Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

ESPAÇO PARA VIVÊNCIA E APERFEIÇOAMENTO MUSICAL

No description
by

Jéssica Conceição

on 30 June 2015

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of ESPAÇO PARA VIVÊNCIA E APERFEIÇOAMENTO MUSICAL

ESPAÇO PARA VIVÊNCIA E APERFEIÇOAMENTO MUSICAL
MIL SINFONIAS

A MÚSICA
DEFINIÇÕES E TÉCNICAS
"A música permite que a criança brinque, dentro de nós; que o monge dentro de nós reze, que o jovem dentro de nós dance e que o herói dentro de nós supere todos os obstáculos. ou quase todos"
Don Campell.

EDUCAÇÃO MUSICAL
EDUCAÇÃO MUSICAL

O aprendizado musical infantil deve-se começar na primeira infância, pois é nessa fase que a criança começa a desenvolver seu lado cognitivo e de coordenação motora, que aliados aos ensinamentos musicais ajudam-na a melhor se desenvolver.


NO BRASIL

O educador Anísio Teixeira e o maestro Heitor Villa Lobos, instaurador do Canto Orfeônico no Brasil, foram grandes percussores do ensino musical no Brasil.

Posteriormente, o canto orfeônico foi sustituido pela educação artistica que estabelecia a prática da Educação artística por um só professor responsável, tendo como consequência a superficialização do ensino.





Somente em 18 de Agosto de 2008, a lei 11.769/08, trata da obrigatoriedade da música como conteúdo curricular, alterando e completando o ensino de arte, diferenciando o ensino da música, dos de dança e teatro.

SALA DE ESPETÁCULOS

DEFINIÇÕES E TIPOLOGIAS
Considera-se a forma, o volume, assim como os materiais adotados grandes definidores da propagação dos raios sonoros, que influenciam no comportamento do som e determina o desempenho acústico do ambiente.

É o espaço em que a plateia é disposta em todos os lados ou em toda a circunferência do palco. Essa tipologia proporciona enxergar da plateia toda a estrutura do palco. Poucos são os espaços construídos com essa relação entre palco e espectador.

Caracteriza-se pela disposição frontal da plateia, o palco italiano é o mais conhecido e utilizado, dentre as tipologias existentes, nela o palco fica em um nível mais elevado, separado da plateia, delimitado pela boca de cena e, geralmente, de bastidores laterais, coxias e cortina, além de um espaço na frente da boca de cena, chamado de proscênio

SALA DE ESPETÁCULOS

TÉCNICAS E O ESTUDO ACÚSTICO
o escalonamento das fileiras precisa ser feito considerando que a linha de visibilidade de uma pessoa deve sobrepor à cabeça da outra que está na frente.


O BAIRRO
REFERÊNCIAS PROJETUAIS
ESCOLA SUPERIOR DE MÚSICA DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE LISBOA
NEW WORLD CENTER
Localizado à direita da fachada de vidro, encontra-se uma parede de projeção com 7.000 m² de área e tem como função apresentação de shows ao ar livre.

Projetado pelo arquiteto Frank Gehry, é uma sala para Concertos com uma capacidade para 756 lugares.

O bairro faz parte de um estado e de uma cidade historicamente multiculturais, reconhecidos pela diversidade, criatividade e propensão para as artes e as inovações. Ele, hoje, representa um dos bairros mais ecléticos e musicais da cidade.

As salas individuais e coletivas possuem um ambiente limpo sem distrações, voltadas para o pátio e proporcionam privacidade, conforto e concentração aos estudantes nas práticas de suas aulas.

EMUS - UFBA
ANÁLISE DO ENTORNO
PROJETO
DIRETRIZES PROJETUAIS
ACESSIBILIDADE

MOVIMENTO

VISIBILIDADE

VEGETAÇÃO

PROJETO
PROGRAMA E PRÉ-DIMENSIONAMENTO
PROJETO
CONCEITO DO PROJETO: O SILÊNCIO E O RUÍDO
Obrigada pela atenção!
PARTIDO ARQUITETÔNICO
ZONEAMENTO GERAL
Figura 02: Fonte:http://sonhoesignificado.blogspot.com.br/2013/09/sonhar-com-orquestra-significado-do.html
Figura 09: Instrumentos Orff.

