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IASUYDHIUDFHODSIODIFJIGJF

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Rodrigo Pacheco

on 26 December 2012

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MODELOS DE APOIO A DECISÃO PARA ALTERNATIVAS TECNOLÓGICAS DE TRATAMENTO DE RESÍDUOS NO BRASIL Doutorando: José Dantas de Lima Orientador: Prof. Dr. José Fernando Thomé Jucá - DEC - UFPE
Co-Orientador: Profa. Dra. Maria do Carmo Martins Sobral - DEC - UFPE
Examinador Externo: Prof. Dr. Francisco Suetônio Bastos Mota - DEHA - UFC
Examinador Externo: Profa. Dra. Claudia Coutinho Nóbrega - DTCC - UFPB
Examinador Externo: Profa. Dra. Maria Odete Holanda Mariano - CAA - UFPE
Examinador Interno: Prof. Dr. Arnaldo Manoel Pereira Carneiro - DEC - UFPE 1.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS Propor alternativas tecnológicas adequadas para o tratamento dos resíduos sólidos domiciliares, em cada região do Brasil utilizando dois métodos de análise multicritérios levando-se em consideração as alternativas tecnologias já existentes em países desenvolvidos neste setor. Identificar o estado da arte das alternativas tecnológicas disponíveis para o tratamento dos resíduos sólidos domiciliares nos Estados Unidos, Alemanha, Suíça e Portugal e em cada região geográfica do Brasil.
Propor critérios gerais para a seleção hierárquica das alternativas tecnológicas disponíveis para o tratamento dos resíduos sólidos domiciliares considerando dois modelos de análise multicriterial, sendo um modelo Americano e outro Francês.
Realizar uma analise crítica nas alternativas tecnológicas definidas pelos dois modelos de hierarquização e propor as possíveis alternativas. 1.1 OBJETIVO GERAL DA TESE 3.0 METODOLOGIA HIERARQUIA REGIÃO NORTE REGIÃO NORDESTE REGIÃO CENTRO-OESTE REGIÃO SUDESTE REGIÃO SUL 4.0 APRESENTAÇÃO DE RESULTADOS
4.1 AHP REGIÃO NORTE REGIÃO NORDESTE REGIÃO CENTRO-OESTE REGIÃO SUDESTE REGIÃO SUL 4.2 PROMETHEE 1° ARRANJO 2° ARRANJO 3° ARRANJO 5.1 RESULTADOS DO MODELO AHP PARA A REGIÃO NORTE RESULTADOS DO MODELO PROMETHEE PARA A REGIÃO NORTE 1° ARRANJO 2° ARRANJO 3° ARRANJO 4° ARRANJO RESULTADOS DO MODELO AHP PARA A REGIÃO NORDESTE 1° ARRANJO 2° ARRANJO 3° ARRANJO 4° ARRANJO RESULTADOS DO MODELO PROMETHEE PARA A REGIÃO NORDESTE 1° ARRANJO 2° ARRANJO 3° ARRANJO RESULTADOS DO MODELO AHP PARA A REGIÃO CENTRO-OESTE 1° ARRANJO 1° ARRANJO 2° ARRANJO 2° ARRANJO 3° ARRANJO RESULTADOS DO MODELO PROMETHEE PARA A REGIÃO CENTRO-OESTE 3° ARRANJO RESULTADOS DO MODELO AHP PARA A REGIÃO SUDESTE 1° ARRANJO 2° ARRANJO 3° ARRANJO RESULTADOS DO MODELO PROMETHEE PARA A REGIÃO SUDESTE 1° ARRANJO 2° ARRANJO 3° ARRANJO 4° ARRANJO RESULTADOS DO MODELO AHP PARA A REGIÃO SUL 1° ARRANJO 2° ARRANJO 3° ARRANJO 4° ARRANJO RESULTADOS DO MODELO PROMETHEE PARA A REGIÃO SUL 1° ARRANJO 2° ARRANJO 3° ARRANJO 5.2 PROPOSTAS DE ARRANJOS TECNOLÓGICOS PARA A REGIÃO NORTE 1º ARRANJO 2º ARRANJO 3º ARRANJO PROPOSTAS DE ARRANJOS TECNOLÓGICOS PARA A REGIÃO NORDESTE 1º ARRANJO 2º ARRANJO 3º ARRANJO 4º ARRANJO PROPOSTAS DE ARRANJOS TECNOLÓGICOS PARA A REGIÃO CENTRO-OESTE 1º ARRANJO 2º ARRANJO 3º ARRANJO PROPOSTAS DE ARRANJOS TECNOLÓGICOS PARA A REGIÃO SUDESTE 1º ARRANJO 2º ARRANJO 3º ARRANJO 4º ARRANJO 4º ARRANJO PROPOSTAS DE ARRANJOS TECNOLÓGICOS PARA A REGIÃO SUL 1º ARRANJO 2º ARRANJO 3º ARRANJO 4º