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Carl Rogers

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by

Luiza Garutti

on 11 July 2014

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Transcript of Carl Rogers

Fase neorigeriana
Fase Reflexiva (1950-1957)
Fase Não-Diretiva (1940-1950)
Fase Coletiva (1970-1987)
Carl Ransom Rogers
e a abordagem centrada na pessoa
Abordagem Centrada na
Pessoa
Gabriela de Castro
Isabela Sgavioli Massucato
Lizandra Costa
Luiza Garutti
Thaissa Marcondes

Biografia
Bibliografia
Tornar-se Pessoa
Grupos de encontro
Psicoterapia e Consulta Psicoterápica - 1942
Psicoterapia Centrada no Cliente - 1951
Psicoterapia e Mudança de Personalidade - 1954
Tornar-se Pessoa - 1961
Psicoterapia e Relações Humanas - 1962
Behaviorismo e Fenomenologia - 1964
De pessoa a Pessoa - 1967
A Relação Terapêutica e seu impacto - 1967
Autobiografia - 1967
O Homem e a Ciência do Homem - 1968
Liberdade de Aprender - 1969
Grupos de Encontro - 1970
Como tornar-se Cônjuge/Novas formas de amor - 1972
A pessoa como centro - 1977
Sobre o Poder Pessoal - 1977
Um Jeito de Ser - 1980
Em busca de vida - 1983
Liberdade para Aprender em nossa Década - 1983
Fase Experiencial
(1957-1970)
Um Jeito de Ser;
Atividades em grupo e relações humanas coletivas;
Transcendência de valores e idéias;
Preocupação com o futuro;
Fase mística e holística;
Rogers assume a denominação de ACP,
com a obra "Sobre o Poder Pessoal".

"Defendo a hipótese de que
existe uma tendência direcional formativa
no universo, que pode ser rastreada e observada no espaço estelar, nos cristais, nos microorganismos, na vida orgânica mais complexa e nos seres humanos... Na espécie humana, essa tendência se expressa quando o indivíduo progride de seu início unicelular para um funcionamento orgânico complexo, para um modo de conhecer e de sentir abaixo do nível da consciência, para um conhecimento consciênte do organismo e do mundo externo, para uma consciência transcendente da harmonia e da unidade do sistema cósmico, no qual se inclui a espécie humana."
(ROGERS, 1983. p.50)
"Ser empático é ver o mundo com os olhos do outro e não ver o nosso mundo refletido no olho do outro."
Carl R. Rogers
"A única coisa que se aprende e realmente faz diferença no comportamento da pessoa que aprende é a descoberta de si mesma."
Carl R. Rogers
"Se acredito na capacidade individual de cada um desenvolver sua potencialidade , proporcionar-lhe-ei todas as oportunidades e lhe permitirei a escolha de vias próprias e sua direção pessoal na aprendizagem."
Carl R. Rogers
"A experiência mostrou-me que as pessoas têm, fundamentalmente, uma orientação positiva. ... Acabei por me convencer de que quanto mais um indivíduo é compreendido e aceito, maior tendência tem para abandonar as falsas defesas que empregou para enfrentar a vida, e para progredir num caminho construtivo."
Carl R. Rogers
Psicoterapia e consulta psicológica (1942).
Nascimento da proposta inovadora de psicoterapia.
Conceitos-base: impulso individual para crescimento e saúde.
Maior ênfase: aspectos sentimentais, presente e interesse do indivíduo. Relação terapêutica: experiência de crescimento.
Conselheiro: permissividade/neutralidade, pouca intervenção, renuncia o papel de especialista, relação mais pessoal e cliente conduz a sessão
Psicoterapia Centrada no Cliente (1951)
Função do terapeuta: desenvolvimento do cliente sem atmosfera de ameaças; papel mais ativo; renuncia a teorias rígidas; focar no cliente sua total atenção
Psicoterapia: grupo de duas pessoas
Desenvolvimento: teoria das atitudes facilitadoras (três condições: empatia; aceitação positiva incondicional; congruência)
Rogers enfatiza o abandono do interesse diagnóstico, priorizando a capacidade de desenvolvimento inerente à pessoa.
“As condições necessárias e suficientes para a mudança
terapêutica de personalidade” (1957)
Abordagem Centrada na Pessoa se ramificou em algumas vertentes-
Versão clássica: Center for Studies of the Person
Linha experiencial com ênfase na experienciação e focalização;
Linha experiencial processual;
Linha existencial-fenomenológica, embasada na fenomenologia existencial;
Linha transcendental, que abarca interesses espirituais, religiosos e transpessoais;
Linha expressiva, integra elementos de arte e movimento corporal (gestalt-terapia e psicodrama);
Linha analítica;
Linha comportamental-operacional, ênfase no desenvolvimento de habilidades;
Linha do curriculum centrado na pessoa, realizado na área
de educação.
Referências:
- ROGERS, Carl R. Tornar-se Pessoa. ed.6. 2009
- ROGERS, Carl R. Grupos de Encontro.
- JUSTO, Henrique. Abordagem Centrada na Pessoa: consensos e dissensos. 2002
- MOREIRA, Virgínia. Revisitando as fases da abordagem centrada na pessoa. Estudos de Psicologia. p. 537-544. Outubro-Dezembro. Campinas. 2010.
- Caso Clínico: https://www. youtube.com/watch?v=vAeXCn7_ji8
Resumo do livro;
Definição: Grupos de Encontro consistem, habitualmente, num pequeno grupo de pessoas em que, com um facilitador ou líder, num clima de liberdade de expressão, cada participante é encorajado a deixar cair suas defesas e fachadas e a relacionar-se mais aberta e diretamente com os outros. O encontro básico, a relação imediata, de pessoa a pessoa.
Nasceu em 1902 em Oak Park, Illinois, EUA.
Atmosfera familiar unida, religiosa e moral intransigente.
Quarto de seis filhos.
Aos doze anos, muda-se para a fazenda.
Início de seu interesse pela ciência
Faculdade de agronomia em Wisconsin.
Transfere seus estudos para história.
Em 1922 viaja à China para um Congresso Internacional da Federação Mundial dos Estudantes Cristãos.
Em 1924 entra no Union Theological Seminary, seminário mais liberal do país na época.
Questiona as doutrinas religiosas conflito de ideias com seus pais
Sentimento de independência

