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Síndromes músculo esqueléticas completo

Semiologia e MGA II
by

Allan Calsavara

on 3 December 2013

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Transcript of Síndromes músculo esqueléticas completo

Síndromes Músculo Esqueléticas
Coluna vertebral
OMBRO
Cotovelo
Coluna cervical
Semiologia da coluna vertebral
Inspeção
Amplitude dos movimentos
Processos epinhosos em geral mais proeminentes em C7 e T1 e mais evidentes à flexão para diante
Músculos paravertebrais de cada lado da linha média
Cristas ilíacas
Espinhas ilíacas posterossuperiores, marcadas geralmente por covinhas na pele
Processo espinhoso de cada vértebra (fratura, luxação)
Faces articulares entre vértebras cervicais (artrite)
Pesquisa na região lombar o alinhamento das vértebras (espondilolistese)
Palpar articulação sacroilíaca (sacroilíite, espondilite anquilosante)
Palpar nervo ciático (hérnia de disco ou lesão expansiva)

Palpação
Flexão: "incline-se para a frente e tente tocar nos dedos dos pés"
Extensão: "incline-se para trás o mais que puder"
Rotação: "Gire de uma lado para o outro"
Inclinação lateral: "Incline-se para o lado a partir da cintura"
Teste de flexão da coluna lombar (Teste de Schober)
Teste da elevação da perna estendida (Teste de Lassègue)
Teste de levantamento da perna estendida positivo para radiculopatia lombossacra
Sensibilidade 95% e especificidade 25%para hérnia de disco
Elevação do pé pode aumentar ainda mais a dor da perna
Aumento da dor que ocorre com a elevação da perna contralateral sadia constitui o sinal de levantamento da perna estendida cruzado positivo
Sensibilidade de 40% e especificidade de 90% para hérnia de disco

Punho
Síndrome da cauda equina
CAUSAS POSSÍVEIS:
LOCALIZAÇÃO: LOMBAR UNILATERAL
INTENSIDADE: MUITO INTENSA
IRRADIAÇÃO: PARA A EXTREMIDADE INFERIOR
SINTOMAS ASSOCIADOS: DISFUNÇÃO ESFINCTERIANA (INCONTINÊNCIA FECAL OU URINÁRIA),
COMPRESSÃO DA PORÇÃO INFERIOR DA MEDULA ESPINHAL (ABAIXO DE L1-L2) E DE SUAS RAIZES NERVOSAS
GRANDE HÉRNIA DISCAL CENTRAL
ABSCESSO EPIDURAL
NEOPLASIAS
SINAIS FÍSICOS
HIPOESTESIA REGIÃO PERINEAL E FRAQUEZA DOS MMII
EXAME DO TÔNUS RETAL, DOS REFLEXOS CREMASTÉRICOS E DA SENSIBILIDADE É IMPRESCINDÍVEL
TRATAMENTO
CAUSAS POSSÍVEIS:
SINAIS FÍSICOS
TRATAMENTO
TRATAMENTO
CIATALGIA
(LOMBALGIA RADICULAR)
CARACTERÍSTICA: DOR EM PONTADA
LOCALIZAÇÃO: COMUMENTE ABAIXO DO JOELHO: PARTE LATERAL DA PERNA (L5) OU POSTERIOR DA PANTURRILHA (S1)
ACOMPANHA LOMBALGIA
PARESTESIAS E FRAQUEZA
FATORES AGRAVANTES: INCLINAR O CORPO PARA FRENTE, TOSSIR, ESPIRRAR, FAZER FORÇA AO EVACUAR
HÉRNIA DE DISCO (SENSIBILIDADE ~95% E ESPECIFICIDADE ~88%): 50 ANOS, RAÍZES L5 E S1)
NEOPLASIA <1%
ATROFIA DA PANTURRILHA
FRAQUEZA DA DORSIFLEXÃO DO TORNOZELO
AUSÊNCIA DE REFLEXO AQUILIANO
TESTE DE LEVANTAMENTO DA PERNA CRUZADA POSITIVO
TESTE DA PERNA ESTENDIDA NEGATIVO TORNA O DIAGNÓSTICO ALTAMENTE IMPROVÁVEL
LOMBALGIA AGUDA SEM SINAIS DE ALERTA
DOR LOMBAR CRÔNICA
MANOBRAS
Semiologia da coluna cervical
Amplitude dos movimentos
Hipersensibilidade de c1-c2 na artrite reumatóide sugere um possível risco de subluxação e compressão medular cervical alta
Palpação
Flexão: "Coloque o seu queixo no peito"
Extensão: "Olhe para o teto"
Rotação: "Olhe por sobre um dos ombros e depois por sobre o outro ombro"
Inclinação lateral: "Coloque seu ouvido no ombro"
Semiologia do ombro
Inspeção
Amplitude dos movimentos
Escoliose pode causar elevação de um dos ombros*
Achatamento da face lateral arredondada do ombro nos casos de luxação anterior*
Atrofia do supraespinhal e do infraespinhal, com maior proeminencia da espinha escapular dentro de 2-3 semanas da ruptura do manguito rotatório *
Articulação esternoclavicular e clavícula (a)
Acrômio (o ponto mais alto do ombro) (c)
Articulação acromioclavicular
Processo coracóide (d)
Tubérculo maior
Tendão do bíceps
Bolsa subacromial
Palpação
Flexão: "levante seus braços à frente e sobre a cabeça"
Extensão: "levante seus braços para trás"
Abdução: "levante seus braços para o lado e sobre a cabeça"
movimento glenoumeral 90 graus
movimento escapuloumeral 90 a 150 gruas
combinados 150 a 180 graus
Adução: "cruze os braços à frente de seu corpo"
Rotação interna: "coloque uma de suas mãos nas costas e toque sua escápula""
Rotação externa: "coloque os braços até o nível do ombro; dobre o cotovelo e rode seu antebraço em direção ao teto""
Teste do cruzamento: articulação acromioclavicular: hipersensibiliade ou dor: inflamação ou artrite
MANOBRAS
Semiologia