ARRANJO Fluxograma de Desenvolvimento da Pesquisa Esquema das etapas metodológicas Hierarquia de critérios e sub-critérios Hierarquia apresentando o critério AMBIENTAL utilizada para todas as regiões Fluxograma do Modelo de Apoio a Decisão Quadro Síntese da Pesquisa Hierarquia Aplicada Hierarquia Aplicada Hierarquia Aplicada Hierarquia Aplicada Hierarquia Aplicada Percentuais dos Pesos Aplicados aos Sub-Critérios Percentuais dos Pesos Aplicados aos Sub-Critérios Percentuais dos Pesos Aplicados aos Sub-Critérios Percentuais dos Pesos Aplicados aos Sub-Critérios Percentuais dos Pesos Aplicados aos Sub-Critérios Tecnologias após a aplicação dos pesos em relação ao fluxo líquido Tecnologias após a aplicação dos pesos em relação ao fluxo líquido Tecnologias após a aplicação dos pesos em relação ao fluxo líquido Tecnologias após a aplicação dos pesos em relação ao fluxo líquido Tecnologias após a aplicação dos pesos em relação ao fluxo líquido Ranking Parcial ao aplicar os Pesos atribuídos aos Critérios e Sub-Critérios relacionando as Tecnologias Ranking Parcial ao aplicar os Pesos atribuídos aos Critérios e Sub-Critérios relacionando as Tecnologias Ranking Parcial ao aplicar os Pesos atribuídos aos Critérios e Sub-Critérios relacionando as Tecnologias Ranking Parcial ao aplicar os Pesos atribuídos aos Critérios e Sub-Critérios relacionando as Tecnologias Ranking Parcial ao aplicar os Pesos atribuídos aos Critérios e Sub-Critérios relacionando as Tecnologias Fluxo de Preferência por Tecnologia Fluxo de Preferência por Tecnologia Fluxo de Preferência por Tecnologia Fluxo de Preferência por Tecnologia Fluxo de Preferência por Tecnologia Ranking Parcial - PROMETHEE I Ranking Parcial - PROMETHEE I Ranking Parcial - PROMETHEE I Ranking Parcial - PROMETHEE I Ranking Parcial - PROMETHEE I Tecnologias por Ordem de Preferência, Ranking Total - PROMETHEE II Tecnologias por Ordem de Preferência, Ranking Total - PROMETHEE II Tecnologias por Ordem de Preferência, Ranking Total - PROMETHEE II Tecnologias por Ordem de Preferência, Ranking Total - PROMETHEE II Tecnologias por Ordem de Preferência, Ranking Total - PROMETHEE II Descrição Gráfica do Plano GAIA para o PROMETHEE II Descrição Gráfica do Plano GAIA para o PROMETHEE II Descrição Gráfica do Plano GAIA para o PROMETHEE II Descrição Gráfica do Plano GAIA para o PROMETHEE II Descrição Gráfica do Plano GAIA para o PROMETHEE II Análise de Sensibilidade dos Resultados com 15% de Variação Tecnologias por Ordem de Preferência, Ranking Total - PROMETHEE V Tecnologias por Ordem de Preferência, Ranking Total - PROMETHEE V Tecnologias por Ordem de Preferência, Ranking Total - PROMETHEE V Tecnologias por Ordem de Preferência, Ranking Total - PROMETHEE V Tecnologias por Ordem de Preferência, Ranking Total - PROMETHEE V Tecnologias por Ordem de Preferência, Ranking Total - PROMETHEE V Tecnologias por Ordem de Preferência, Ranking Total - PROMETHEE V Tecnologias por Ordem de Preferência, Ranking Total - PROMETHEE V Tecnologias por Ordem de Preferência, Ranking Total - PROMETHEE V Tecnologias por Ordem de Preferência, Ranking Total - PROMETHEE V Análise de Sensibilidade da Região Norte Pós-análise 5º ARRANJO 6.0 CONSIDERAÇÕES FINAIS, CONCLUSÕES E SUGESTÕES PARA NOVAS PESQUISAS O modelo de priorização permitiu conhecimento em diversas dimensões:


