Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

Estudo de Caso

No description
by

Thaís Rabello

on 23 April 2015

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Estudo de Caso

Obrigada!
Histórico
• 27/03/15: Paciente trazido de ambulância UTI da cidade Torre de Pedra em prancha rígida e com imobilização lateral cervical. Acompanhante relata que paciente sofreu queda em escada de +/- 1,5 metros sofrendo contusão em região occipital e perda de consciência por 10 minutos. Glasgow = 12.
Referências Bibliográficas
GAUDÊNCIO, Talita Guerra; LEÃO, Gustavo de Moura. A Epidemiologia do Traumatismo CrânioEncefálico: Um Levantamento Bibliográfico no Brasil. Rev Neurocienc 2013;21(3):427-434.

QUEVEDO, Maria Jucelda. Internações em UTI por Trauma CranioEncefálico na cidade de Porto Alegre. 2009.

PEREIRA, N.; et al. O cuidado do enfermeiro à vítima de traumatismo cranioencefálico: uma revisão da literatura. Revista Interdisciplinar NOVAFAPI, Teresina. v.4, n.3, p.60-65, Jul-Ago-Set. 2011.

FALEIRO, Rodrigo Moreira et al . Craniotomia descompressiva para tratamento precoce da hipertensão intracraniana traumática. Arq. Neuro-Psiquiatr., São Paulo , v. 63, n. 2b, p. 508-513, June 2005.

Estudo de Caso em Paciente com TCE
Unidade de Terapia Intensiva
- UTI Adulto

Y.H.
74 anos
casado
procedente de São Paulo
Antecedentes pessoais: DM (insulino-dependente), HAS e dislipidemia.
Diagnóstico Médico: TCE Moderado – Hematoma Subdural Agudo à Direita.

Proposta cirurgia de Craniotomia para drenagem do hematoma e monitor de PIC intraventricular contralateral.
• 28/03/15: 1º PO Craniotomia descompressiva para drenagem de HSDA + monitorização intraventricular de PIC. Paciente evoluiu com instabilidade hemodinânica após procedimento cirúrgico.
• 01/04/15: Assumo cuidados ao paciente.
Traumatismo Crânio-Encefálico (TCE)
Anotação de Enfermagem
Data: 01/04/15

 08h: Aferido SSVV e realizado HGT.
 08h15: Administrado Cefepime CPM.
 08h30: Realizado banho no leito sem intercorrências.
 9h: Paciente apresentando hipocapnia comunicado ao plantonista que alterou a FR do VM de 20 para 14.
 9H15: Realizado checagem do posicionamento da SNE e religado dieta em bomba de infusão a 48 ml/h.
 9h30: Realizado curativo em incisão cirúrgica e cateter de PIC com SF 0,9% que se encontra limpo e ausente de secreções. Mantido curativo oclusivo de PIC.
 10h: Realizado aspiração de secreção orotraqueal em grande quantidade que se encontra fluida e com aspecto amarelado.
 10h30: Realizado aferição da pressão do Cuff do tubo orotraqueal, mantido pressão em 20 mmHg.
 11h: Trocado fixação do tubo orotraqueal pela Profª Silmara e Fisioterapeuta Moisés.
 11h30: Trocado célula do capnógrafo que não estava funcionando.
 11h30: Realizado elevação dos MMSS que se encontram edemaciados com luva d’água.
 12h: Desprezado diurese.

Evolução de Enfermagem
Data: 01/04/15

 Paciente em 4º PO de craniectomia descompressiva + inserção de PIC + DVE. Paciente entubado, em VM Modo PSIMV, FiO2 = 55%, PEEP= 5cmH2O, não apresentando abertura ocular espontânea e nem resposta a estímulos verbais e dolorosos. Glasgow = 3, pupilas isocóricas, mióticas e fotorreagentes, edema ocular bilateral. Com cateter de PIC em monitorização contínua e DVE que se encontra fechada. Afebril, taquicárdico e hemodinamicamente instável. Recebendo infusão contínua de dieta por SNE a 48 ml/h. Mantendo cateter venoso central em jugular direita por onde recebe SF 0,9% a 62,5 ml/h e NOR a 55 ml/h.

Ao exame físico:
 Cardíaco: 2BCRNF s/s.
 Pulmonar: Ausculta com presença de roncos e FR=14 ipm.
 Abdomen: globoso, RH-
 MMSS e MMII: edemaciados, sem sinais de TVP.
 Genitália: SVD – oligúria. Evacuações ausentes.

• No plantão noturno do dia 02/04/15 paciente apresentou instabilidade hemodinâmica.
Por volta das 01h15 foi constatado óbito pela Dr. Alice.
Diagnósticos de Enfermagem segundo NANDA
 Integridade da pele prejudicada relacionada a procedimentos invasivos e medicação, caracterizada por rompimento da pele.

