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Arte na Pré-História

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by

Fábio Will

on 30 March 2015

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Transcript of Arte na Pré-História

1° - O painel semântico serve para transmitir certos sentidos de emoção através de imagens, para afunilar a sua transmissão da informação. Com a finalidade de melhor entender a cor no universo simbólico da Pré-história, criar um painel semântico utilizando as cores das pinturas rupestres.
Para isso você pode utilizar colagem com papéis, terras, carvão ou qualquer material colorido. Tamanho A4.

2° - O mesmo para a idade dos metais, enfatizando os tons de cinza e as formas.


Exercícios:

CARACTERÍSTICAS

Destacam novas tipologias arquitetônicas:

Dolmen: estrutura de carácter funerário formado por pedras verticais (ostortatos) que sustentam uma grande pedra horizontal (cobixa)
Menhir: pedra alongada cravada no chão

Cromlech: círculo de pedras associado ao culto ao sol

Alinhamento: fileiras de menires ao lado de uma sepultura

Etapa menos fecunda.
Aparece a cerâmica, amuletos e novos ídolos.
Não desaparecem as gravuras rupestres.
Características do panorama desta arte: Inícios do urbanismo sedentarização .
Aparecimento das primeiras civilizações (IV milénio na Mesopotâmia e Egito).
Desenvolve-se a cultura castreja na região galaica.
Desenvolve-se o megalitismo: V milênio AEC. novas arquiteturas como Cromlech, menhir, dólmen, Taula, etc.
Generaliza-se um estilo esquemático em pinturas rupestres.

c) A arte neolítica e da idade dos metais

CARACTERÍSTICAS GERAIS

Teorias sobre a interpretação da arte paleolítica:
Arte como motivação estética:
anterior à descoberta das representações rupestres
Muitos utensílios para atividades rotineira outorga tempo livre que usam para a arte
Arte como elemento utilitário de ritos e cerimonias
Presença maciça de espécies de alimentação e sobrevivência
Cavernas e abrigos são um contexto único que atua como santuário.

a) A arte paleolítica

a) A arte Paleolítica

b) A arte do Epipaleolítico

c) A arte Neolítica e da Idade dos Metais

Pré-História

CARACTERÍSTICAS

9000 - 6000 AEC.
Arte levantina
Rica e evoluída
Arte linear e de desenho
Com valores novos
Função religiosa, mágica e de encantamento
Localização: nas partes mais profundas das cavernas
Técnico: uso de policromia
Predominância maior da figuração humana, mas esquematizada
Maior movimento nas figuras
O homem domina as cenas
Destacam-se: Dança de Cogull (Lleida) e Cova da Velha (Albacete)

b) A arte do epipaleolítico (Mesolítico)

STONEHENGE

ARQUITETURA MEGALÍTICA

Cromlech Stonehenge

Cromlech Stonehenge (Reino Unido).

c) A arte neolítica e da idade dos metais

As pinturas rupestres de Lascaux foram descobertas em 1940 perto do vilarejo de Montignac, na França central, quando quatros meninos se depararam com uma gruta. Dentro dela, encontravam uma série de salões com quase 1.500 pinturas de animais, cuja idade varia entre quinze e dezessete mil anos.

a) A arte paleolítica

Naturalismo. Pelo marcado.
Quatro patas

Contorno grosso.
Policromía

Altamira. Figuras isoladas.
Ausência de composição

CAVERNA DE ALTAMIRA

a) A arte paleolítica

CAVERNA DE ALTAMIRA

Protuberâncias
  que dão sensação
  de tridimensionalidade

Altamira. Bisontes

Caverna de Altamira, Cantabria, Espanha

a) A arte paleolítica

CARACTERÍSTICAS GERAIS

Destacam-se dois tipos de arte:

Arte Móvel - Características:
são pequenas peças que se podiam levar de um lugar para outro.
Vinculada a utensílios cotidianos

Arte Rupestre – Características:
arte realizada em paredes, tetos e chão das cavernas e abrigos.
Representam animais, sinais e figuras humanas.
As técnicas utilizadas são:
Pintura: à base de corantes minerais aplicados diretamente ou mesclados com um aglutinante
Gravuras: quase sempre diretamente sobre a rocha.
Escultura: relevos em rochas duras e modelados em argila.
25000 - 10000 AEC.
Sociedades primitivas caçadoras
Quase exclusivamente européia
Abrange desde objetos de adorno até os grandes frisos parietais

a) A arte paleolítica


PRÉ HISTÓRIA

EVOLUÇÃO DÓLMEN

ARQUITETURA MEGÁLITA

Dólmen coberto

ortóstatos podem
  ser progressivamente
  substituídos por
  muros gigantescos

câmara sepulcral
  circular com falsa cúpula
(por aproximação progressiva
  de lascas)

Corredor

Evolução do dólmen: dólmen simples, sepulcro de corredor e galería coberta

c) A arte neolítica e da idade dos metais

DÓLMEN COBERTO

ARQUITETURA MEGALÍTICA

Em direção ao leste
(iluminação no solstício)

