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Protocolo de Kyoto

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by

Dandara Barbosa

on 20 September 2013

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Transcript of Protocolo de Kyoto

photo credit Nasa / Goddard Space Flight Center / Reto Stöckli
Protocolo de Kyoto
O que é?
Constitui-se no protocolo de um tratado internacional com compromissos mais rígidos para a redução da emissão dos gases que agravam o efeito estufa, considerados, de acordo com a maioria das investigações científicas, como causa antropogênicas do aquecimento global.
Varias reuniões levaram a elaboração do protocolo em 1997 no Japão. Sendo ratificado em 15 de Março de 1999 entrando oficialmente em vigor em 16 de Fevereiro de 2005.
O Por que?
As alterações climáticas têm vindo a ser identificadas como uma das maiores ameaças ambientais, sociais e económicas que o planeta e a humanidade enfrentam na atualidade.
Mais de 160 países assinaram o protocolo porém paises como os Estados Unidos, Russia, China e Canada com o passar do tempo se retiraram. Estes paises juntos são responsaveis por grande parte da emissão dos gases sendo a China o maior deles.
Todos os outros paises que permanecem geram cerca de 15% dos gases.

Quando?
Pontos que levaram a elaboração do Protocolo
1988:Reunião em Toronto no Canadá na conferencia sobre mudança atmosferica torna-se o primeiro passo.
Em Agosto de 1990 na cidade de Sundsvall Suécia, o IPCC gera o primeiro relatório de avaliação referente a geração de poluentes prejudicias ao planeta.
Em 1992 ocorre a convençãoQuadro das Nações Unidas sobre a mudança climática (UNFCC) e a ECO-92 no rio de Janeiro em Junho.
Países
A principal causa para o aumento da temperatura é a industrializaçao, a queima de quantidades cada vez maiores de petróleo, gasolina e carvão,o corte das florestas e a utilização de certos métodos de cultivo.
Consequências
•O nível médio do mar subiu entre 10 a 20 centímetros durante o século XX, e um aumento adicional de 18 a 59 centímetros é esperado até ao ano de 2100.
Inúmeras espécies vegetais e animais, já enfraquecidas pela poluição e pela perda dos seus habitats, não deverão sobreviver nos próximos cem anos. Os seres humanos, embora não enfrentem ameaças idênticas, estarão sujeitos às mais diversas adversidades.
O Brasil
As emissões de carbono do Brasil são ao redor de 2,5% das mundiais: quase 25% são procedentes da indústria e da agricultura modernas e 75% da agricultura tradicional, da conversão de uso na fronteira agrícola e das atividades madeireiras ineficientes e/ou predatórias.
Vantagens e desvantagens referente as emissões de gases
O Brasil tem 3 vantagens: é um país de renda média; tem uma matriz energética com forte peso da hidroeletricidade e consequentemente muito limpa do ponto de vista das emissões estufa, e, possui no seu território 16% das florestas mundiais. Porém, a grande desvantagem é ter uma grande emissão de carbono derivada do uso da queimada na agricultura tradicional e do desmatamento na Amazônia.
O Brasil e o protocolo
Até 1999, a Presidência da República não considerou a negociação do Protocolo de Kyoto uma questão importante sobre a qual tinha que interferir.
A partir do ano de 2000 o campo de definição do posicionamento brasileiro se ampliou com a inclusão em posição secundária do Ministério do Meio Ambiente, do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável - CEBDS, de alguns governos estaduais da Amazônia e de várias organizações não-governamentais.
Possiveis Causas
Retomada do crescimento econômico pós-crise em 2010.

Países participantes, de metas obrigatórias, com baixa representatividade. Apenas 15% do total global.

Países em desenvolvimento, com responsabilidade facultativas, responsáveis por quase 52% das emissões de CO² mundiais e por 73% do aumento das emissões em 2004.
Qual o maior custo?
Os gastos para a estabilização dos gases causadores do efeito estufa seriam equivalentes a 1% do PIB mundial até 2050, já os custos em não tomar nenhum medida seria a redução do PIB mundial em 5% ou até em 20% no pior cénario.
Extensão da validade do acordo assinada em 08/12/2012 por cerca de 200 países na Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP 18), em Doha, no Qatar.

Os países que assinaram o Protocolo de Kyoto conseguiram reduzir sua liberação de carbono em 8% em relação aos níveis de 1990, diminuindo sua contribuição nas emissões mundiais de 60% em 1990 para menos de 50% atualmente.
Renovação
Resultado e propostas atuais
Emissões de CO2 atingem recorde em 2011
Taxas e Metas de Redução
dos GEE
* Taxa de emissão dos gases em 5,2% em 2012;
* Responsabilidades comuns, porém diferenciadas.
* Países em desenvolvimento não possuem obrigatoriedade;
* Estabilizar os GEEs

Países signatários
Promoção de Formas Sustentáveis de Agricultura;
Proteção e o aumento de Sumidouros e Reservatório de GEE;
Estímulos a Reformas Adequadas em Setores Relevantes;
Medidas para Limitar e/ou Reduzir emissões de GEE no setor de Transportes;
A Limitação e/ou Redução de Emissões de Metano por meio da utilização no tratamento de Resíduos.

Mecanismos de Flexibilização
Implementação Conjunta: Implementação de Projetos de Redução da Emissão dos GEE por dois ou mais Países do Anexo I, para Posterior Comercialização.

Comercio de Emissões: Países que já alcançaram a meta de redução de GEE, podem comercializar seus Créditos com outros Países.

Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL):
Países em Desenvolvimento podem vender eus créditos de carbono.

Crédito de Carbono
Crédito de carbono é um certificado que é emitido quando há diminuição de emissão de gases causadores do efeito estufa. Um crédito de carbono equivale a uma tonelada de CO2 (dióxido de carbono) que deixou de ser produzido. Aos outros gases reduzidos são emitidos créditos, utilizando-se uma tabela de carbono equivalente.
Ações para auxiliar na reduçaõ do GEE
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