Fonte: http://radeiris.blogspot.com.br/2009/11/youtube-carl-orff-carmina-burana.html
Figura 10: Educação musical na primeira infância.
Fonte: http://www.canalgravidez.com.br/musica-faz-bem-para-o-seu-bebe/
Figura 11: O maestro Villa Lobos ministrando o canto orfeônico, 1942.

Fonte: http://www.iecc.com.br/diretores-e-professores-biografias/273/maestros-e-canto-orfeonico-na-escola
Apresentação
Projeto de Espaço para Vivência e Aperfeiçoamento Musical
Justificativa
Individualidade do ensino da educação musical.
Objetivos
Geral:
Ampliar a concepção da educação musical e transformá-la em uma ferramenta social e cultural.

Específico
: Tornar o cidadão um individuo capaz de compreender, não só o universo musical, mas também o contexto social, cultural e psicológico, no qual ele está envolvido.
Figura 12: Teatro em Arena - Teatro Leandro Nóbrega, Paraíba
Figura 13: Teatro italiano com proscênio - Teatro Castro Alves, Bahia
Fonte das imagens: http://papodebastidor.blogspot.com.br/2011/10/tipos-de-palco.html
Figura 14: Linha de visibilidade na platéia. Fonte: EGAN, 1988.
Figura 16: Parede "sandwich".
Fonte: http://www.metalica.com.br/desempenho
Figura 17: Efeito da propagação do som em parede convencional.
Fonte: http://ameliapedrosa.com.sapo.pt/FM5/
ANÁLISES E JUSTIFICATIVAS
Figura 18: Mapa da região metropolitana de Salvador. Fonte: Google Maps.
Figura 19: Região delimitada do Rio Vermelho.
Fonte: Caminho das águas, com estudos feitos pela autora do projeto
Figura 20: Mapa da região metropolitana de Salvador. Fonte: Google Earth.
Figura 21: Maquete digital da Escola Superior de Música.
Fonte: http://preuniversitarios.blogs.sapo.pt/6387.html
Figura 22: Pátio interno da Escola de música.
Fonte das imagens: http://www.archdaily.com.br/br/01-29305/escola-superior-de-musica-do-instituto-politecnico-de-lisboa-carrilho-da-graca-arquitectos
Figura 23: Vista da sala tutorial voltada para o pátio.
Figura 24: New World Center.
Fonte das imagens: http://www.archdaily.com/107112/new-world-center-frank-gehry/
Figura 25: Shows gratuitos na praça principal.
CONCLUSÃO
REFERÊNCIAS
Figura 29: Sala prática de piano
Figura 30: Sala tutorial
Figura 31: Sala de ensaio da orquestra da UFBA.
COUTO, Ana Carolina Nunes; SANTOS, Israel Rodrigues Souza. Por que vamos ensinar Música na escola? Reflexões sobre conceitos, funções e valores da Educação Musical Escolar. Goiânia, 2009. Disponível em: http://www.anppom.com.br/opus/data/issues/archive/15.1/files/OPUS_15_1_Couto_Santos.pdf.. Acesso em: 15 de Ago 2014.

SOLER, Carolina. Contribuição ao processo de projeto de auditórios. Avaliação e processo de procedimento.Campinas, 2004. Disponível em::
< http://www.bibliotecadigital.unicamp.br/document/?code=vtls000374633.> - Acesso em: 23 de Ago 2014.

GIMENEZ, Victor. Casa da música. Mogi das Cruzes, 2014. Disponível em::
< http://issuu.com/victorgimenez1/docs/tfg_-_casa_da_m__sica_-_victor_gime.> - Acesso em: 27 de Ago 2014.

VIEIRA, Fernanda. Projeto de teatros e auditórios. Disponível em <ftp://ftp.mecanica.ufu.br/LIVRE/Ricardo/Ac%FAstica/Audit%F3rio/PROJETO%20DE%20TEATROS%20E%20AUDIT%D3RIOS.pdf>. Acesso em: 01 de set 2014.

