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Arte Grega

Períodos, joalheria, pintura, cerâmica, mobiliário, escultura e arquitetura
by

Andressa França

on 11 June 2014

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Transcript of Arte Grega

Cálice. Museu Metropolitano de Arte, Nova York.

Período Arcaico
Influencia dos padrões estéticos egípcios.

Homenagear vitória ou feitos heroicos. (era uma honra ter o corpo esculpido, pois significava que tinha o corpo perfeito)

Estatuetas de Terracota, cobre e bronze até sec.XIII.

Estatuetas de madeira ou xoânon no séc.VII

Período que inclui figuras de kouros em pedra.
O Pintor de Aquiles. Vaso ático com fundo branco (detalhe). Período clássico. C. 440-430 a.C. Altura: 0,40 m.
Coleção particular.

Arte grega é ligada à inteligência.
A arte grega foi considerada livre, pois valorizava o homem, como sendo o ser mais importante do universo. A inteligência humana era superior à fé, encontrada na civilização egípcia. O dia a dia, a natureza e as manifestações dos gregos eram retratadas na arte. Eles procuravam o equilíbrio, o ritmo, a harmonia, pois estavam em busca da perfeição.

Suas características são buscar a beleza das coisas, a superioridade do homem, a razão e a democracia.
Arte Grega


Kouros Anavyssos, Museu Arqueológico Nacional de Atenas, aprox. 530 a.C
Integrantes: Andressa França, Camila Cremonese, Francine Furlan e Joiciellen da Silva
História da Arte
Desde 1550 a.C. até 30 a.C. os gregos
criaram variadas formas de artes, desde as mais simples até as verdadeiramente
monumentais, assim
como os templos,
estátuas em tamanhos reais, etc.
Joalheria
Os primeiros exemplos de trabalhos em ouro da Antiga Grécia foram encontrados na região oriental da ilha de Creta, que por estar sujeita a terremotos, poucas peças restaram.

A princípio os gregos utilizavam formas geométricas. Com influência de outros povos passaram a produzir cenas mitológicas em brincos, braceletes e colares.

A joalharia Grega atingiu o seu apogeu no Império Bizantino (séc. X e XI), onde adquiriu a sua vertente mais luxuosa.
O inicio da história da Joalharia Grega remonta á pré-história, segundo o que se conta foram encontrados maravilhosos exemplares de ourivesaria alguns com mais de 5000 anos, na ilha de Creta e nas outras ilhas do Mar Egeu. Estudos constataram que estas peças pertencem ao período da civilização Minóica e também à civilização Micênica, que a sucedeu.

Depois da extinção do mundo micênico ocorreu o chamado período negro, onde a joalheria deste período refletiu pouco a riqueza criativa dos períodos anteriores.
A exuberância da arte da ourivesaria, no entanto, verificou-se após as conquistas de Alexandre, o Grande, quando o ouro e as gemas eram encontrados em abundância. As jóias gregas passaram então a serem enriquecidas com designs de influências orientais, mas também embelezadas com gemas raras.A aplicação de gemas de cores variadas nas mesmas jóias passou a ser uma técnica muito utilizada.