associadas ao conhecimento das tecnologias de tratamento de resíduos. 6.1 APLICAÇÃO NUMÉRICA DOS MODELOS DE APOIO À DECISÃO:

a)Utilizou-se de dois modelos de apoio a decisão, comparando-os os resultados utilizando-se de um mesmo modelo hierárquico, sendo referência para a aplicação.
b)Permitiu estudar e compreender bem os dois modelos de apoio a decisão
c)Os recursos disponíveis pelos métodos multicritérios propiciou uma análise bem detalhada sobre as potencialidades das alternativas tecnológicas.
d)A análise metodológica realizada com os modelos de apoio a decisão, AHP e Promethee II(V) tornou possível estruturar de forma sintética conceitos e procedimentos da metodologia.
e) A aplicação do modelo AHP manifestou-se como compreensível devido à sua facilidade de utilização das comparações par a par dos atributos definidos. O modelo traz limitações (trabalhar com dados qualitativos e quantitativos).

f)A aplicação do Promethee II(V) manifestou-se como compreensível devido à associação gráfica das preferências individuais (critérios e subcritérios). O método GAIA colaborou no sentido de comparar as preferências individuais e perceber a influência dos critérios nas opções das tecnologias de tratamento. Importância de utilização de dados qualitativos e quantitativos.
g)Os dois métodos mostram-se resultados consistentes entre si (semelhança na ordenação final).
h)O Promethee II(V) mostrou-se mais eficiente no tratamento de informações imprecisas. Objetivos atingidos
É possível afirmar que replicar este modelo em outras situações em que seja necessário hierarquizar tecnologias para tratamento de resíduos em municípios ou em regiões em vários cenários pode ser possível. ANÁLISE CRÍTICA DA GESTÃO Aspectos econômicos

a)Deve ser planejado seguros para estes sistemas de forma a garantir recursos financeiros imediatos
b) A sustentação financeira é muito importante para o equilíbrio de todo o sistema econômico planejado
c) Os custos para implantação, operação e manutenção, fechamento e pós-monitoramento destas tecnologias devem ser suportados pelos municípios ou conjunto destes mediante planos econômicos
d) A implantação de tecnologias para tratamento de resíduos sólidos deve passar por um planejamento adequado onde se integre ao processo urbanístico atual e futuro da região de formas a trazer equilíbrio ambiental, social e econômico a região. Aspectos Sociais

a) A questão da geração de emprego para as regiões de menores desenvolvimentos regionais é importante.

b) A capacitação tecnológica de forma constante e atualizada se faz necessária para uma boa prestação de serviços a sociedade.

c) A interação com a sociedade através de programas que estabeleçam transparência nos serviços prestados através de formas interativas. Políticas públicas e sua institucionalização

a) Ausência de uma agência reguladora federal ou instituto que implemente a PNRS e seu PNR pode ser um grande problema que se apresentará nos próximos anos aliado a ausência de fundos estruturantes para a questão da gestão de resíduos sólidos e em especial para o tratamento dos resíduos sólidos.
b) O arranjo institucional deve apresentar equilíbrio, público e privado.
c) Implementação de instrumentos de controle e cobrança.
d) Política pública que garanta que as experiências que apresentaram resultados técnico, econômicos e sociais positivos não possam sofrer ações de continuidade,
e) Transferência de tecnologias por parte das empresas que detêm estas tecnologias. CONSIDERAÇÕES FINAIS, CONCLUSÕES E SUGESTÕES PARA NOVAS PESQUISAS ASPECTOS GERAIS DA GESTÃO DO TRATAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS

