Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

Poemas

No description
by

Marcela Morgon

on 21 March 2014

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Poemas

Revolução Francesa
Revolução Industrial
E se
antes

eramos
importantes
Hoje
não

passamos

de
miseráveis
Fomos trocados
por
essas
máquinas
Que
surgiram
da noite para o dia

Nós
que
manejamos

esses
motores
Somos
manejados
pela elite
Os quais
nos
despreza
e
submete
O que para eles
era
vida
Para
nós

era
a morte

Fomos
todos para as cidades
Em busca de uma salvação
Porém
continuamos

desempregados
Sem terra nem condição

Os que
tinham
trabalho
Viviam
na escravidão
Seguiam
as regras
Ou
eram
demitidos sem explicação

O Salário também não
era

bom
Mas o
trabalhador
sem opção
Vai
a luta pela
sua
família
Para
conquistar
o pão de cada dia
Alessia Longoni nº01
Beatriz Avancini nº05
Fernanda Lara nº09
Luiza Andrade nº17
Marcela Morgon nº19
Poemas Revoluções Francesa e Industrial

Pronomes: Demontrativo
Pessoal Oblíquo
Demonstrativo
Relativo
Possesivo
Pessoal do caso Reto

Verbos: pretérito perfeito, presente, pretérito perfeito, pretérito perfeito, presente, presente, presente, pretérito perfeito, pretérito perfeito, pretérito perfeito, presente, pretérito imperfeito, pretérito imperfeito, pretérito imperfeito, pretérito perfeito, pretérito perfeito, presente, infinitivo


Adjetivos

Advérbios: Tempo
Negação

Senhor
Deus o que devo fazer?
Cabeças rolando a cada esquina
Quanto
tempo isso
durará
?
Sinto
cheiro de liberdade
Mas só
enchergo
a morte

Como um castelo de areia
Sendo

levado
pelo mar
A França
desmorona
A cada passo que o revolucionário


Mesmo
sendo

diferentes
Burgueses ricos
ou
pobres
O terceiro Estado
é
uma nação
Nós revolucionários juntos
lutaremos
Até que
nosso
objetivo
seja

atingido
Queremos

leis,
queremos
constituição

Passa dia passa noite
Menos
nobres no país
Quem um dia
comeu
caviar
Hoje
se
ajoelha
no altar

Talvez culpa
estejam
sentindo
Por a miséria de
muitos
fazerem
Mas na verdade
sentem
medo
De
suas
cabeças perderem

Para os
pobres

nada
mudou
De nada adiantou sangue e guerra
Vamos nos vingar do irmão que nos traiu

É
nossa
vez de chegar ao poder
Liderando os inferiores
Agora derrotamos a contra-revolução
A maioria
fortaleceu-
se
Conquistamos
nosso
espaço
Nossa
Assembléia, a Convenção.
Pronomes: Tratamento
Interrogativo
Possessivo
Pessoal Oblíquo
Possessivo
Pessoal Oblíquo
Possessivo
Possessivo

Verbos:
futuro do presente
presente
presente
presente
presente
presente
presente
futuro do presente
presente do subjuntivo
presente
presente
pretérito perfeito
presente
presente do subjuntivo presente
pretérito perfeito

Adjetivo


Advérbio: Intensidade
Intensidade
Avante, filhos da Pátria,
O dia da Glória chegou.
Contra nós, a tirania
O estandarte encarnado se eleva!
Ouvis nos campos rugirem
Esses ferozes soldados?
Vêm eles até nós
Degolar nossos filhos, nossas mulheres.
Às armas cidadãos!
Avante filhos da Pátria
Formai vossos batalhões!
Marchemos, marchemos!
Nossa terra do sangue impuro se saciará!

O que deseja essa horda de escravos
de traidores, de reis conjurados?
Para quem (são) esses ignóbeis entraves
Esses grilhões há muito tempo preparados? (bis)
Franceses! Para vocês, ah! Que ultraje!
Que élan deve ele suscitar!
Somos nós que se ousa criticar
Sobre voltar à antiga escravidão!