Inspeção: identificar epicondilos medial e lateral e o olécrano (flexão de 70º )
Edema sobre o processo olecraniano?

Palpação: Hipersensibilidade em epicôndilos (epicondilite lateral: cotovelo do tenista; e mais raramente epicondilite medial (cotovelo do arremessador de beisebol ou do jogador de golfe), deslocamento do olécrano (para trás: luxação posterior e fratura supracondiliana do cotovelo), sensibilidade do nervo ulnar (entre olecrano e epicôndilo medial)

Amplitude de movimentos e manobra: flexão: “dobre seu cotovelo”, extensão: “estenda seu cotovelo”, supinação: “vira a palma de suas maos para cima, como ao carregar um prato de sopa” e pronação: “vire a palma de suas maos para baixo”.

Quadril
Joelho
Semiologia
atrofia tenar: Sind. Túnel Carpo
Amplitude dos movimentos do punho:
flexão: “ com a palma de suas mãos para baixo aponte seus dedos para o chão”,
extensão: “com a palma de suas mãos para baixo, aponte seus dedos para o teto”
adução: “com a palma de suas mãos para baixo traga seus dedos para a linha média”.
Abdução: “ com a palma de suas mãos para baixo afaste seus dedos da linha média.”
Doenças que alteram a amplitude do movimento: tenossinovite, artrite e contratura de Dupuytren.
Inspeção:
Defesa a movimentação: lesão
Lesão do tendão flexor: falta alinhamento
normal no dedo
Edema difuso: artrites e infecções
Edema local: cisto sinovial
Osteoartrite: nódulos de Heberden nas aa.
IFD, nódulos de Bouchard nas aa. IFP.
Deformidade simétrica nas IFP, MCF e aa.
Punho com desvio ulnar: artrite reumatóide
Síndrome do túnel do carpo: atrofia tenar
(compressão do nervo mediano)
Compressão do nervo ulnar: atrofia hipotenar
Espessamento da fascia palmar:
contraturade flexão anular, 5º e 30 ou
contratura de Dupuytren.