a) Compreender que os sistemas de gestão de resíduos onde estas tecnologias estão inseridas no arranjo tecnológico passa pela globalização dos sistemas a nível mundial, e não somente a nível local e regional.
a.1) Os sistemas de gestão de resíduos não são capazes de lidar com as crescentes quantidades de resíduos gerados a nível mundial.a.2) No Brasil, Nossos sistemas de gestão de resíduos e as condições atuais do mercado Brasileiro Sudeste e Sul, são incapazes de lidar com as crescentes quantidades de resíduos a nível regional. a.2.1) Em nível mundial uma grande quantidade de aterros não controlados(lixões) será o método de tratamento e disposição final de resíduos que vai predominar nos próximos dez anos. a.2.2) Em nível de Brasil a tendência nos próximos anos é que uma grande quantidade de aterros sanitários predomine como tecnologia de tratamento de resíduos, antecedidos pela reciclagem e algum sistema de pré-tratamento de resíduos.

b) O aumento da população urbana no Brasil tem contribuído para este fato, haja vista que em 50 anos este índice saiu de 58,70% para 84,5% e em 2020 será de aproximadamente 90%(ONU).
b.1)Para esta consideração a primeira mudança será devido à mudança da cultura alimentar e os hábitos dos países em desenvolvimento, até 2050 a demanda por produtos agrícolas cresça em 70% (vão mudar a composição dos resíduos). b.2) A segunda mudança será mais grave e de difícil solução, devido à produção, o consumo e a inclusão nos fluxos de resíduos de produtos cada vez mais complexos. O fluxo crescente de resíduos eletrônicos (REE), que é um grande problema no Brasil e nas regiões geográficas precisa de soluções urgentes.
b.3) A terceira mudança será: ASPECTOS GERAIS DA GESTÃO DO TRATAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS

c.1) Por outro lado, o PIB per capita médio das regiões geográficas Brasileiras tem aumentado em percentuais de 3,33 % nos últimos 10 anos, tendo queda no último ano e previsão de queda para este ano.
c.2) Também o IDH de cada região do Brasil pode representar a melhoria de todo o sistema de gestão de tratamento de resíduos a medida em que o IDH da região cresce, com mais especificidade para o componente da educação, que reflete na sociedade local o maior desenvolvimento educacional e cultural.