Que! Essas multidões estrangeiras
Fariam a lei em nossos lares!
Que! As falanges mercenárias
Arrasariam nossos fiéis guerreiros (bis)
Grande Deus! Por mãos acorrentadas
Nossas frontes sob o jugo se curvariam
E déspotas vis tornar-se-iam
Mestres de nossos destinos!

Estremeçam, tiranos! E vocês pérfidos,
Injúria de todos os partidos,
Tremei! Seus projetos parricidas
Vão enfim receber seu preço! (bis)
Somos todos soldados para combatê-los,
Se nossos jovens heróis caem,
A França outros produz
Contra vocês, totalmente prontos para combatê-los!

Franceses, em guerreiros magnânimos,
Levem/ carreguem ou suspendam seus tiros!
Poupem essas tristes vítimas,
que contra vocês se armam a contragosto. (bis)
Mas esses déspotas sanguinários
Mas esses cúmplices de Bouillé,
Todos esses tigres que, sem piedade,
Rasgam o seio de suas mães!...

Entraremos na batalha
Quando nossos antecessores não mais lá estarão.
Lá encontraremos suas marcas
E o traço de suas virtudes. (bis)
Bem menos ciumentos de suas sepulturas
Essa parte seu caixão
Teremos o sublime orgulho
De vingá-los ou de segui-los.

Amor Sagrado pela Pátria
Conduza, sustente nossos braços vingativos.
Liberdade, querida liberdade
Combata com teus defensores!
Sob nossas bandeiras, que a vitória
Chegue logo às tuas vozes viris!
Que teus inimigos agonizantes
Vejam teu triunfo e nossa glória.
Desde 1795, o canto é oficialmente o hino francês. A marcha foi composta em abril de 1792 por Rouget de Lisle, oficial do exército. Originalmente chamava-se “Canto de Guerra”, e foi feita para os soldados baseados em Estrasburgo quando da declaração de guerra da França à Áustria. A música, pela sua intensa vibração e precisa harmonia, estabeleceu imediatamente uma mágica empatia com o povo francês e espalhou-se rapdamente país inteiro. Seu compasso épico e sua letra de profundo impacto, tornaram-se rapidamente, mais do que um hino da França, um hino à liberdade.
E
/
se / an
/
tes é
/
ra
/
mos
/
im
/
por
/
tan
/
tes
Hoje /não/ pas/sa/mos/

de/ mi/se/rá/veis
Fo/mos/ tro/ca/dos/ por es/sas/ má/qui/nas
Que/ sur/gi/ram/ da/ noi/te/ pa/ra o/ dia

Nós/ que/ ma/ne/ja/mos es/ses/ mo/to/res
So/mos/
ma/ne/ja/dos/
pe/la/ eli/te
A/ qual / nos/ des/pre/za e/ sub/me/te
O/ que/ pa/ra e/les/ e/ra a/ vi/da
Pa/ra/ nós/ e/ra

a/ mor/te

Fo/mos/ to/dos/ em/ ru/mo às/ ci/da/des
Em/ bus/ca/ de u/ma/ sal/va/ção/ po/rém,
con/ti/nu/a/mos/ de/sem/pre/ga/dos
Sem/ te/rra e/ nem/ se/quer/ uma/ con/di/ção

Os/que/ti/nham/ tra/ba/lho/nas in/dús/trias
Vi/vi/am/ qua/se/ na/ es/cra/vi/dão
Se/gui/am/ sem/pre/ to/das/ as/ re/gras
Ou e/ram/ de/mi/ti/dos/ sem ex/pli/ca/ção

O/ sa/lá/rio/ tam/bém/ não e/ra/ bom
Mas/ o /tra/ba/lha/dor/

sem/ op/ção
Vai a/ lu/ta/ pe/la/ su/a/ fa/mí/lia
Pa/ra/ con/quis/tar o/

pão/ de/ ca/da/ dia
Full transcript