Heberden
Bouchard
atrofia hipotenar: compressão do n. ulnar
Palpação:
Hipersensibiliade sobre a parte distal do rádio: fratura de Colles
Edema e hipersensibilidade bilaterais com várias
semanas de duração: artrite reumatóide
Hipersensibilidade sobre os tendões extensor e abdutor do polegar no estiloide radial: tenossinovite de de Quervain
e na tenossinovite gonocócica.
Hipersensibilidade na “tabaqueira anatômica”: fratura do escafóide
Compressão das aa. MCF dolorosa: sinovite

Manobras:
Teste sensibilidade:
Polpa do dedo indicador : n. mediano
Polpa do quinto dedo: nervo ulnar
Espaço interdigital dorsal do n. polegar e do dedo indicador: n. radial
Prensão manual (perda da força dos flexores dos dedos e/ou mm. Intrinsecos das mãos?): diminuida na artrite, síndrome do túnel do carpo, epicondilite e radiculopatia cervical, associado a dor na tenossinovite de de Quervain.
Movimento do polegar: teste de Finkelstein, dor na tenossinovite de de Quervain
Túnel do carpo:
Teste da abdução do polegar: abdutor longo do polegar inervado unicamente pelo n. mediano
Sinal de Tinel: positivo se dor vaga ou dormência
Sinal de Phalen positivo se dormência e formigamento dentro de 60s
Os sinais de Tinel e Phalen não predizem de maneira confiável um EMG positiva para doença do túnel do carpo.

Tenosinovite de D'Quervain
Teste de abdução do polegar
Sinal de Tinel
Sinal de Phalen
Semiologia
Inspeção:
Marcha:
Fase postural: maioria dos problemas
Fase de oscilação:
Base ampla: doença cerebelar ou problemas no tornozelo
Marcha anserina: queda da pelve para o lado oposto (luxação do quadril, artrose ou fraqueza dos abdutores)
Falta de flexão do joelho interrompe o padrão uniforme da marcha
Encurtamento e rotação externa da perna: fratura do quadril

Palpação:
Crista ilíaca
Tuberculo iliático (ponto mais largo da crista)
Espinha ilíaca anterosuperior
Trocanter maior
Sínfise pubiana
Espinha ilíaca posterosuperior
Tuberosidade isquiática
Articulação sacroilíaca
Estruturas inguinais: NAVEL. Hernias, aneurisma, linfonodomegalias, hipersensibilidade inguinocrural: sinovite das articulações do quadril, bursite ou abscesso do psoas
Bolsa trocantérica: bursite trocantérica? Hipersensibilidade sobre a superfície posterolateral do trocanter maior: tendinite localizada ou espasmo muscular por dor referida no quadril.
Bolsa isquiática (só palpavel se inflamação); hipersensibilidade na bursite isquioglútea ou “nádega de tecelão (pode simular ciática)

Amplitude dos movimentos:
Flexão: coloque seu joelho no peito e empurre-o contra o abdome”
Extensão (na verdade hiperextensão) “deite-se com o rosto para baixo depois dobre seu joelho e levante-o
Abdução: “deitado de costas na horizontal, afaste a parte inferior de sua perna da linha média”
Abdução: “ deitado de costa na horizontal, dobre seu joelho e mova a parte inferior de sua perna e pé cruzando a linha média.
Rotação externa: “deitado de costas na horizontal dobre seu joelho e mova a parte inferior de sua perna e pé cruzando a linha média”
Rotação interna: “deitado de costas,dobre seu joelho e mova a parte inferior de sua perna e pé afastando-os da linha média”

Manobras:
Teste de flexão do quadril e achatamento da lordose lombar: deformidade do quadril: perna oposto flexionada (Teste de Thomas)
Manobra de extensão (Teste de Lassègue)
Manobra de abdução: restrição comum em osteoartrite do quadril e sacroiliíte (Teste de Patrick-Fabere)
Manobra de rotação externa e interna: restrição da rotação interna e da rotação externa constitui um indicador sensível de doenças do quadril, como a artrite

Bursite trocantérica
Teste de Fabere
Psoíte, artrose, artrite séptica
Semiologia
Inspeção:
Tropeçar ou auxiliar a extensão do joelho com as maos durante a batida do calcanhar: fraqueza do quadríceps
Joelho varo (geno varum)
Joelho valgo (genu valgum)
Contraturas em flexão (incapacidade de extensão): paralisia dos membros
Edema suprapatelar: bursite pré-patelar
Edema sobre o tubérculo tibial: bursite infrapatelar e se mais medial: bursite anserina
Palpação:
Articulação tibiofemoral: sentado iniciado na depressão do tecido mole localizada de cada lado do tendão patelar
Osteoartrite no caso de cristas ósseas hipersensíveis ao longo das bordas articulares, deformidade tipo joelho varo e rigidez duranto 30 ou menos minutos, creptação também pode estar presente.
Menisco medial e lateral: Ruptura do menisco com hipersensibilidade após traumatismo é mais comum no menisco medial
Ligamento colateral medial e lateral: Hipersensibilidade do LCM após lesão levanta a hipótese de ruptura do LCM; lesões do LCL são menos frequentes
Tuberosidade tibial: hipersensibiliade sobre o tendão ou incapacidade de estender a perna: ruptura parcial ou completa do tendão patelar
Teste do rangido patelofemoral: dor e creptação sugere desgaste da superfície inferior da patela que se articula com o fêmur. Dor semelhante pode ocorrer ao subir escada ou levantar-se da cadeira.
Dor à compressão e ao movimento patelar durante a contração do quadríceps sugere condromalácia, ou degeneração patelar (síndrome patelofemoral)