bIOGRAFIA
Contato com grandes mestres busca pela verdade;
Começa a seguir cursos no Teacher’s College da Universidade de Colúmbia, situado à frente do seminário;
Transfere-se para o curso de Psicologia;
Em 1928 doutora-se no Teacher's College;
Inicia seus trabalhos clínicos práticos com crianças;
Consegue uma bolsa como interno no novo Instituto para Orientação da Criança;


bIOGRAFIA
Contratado como psicólogo no “Child Study Department” da Associação para a proteção à Infância em Rochester
Passa doze anos trabalhando com crianças delinquentes.
Questionamentos sobre a prática clínica, – interrogatório, pouca eficácia a longo prazo

Significado de Tornar-se Pessoa
Através de falas de clientes, diz que é o derrubar de máscaras e permitir ser alguém “mais aberta a todos os elementos de sua experiência orgânica; uma pessoa que está desenvolvendo confiança em seu próprio organismo como um instrumento de vida sensível... vivendo um processo contínuo de fluido... no fluxo de sua experiência.” (p.140).
tornar-se pessoa
Importância do olhar para o outro como se fosse para si mesmo.
Aceitação e compreensão → direcionamento positivo crescimento e desenvolvimento pessoal.

“Quanto mais um indivíduo é compreendido e aceito, maior sua tendência para abandonar as falsas defesas que empregou para enfrentar a vida, maior sua tendência para se mover para frente” (p. 31).

tornar-se pessoa
Comparação entre os fundamentos rígidos e de cunho patológico da Psicanálise e a Terapia Centrada no Cliente → “os fatos são amigos” ; “a experiência é a suprema autoridade”.
Diz que nem a Bíblia, nem Freud, nem a investigação ou revelações de Deus podem ser mais relevantes que a própria experiência direta pessoal.

“Nenhuma abordagem que se baseie no conhecimento, no treinamento, na aceitação de que é ensinado, se mostra útil” (p.37).

tORNAR-SE pESSOA
Apresenta variadas pesquisas que validam sua hipótese geral de que a congruência, a aceitação incondicional do outro e o desejo contínuo de compreender, efetivam no desenvolvimento de pessoas criativas, adaptativas e autônomas.

→ essas atitudes precisam aparecer não só na psicoterapia, mas também em outras relações; sejam familiares, educacionais ou de trabalho.
Relata os pensamentos e sentimentos na experiência do terapeuta e também coloca relatos da experiência do cliente.

Terapia Centrada no Cliente
Terapia Centrada no Cliente
Tornar-se pessoa
Reconhece a mudança do cliente na psicoterapia, como advinda da experiência em uma relação;
Em sua psicoterapia, o próprio cliente que direciona;
E o que faz as mudanças acontecerem é justamente a aceitação, a autenticidade na relação.

