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GD - NEUROLOGIA

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by

Quéren Silva

on 30 November 2013

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Transcript of GD - NEUROLOGIA

Fraqueza muscular (déficit sensorial).

Perda de destreza (dificuldade em habilidades manuais finas).

Alterações de alinhamento e mobilidade articular (tecidos moles alterados).

Velocidade do movimento alterada (diminuição e oscilação).

Ombro doloroso (rigidez articular).

Uso do membro não parético.

Tempo de movimento é maior.

GD - NEUROLOGIA

ALCANCE E MANIPULAÇÃO
MEMBRO SUPERIOR
Está envolvido em várias tarefas:
requer diferentes configurações
articulares;
regulações;
sequência de movimentos.
ALCANCE E MANIPULAÇÃO
MANIPULAÇÃO
MÃO

Meio de interação pessoas e objetos no ambiente externo.

Grande número de combinações de rotações articulares, de movimentos e ativação de vários músculos diferentes.

A intenção e o objeto em si, afetam a aproximação, a preensão e a manipulação.

ALCANCE E MANIPULAÇÃO
Conjunto de alterações contínuas que obedece a uma certa sequência, ou seja, possui etapas previsíveis para uma determinada espécie.

Depende da maturação do SN, do imput sensorial (informações sensoriais), código genético e experiências ambientais.

Ele acontece no sentido: céfalo-caudal/proximal para distal/ movimentos grosseiros para finos.

Vários sistemas sensoriais estão envolvidos: olfativo, auditivo, gustativo, visual, tátil, proprioceptivo, vestibular (desenvolvimento sensório-motor).
DESENVOLVIMENTO HUMANO
Desde a 13ª semana de gestação todas as articulações do corpo que servem para o movimento ganham mobilidade.

Na 16ª semana de gestação a mãe já percebe o movimento do feto.

Após o nascimento o bebê adquire habilidades à medida que experimenta com seus braços e pernas o que se pode fazer.

Pacientes com disfunção neurológica
ARTIGO
CONSCIÊNCIA DE SENSAÇÃO DE MOVIMENTO
Alcance e manipulação envolve:
ALCANCE DE OBJETO FRÁGIL
Fase de desaceleração
é aumentada;
Força de preensão
é modificada durante a manipulação do objeto.
Based on Jim Harvey's speech structures
DUPLA:
Quéren-Hapuque Rebeca Silva
Vânia Martins da Costa Melo
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS
ICBS – Graduação em Fisioterapia
8º período

Ele descobre com
as experiências as
suas limitações

(GONÇALVES et al, 2007)
(CARR; SHEPHERD, 2008)
articulações
músculos
graus de ADM
MÃO
BRAÇO
Posiciona e orienta a mão no espaço para interagir com o ambiente (alcance).

Interação com o ambiente (preensão / manipulação)

FUNÇÃO
:

Sensorial
→ tato e pressão = identificação do objeto (textura/densidade).
Motora
→ manipulação.

Ligados ao sistema postural:
equilíbrio comprometido
= estabiliza e dá suporte,
equilíbrio perdido
= mãos → promove nova base de suporte.

PRINCÍPIOS BÁSICOS
Programar um objetivo
Localizar alvo
Coordenação olho-mão
Alcance
Manipulação
Controle postural e equilíbrio
(CARR; SHEPHERD, 2008)
VISÃO

PRECISÃO
No escuro:
Senso tátil alcance e preensão são mais lentos e menos precisos
ALCANCE PARA PREENSÃO
É dividido em dois componentes:

TRANSPORTE
:
Mão move-se de maneira rápida em direção ao alvo;

MANIPULAÇÃO
:
Mais lento controle visual ajustes finais das aberturas da preensão ocorrem imediatamente antes de segurar o objeto.

Deslocamento do ombro, cotovelo e mão ao mesmo tempo:

Fase de aceleração
: mão começa a abrir para a preensão no início da ação de alcance;

A abertura da apreensão (distância entre polegar e o indicador) aumenta durante o transporte, alcançando o máximo antes do contato com o objeto;

Fase de desaceleração
: à medida que a mão se aproxima do objeto, o tamanho da apreensão diminui devido ao controle visual. 

(CARR; SHEPHERD, 2008)
Fechamento da mão:
grande parte pelo movimento do indicador
pequeno movimento do polegar

A mão se configura e se orienta de maneiras diferentes para preensão dos diversos objetos a serem alcançados e para qual finalidade a serem utilizados.

(GONÇALVES et al, 2007)
ABRIR UMA LATA
Tarefa bimanual:

Ambas as mãos se tornam mais lentas até que alcance o alvo ao mesmo tempo.

ABRIR UMA LATA
Tarefa unimanual:

O alcance do anel (tarefa de precisão mais complexa) é desempenhado de forma mais lenta.

O alcançar da lata (tarefa com a mão toda) é feito de forma mais rápida.
PREENSÃO
Precisão e força:

Precisão: polpas digitais (às vezes apenas o polegar e indicador).

Força: envolve toda a mão (gancho).

Mão: várias configurações = preensão e manipulação.