Amplitude dos movimentos:
Flexão: “dobre ou flexione seu joelho”
Extensão: “estenda sua perna”
Rotação interna: “ sentado, mova a parte inferior de sua perna em direção a linha média”
Rotação externa: “ sentado, mova a parte inferior de sua perna afastando-a da linha média.”

Manobras para exame do joelho:
Menisco medial e lateral: Teste de McMurrey: ocorrencia de estalido ou clique ao longa da parte medial da articulação com estresse em valgo, rotação externa e extensão da perna sugerem uma provavel ruptura do menisco medial .
Ligamento colateral medial (LCM) Testes de abdução (Valgo) forçada: dor e frouxidão ligamentar: ruptura parcial? A maioria das lesões incide no lado medial.
Ligamento colateral lateral (LCL) Teste da adução (varo) forçada: dor e frouxidão ligamentar



bursite anserina
bursite infrapatelar
Palpação:
Bolsa suprapatelar, bolsa pré-patelar e bolsa anserina
Edema acima e nas proximidades da patela sugere espessamento sinovial ou derrame na articulação do joelho
Bursite pré-patelar (“joelho da empregada doméstica”) por ajoelhar em excesso
Bursite anserina pela corrida
Cisto “de Baker” por distensão da bolsa semimembranosa do gastrocnêmio
Testes para palpação de derrame nas articulações do joelho:
Sinal do abaulamento (para derrames menores): um abaulamento ou onda líquida no lado medial, entre a patela e o fêmur, é considerado um sinal do abaulamento positivo e confimra a presença de derrame
Sinal do balão (para grandes derrames)
Rechaço da patela

Sinal do abaulamento
Sinal do balão
Ligamento cruzado anterior:
Sinal da gaveta anterior
Alguns graus de movimento para frente e para a trás são normais quando igualmente presente nos dois lados.
Positivo quando ocorre um salto para a frente, mostrando os contornos da parte superior da tibia (LCA 11,5 vezes mais provável).
Ligamento cruzado posterior:
Sinal da gaveta posterior: rupturas isoladas do LCP são raras
Teste de McMurrey
Teste ligamentos colaterais
Tornozelos e pés
Semiologia
Insepeção:
Pés chatos
Hálux valgo

Palpação:
Hipersensibilidade localizada na artrite, lesão ligamentar ou infeccção do tornozelo
Tendão de aquiles: hipersensibilidade na tendinite, bursite ou ruptura parcial; nódulos reumatóides
Esporões ósseos no calcâneo
Fasciite plantar: dor focal no calcanhar com a palpação da fáscia plantar (permanecer em pé por muito tempo e ou em exercício de bater os calcanhares no solo)
Regra do tornozelo de Ottawa: incapacidade, após o trauma, de sustentar o peso depois de 4 passadas, hipersensibilidade sobre as faces posteriores de qualquer dos maléolos, especialmente o maléolo medial: suspeita de fratura do tornozelo
Hipersensibilidade a compressão de articulações metacarpofalangeanas: sinal precoce de artrite reumatoide.
Inflamação na primeria artic. MCPF > gota
Metatarsalgia: traumatismo , artrite, comprometimento vascular
Hipersensibilidade sobre as cabeças do 3º e 4º metatarsos, neuroma de Morton

Amplitude dos movimentos:
Flexão do tornozelo: “aponte seu pé para o chão”
Extensão do tornozelo: “aponte seu pé para o teto”
Inversão: “incline seu calcanhar para dentro”
Eversão: “incline seu calcanhar para fora”