Coberto com areia

Cobertura

ortostatos

6 metros de largura por 25 metros de comprimento

Corredor

Dólmen de galería coberta: Menga. Antequera (Andaluzia, Espanha).

c) A arte neolítica e da idade dos metais

TAULA, TALAYOT E NAVETA

ARQUITETURA MEGALÍTICA

Terceira pedra
inclinada

Pedra vertical
e em cima horizontal

Tres lados com muros
e frente aberta

Função ritual:
  sacrifícios de animais

Taula

Naveta

Talayot

Naveta

Modelos cultura megalítica baleárica

Taula

c) A arte neolítica e da idade dos metais

STONEHENGE

ARQUITETURA MEGALÍTICA

Cromlech Stonehenge ( Reino Unido) . Vista Aérea

Grande pedra
central

Fosso circular com mais
  de cem metros de diâmetro
  e Anéis de pedras

Círculo formado por vinte
monólitos de pedra azulada trazida
 de Gales (a mais de 150 Km)
cerca de quatro a cinco metros de altura

Grande avenida

Cinco trilitos em
forma de ferradura

Círculo de trilitos (duas
  pedras verticais
  e uma horizontal de
  arenito local) trabalhados entre
  si com juntas de espiga e
  mortalha

Desde o final do quarto milênio
antes de Cristo até meados do
segundo

Localizada no único lugar onde o
lua cheia fica colocado perpendicular à
  saída do sol no solstício de verão
no hemisfério norte (em 21 de junho)

c) A arte neolítica e da idade dos metais

CAVERNA VALLTORTA

Composição em
diagonal

planura

Extremidades muito
abertas

convencionalismos

Caráter
narrativo

composições
dinâmicas

monocromia

estilização

esquematização

Valltorta (Castellón, Espanha). Cacería

Contornos
finos

b) A arte do epipaleolítico

CAVERNA DE LASCAUX

Abóbada Poço

Cabinet des Felins

Mais de quatrocentas e
  cinquenta figuras
  reconhecidas em toda
  a caverna

Manifestações pictóricas
pertencentes ao estilo
magdaleniense III

Passage e Nef

Galería principal

Galería axial.
Vinte metros

Sala dos touros.
Paredes de cinco metros
e um monstro (la Licorne)

Diversas zonas Lascaux (França)

Descoberta em 1940
por Radivat y Marsal

Lascaux (Dordoña, França). Galería axial.

a) A arte paleolítica

CARACTERÍSTICAS PINTURA EPIPALEOLÍTICA

PINTURA

Perdem a função mágica

Interpretações

Cenas da
vida cotidiana
(colheita,
caça, etc.)

Partes de frente
Partes de perfil

Muito estilizadas

Convencionalismos

Valltorta (Castellón) Mesolítico


Cogull (Lérida) Neolítico

Exemplos

Abundância
de figuras humanas

Predominio de animais de pequeno tamanho (em
torno de vinte centímetros)

Temática
  (impõe-se
  a narrativa)

Pintura
epipaleolítica

b) A arte do epipaleolítico

CAVERNA DE ALTAMIRA

Datada aproximadamente de
14.000 a 15.000 anos

Descoberta em 1879
por Marcelino de Sautuola

Grupo de bisontes delimitados
por dois cavalos, um javali e
 dois cervos (quase trinta
  figuras)
convencionalismos

Naturalismo
(visual e intelectual)

Traço grosso e insições

policromia

Grandes
figuras

Ausência de
composição

O chão esta
  muito perto do teto,
  portanto era impossível
  uma contemplação unitária
  de todas as figuras
Altamira (Cantabria, Espanha). Teto da sala policromada

a) A arte paleolítica

Culto da fecundidade (menir isolado)
Marcos territoriais (menir isolado)
Orientadores de locais (menires isolados e em linha)
Santuários religiosos (menires em círculo)

DÓLMEN E MENIR

ARQUITETURA MEGALÍTICA

sentido mágico
  de ligação de forças
  telúricas (terra) com o
   céu (projeção)

Corte dando formas
  mais ou menos geométricas

Contornos desgastados

completamente cobertos
  de terra

Lasca
Horizontal
(cobixa)

Pedras
verticais
(Ortostatos)

Dólmen

Possível função funerária

Trasladados a
grandes distancias

Colocados en
vertical

Grandes blocos
de pedra
(varias toneladas)

Menir

c) A arte neolítica e da idade dos metais

NAVETA E TALAIOT

ARQUITETURA MEGALÍTICA

Função funerária:
  enterro coletivo

Divisão em três
  naves separadas
  por pilares

Abertura muito estreita

falsa abóbada

Pedras talhadas regularmente, sendo as inferiores mais largas.