Durante o período de domínio romano, o design de jóias foi um pouco negligenciado em função de um maior embelezamento das jóias por gemas. A variedade, o luxo e o esplendor da joalharia grega alcançaram o seu auge, durante o Império Bizantino, entre os séculos X e XI da nossa era.
Braçadeira de ouro com nó Herakles,
Período Helenístico,Data: 3a-2o século aC
Par de braçadeiras de ouro
Período Helenístico, Data: 200 aC
Esses imponentes braçadeiras serpentina representam dois tritões, homens e mulheres, cada um segurando um pequeno alado Eros.
Par de brincos de ouro com disco e pingente em forma de barco
Período: Helenístico
Data: 330-300 aC
Dimensões: geral: 3 polegadas, 0,2 £. (7.6 cm, 0,1 kg) Diam:. De 3/4 polegadas (1.9 cm)
Colar de ouro com pulseira de pingentes
Período: Helenístico
Data: ca. 330-300 aC
Ganimedes jóias
Período: Helenístico Data: ca. 330-300 aC
Par de brincos de ouro com um disco e Eros
Período: Helenístico Data: ca. 300 aC
Dimensões: H. 3 3/4 polegadas (9,5 cm)
Brinco de ouro na forma de uma pomba
Período: Helenístico Data: 2 º século aC
Pulseira de ouro e vidro com medalhão central
Período: Helenístico Data: 2 º século aC
Ouro e cornalina brinco em forma de barco
Período: Clássico Data: Século quinto-quarto aC
Pingente de ouro na forma de uma esfinge
Período: Clássico Data: Século quinto-quarto aC
Bracelete de prata com cabeça de leão de ouro florões
Período: Clássico Data: Século quinta-quarto aC
Par de brincos de ouro com Ganimedes águia
Período: Clássico Data: ca. 330-300 aC
Dimensões: total de H. 2 3/8 polegadas (6 cm); H. de roseta de 1 polegada (2,5 cm)
Par de brincos de ouro esféricas
Período: Arcaica ou Clássica Data: Século sexta-quinto aC
Pingente de ouro com Senhora dos Animais
Período: Arcaico Data: 7 º século aC
pingente de ouro e esmalte com Senhora dos Animais
Período: Arcaico Data: 7 º século aC
Brincos de ouro
período: helenístico
final de 3 - início de 2 ª aC
No entanto, a tradição da confeção de jóias manteve-se acesa, para brilhar novamente a partir do ano 800 a C, quando novas peças confeccionadas com técnicas refinadas e delicado artesanato apareceram nas ilhas Eginas

Apesar da Grécia durante o período arcaico (600- 475 a C), ter sofrido bastante durante as guerras persas, tiveram pouco efeito sobre o alto nível da cultura helênica.

No período clássico, também conhecido como idade de ouro, a quantidade de jóias confeccionadas foi menor do que nos períodos anteriores, mas foi tão soberba na qualidade e na perfeição técnica que a arte da ourivesaria elevou-se ao patamar da escultura em miniatura.

O desenvolvimento da pintura grega teve início a partir de 800 a.C.
Está registrada principalmente em vasos cerâmicos
Pintura em três estilos: Figuras negras com fundo vermelho, figuras vermelhas com fundo negro, figuras vermelhas com fundo branco
Segundo fontes literárias, eram tão vívidas que os pássaros bicavam as frutas pintadas nos murais

Pintura

Os vasos gregos são conhecidos por seu equilíbrio e harmonia de formas, desenhos e cores. As suas pinturas retratavam pessoas em atividades do cotidiano e cenas da mitologia, enquanto a cerâmica era utilizada para armazenar, entre outros, água, vinho e azeite, além de servir para rituais religiosos.

As formas mais comuns de vasos são Ânfora, Hídria e Cratera, cada um com uma função específica, tal como carregar água, vinho. Os únicos vasos de exclusivo emprego fúnebre eram os Lécitos, quanto ao resto, nos túmulos, nos santuários e nas habitações, as cerâmicas eram quase sempre as mesmas.

Pintura em Cerâmica
Quanto a cerâmica, a Grécia foi uma continuadora da ilha de Creta, porém, demonstrou-se
menos arrojada, mais sóbria nas cores, menos interessada na procura de esmaltes e mais
preocupada em criar motivos ornamentais.

No período após 800 a.C., desenvolveu-se o mais antigo estilo caracteristicamente grego nas artes plásticas, o chamado estilo geométrico. Inicialmente, a cerâmica só havia sido decorada com desenhos abstratos – triângulos, formas em xadrez – mas, por volta de 800 a.C., figuras humanas e de animais começaram a surgir em uma concepção geométrica.

