Loading presentation...
Prezi is an interactive zooming presentation

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

Humor na Publicidade e Propaganda

No description
by

Beatriz Okubo

on 18 January 2013

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Humor na Publicidade e Propaganda

- Todos os caminhos do humor podem ser trilhados pela publicidade;
- Humor Conceitual;
- Humor Incongruencia;
- Humor psicologico;
- Humor de superioridade. Humor na Publicidade e Propaganda ha ha ha ha ha ha ha ha ha Ana Janmilly
Beatriz Okubo
Márcio Persivo
Vanessa Alves
Warna Martins Roteiro: - Introdução;
- Publicidade de humor;
- Humor Publicitário;
- Fazendo rir para conseguir vender:
- Uma proposta de classificação do humor;
- As 4 grandes teorias:
- Teoria da superioridade;
-Teoria do alívio;
- Teoria da incongruência;
- Teoria conceitual;
- Conclusão Fundamentação Teórica: * Henry Bergson - livro: O riso.
- Os porquês do riso;
- Características primárias do humor;

Thomas Hobbes - livro: Leviatã.
- Pensador que contribuiu para o conceito de contrato social;
- Humor ligado ao egoísmo;
- Sociologia, psicologia, Filosofia e Retórica.
Ausência de estudos específicos sobre o uso do humor como recurso persuasivo na publicidade. * * As 4 grandes teorias: Teoria da superioridade;

Teoria do alívio;

Teoria da Incongruência;

Teoria conceitual. * * * * Teoria da Superioridade: - Platão e Aristóteles;

- Segundo Platão, achamos ridículo aqueles que não possuem autoconhecimento;

- Aristóteles sugeria que as pessoas se divertiam através dos pontos fracos e desgraças alheias; - Humor como forma de aceitação da sociedade para superioridade;

- O humor mascara o mal-estar e torna a superioridade socialmente aceitável;

- Aristóteles sugere que na comédia as pessoas são representadas piores do que são, enquanto na tragédia são representadas melhores do que realmente são; - Para Platão e Aristóteles, as pessoas baseiam seu humor nas enfermidades, fraquezas, sofrimentos alheios;

- O riso é "uma expressão de escárnio dirigida aos menos afortunados";

- Variação da teoria por Wolff: ideia de pertença. Teoria do Alívio: - Baseada nos escritos de Freud;

- Todas as relações humanas envolvem um nível de tensão;

- As formas de humor funcionam como escapa para a tensão entre os interlocutores;

- Humor como alívio da tensão. - Dois eixos conceituais:
1 - O alívio da tensão próprio do "duelo de egos" da conversação;
2 - A piada é um modo de chamar atenção para si; Humor Publicitário: “O humor nasce de situações comuns ligeiramente distorcidas, faz relações inusitadas, transgride, é irreverente, brinca com a vida e com qualquer situação ou pessoa, perpassando várias manifestações culturais e sociais, provocando, assim, o riso espontâneo e possibilitando que as pessoas relaxem diante das situações mais tensas”. (Fredizzi) Sigmund Freud “O humor não só tem algo de libertador, sendo análogo nisso ao chiste e ao cômico, mas ainda algo de sublime e elevado”. “A sedução do humor”: Resultado:
As mulheres procuram um homem que as faça rir e que os homens querem mulheres que riam das piadas deles. (Revista Veja, pesquisa feita pelo psicólogo Eric Bressler) “O humor é uma das mais sofisticadas e interessantes características da inteligência humana, é um dos caminhos mais criativos e de eficácia comprovada, porque as pessoas apreciam o humor, venha de onde vier. O senso de humor é próprio daqueles que enxergam de forma diferente os problemas e soluções”. (Jorge Furtado) “As marcas anunciadas com humor são as mais lembradas, havendo preferência por comerciais bem humorados”. (Fedrizzi) - Implantou um humor cotidiano, com uma conotação de cumplicidade, utilizando-se do monólogo.

- Revolução no campo da produção publicitário no Brasil.

- Garoto propaganda como uma figura de anti-herói, delicado, humilde e bem educado. Fenômeno “Bombril”: “É preciso entender que humor não significa apenas ser engraçado. Humor é aquilo que faz bem, que faz sorrir, mas não necessariamente gargalhar. É mais fácil vender qualquer coisa com bom humor, com inteligência”. (Maurício Carvalho) “Não há cômico fora daquilo que é propriamente humano. Uma paisagem poderá ser bela, graciosa, sublime, insignificante ou feia: não será, nunca, Risível. Nós poderemos rir de um animal, mas porque se terá surpreendido nele uma atitude de homem ou uma expressão humana”. A teoria Bergsoniana do Risível: Risível da forma: - Para Bergson, não existe um limite para que uma forma humana seja Risível. “Pode vir a ser cômica toda deformidade que uma pessoa bem conformada consegue imitar”. Risível de movimento: - Um movimento humano se torna Risível quando proporciona a sensação de gestos mecanizados, repetitivos. Risível de caracteres: O caráter humano será Risível quando der a ideia de que a pessoa não tem flexibilidade com a vida social comum, que têm uma característica que foge do normal (sociável). Risível de ditos: O Risível que se obtém por meio de ditos é aquele de natureza intelectual, causado por sugestão de ideias. É então aquele tipo especial de Risível ao qual se reserva o nome de espirituoso. Risível de situações: Para Suassuna, o fato de que as situações da vida cotidiana do ser humano são dinâmicas possibilita que aconteçam frequentemente ações que desencadeiam o riso. Publicidade de Humor: - Mudança da informação para a persuasão.

