica por via anaeróbica denomina-se por biometanização.
O biogás, produzido por bactérias anaeróbicas durante o tratamento secundário ou a compostagem de lamas, pode ser aproveitado como fonte de energia.
Compostagem Processo de valorização da fracção orgânica dos resíduos sólidos urbanos através da decomposição biológica controlada (degradação aeróbia), produzindo-se um material húmido que pode ser usado na cobertura de aterros ou fertilização do solo.
Os materiais sólidos estabilizados, por exemplo, através de um processo de biometanização são designados por biossólidos ou lamas tratadas.
Estes produtos podem ser utilizados como fertilizantes e condicionadores dos solos desde que cumpram determinados parâmetros de forma e não representarem um risco elevado de contaminação A água é um bem essencial à vida e que deve ser preservado.
O controlo do tratamento dos efluentes é hoje um aspecto muito importante, sendo uma das questões essenciais que devem ser debatidas numa região, uma vez que este tipo de prática possibilita a manutenção dos recursos hídricos dentro de parâmetros compatíveis com o desenvolvimento das sociedades e a preservação do ambiente.
Conceito referente a qualquer modificação das condições ambientais, adversas ou benéficas, provocadas ou induzidas pela acção ou conjunto de acções antrópicas.
Impacte ambiental Modelo de desenvolvimento que preconiza que qualquer sociedade deve satisfazer as suas necessidades no presente sem comprometer a capacidade das futuras gerações satisfazerem as suas próprias necessidades.
Desenvolvimento sustentável As diversas actividades humanas têm modificado o ambiente uma vez que o Homem actua de acordo com os seus interesses pondo de lado a preservação do ambiente. Se não tivermos um compromisso sério no modelo de desenvolvimento sustentável, acontecerá uma inevitável degradação dos ecossistemas.
Impactes ambientais indesejáveis devido à presença de matéria ou energia, em regra de origem antrópica, cujos efeitos nefastos são devidos quer à sua quantidade, quer à sua concentração. Poluentes: resíduos, em regra, de origem antrópica causadores de impacte ambiental negativo.
Considera-se que existe contaminação quando ocorre a introdução de microrganismos, substâncias químicas e/ou resíduos no meio ambiente numa concentração superior aos valores normais definidos para essa área e cujos efeitos são suficientes para desequilibrar as características desse meio. Poluição Classificação da poluição Extensão Conforme as dimensões da área atingida a poluição pode ser local, regional ou global. Natureza A poluição pode ser química, física, radioactiva, biológica, entre outras; Localização A poluição pode ser atmosférica, aquática e dos solos A alteração indesejável das características físicas, químicas ou biológicas dos subsistemas terrestres, tais como: pode implicar danos quer a nível da vida humana quer de outras espécies da biosfera. Os efeitos da poluição podem ter um carácter local, regional ou global. Certas consequências como o efeito de estufa e a redução da camada de ozono, criam alterações que afectam o clima e o equilíbrio global do planeta.
Os mais conhecidos são os locais ou regionais e, em geral, ocorrem em áreas de grande densidade populacional ou actividade industrial. Para que exista um efectivo controlo dos parâmetros de qualidade dos vários subsistemas terrestres, são regulamentados padrões e indicadores da:

Qualidade do solo (taxa de erosão…) Qualidade da água (Concentração de oxigénio…) Qualidade do ar Toxicidade Capacidade de uma determinada substância química causar efeitos adversos a organismos que a ela tenham estado expostos, seja por inalação, ingestão ou absorção cutânea.
DL50 Em norma, o efeito tóxico de uma dada substância num organismo pode ser avaliado pela dose dessa substância que é capaz de provocar a morte de 50% dos indivíduos de uma população estudada.
Um dos factores mais importantes na determinação dos efeitos nocivos que podem ser causados por uma dada substância é a dose, isto é, a quantidade de substância potencialmente nociva de um dado organismo pode ingerir, inalar ou absorver pela pele.
Uma determinada dose que origina a morte a um organismo denomina-se dose letal.
No caso humano, a dose com capacidade de conduzir à morte uma determinada pessoa exprime-se, normalmente, em miligramas de produto tóxico por quilograma de peso. Esse valor depende da idade, sexo, estado de saúde, metabolismo e do modo como foi administrada a dose.
Dose letal As substâncias que apresentam toxicidade ao entrarem num dado organismo não permanecem, em regra, inalteradas. Estas substâncias participam num conjunto de reacções metabólicas que conduzem à sua eliminação através da função excretora.
Efeitos Substâncias químicas e saúde humana Certas substâncias têm efeitos diversos na saúde humana. Assim, algumas dessas substâncias podem ser consideradas como:
Agente físico, químico ou biológico que pode originar alterações permanentes no genoma de uma célula em relação a uma determinada sequência de ADN.
Agentes mutagénicos Agentes cancerígenos Agente que provoca alterações mutagénicas numa célula, daí resultando um fenótipo maligno (tumor maligno).
Agentes teratogénicos Agente que pode causar anomalias de forma e função num embrião ou feto que esteja exposto à sua acção.
Qualidade da água Todos os dias somos bombardeados com notícias que alertam para o facto de a nossa "casa", o planeta Terra, estar cada vez mais debilitado.
A interferência humana sobre o meio ambiente é tão grande e intensa que é necessário que todos nós reflictamos sobre o estado do nosso planeta e que partamos à descoberta de alternativas que nos permitam viver com qualidade sem comprometer as gerações futuras. Introdução Conclusão
Full transcript