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Arte Egípcia

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by

Rosane Cantanhede

on 31 July 2013

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Transcript of Arte Egípcia

Arte Egípcia
Principais períodos históricos
Antigo Império: este é o período sob o domínio do Faraó Djoser, no qual foram erguidos importantes monumentos para ostentarem a grandiosidade e imponência do seu poder político e religioso.
Médio Império: é o período marcado pelas convenções técnicas com produções de esculturas e retratos exteriotipados que não representavam o aspecto real mas uma aparência ideal dos seres.
Novo Império: apresenta o apogeo do poder e da arte. Nesse período, os faraós elevaram grandes construções, com destaque para o templo de Luxor e Carnac, dedicadas ao deus Amon.
Mapa do Egito
A Arte no Egito (3000 a.C.)
Desenvolvida às margens do Rio Nilo, na África, a civilização egípcia foi uma das mais importantes da Antiguidade.
De organização social bastante complexa e riquíssima em realizações culturais, produziu também uma escrita bem estruturada, e é graças a essa produção cultural que podemos conhecer muitos detalhes dessa civilização.
Entre todos os aspectos de sua cultura, porém, talvez a religião seja o mais relevante. Para os egípcios, eram as práticas rituais que asseguravam a felicidade nesta vida e a existência após a morte, de modo que, a religião orientava toda a produção artística.
Pirâmide de Djoser
Características
A arte egípcia reflete um grande interesse religioso, com êfase para a vida após a morte, considerada pelos egípcios mais importante que a existência terrena. Eis porquê a arte egípcia caracteriza-se pelas pinturas decorativas, esculturas, e objetos funerários que faziam parte do conjunto de expressões dos grandes túmulos. Essa arte obedecia a uma série de padrões e regras, suas obras deveriam revelar um perfeito domínio das técnicas de execução.

Obras Arquitetônicas mais Famosas
Queóps (146 m de altura, 54.300 m²), Quéfren e Miquerinos (séc. XVII a.C.)
A pirâmide de Djoser, construída pelo arquiteto Imotep, foi a primeira construção egípcia de grandes proporções.
Pintura
A pintura e os baixos-
relevos destacam a "lei da frontalidade": o tronco das
figuras é representado
de frente, enquanto a cabeça, as pernas e os pés são vistos de perfil.
Outro ponto a destacar é que a arte não deveria apresentar uma visão naturalista, ao contrário, o observador deveria reconhecer tratar-se de uma representação
Baixo-relêvo
As esfinges são figuras fantásticas, como a do faraó Quéfren (séc. XVII a.C.), com 20 m de altura e 74 m de comprimento, cabeça humana representando o faraó e corpo de leão
Esfinge
Hieróglifos em Papiro
É um sistema de escrita egípcio, de caráter figurativo, em que se representavam imagens de animais, objetos etc.
Monumentos funerários do
Novo Império
(1580 - 1085 a.C.)
Entre os monumentos funerários, destacam-se o templo da rainha Hatshepsut, que reinou entre 1511 a 1480 a.C., essa construção cria uma integração entre arquitetura e o ambiente natural.
Escultura
Tríade do rei Miquerinos
representado com a deusa Hathor e uma personificação de um nomo.
Rainha Nefertiti
Sarcófago
No túmulo do faraó Tutancâmon, que morreu aos 18 anos, foram encontrados vasos, arcas, rico tronos, carruagens, esquifes e inúmeras peças de escultura, entre as quais duas estátuas de quase 2 m, representando o jovem soberano.
Conclusão
Os reis da dinastia subsequente à Tutancâmon preocuparam-se em expandir o poderio político do Egito. É desse período o templo de Abu-Simbell com suas estátuas gigantescasde 20 m de altura de Ramsés II. Em sua fachada foram esculpidos hieróglifos contando seus feitos.
Após a morte de Ramsés II o Egito foi invadido sucessivamente por etíopes, persas, gregos e pelos romanos, como consequência a arte egípcia perdeu suas características vindo a ser influenciada pela cultura dos povos invasores
Templo de Abu-Simbell
séc. XII a.C.
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