Manobras:
Articulação do tornozelo (tibiotalar): dor ajuda a localizar possível artrite
Dorsiflexão e flexão plantar
Articulação subtalar (talocalcânea)
Estabilizar o tornozelo e efetuar eversão e inversão
Dor artrítica: hipersensibilidade em qualquer movimento
Dor entorse ligamentar: hipersensibilidade com a extensão do ligamento lesado.
Articulação tarsal transversa
Estabilizar o calcanhar e fazer inversão e eversão do pés
Articulação metatarsofalangianas
Flexione os artelhos
Art. tibiotalar
r
Art. subtalar
Art. Tarsal Transversa
EMERGÊNCIA CIRÚRGICA
OBJETIVA PREVENIR OU LIMITAR SEQUELAS NEUROLÓGICAS
TRATAMENTO CONSERVADOR POR PELO MENOS 1 MÊS
REPOUSO NO LEITO NÃO ACELERA A RECUPERAÇÃO
SE HOUVER NECESSIDADE, REPOUSO POR 2 DIAS (SE MOSTROU EQUIVALENTE A REPOUSO PROLONGA), POSIÇÃO DE SEMI-FOWLER*
MEDICAMENTOS: AINES + OPIÓDES, OPIÁCEOS FORTES (ALFENTANIL, METADONA)
INJEÇÃO ANESTÉSICOS OU CORTICÓIDES PRÓXIMO AO LOCAL DA RADICULOPATIA (LOCAL EXATO E EFICÁCIA NÃO ESTÃO BEM ESTABELECIDOS)
SINTOMAS PERSISTENTES OU LIMITANTES: CIRURGIA? (INDIVIDUALIZADA). MAIOR ALÍVIO DA CIATALGIA POR UM PERÍODO DE 4 ANOS

SINAIS DE ALERTA:
TRAUMA IMPORTANTE
IDADE > 50 ANOS
HP DE NEO OU DOR QUE PIORA EM REPOUSO
PERDA DE PESO INEXPLICADA
DÉFICIT NEUROLOGICO GRAVE OU PROGRESSIVO
DOR COM DURAÇÃO SUPERIOR A UM MÊ, SEM RESPOSTA AO TRATAMENTO
ABORDAGEM INICIAL NA AUSÊNCIA DOS SINAIS DE ALERTA DEVE SER SEMPRE CONSERVADORA, DISPENSANDO A SOLICITAÇÃO DE EXAMES
TRATAMENTO CONSERVADOR SINTOMÁTICO RECOMENDADO NOS EPISÓDIOS AGUDOS (ATÉ 12 SEMANAS)
TRATAMENTO
ATIVIDADE FÍSICA CONTROLADA (EXERCÍCO AERÓBICO DE BAIXO IMPACTO NAS PRIMEIRAS 2 SEMANAS)
MEDICAMENTOS: AINES, PARACETAMOL, RELAXANTES MUSCULARES (EFEITO SEDATIVO? EFICAZ POR 1 SEMANA)(MANTIDOS ENQUANTO PACIENTE RETOMA GRADULAMENTE SUAS ATIVIDADES HABITUAIS)
FISIOTERAPIA: SE PERSISTIR POR MAIS DE 3 SEMANAS
FISIO INEFICAZ NO TRATAMENTO AGUDO
PREVENIR RECORRÊNCIAS FUTURAS OU CRONICIDADE
NA DOR LOMBAR CRÔNICA, ANALGÉSICO E AINES DEVER SER UTILIZADOS EM ASSOCIAÇÃO COM PROGRAMAS DE REABILITAÇÃO FÍSICA, VISANDO À RECUPERAÇÃO DO TÔNUS MUSCULAR E MELHORA DO CONDICIONAMENTO FÍSICO
NÃO HÁ BENEFÍCIO COM O USO DE RELAXANTES MUSCULARES
OPIÁCEOS PODEM SER NECESSÁRIOS
ANALGESIA CONTROLADA PELO PACIENTE É UMA OPÇÃO
ANTIDEPRESSIVO ÚTIL SE DEPRESSÃO ASSOCIADA, PORÉM, ALGUNS CONSENSOS INDICAM COMO TERAPIA ADJUVANTE
NEUROLÉPTICOS, ANTICONVULSIVANTES E ANSIOLÍTICOS PODEM FAZER PARTE DO ARSENAL TERAPÊUTICO: INDICAÇÃO INDIVIDUALIZADA E MUITO ESPECÍFICA FICANDO A CARGO DO ESPECIALISTA
FISIOTERAPIA TRADICIONAL REDUZ A DOR E MELHORA O ESTADO FUNCIONAL: MAIS EFETIVA QUE O TRATAMENTO USUAL DE UM MÉDICO GENERALISTA
ACUPUNTURA: EFICÁCIA?
TRATAMENTO MULTIDISCIPLINAR
RUPTURA DO MANGUITO ROTATOR
CAUSAS
DOR E PERDA DE FORÇA NA ROTAÇÃO EXTERNA E ABDUÇÃO DO OMBRO
RUPTURA COMPLETA: INCAPAZ DE INICIAR A ABDUÇÃO
RUPTURA INCOMPLETA: DOR AO LEVANTAR O BRAÇO ACIMA DA CABEÇA
TENDINITE DO SUPRA ESPINHOSO
BURSITE SUBACROMIAL
Aparece como processo associado a tendinite do supra-espinhoso embora possa existir independentemente devido a traumas diretos
Osteoartrose acromio-clavicular
A gravidade dos sintomas de um paciente pode não se correlacionar com a extensão das alterações radiográficas.
O tratamento começa com a modificação de atividades, repouso, gelo e diversos analgésicos.
Capsulite adesiva
TRAUMAS
ARTROPATIAS INFLAMATÓRIAS CRÔNICAS
TRATAMENTO:
Analgésicos e anti-inflamatórios
Evitar movimentos e atividades que provoquem dor
Fisioterapia
Reforço muscular
Eventual infiltração
CIRÚRGICO SE TRATAMENTO CLÍNICO INEFICAZ PARA ROTURA PARCIAL, ROTURA TOTAL PRIMEIRA ESCOLHA (EXCETO IDOSOS COM COMORBIDADES)