Terapia Centrada no Cliente
tornar-se pessoa
Terapeuta age de forma aberta e empática → Cliente se sente aceito e compreendido → Passa a: se aceitar e se ouvir mais, tomar consciência do que sente → altera o modo de vivenciar → cria possibilidades de mudanças → há um desenvolvimento pessoal.
Tornar-se pessoa
Todo terapeuta, então, deve estar disposto e proposto a estar em contínuo estudo de si mesmo compreendendo e transformando suas defesas, seu modo de agir e por fim, sentindo sua essência - para entender, aceitar e ajudar o outro.
Aceitar e compreender → livrar-se de qualquer avaliação moral ou diagnóstica, que para ele, são ameaçadoras e acabam por deixar o cliente inseguro de si e de como portar-se.

Terapia Centrada no Cliente
“distância inicial entre o eu que ele é e eu que ele deseja ser diminuem consideravelmente”
(p.76).
Terapia Centrada no Cliente
Atende uma mãe e começa a perceber que
O CLIENTE QUE SABE DAQUILO
QUE SOFRE.
tornar-se pessoa
Conclui que “ser o que realmente se é” seria o
objetivo do homem, na descoberta que ser esse processo em si mesmo é “elevar ao máximo a capacidade transformação e crescimento”. (p.206).


Terapia Centrada no Cliente
Felicidade, é na verdade, uma direção e
não um destino.
Terapia Centrada no Cliente
"Período Winsconsin"
Tornar-se Pessoa
Influência de Eugene Gendlin
Foco: relações INTER e INTRAPESSOAIS
Terapia Bicentrada
Autenticidade do terapêuta
"Estar presente na relação terapêutica"
Aproximação à fenomenologia
Grupos de encontro
Produção de valores: Acentuam valores, que se manifestam na espontaneidade, no viver o presente, na intimidade da relação, expressão de sentimentos, etc.


Exemplos: Há grupos de dirigentes de organizações, pessoas associadas na vida diária, na indústria, na educação e em todas as possibilidades encontradas nos locais de trabalho. Podem existir também grupos maiores que se reúnem através de workshops ou laboratórios, onde todos os grupos se juntam através de uma conferência.
Grupos de encontro
Contexto social: Guerra do Vietnã, agitação universitária e crise escolar, problemas nos guetos e ascensão das lutas raciais. Sociedade passava por uma fase pós-industrializada, da abundância, de cultura de massa (mass media), além do movimento de contracultura, maior consumo de drogas, busca pela transcendência, etc.
Origem: como ferramenta, os grupos surgem com Kurt Lewin, em 1947, com os chamados T-Group (do inglês training group), com função de treinar as capacidades em relações humanas. Bethel, Maine, USA.

Grupos de encontro
O processo: "experiência da existência de dois eus", um eu que se mostra ao mundo e o outro que existe apenas intimamente. As primeiras exibições são através de máscaras e fachadas, pois é um longo processo para explorar os sentimentos e atitudes para consigo mesmos e de uns para com os outros.
grupos de encontro
Consequências: Através de relatos descritos no livro, Rogers percebe que os grupos de encontro têm alto poder terapêutico, pois promovem uma experiência de um desenvolvimento pessoal profundamente positiva. A libertação de maus hábitos adquiridos, o encontro da felicidade na liberdade, o enfrentamento da ausência e dor na vida pessoal, a autoconfiança e coragem. Na experiência de um grupo de encontro, pode residir também a solução para a solidão e para a ausência de relacionamento com os outros.
Grupos de encontro
A primeira expressão do eu verdadeiro tem tendência para surgir em atitudes negativas em relação aos outros membros do grupo ou ao líder. A espontaneidade e o sentimento benéfico podem ser rejeitados, expondo a vulnerabilidade da pessoa, e surge apenas quando o indivíduo se identifica com seu grupo e o torna digno de confiança. Eis que surge o segundo passo, chamado “viagem ao centro do eu'', frequentemente muito doloroso.
grupos de encontro

O ''encontro básico'', o contato mais diretamente ligado a uma maior intimidade social - usual na vida cotidiana - sendo um dos fatores de maior estímulo nos grupos de encontro, quando o indivíduo se esforça ou sofre com um problema
e o grupo o ajuda.

Através do feedback, o indivíduo observa a maneira com que ele está sendo visto pelo grupo, o que lhe proporcionará subsídios para a mudança, e pode vir a se desenvolver sob a forma de confronto, o qual poderá ser positivo ou negativo.
Biografia
Gravou sessões terapêuticas;
Contribuições para a psicologia, administração, educação, arte, etc...
Indicado ao Premio Nobel da Paz 1987;
Faleceu em fevereiro de 1987, na Califórnia.
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