 Capacidade adaptativa intracraniana diminuída relacionada à lesão cerebral, caracterizada por aumento desproporcional da PIC após um estímulo.

 Risco de aspiração evidenciado por presença de tubo orotraqueal e nível de consciência reduzido.


 Risco de infecção evidenciado por defesas primárias inadequadas e exposição ambiental aumentada a patógenos.

Resultados de Enfermagem segundo NOC
Para Integridade da pele prejudicada, o resultado esperado é...
Para Capacidade adaptativa intracraniana diminuída, o resultado esperado é...
Para Risco de aspiração, o resultado esperado é...
Para Risco de infecção, o resultado esperado é...
Intervenções de Enfermagem segundo NIC
Para Integridade da pele prejudicada, as intervenções são...

CUIDADO COM LESÕES
 Monitorizar as características da lesão,
 Limpar com soro fisiológico ou substância não tóxica, conforme apropriado
 Aplicar um curativo adequado ao tipo de lesão
 Posicionar o paciente de modo a evitar tensão sobre a lesão
 Examinar a lesão a cada troca de curativo

Para Capacidade adaptativa intracraniana diminuída, as intervenções são...

MONITORAÇÃO DA PRESSÃO INTRACRANIANA
 Registrar os números de pressão PIC
 Monitorar a condição neurológica
 Monitorar ingestão e eliminação
 Prevenir deslocamento do dispositivo
 Administrar antibióticos
 Monitorar o local da inserção do dispositivo quanto a sinais de infecção ou perda de líquido

Para Risco de aspiração, as intervenções são...

PRECAUÇÕES CONTRA ASPIRAÇÃO
 Monitorar o nível de consciência
 Manter a cabeceira da cama elevada de 30º a 45º
 Manter inflado o balonete traqueal
 Manter disponível o aparelho de aspiração
 Verificar o posicionamento da sonda nasogástrica antes de alimentar o paciente

Para Risco de infecção, as intervenções são...

CONTROLE DE INFECÇÃO
 Trocar o equipamento para cuidados do paciente conforme o protocolo da instituição
 Lavar as mãos antes e após cada atividade de cuidado ao paciente
 Usar luvas conforme exigência de protocolos de precauções universais
 Usar luvas esterilizadas, conforme apropriado
 Trocar acessos endovenosos centrais e periféricos, bem como curativos

Considerações
Finais
O TCE é definido como qualquer agressão que acarreta lesão anatômica ou comprometimento funcional do couro cabeludo, crânio, meninges ou encéfalo e, de um modo geral, encontra-se dividido, de acordo com sua intensidade, em gravo, moderado e leve. É considerado como processo dinâmico, já que as consequências de seu quadro patológico podem persistir e progredir com o passar do tempo.
Entre as principais causas de TCE estão os acidentes automobilísticos, atropelamentos, acidentes ciclísticos e motociclísticos, agressões, quedas e projéteis de arma de fogo.
Outro aspecto a ser abordado foram pesquisas sobre as principais causas de TCE em idosos. Estudos mostram que o maior número de casos de TCE em idosos é devido às quedas, seja de altura ou da própria altura.
Quadro Clínico
No quadro de TCE ocorre alteração da consciência. O coma pode ser mais prolongado, durando várias horas, dias ou semanas quando há hemorragia, ou contusão ou laceração do córtex. A escala de Glasgow mostra-se eficaz na avaliação de pacientes com TCE, servindo para classificar o paciente em coma, avalia e pontua a abertura ocular, a melhor resposta verbal e a melhor resposta motora.
TCE LEVE
Os traumatismos cranianos leves representam cerca de 50% dos casos e normalmente possuem evolução satisfatória. Nesse tipo de trauma não ocorre perda de consciência. O paciente apresenta leve alteração transitória das funções mentais superiores (memória, orientação, etc) pode ocorrer cefaleia e vertigem sendo que esses sintomas desaparecem com o tempo. O paciente encontra-se lúcido e orientado.


TCE MODERADO
Esse tipo de trauma frequentemente ocorre em indivíduos politraumatizados. Geralmente o paciente apresenta perda de consciência e são vistas alterações neurológicas reversíveis. Clinicamente o paciente pode apresentar cefaleia progressiva, vômitos, convulsão e perda de memória.


TCE GRAVE
Geralmente, o quadro clínico desses pacientes é caracterizado por inconsciência e evidência perda neurológica progressiva normalmente, geralmente o paciente está em coma: destes 60% apresentam outros órgãos comprometidos e 25% apresentam lesões cirúrgicas.

Tipos de TCE
by Thaís Rabello
Full transcript