- O humor começou a se mostrar como um bom suporte para um efeito divertido, ajudando a fixar o produto. Propaganda Chevrolet 1962 Publicidade Chevrolet 2012 x - No jogo de manipulação e persuasão, predominam recursos de ambiguidade, de duplo sentido, entre outros. O resultado disso é a mescla de tabus e censuras em uma outra dimensão social.


- Desse modo, a publicidade rompe algumas regras e fornece novas formas de pensar as práticas sociais. - O humor tem se tornado uma saída estratégica para conquistar o consumidor.

- Sempre há um risco ao expor qualquer produto a uma construção inovadora, quando se está em jogo o consumo.

- Mesmo assim, o desafio de aumentar a atenção e o impacto do público tem merecido esse risco. Divertido ou de mau gosto? Humor intelectual: - A vida em sociedade impõe a seus membros normas sociais, psicológicas, comportamentais, morais, entre outras.

- O humor inverte esse padrão mecânico da sociedade, quebrando essa previsibilidade.

- Ao tocar em assuntos polêmicos ou tabus, desestabiliza-se a sociedade. Humor emocional: - O humor vem acompanhado de uma dose de insensibilidade. O homem ri da desgraça dos outros, o que pode levar até a humilhação. É como se ele reivindicasse, nesse momento, a bondade e a solidariedade.

- Rindo, as emoções são libertas. Assim, há um alívio de tensões. - Para que haja uma cumplicidade entre a propaganda e o consumidor, criam-se mecanismos para que o receptor se reconheça naquela situação. É como se o consumir risse de si mesmo.

- Ao mesmo que tempo que a publicidade nivela tabus sociais, ela também reforça rótulos. Fazendo rir para conseguir vender: O humor contribui na produção de efeitos pragmáticos relativos à persuasão, mas também desempenha um papel igualmente importante relativos a outros parâmetros, tais como: os relativos à compreensão, memorização, empatia com o anúncio, produção de impacto, entre outros. Como avaliar o humor na publicidade? Uma proposta de classificação... Nesta categoria a piada não incide sobre as características do produto, mas em atributos que lhe são transcedentes e que se integram em dois domínios principais de produção humorística: O domínio mediático e de exploração criativa e o da cultura de massa. Humor fático: - 1º domínio: O humor estará sempre relacionado com o modo irreverente, transgressor, incogruente, como os próprios meios de comunicação publicitária são exploradas.

- 2º domínio: Relativo à exploração das culturas populares e de massa, o humor fundamenta-se numa dinâmica intertextual de discursos que, na sua dimensão original nada tem a ver com publicidade. - A piada encontra o seu valor no próprio universo do produto (ou no da marca). Humor comercial: - Neste caso, a piada incide na encenação cômica de um episódio de procura ou de consumo.

- O riso decorrerá de um valor ‘dramatúrgico’, decorrente da performance do ator publicitário, não só relativo à forma, mais ou menos engraçada, como ele é capaz de apresentar o produto, mas, principalmente, da expressão de uma emotividade sobre a sua existência. Humor emotivo: - Se no Humor Comercial, o discurso cômico está associado a um processo argumentativo, de apresentação e de ‘educação’ para o consumo; na classe do Humor Emotivo, a piada gravita em torno da ‘arte’ cômica do ator publicitário, da sua técnica para projetar uma imagem engraçada de si próprio, uma que seja conveniente para a edificação de uma marca ou para a pré-disposição de uma decisão de compra. Humor intertextual: - Corresponde a uma espécie de humor reativo ou pró-ativo, conforme a graça remete para um quadro discursivo anteriormente enunciado ou ainda por ocorrer.

- O humor intertextual está relacionado com situações e contextos de enunciação pragmática do próprio campo econômico e, por isso mesmo, dotados de especificidade estritamente comercial. - Associada aos estudos de Kant e Schopnhauer;

- A mais ampla das teorias;

- O humor surge do inesperado;

-Pode não ser bem aceita de início;

- Aceita o que aparentemente é inevitável. Linha teórica da incongruência: Sobre o vídeo... - Não era para ser um viral;

- Aspectos do Vídeo. - Análise da Incogruencia;
- Conteúdo:
- Música;
- Social. - Sistema mais utilizado na publicidade;

- Imagens com imediata dissonancia cognitiva;

- Peças baseadas em incongruência apoiam-se em humor simples, claro e imediato. Linha teórica conceitual: - Ligada as outras 3 teorias;
- O humor é melhor compreendido, porém...
- Menos Gargalhadas; Mais sorrisos. Conclusão: Fim Obrigado.
Full transcript