Construção longitudinal (retangular)

Muros ciclópeos

Naveta: construção retangular de caráter funerário

Função defensiva
e de moradia

Com ou sem muros

Pilar central
como reforço

Abertura em cima

Coberto con
falsa cúpula

Torre da moradia

Talaiot: Moradia

c) A arte neolítica e da idade dos metais

Aumento do ventre dos animais
Cabeças desproporcionadamente pequenas

Convenções

Algumas vezes eram   pinturas planas
sobrepostas e  em outras áreas um pouco
misturadas

Preto do carvão, manganês,
óxido de ferro e
argila de várias cores

Policromía

Animação nula (estatismo)
Animação simétrica (muito movimentadas)
Animação segmentada (parte corpo foi movido)
Animação coordenada (quatro extremidades movidas)

Tentativas de
representar
movimento

Figura de perfil quatro
patas e chifres de frente.

Perspectiva
distorcida

Realismo intelectual
(representa o que existe
aínda que não se possa ver
ao mesmo tempo)

Saliências da rocha criam tridimensionalidade
Reprodução da pelagem (pequenos traços)

Realismo visual
(parecido com a realidade)

naturalismo

CARACTERÍSTICAS PINTURA PALEOLÍTICA

Características
formais

Pintura
paleolítica

a) A arte paleolítica

CARACTERÍSTICAS PINTURA
EPIPALEOLÍTICA

Vida em abrigos rochosos

Só podem manter-se grupos pequenos
Eles devem migrar seguindo as manadas

Contexto
histórico

Dedos
“Pincel”

Técnicas

Gordura animal
Resinas

Aglutinantes

Óxidos de ferro
predominantemente

Pigmentos
cromáticos

Materiais

Mesolítico (9.000 – 6.000)

Grupos de caçadores-colectores

Interglacial

Sobre rocha original

Camada de argila superficial
(por decomposição do calcário)

Parietal
(sobre paredes)

Suporte

Pintura
epipaleolítica

b) A arte do epipaleolítico

Pintura
paleolítica

Fucinhos, olhos, chifres
especialmente

Raspados
estrías

Reforço

Seguida
Esfumada
Pontilhada

Silueta
pintada

Traço
  grosso

Horizontais
Verticais
oblíquas

CARACTERÍSTICAS PINTURA PALEOLÍTICA

Posições
variadas

Linear Final das patas sugerem o chão

Indefinido Ausência da parte inferior dos animais

Ausência de
  chão

Separação ampla

Separação estreita

Sobreposição
(Alguns animais cobrem parte de outros)

Figuras
isoladas

Individuais não formam cenas

Ausência de
  composição

Características
formais

a) A arte paleolítica

CARACTERÍSTICAS PINTURA PALEOLÍTICA

Vida en cavernas
.

Só podem manter-se grupos pequenos
Eles devem migrar seguindo às manadas

Paleolítico Superior (30000 – 8000 )
Grupos de caçadores-coletores
glaciações

Contexto
histórico

Técnicas

Tamponada: Pedaços de pele molhados em tinta
 Aerografia: tinta diluída na boca e cuspida na pedra
Dedos: molhar os dedos e pintar com eles na parede
Carvão: fragmentos de madeira carbonizada

Gordura animal, sangue, clara ou gema de ovo, saliva humana,
Resina vegetal, ceras.


Aglutinantes

Carvão vegetal
Preto manganês
argila
caulin
  Óxidos de ferro

Pigmentos
cromáticos

Materiais

Sobre rocha original

Camada superficial de argila

Parietal
(sobre paredes)

Suporte

Pintura
paleolítica

a) A arte paleolítica

CARACTERÍSTICAS PINTURA EPIPALEÓLÍTICA

Monocromía

Figuras preenchidas de uma só cor redominância de tons ocres

Posições diagonais

Figuras com extremidades muito abertas

Representación
do movemento

Não reproduzem volume

Contornos simplificados
Eliminação dos detalhes
(não marcam olhos e pelos)

Figuras planas

Geometrização
e esquematização

Antinaturalismo

Cenas muito movimentadas

Pintura
epipaleolítica

Sem incisões

Silueta contínua

Traço
fino

Composição em diagonal
(ponto de fuga oblíquo)

Formam cenas

Composição

Características
formais

b) A arte do epipaleolítico

Estilos da arte paleolítica segundo Leroi-Gourhan:
Estilo I: 30000 - 25000 AEC. Baixo relevos e gravuras de animais-incompletos-.
Exemplos: Ferrassie e Isturitz
Estilo II: 25000-20000 AEC
Os animais apresentam curvas nas cervicais em forma de S e as extremidades são desproporcionadas. Exemplos: Manas da caverna de Gargas (Pirinéus franceses)
Estilo III: 20000-15000 AEC.
Deste estilo são as mais importantes representações: animais de pescoços longos e grandes corpos. Exemplos: Lascaux (Dordoña) Pasiega (Santander)
Temos também restos de arte móvel deste período. Destacam-se as "Vênus" como deusas da fertilidade. Destacam-se: Willwndorff (Áustria) e Lespugne (França)
Estilo IV: Divide-se em duas etapas:
Antiga: 15000-12000 AEC.
Realismo e naturalismo
Utilização de linhas de colocação para marcar mudanças de pelagem, forma, etc
Exemplos: Altamira (Cantábria) Combarelles (França)
Recente: 12000-8000 AEC.
Aparecem figuras com movimento
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