MANIFESTA ENTRE A QUARTA E QUINTA DÉCADA DE VIDA
SECUNDÁRIA A MOVIMENTOS REPETITIVOS
DOR A ABDUÇÃO DO OMBRO A PARTIR DE 70 GRAUS ATÉ 120 (SE DOR SOMENTE APÓS 120 GRAUS: LESÃO DA ART. ACRÔMIO-CLAVICULAR)
SINAL DO IMPACTO*
SINAL DE DAWBARN *( DOR A PALPAÇÃO DA TUBEROSIDADE MAIOR DO ÚMERO QUE SOME COM A ABUDÇÃO DO BRAÇO
TESTE DE JOBE*: DOR SEM FRAQUEZA: TENDINOPATIA, COM FRAQUEZA: LESÃO MR
SINAL DE DAWBARN
TESTE DE JOBE
DOR EM REPOUSO E A MOVIMENTAÇÃO
DOR PODE SER INTENSA, INTERROMPENDO SONO E IMPEDINDO MOVIMENTO
RESTRIÇÃO DA ABDUÇÃO DO BRAÇO
Conduta na bursite subacromial inclui imobilização com uma tipóia e AINEs. Se a dor ainda é incapacitante após 72 horas, injeção local com corticóide.
Dor pode se estender sobre a articulação, deltóide ou trapézio
Muitas vezes piora com atividades que envolvam abdução acima de 90 graus ou cruzada anterior do braço.
Creptação dolorosa em torno da articulação pode estar presente.
Exame: alargamento palpável da articulação e reprodução da dor com manobras provocativas.
etiologia desconhecida
pode estar associado a artropatias inflamatórias e ao DM
dor e incapacidade grave de movimentos passivos e ativos da articulação do ombro
Exame físico:
atrofia muscular precoce
bloqueio de todos os tipos de movimento
Tratamento
repouso do ombro
fisioterapia, inicialmente bem leve e progride a medida que há ganho de mobilidade
infiltração de corticóide para controle da dor
cirurgia para casos selecionados não responsivos
Bursite olecraniana
Epicondilite
dor de início súbito que piora com o movimento
relacionada a um evento traumático
dor insidiosa = movimentos repetitivos ou inusuais
aumento do volume da bursa olecraniana
repouso e identificação do fator desencadeante
aspiração pode proporcionar alívio sintomático
AINES
regressão 5-7 dias após início do tratamento
tratamento deve ser mantido por 7-14 dias
epicondilite lateral (cotovelo do tenista)