HEMIPLEGIA
MOVIMENTOS ADAPTATIVOS
Flexão de tronco ou Elev. da cintura escapular + Fl. lateral do tronco + AB e RI do ombro + Fl. de cotovelo e pronação de antebraço.

Pré-garra: abertura em excesso da mão.

Garra: excessiva força de Fl. (pobre controle motor/não dosa a quantidade de unidades motoras).

Soltar: Ext. dos dedos + Fl. de punho (contratura dos Fl. longos dos dedos/fraqueza de Ext. de punho/extensão de polegar ao invés de abdução).

PARKINSON
Hipocinesia: dificuldade de alcançar objeto com um único movimento contínuo.

Dificuldade em executar movimentos sequenciais.

Atraso em iniciar o movimento.

Tempo de ação prolongada.

Coordenação entre o componente alcance (transporte) e o componente manipulação (preensão) são anormais.

Início de preensão atrasado em relação ao transporte (dificuldade na fase de transição e maior tempo gasto nessa fase → planejamento motor)

O movimento funcional de alcance em uma abordagem ecológica.

The functional reaching movement under an ecological approach

Renata Cristina Magalhães Lima, Lucas Rodrigues Nascimento, Luci Fuscaldi Teixeira-Salmela.

Fisioterapia e Pesquisa, São Paulo, v.17, n.2, p.184-9, abr/jun. 2010
OBJETIVO
Descrever o desenvolvimento e a coordenação
do alcance humano em uma perspectiva teórica fundamentada na abordagem ecológica à percepção e ação, para aprofundar a compreensão do movimento humano.
METODOLOGIA
Revisão da literatura
na base de dados PubMed, assim como artigos e livros do acervo dos autores.
RESULTADOS
O padrão de alcance é consequência do desenvolvimento de restrições intrínsecas e extrínsecas à tarefa, e não de processos maturacionais autônomos.
DISCUSSÃO
De acordo com Gibson, a detecção de informação é um processo ativo, em que indivíduos exploram continuamente o ambiente; partes variadas do corpo estão diretamente relacionadas à captação de informação. O autor estabelece assim os princípios da perspectiva ecológica de percepção-ação, na qual os indivíduos são capazes de perceber possibilidades de ação oferecidas ou suportadas pelo ambiente.
CONCLUSÃO
Em uma visão ecológica, o alcance deve ser entendido de forma ampla, considerando-se as características intrínsecas do indivíduo e, também, as informações disponíveis no ambiente.
BROL, Ângela Maria; BORTOLOTO; Flavia, MAGAGNIN. Nedi Mello dos Santos. Tratamento de restrição e indução do movimento na reabilitação funcional de Pacientes pós acidente vascular encefálico: uma revisão bibliográfica. Fisioter. Mov., Curitiba, v. 22, n. 4, p. 497-509, out./dez. 2009.
CARR, Janet H.; SHEPHERD, Roberta B. Reabilitação neurológica: otimizando o desempenho motor. Barueri: Manole, 2008. p. 369.
FREITAS, Eliane Degutis de. Manual prático de reabilitação motora do membro superior na hemiplegia: fundamentado no método de Brunnstrom. Memnon edições científicas, São Paulo 2000.
GONÇALVES, Rejane Vale; HOURI, Sandra Filgueiras; BARRAL, Tatiana Teixeira. Movimento e desenvolvimento humano. Belo Horizonte: Editora Rejane Vale Gonçalves, 2007. 211p.
LIMA, Renata Cristina Magalhães, NASCIMENTO, Lucas Rodrigues, TEIXEIRA-SALMELA, Luci Fuscaldi. The functional reaching movement under an ecological approach. Fisioterapia e Pesquisa, São Paulo, v.17, n.2, p.184-9, abr/jun. 2010.
MAGALHÃES, Jéssica Paula; KOSOUR, Carolina; LETIERE, Miriangrei, REIS, Luciana Maria dos; SILVA, Adriana Teresa, Efeito da Terapia de Restrição e Indução ao Movimento em Pacientes Hemiparéticos Crônicos Pós-AVC, Rev Neurocienc 2013; 21(3), pág. 333-338.
SILVA, Lidiane de Araújo; TAMASHIRO, Vanessa; ASSIS, Rodrigo Deamo. Terapia por contensão induzida: revisão de ensaios clínicos. Fisioter. mov. (Impr.),  Curitiba ,  v. 23, n. 1, Mar.  2010.
VAZ, Daniela Virgínia et al . Terapia de movimento induzido pela restrição na hemiplegia: um estudo de caso único. Fisioter. Pesqui.,  São Paulo ,  v. 15, n. 3, set.  2008.

REFERÊNCIA
BRIGADA!
ARTIGO
ARTIGO
Efeito da Terapia de Restrição e Indução ao Movimento em Pacientes Hemiparéticos Crônicos Pós-AVC
Jéssica Paula Magalhães, Carolina Kosour, Miriangrei Letiere, Luciana Maria dos Reis, Adriana Teresa Silva
Rev Neurocienc 2013; 21(3), pág. 333-338
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