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Arquitetura colonial

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by

barbara degues

on 19 September 2013

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Transcript of Arquitetura colonial

DESENVOLVIMENTO
1. História da Arquitetura no Brasil
INTRODUÇÃO:
Neste trabalho irá mostrar a Arquitetura conolial no litoral Brasileiro. Para sua realização foram feitas pesquisas sobre a história do Brasil e de sua Arquitetura deste 1500 até ao ano 1790.
Guia da Arquitetura Colonial
Arquitetura Colonial no litoral Brasileiro
OBJETIVO GERAL:
Este trabalho teve por finalidade o estudo da Arquitetura Colonial no litoral Brasileiro. Foi escolhido o litoral, por ter sido primeiro habitado e influênciado pelos colonizadores Portugueses.
OBJETIVO ESPECÍFICO:
Com o tema proposto, a abrangência é enorme, assim serão feitos estudos das obras coloniais mais destacados em alguns Estados do litoral Brasileiro, fazendo um guia colonial no litoral Brasileiro
Para chegar à arquitetura do Brasil, precisa-se relatar como surgiu o Brasil. O Brasil foi descoberto pelos Europeus em 1500, por uma expedição Portuguesa, liderada por Pedro Álvares Cabral, até então o território era habitado por indígenas. A partir deste episódio, o Brasil passou a ser colônia Portuguesa.
2. Arquitetura Colonial
Na arquitetura do Brasil encontram-se edifícios coloniais com traços arquitetônicos renascentistas, maneiristas, barrocos, rococós e neoclássicos, porém a transição entre os estilos se realizou de maneira progressiva ao longo dos séculos.
As primeiras cidades formadas no Brasil, situavam-se próximas ao litoral. A partir de 1516, começaram a formar vilas e ruas e a sua urbanização era aproveitada das antigas tradições urbanísticas de Portugal. Todas as cidades tinham uma igreja, que representava o centro da cidade, que normalmente, os monumentos religiosos eram implantados num lugar alto, de fácil visualização. .
2.1. Características da Arquitetura Colonial
As vilas e cidades apresentavam ruas de aspecto uniforme, com residências construídas sobre o alinhamento das vias públicas e paredes laterais sobre os limites dos terrenos, os lotes apresentavam 10 metros de fachada e uma grande profundidade.
Existiam vários tipos de janelas, as caixilharias, muxarabis e postigos. As folhas das portas e janelas eram sempre de madeira e não diferiam muito das práticas atuais, as diferenças ficam por conta das disponibilidades técnicas.
As repetições não ficavam somente nas fachadas, as plantas seguem padrões também, apresentavam sempre uma surpreendente monotonia, mostrando sempre o mesmo desenho. As salas e lojas aproveitavam as aberturas sobre as ruas e nos fundos da edificação ficavam os cômodos de permanência das mulheres e locais de trabalho que aproveitavam as aberturas dos fundos. Entre os cômodos que recebiam iluminação e ventilação natural ficavam as alcovas, destinadas à permanência noturna, onde não penetrava luz. A circulação se dava por um longo corredor que normalmente conduzia da porta de entrada até a dos fundos. Esse corredor apoiava-se a uma das paredes laterais ou fixava-se no centro da planta.
Bahia
2.3. Obras da Arquitetura Colonial em alguns Estados do Litoral
Rio de Janeiro
Santa Catarina
Pernambuco
Ceará
- Porto Seguro
# Igreja Matriz Nossa Senhora da Pena
A Matriz de Nossa Senhora da Pena começou a ser construída em 1730, no seu interior guarda uma imagem de São Francisco de Assis do século 16, a primeira trazida ao Brasil.
A Casa de Câmara e Cadeia de Porto Seguro, cuja construção em pedra e cal foi concluída em 1772, teve como mestre de obras o próprio Ouvidor José Xavier Monteiro Machado. Fica localizada na Praça Pero Campos de Tourinho - Cidade Alta.
A edificação segue o modelo mais modesto de Casas de Câmara e Cadeia adotado no século XVII no Recôncavo Baiano: planta retangular com o telhado de quatro águas, sem pátio interno.
O prédio abriga no segundo pavimento um museu com imaginária e mobiliário dos séculos XVII e XVIII.