Estilo Geométrico
A seguir, o espécime do cemitério de Dipylon em Atenas, pertence a um grupo de vasos muito
grandes, usados como monumentos dos túmulos; seu fundo tem orifícios por onde as
oferendas líquidas podiam se filtrar até o morto, embaixo. A cena retratada no vaso não
contém nenhuma referência à vida após a morte; seu propósito é exclusivamente
comemorativo. Os gregos tinham uma concepção de eternidade, mas para eles, o domínio dos
mortos era uma região sem cores e vagamente definida, onde as almas, ou sombras, levavam
uma existência insignificante e passiva, sem fazerem quaisquer exigências aos vivos.

Vaso de Dipylon. Século VIII a.C. Altura: 1,08 m. Museu Metropolitano de Arte, Nova York
Aconteceu por volta de 700 a 480 a.C., onde a arte grega foi estimulada pelas relações
comerciais com o Egito e Oriente Próximo, e começou a absorver influências dessas regiões,
que deram vida às inexpressivas imagens geométricas. Foi a época áurea da pintura em cerâmica.
Figuras em preto
No estilo de figura negra, adotado no final desse período, as figuras se destacavam em negro
contra o fundo avermelhado. O artista riscava os detalhes do desenho com uma agulha,
expondo a tonalidade da argila.

Estilo Arcaico
Psíax. Hércules Estrangulando o Leão de Neméia. Ânfora ática de figuras em preto, de Vulci. Período arcaico, c. 525 a.C. Altura: 0,50 m. Museu Cívico, Brescia, Itália.

Figuras em vermelho

O estilo de figura vermelha, que teve início por volta de 530 a.C., invertia o sistema de cores.
As figuras, delineadas contra o fundo negro, eram compostas pelo vermelho natural da argila, com os detalhes pintados em preto. Essa técnica gradualmente substituiu o velho método, a
cerca de 500 a.C.

O Pintor de Fundição. Lápita e o Centauro. Interior de um vaso ático de figuras em vermelho. Período arcaico.
490-480 a.C. Diâmetro 0,38 m. Museu Estadual de Antiguidades, Munique.

Teve início por volta de 480 a.C., com um novo conceito de espaço pictórico. Usando um fundo
branco e traços vermelhos, as pinturas eram capazes de criar um espaço vazio em que formas
esquematizadas pareciam surgir.

O vaso lécito, usado como oferendas funerárias, foi um tipo especial de vaso que quando
recoberto por uma camada de tinta branca, era capaz de dar liberdade ao pintor para
desenhar tal qual trabalhar atualmente com caneta e papel.

Apesar de suas vantagens artísticas, a técnica do fundo branco não teve aceitação mais geral.
Estilo Clássico
Ânfora. Museu Metropolitano de Arte, Nova York
Hídria. Museu Metropolitano de Arte, Nova York.
Cratera. Museu Metropolitano de Arte, Nova York.
“Muitas são as maravilhas do mundo, mas a maior de todas permanece o homem.” (Sófocles, Antígona.)


A civilização grega surgiu a partir da reunião de diversos povos que se fixaram na região da Península Balcânica, entre o Mar Tirreno e a Ásia Menor há cerca de 4000 anos atrás. Em seu território acidentado, a agricultura foi uma atividade que contou com poucas áreas disponíveis para o plantio. Em contrapartida, o acesso a diferentes mares e regiões fez do comercio uma das mais importantes atividades do mundo grego.
Origem Grécia
Em âmbito cultural a influência do pensamento grego atravessou os vários séculos da existência humana.

A Grécia é considerada pela maioria dos historiadores a base da cultura da civilização Ocidental.




Ocupação do território.

Região da Península de Peloponeso.

Região do Mar Egeu (montanhoso e pouco fértil).

Aques Micenas.



Dórios (armas de ferro).

Poemas.

Comunidades Genos.
PERÍODOS


Expansão marítimo-comercial grega e fixação de colônias ao norte do litoral do Mar Mediterrâneo.

Formação das polis (cidade-estado).

Política: Monarquia e Oligarquia.

Atenas e Esparta.