SALVADOR. Corpo de Lei nº 3.377/1984, 23 de julho de 1984 – Lei de Ordenamento de uso e ocupação do solo - LOUOS. Disponível em:<http://www.sucom.ba.gov.br/legislacao/LOUOS%20COMPLETA3377_84.pdf.> - Acesso em: 29 de set. de 2014.

SALVADOR. Corpo de Lei nº 7.400/2008, 20 de fevereiro de 2007– Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano no Município do Salvador - PDDU .Disponível em:< http://www.desenvolvimentourbano.salvador.ba.gov.br/images/PDF/PDDU/lei7400-08.pdf> - Acesso em: 25 de set. de 2014.

QUEIROZ, Luís Ricardo. A música como fenômeno sócio-cultural, p.49. João Pessoa, 2005. Disponível em:< http://www.ccta.ufpb.br/pesquisarte/Masters/contexturas.pdf > - Acesso em: 24 de set. de 2014.

HELLER, Alberto. John Cage e a poética do silêncio. Santa Catarina. Disponível em:
< http://www.albertoheller.com.br/upload/0/25.pdf> - Acesso em: 26 de set. de 2014.

ANTUNES, Jorge. O silêncio. REVISTA OPUS, n.06. 1999. Disponível em:
<http://www.anppom.com.br/opus/data/issues/archive/6/files/OPUS_6_Antunes.pdf> - Acesso em: 01 de out. de 2014.

FISCHER, Tânia (orgs.). O Caminho das Águas de Salvador. Salvador, UFBA, 2010, p. 162

LITTLEFIELD, Davide. Manual do Arquiteto: Planejamento, Dimensionamento e Projeto. 3. ed. Chicago: Bookman, 2008. 736 p.

NEUFERT, Ernst. A arte de projetar em arquitetura. 12. ed. São Paulo: Consultor, 1976. 431 p
SANTOS, Júlia. Produção e consumo cultural no bairro do Rio Vermelho. Salvador, 2013. 12745 Disponível em: < https://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/> - Acesso em: 23 de set. de 2014.

New World Center. Disponível em:<http://archrecord.construction.com/projects/portfolio/2011/05/New_World_Center-slideshow.asp?slide=8><http://www.designboom.com/architecture/frank-gehry-new-world-center/>< http://joelgarten.com/blog/?p=506>.Acesso em: 09 de set. de 2014.

Site oficial da Sala São Paulo. Disponível em:<http://www.salasaopaulo.art.br/home.aspx>. Acesso em: 11 de out de 2014.

Sala São Paulo: Disponível em:< http://www.lanferarquitetura.com/2011/09/sala-sao-paulo-arq-nelson-dupre.html>. Acesso em: 13 de out de 2014.

Site oficial do arquiteto Nelson Dupré. Disponível em:< http://www.duprearquitetura.com.br/. Acesso em: 16 de out de 2014.

Sala São Paulo. Disponível em: <http://teoriacritica13ufu.wordpress.com/2010/12/16/estacao-julio-prestes-sala-sao-paulo/> Acesso em: 16 de out de 2014.

.

Figura 42: Linha de visibilidade da plateia com desnível a cada uma fileira. Fonte: EGAN, 1988.
Figura 43: Intercalonamento da plateia. Fonte: Estudo preliminar da autora, 2014.
Vídeo 01: Trecho retirado do vídeo 4'33' de John Cage.
Fonte: Arquivo pessoal, 2014.
Figura 32: Mapa de Gabarito. Fonte: Autora do projeto.
Figura 33: Mapa de uso e ocupação. Fonte: Estudo preliminar da autora do projeto
Figura 34: Mapa de estudo bioclimático. Fonte: Estudo preliminar da autora do projeto.
Figura 41: Projeção do raio que abrange instrumento e aluno: percussão, teclas e cordas, respectivamente. Fonte: Autora do projeto, 2014.
Figura 08
Figura 50
Figura 51
Figura 52
"Arquitetura é música congelada." Arthur Schopenhauer
ZONEAMENTO INTERNO
Full transcript