epicondilite medial
(cotovelo do golfista)
modificação de atividades
cinta para cotovelo de tenista*
AINES
fisioterapia
infiltração corticóide pode piorar o desfecho em longo prazo
Tendinite de de Quervain
Teste de Finkelstein
Tenosinovite estenosante
(dedo em gatilho)
Síndrome do túnel do carpo
Cistos sinoviais
após traumas ou extensão prolongada das articulaçãoes
mais comum em pacientes com osteoartrose, AR e instabilidade articular
Tratamento:
aspiração
infiltração de corticóide
cirurgia (recorrência 24%)
inflamação da bainha tendinosa que envolve os tendões dos mm. abdutor longo e extensor curto do polegar
movimentos repetitivos ou não habituais
gravidez
trauma direto
doenças articulares inflamatórias sistêmicas
Tratamento:
tala para punho e polegar
gelo
AINE
fisioterapia
injeção local de cortióide (>2-6 semanas)
cirurgia (persiste após 2 injeções no intervalo de um ano)
acomete tendões flexores dos dedos (2 e 3 dedo)
movimentos repetitivos
clinicamente se apresenta como o dedo em gatilho
2-6 semanas: imobilização
gelo local
exercício de alongamento
injeção de corticóide para casos refratários
cirurgia quando o último não é eficaz
dor e parestesia pior em repouso
atrofia mm. tenares
teste de Tinel e a manobra de Phalen
Causa ocupacional, gestação, AR, amiloidose e mixedema
órtese + corticóide oral 10 dias
órtese + injeção local de corticóide
fisioterapia
cirurgia para casos que não obtiveram sucesso com tratamento conservador
Não adminstrar AINES
Bursite trocantérica
Bursite isquiática
uma das mais prevantes
acomete preferencialmente mulheres
dor na face lateral da coxa que pode irradiar para a região glútea ou face lateral da perna
dor piora com deambulação
reproduzida com a palpação da bursa
dor irradiada para região posterior da coxa
sensação álgica ao pressionar a tuberosidade isquiática ou sentar e deitar sobre superfícies duras
Ruptura de menisco
repouso
gelo 15min 4/4 ou 6/6hs
membro elevado
órtese para joelho (quadríceps fraco ou joelho falceando)
analgésicos e AINES até consulta com especialista
recomedar uso de muletas com carga parcial
mecanismo: torcer o joelho com pé plantado no chão,
maioria pode andar após lesão,
edema em 24hs,
dor exacerba na rotação
Síndrome Patelo-femoral
causa mais comum de dor no joelho na população geral
atletas de fim de semana
dor em repouso é mínima
piora com caminhada, principalmente subidas
palpação com a realização de pressão sobre a patela reproduz o sintoma
Tratamento:
fisioterapia para reforço da mm. da coxa
analgésicos e AINES se dor
raros casos: cirurgia
Osteoartrite do joelho
instabilidade articular principalmente ao descer escadas
tipicamente obeso, de meia-idade ou idoso
dor e rigidez articular (<30min) acompanhado de limitação funcional
insidioso
alivia com repouso e piora com atividade
Tratamento:
AINES de curta duração (ibuprofeno, naproxeno (2-4 semanas), aumento gradual da dose; se não houver resposta trocar de AINE
injeção intraarticular de corticóide
injeção intraarticular de hialuronato
glucosamina e condroitina
colchicina
hidroxicloroquina
cirurgia para casos selecionados
Fasciíte plantar
dor ao longo da aponeurose plantar, principalmente calcâneo
pior pela manhã e ao iniciar a deambulação
dor a palpação plantar sensibilizada pela extensão dos pododáctilos
Tratamento:
alongamento do pé
evitar uso de sapatos com pouca estabilidade e andar descalço
usar palmilhas ortopédicas
diminuir atividade física que agrave sintomas
AINES
injeção corticóide nos casos irreponsivos após 2-3 meses
órtese
cirurgia
Metatarsalgias
trauma
osteocondrite da cabeça da segunda a. metatarsiana
ossos sesamóides

Neuroma de Morton: compressão n. plantar entre as cabeças do terceiro e quarto metatarsianos com alargamento fusiforme do n. interdigital causando dor local e dificuldade de deambulação
US se suspeita
Espinha ilíaca póstero superior
> 5cm
Teste de coçar de Apley > patologia do manguito rotatório?
Sinal de Neer > ruptura da bainha rotatória
Sinal de compressão de Hawkin > ruptura do manguito
Teste da lata vazia (teste da força do supraespinhal) > ruptura do manguito
SINAL DO IMPACTO
Full transcript