No Período Arcaico (VIII – VI a.C.)
Período Pré-Homérico ( Séc. XX e XII a.C)
Período Homérico (XII-VIII a.C.)
Apogeu da história grega

Intensa atividade artística e intelectual.

Atenas: regime democrático.

Gregos contra gregos.

Divisão e Enfraquecimento.
Período Clássico (V – IV a.C)
Temos a ocorrência da dominação promovida pelos povos macedônios. Sob o comando de Alexandre, O Grande, a cultura grega sofreu contato com valores das culturas orientais.

No século II a.C. será a vez dos romanos incorporarem o conjunto de tradições e costumes helênicos e, por fim, desarticularem o Antigo Mundo Grego.
Período Helenístico (final do séc.IV – I a.C.)


Zeus – Senhor dos Céus.

Atenéia – Deusa da Guerra.

Afrodite – Deusa do Amor.

Apolo - Deus das Artes e Beleza.

Posseidon – Deus das Águas.
Mitologia:


Realizadas a cada 4 anos em honra a Zeus. Inicio 776 a.C.



Comédia e Tragédia. (Édipo rei- Sófocles).



Arte das musas, lira era o instrumento nacional.
Olimpíadas:
Teatro:
Música:
Antropomorfismo (esculturas de formas humanas)

Introduziram o nu na arte.

Além do equilíbrio e perfeição das formas (aparentes no desempenho atlético e no debate intelectual)

Principio do apoio do peso (ou contrapposto) onde o peso do corpo se apoia em uma das pernas e o corpo segue esse alinhamentoà ilusão da figura surpreendida no MOVIMENTO.
A BELEZA DO CORPO.
ESCULTURA
Apreciavam a simetria natural do corpo humano.

Estátuas de figuras humanas em rigorosa posição frontal,

Pé esquerdo avançando (peso igualmente distribuído sobre as duas pernas),

Punhos fechados; e careta conhecida como “sorriso arcaico”.

Figura de mulher era esculpida sempre vestida. (KORE)
Terraço dos leões (mármore, arte Jônica) séc.VII. Em Delos.
Dama Auxerre, de Creca, de 650 a.C. Museu de Louvre.
Kleobis e Biton,aprox.580 a.C. Museu Arqueológico de Delfos.
Kore do Heraion de Samos(santuário dedicado a Hera), 570–560 a.C.. Tem 1.92 m de altura e na base uma inscrição onde se pode ler: Cheramyes dedicou-me a Hera, como oferta. Museu do Louvre.
Estátua de mármore da Nike, encontrada em Delos, Cyclades, aprox. 550 aC. Museu Arqueológico Nacional de Atenas
Baixo relevo em mármore de um corredor, feito de mármore de Paros. Encontrado perto do Theseion, em Atenas, aprox. 550 a.C. Museu Arqueológico Nacional de Atenas.
Parte de um túmulo de mármore estela de um atleta, encontrada no Kerameikos, Atenas, aprox.550 a.C. Museu Arqueológico Nacional de Atenas
Período Clássico
Auge da arte na Grécia.
Figuras ilustram Ordem e Harmonia.
Formas com tons mais realistas (exploração do movimento, do volume e das proporções).
Uso de bronze (mais resistente que mármore). Movimento sem quebra.
Nu da figura feminina.
Fídias, Policleto e Míron.
Mais famoso escultor ateniense, supervisor da estatuária de Partenon(templo da Deusa Atenas) e o primeiro a usar drapeados para revelar o corpo.
Forma Fídias (500-432 a.C)
Dionísio, antigamente no frontão leste do Partenon, hoje no Museu Britânico.
Estátua de Zeus. Construída de ébano e marfim, estaria cheia de incrustações de ouro e pedras preciosas. Fídias levou perto de uma década para terminar o trabalho. Tinha supostamente 12 metros de altura, mas ela foi destruída e dela só restam apenas imagens cunhadas em moedas.
Personificação do rio Ilissos, antigamente no frontão oeste do Partenon, hoje no Museu Britânico.
Rival de Fídias, escreveu livro sobre proporção, seu trabalho mais célebre foi o Doríforo.
Policleto (Ativo 450-420 a.C)
Importante também foi a obra colossal estátua de Hera em Argos ( em ouro e marfim).
Foi o mais velho dos três escultores, Duas de suas obras chegaram até nós em cópias romanas: Atena e Marsias, e o Discóbolo, uma das esculturas mais famosas da história da arte.
Míron (século V)
Discóbolo. Aprox. 450 a.C. Altura: 1,55m. Museu Nacional Romano, Roma. Cópia romana.
O Auriga de 490 A.c. Museu Arqueológico de Delfos. Exemplo de “estilo severo” com mais doçura e requinte.
Posseidon, alt. 2,02m. Metade do séc.V. Museu Arqueológico de Atenas.
Estátua de mármore de um atleta, encontrados em Delos, Cyclades. Cópia de cerca de 100 aC, de um original 450-425 aC
Estátua de bronze de um jovem atleta, encontrada no mar ao largo Marathon, Attica. Aprox. 340-330 a.C. Museu Arqueológico de Atenas.
Estátua de mármore de uma Nereida(filha de Nereu) ou Aura, a cavalo, a partir do templo de Asclépio em Epidauro, Peloponeso. Aprox. 380 aC.
Relevo em mármore votiva, encontrado em Neon Phaleron, Attica. Aprox. 410 aC.