# Casa de Câmara e Cadeia
- Paraty
# IGREJA MATRIZ DE NOSSA SENHORA DOS REMÉDIOS
Em 1646, a piedosa senhora D. Maria Jácome de Mello doou uma área de terras para que ali fosse construída uma capela dedicada a N. Sra. dos Remédios. Foi ao redor desta capela que se formou o povoado de Paraty.
Assim, surgiu de pedra e cal a primeira capela, que foi demolida em 1668 para dar lugar a uma Igreja maior, que só foi terminada em 1712.
Paraty é um município no litoral oeste do estado. A cidade foi, durante o período colonial brasileiro (1530-1815), sede do mais importante porto exportador de ouro do Brasil.
Por estar localizada quase ao nível do mar, a cidade foi projetada levando em conta o fluxo das marés. Como resultado, muitas de suas ruas são periodicamente inundadas pela maré.
A arquitetura de séculos atrás ainda é a marca da cidade, pois está muito bem preservada até hoje.

- Florianópolis
# Catedral Metropolitana de Florianópolis, a Paróquia Nossa Senhora do Desterro
A Paróquia Nossa Senhora do Desterro foi inaugurada em 1773 no centro da Praça XV de Novembro.
Dispondo de acervo de arte sacra, a Catedral recebeu em 1902 a escultura "Fuga para o Egito" do artista tirolês Demetz Groeden, que representa em dois blocos de cedro a fuga da Sagrada Família em tamanho natural.

# Mercado Público
O Mercado Público tem sua origem em barracas e quitandas construídas pelo governo da Capitania de Santa Catarina, provavelmente no fim do século XVIII. Estas barracas e quitandas eram alugadas por pequenos comerciantes.

# O Convento e Igreja de Santo Antônio
- Recife
REIS FILHO, Nestor Goulart. Quadro da arquitetura no Brasil. 10. ed. São Paulo: Perspectiva, 2002-2004. 211 p.

http://arqurbmaismais.wordpress.com/282/

http://arqnobrasil.wordpress.com/arquitetura-colonial1/

http://olhares.uol.com.br/a-catedral-foto2648813.html?nav1#rpctoken=2009797056&forcesecure=1

http://www.clicrbs.com.br/pioneiro/rs/impressa/11,3926387,1217,20657,impressa.html

BIBLIOGRAFIA
Pode-se concluir que o Brasil teve uma influência enorme dos europeus, na sua história e cultura, principalmente pelos portugueses.
Percebe-se que no Brasil tentaram permanecer a sua arquitetura colonial, reformando, para que não se perdesse as suas belezas antigas.

CONSIDERAÇÕES FINAIS
A presente Igreja de Santo Antônio é a sucessora do primitivo oratório erguido junto com o convento no século XVII.
A fachada se eleva sobre uma portada de pedra com cinco grandes arcos redondos, continuando acima apenas sobre os três centrais, com janelões emoldurados em pedra esculpida com ornamentos e volutas, encimadas por óculos redondos, dos quais o central é maior.
O interior, de nave única, preserva uma série de painéis de azulejos representando cenas da vida de Santo Antônio ao longo das paredes laterais e junto ao piso, e mostra algumas tribunas, um púlpito à direita e um teto em abóbada de berço (com pinturas de Sebastião Canuto da Silva Tavares) de onde pendem grandes candelabros.
O Convento Franciscano de Santo Antônio é uma das construções mais antigas ainda existentes na cidade do Recife. Sua origem remonta a 28 de outubro de 1606, data em que os frades resolveram erguer um convento na Ilha dos Navios para atender à população próxima ao porto.
No século XVII foi construída uma igreja dedicada à Nossa Senhora da Boa Viagem em razão da devoção dos pescadores que habitavam o então pequeno povoado.
Igreja Nossa Senhora da Boa Viagem
- Fortaleza
# Matriz de Nossa Senhora da Conceição
A primeira edificação para a Matriz de Nossa Senhora da Conceição começou a ser construída em 1746, tendo por responsável o Pe. Antônio de Carvalho
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