Contato com outras culturas - possibilidades estéticas bastante complexas.

Estilo mais melodramático que o anterior.

Crescente naturalismo (idade e personalidades + emoções e estado de espírito de um momento - medo, dor e angustia).

Representação de grupos de figuras – mobilidade e bonitos de todos os ângulos observados.
Conceito mais natural e sensual da beleza física -Ideal de beleza. (Praxíteles.)

Praxíteles, Lísipo e Scopas.
Período Helenístico
Escultor ateniense famoso pelo primeiro nu feminino em tamanho natural
A estátua de Afradite de Cnido. Introduziu um conceito mais sensual e natural da beleza feminina.
Praxíteles (Ativo em meados do século IV a.C)
Afrodite de Tespias. Cópia romana, original data de 379 a.C atribuido a Praxíteles.
Afrodite de Cnido (370 a.C. Museu Pio-Clementino, Roma) Essa escultura de Praxíteles foi comprada pela cidade de Cnido, por isso ficou conhecida como Afrodite de Cnido. Rejeitada pela falta de roupas pelos cidadãos de Cós.
“TORSO DE AFRODITE”
Escultor principal da corte de Alexandre, o Magno. Sua obra é caracterizada por figuras atléticas, de corpos vigorosos e fortes. A dinâmica de suas estátuas é acentuada pela leveza da musculatura e pela finura das articulações, que dão a impressão de evolução e movimento espacial. Dava grande atenção aos detalhes e empregava proporções em que a cabeça era relativamente pequena, dando a impressão de maior altura às figuras.
Lísipo (Foi um escultor grego do século IV a.C. )


Lísipo - trás um dos mais elaborados tratamentos anatômicos de sua escultura.
Heracles Farnese, Museu Arqueológico de Nápoles. Cópia Romana mede aprox. 3,17 m.
Apoxiomen. Aprox. 320 a.C. Museu do vaticano. Equivale ao Doríforo de Policleto. Cópia romana.
Nasceu na ilha grega de Paros. Trabalhou na Grécia continental e as cidades gregas da Ásia Menor. Algumas obras grandiosas têm sido atribuídas a ele, com destaque para a sua participação na execução de uma das sete maravilhas do mundo antigo, o túmulo de Mausolo, em Halicarnasso, antiga cidade grega da Cária. Seu estilo foi marcado por características peculiares únicas em suas esculturas: Figuras agitadas, representadas em movimento convulsivo, cabeças com bocas entreabertas e olhos profundos, realçando a aparência física.
Scopas (ativo entre 380-350 a. C)
Várias de suas obras são conservadas em cópias Níobe e os Nióbidas, Meléagro e Mênade.
Níobe e os Nióbidas.
Mênade Furiosa. Escopas.
Meleágro e o javali Cópia de mármore romano (c. 150) a partir de um original grego do século IV aC no Museu Pio-Clementino - Cidade do Vaticano
A vitória de Samotrácia, aprox. 90 a.C. Museu de Louvre.
Afrodite de Milo. Aprox. 120 a.C. Museu de Louvre. Beleza do dorso.
O soldado de gálata e sua mulher. O original grego data da primeira metade do século III a.C. Altura:2,11 m. Museu Nazionale delle Terme, Roma. Cópia romana.
Grupo de mármore de Afrodite, Eros e Pan, de Delos, Cyclades. Aprox. 100 aC. Museu Arqueológico de Atenas.
Estátua de bronze de um cavalo e um jovem jóquei, encontrados no mar ao largo do Cabo de Artemisa, Eubéia norte. Aprox. 140 aC. Museu Arqueológico de Atenas.
Estátua de mármore de um Gaules lutando, encontrada em Delos, Cyclades. Aprox. 100 aC. Museu Arqueológico de Atenas.
Marble theatre mask 300-250 a.C. Museu Arqueológico de Atenas.
Estátua de mármore de um jovem nu, a partir do período helenístico, cerca de 100 a.C. Museu Arqueológico de Atenas.

Não se tem muitos registros sobre o mobiliário grego, pois ao longo do tempo, sem nenhum tipo de preservação e armazenamento, os móveis acabaram se perdendo. Porém, os móveis foram utilitários e a ornamentação se baseava em elementos arquitetônicos.
Destinados principalmente às mulheres e adaptado às dimensões humanas.
Dentre os materiais, utilizavam madeira, bronze e mármore.

MOBILIÁRIO
Os móveis eram maciços e pesados.

Dentre as técnicas de produção, estavam a marcenaria, torneamento e trançado.

O mobiliário se constituía basicamente de cadeiras, bancos articuláveis e fixos, camas, mesas e guarda (arcas, receptáculos).



A cadeira Klismos, que foi muito popular e utilizada principalmente nos períodos arcaico e clássico, seu estilo era basicamente liso, o assento trançado, pés curvados para fora e encosto também curvo;
A cadeira (descanso) Kline, utilizada em cerimoniais ao ar livre e sua funcionalidade era para a refeição e descanso;
A cadeira Difros, sem espaldar e de fácil manuseio.

Os que mais se destacaram foram:
Cadeira Kline
Representação da cadeira Kline
Cadeira Difros.

Cadeira Klismos. Modelo produzido para o mercado em 1960, inspirado no estilo grego. Museu Metropolitano de
Arte, Nova York.

Apoio tripé para vaso. Museu Metropolitano de Arte, Nova York
Teatro de Priene, Período Clássico, séc. V-IV a.C
Larnax, séc. XIII a.C. Museu Metropolitano de Arte, Nova York.

Atena e Mírion
Doríforo. Aprox.440 a.C. Altura: 1,99m. Museo Archeologico Nazionale, Nápoles.
Cópia romana.

Importante também foi a obra colossal estátua de Hera em Argos ( em ouro e marfim).
Arquitetura
A arquitetura grega tinha um único objetivo: proteger as estátuas dos deuses das ações do tempo. Em seus templos, uma das características era a simetria entre a frente e os fundos (pronau e opistódomo, respectivamente). E foi a partir deles que se iniciaram as colunas, cujo modelo era de origem dórica ou jônica.
Havia um espaço chamado frontal, um telhado grego ornamentado por esculturas e ficava tanto na parte da frente quando na de trás do templo.

Outra decoração se encontrava nas métopas, que eram decoradas com relevos de esculturas. E também, no friso, que possuía problema por ser longo, mas foi resolvido no Partenon, quando o escultor utilizou o tema de uma procissão em honra à deusa Atena.


Mármore,

Pedra – talhada e assentada com precisão;

Argila – nas construções secundárias;

Madeira – coberturas e tetos.
Materiais


Telhados inclinados em duas águas;

Tetos em vigas de madeira coberta com placas de terracota ou cerâmica.



Elegância, Ritmo, Proporção, e Harmonia,

Policromia;

Baixos Relevos,

Temática decorativa: Deuses, Heróis, Folhas e Rosas, decoração.
TÉCNICAS E SISTEMA CONSTRUTIVOS:


CARACTERÍSTICAS PLÁSTICAS:
A coluna não tem base, simples e maciça. Os templos dóricos eram em geral baixos e maciços. As grossas colunas que lhes davam sustentação não dispunham de base, e o fuste tinha forma acanelada. O capitel, em geral muito simples, terminava numa moldura convexa chamada de equino. As colunas davam suporte a um entablamento (sistema de cornijas) formado por uma arquitrave (parte inferior) e um friso de tríglifos (decoração acanelada) entremeado de métopas. A ordem dórica é expressa por uma coluna simples, com caneluras profundas, sem base e encimada por um capitel.
Ordem Dórica
O Capitel possui duas espirais, mais detalhadas e com mais leveza. A construção jônica, de dimensões maiores, se apoiava numa fileira dupla de colunas, um pouco mais estilizadas, e apresentava igualmente um fuste acanelado e uma base sólida. A jônica é mais fina e graciosa, tem coluna canelada e capitel com volutas.
Ordem Jônica
Capitel mais ricamente decorado. As formas foram se estilizando ainda mais e acrescentou-se uma terceira fileira de colunas. O partenon de Atenas é a mais evidente ilustração desse brilhante período arquitetônico grego. Na época da hegemonia helenística (século III a.C.), a construção, que conservou as formas básicas do período clássico, alcançou o ponto máximo de suntuosidade. A ordem coríntia, por sua vez, tem coluna bem canelada e capitel profusamente decorado com folhagens, o que o faz bastante diferente dos outros.
Ordem Coríntio


O seu corpo central é dividido em três espaços: o pronaos, o naos ou cella, que continha a estátua criselefantina (feita em ouro e marfim) de 12 metros de altura, da deusa Atena Parteno, executada por Fídias, e o opistódomos onde se encontrava guardado o tesoura da "Liga de Delos", que estava a cargo de Atenas. O pronaos e o opistódomos abrem-se sobre um pórtico interno com seis colunas.
O Templo Grego:
A cobertura do templo era feita por um telhado de duas águas, que formava os frontões triangulares que eram preenchidos por relevos. Era decorado com cores vivas tais como o vermelho, o azul e o dourado e foi construído em mármore branco que com o tempo adquiria um suave tom dourado.


Edifício mais importante;

Forma retangular (com poucas exceções);

Construído sobre plataforma elevada – pódio;

Entrada principal voltada para o leste; ( Esta posição se deve ao exíguo espaço disponível nas escarpadas encostas das montanhas da região. Compensando esta dificuldade o templo possui uma abertura na parede leste, para permitir os fiéis contemplarem o nascente ou talvez para a luz penetrar no interior, iluminando a estátua do deus.)
Características:
Na frente e nos fundos do templo ficavam os pórticos suportados por colunas, que se prolongavam ao longo dos dois lados do templo – simetria independentemente da direção em que o edifício era visto;

Poucas janelas – luz penetrava através da entrada principal e clarabóia;

Estátuas na frente e relevos nos frontões. Templo era construído por duas câmaras interiores: uma menor, nos fundos (sala do tesouro); e uma câmara maior (a naos), que continha a estátua da Deusa a quem era dedicado o templo.


Segundo número de colunas na fachada:

Tetrástilo: 4 colunas na fachada

Pentástilo: 5 colunas na fachada

Hexástilo: 6 colunas na fachada

Octástilo ou octóstilo: 8 colunas na fachada

Decástilo: 10 colunas na fachada

Dodecástilo :12 colunas na fachada
Tipos de templos:


Monóptero: 1 fila de colunas. Também designa os templos de planta circular rodeados por 1 fila de colunas e remate a cúpula. Um monóptero com naos designa-se tholos.

Díptero: 2 filas de colunas

Pseudodíptero: similar ao díptero, mas em que as 2 filas de colunas não envolvem todo o templo (p. ex. a fila de colunas interior está embebida nas paredes do naos)
Segundo número de filas de colunas:


Períptero: o templo é completamente rodeado de colunas.

Pseudoperíptero: quando uma fila ou mais de colunas está embebida nas paredes do naos.

Prostilo: o templo só tem colunas na fachada.

Anfiprostilo: o templo apresenta colunas nas fachadas principal e posterior.
Segundo a distribuição de colunas:
Picnóstilo:Espaço reduzido entre colunas de 3 módulos.

Sistilo: Espaço entre colunas de 6 módulos. Diástilo: Espaço entre colunas de 6 módulos ou a medida de um diâmetro da coluna multiplicado por 3. Aqui um módulo é o raio da base do fuste da coluna.
Segundo espacejamento entre colunas/intercolúnio:


Características:

O segundo edifício mais importante, com capacidade até 30.000 pessoas sentadas;

Ao ar livre, instalados na encosta de um monte;

Visão e acústica excelentes de qualquer lugar;

Parte central reservada ao coro e auditório em semicírculo.
O Teatro Grego:
Teatro do Santuário de Delfos, 160 A.C.
Obrigada!
Ana barreiros- Arquitetura grega. Disponível em:

http://pt.slideshare.net/abaj/arquitetura-grega-9676934 Acessado em: 17/05/2014

- Grécia a perola do mediterrâneo. Disponível em:

http://philosophiagrega.no.comunidades.net/index.php?pagina=1162616466 Acessado em: 17/05/2014.

Um olhar sobre a arte. Disponível em:

http://umolharsobreaarte.blogs.sapo.pt/tag/templo+grego Acessado em: 17/05/2014.
1) UGOLOTTI,B.M; LEGNANI,R;BERTIN,Élio.Enciclopédia da civilização e da arte: Volume I-Arte antiga.São Paulo: Livraria Martins.1964.

2)UGOLOTTI,B.M; LEGNANI,R;BERTIN,Élio.Enciclopédia da civilização e da arte: Volume II-Arte antiga.São Paulo: Livraria Martins.1964.

3)STRICKLAND,Carol. Arte Comentada: Pré-história ao Pós-Moderno. 14ª.ed.Rio de Janeiro: Ediouro. 2004.

Bússula escolar. Grécia Antiga. Disponível em <http://www.bussolaescolar.com.br/historia_geral/grecia_antiga.htm> Data de acesso: 16/05/2014.

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metmuseum-Gallery 158
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Museo arqueológico de Atenas
Período: Heládico Recente III
Data: ca. 1400-1200 aC
Cultura: micênica
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Enfeites de vidro, um dos poucos exemplares que restam da joalheria micênica

Brinco de ouro
Período: Classical
Data: meados de século 4 aC
Cultura: grego
Meio: ouro
Dimensões: H. 1 3/4 polegadas (4,4 cm)
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Brincos de ouro com disco e pingente em forma de barco
Período: helenístico
Data: ca. 300 aC
Cultura: Oriente grego
Meio: ouro
Dimensões: geral (A): 2 5/8 de polegada (6,6 cm) Outros (Diâmetro do disco): 7/8 de polegada (2,2 cm)
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Colar de Ouro com um nó Herakles
Período: helenístico
Data:4a-3o século aC
Cultura: grego
Meio: ouro
Dimensões: comprimento 17 polegadas. (43,2 centímetros)
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Hermes e Dionísio. Museu Arqueológico de Olímpia.
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