Obviamente, tanto o aumento da população e o crescimento do PIB local/regional/global irá conduzir um aumento do volume de resíduos, que deverá ser em grande quantidade e mais ainda, em grande diversidade. A OCDE – organização para cooperação econômica do desenvolvimento estima que um aumento de 1% na renda nacional cria um aumento de 0,69% na quantidade de resíduos sólidos urbanos.
Sabe-se que quanto maior o PIB per capita, os sistemas de resíduos mais avançadas e eficazes de gestão de tecnologias são planejados e instalados nestas localidades. Também há de se considerar o IDH que afirma ou não o sucesso desta tecnologia já que o seu componente referente a educação é fundamental. 6.2 CONCLUSÕES É possível estabelecer arranjos tecnológicos para o tratamento dos resíduos em cada região do Brasil.
O modelo AHP se mostrou eficiente na definição das alternativas tecnológicas mesmo utilizando-se de dados qualitativos e que o modelo Promethee II(V) se mostrou mais eficiente na definição das alternativas tecnológicas pois utiliza-se de dados qualitativos e quantitativos, o que possibilitou uma maior compreensão dos estudos aqui propostos.
Conclui-se ainda que os modelos de apoio a decisão aqui utilizados quando estabelecidos escalas hierárquicas adequadas podem atender a Política Nacional de Resíduos Sólidos e seu Plano Nacional de Resíduos de forma eficiente, considerando em sua aplicação arranjos tecnológicos com soluções isoladas ou arranjos tecnológicos em forma consorciada. 6.3 SUGESTÕES PARA NOVAS PESQUISAS Como recomendações para novas pesquisas a serem feitas para complementar ou mesmo reforçar os resultados alcançados nesse estudo sugere-se:
a) O modelo desenvolvido pode ser aprimorado na medida em que são realizadas outras aplicações similares ou utilizando-se de outras hierarquias. Quanto à formulação dos critérios pode-se focar no estudo de outros indicadores, ou seja, examinar quais possuem melhor representatividade para a hierarquia de tecnologias para o tratamento de resíduos. b) As formas de abordagem aos convidados ou decisores podem ser planejadas de forma diferente. A aplicação numérica pode considerar a preferência coletiva para o desenvolvimento dos critérios e subcritérios e incluir outras formas de abordagem de decisão de grupos. c) Outra sugestão para futuros trabalhos é investigar minuciosamente a decisão em grupo com múltiplos critérios. Por exemplo, é possível associar técnicas como “brainstorming” ou Delphi para a formulação dos critérios, ou então, examinar outros modelos matemáticos que realizem a agregação de preferências caso não haja consenso entre os decisores. Perspectivas diferentes podem contribuir para que o modelo de decisão seja mais transparente e tenha maior aceitabilidade. d) Para o método de apoio a decisão Promethee II(V) utilizar outras funções de preferências para os parâmetros definidos, podendo assim priorizar mais ou menos os critérios, as ações e cenários definidos. e) Utilizar os modelos de apoio a decisão Promethee e Electre e desenvolver modelo hierárquico que seja compatível para uso dos métodos. Matriz de avaliação do método Promethee Matriz de avaliação do método AHP A gestão de resíduos sólidos passou por grandes mudanças nos últimos 20 anos (KINNAMAM e FULLERTON, 1999). O termo “resíduos sólidos” foi criado no intuito de substituir o termo lixo. Essa não foi apenas uma mudança de nomenclatura. O lixo antes era visto apenas como subproduto do sistema produtivo, mas passou a ser visto como causador de degradação ambiental. Com a evolução e o estudo do problema, os resíduos sólidos passaram a ser vistos, ao contrário do lixo, como possuidores de valor econômico por possibilitar o reaproveitamento no processo produtivo (DEMAJOROVIC, 1995). A utilização de aterros sanitários para destinação dos resíduos municipais é uma prática muito antiga e ainda continua sendo a tecnologia mais popular e mais praticada na gestão e no gerenciamento de resíduos sólidos urbanos em várias partes do mundo. A incineração dos RSU, a Digestão anaeróbia, o MBT, é também uma opção para o tratamento destes resíduos. Porém, assim como os aterros sanitários, existem diversos aspectos limitantes no seu uso. As variações de umidade e da quantidade dos materiais presentes nos RSU são um dos principais aspectos limitantes para a utilização dos RSU na incineração. Além disso, a resistência existente quanto ao uso dos incineradores para tratar o RSU deve-se ao fato do processo de incineração produzir substâncias altamente tóxicas e de alto potencial cancerígeno para o homem, as dioxinas e os furanos (TANGRI, 2003). Dentre estes processos tecnológicos podem-se citar os tratamentos considerados como emergentes, como o Tratamento Mecânico Biológico (TMB) e a Digestão Anaeróbia (D.A). 1.0 CONSIDERAÇÕES INICIAIS Questionário para o modelo AHP e Promethee Questionário para o modelo Promethee
c.3) Portanto, este crescimento do PIB per capita global vai certamente multiplicar aterros sanitários modernos, sistemas de coletas diferenciadas eficientes, TMB e instalações WTE em todo o mundo.
c.4) Estas tecnologias de tratamento de resíduos mais avançadas se tornarão disponíveis para as regiões mais desenvolvidas e mais ricas, de maior PIB regional e maior IDH. Outro fato é que nem todas as regiões geográficas no Brasil se utilizarão destas novas tecnologias. O que certamente acontecerá é que esta distância entre as novas tecnologias de tratamento e as existentes na atualidade destas regiões, predominando os lixões na atualidade, avancem para atendimento a PNRS para aterros sanitários com soluções simplificadas em muitos poucos casos e soluções consorciadas precedidas pela reciclagem ou alguma outra forma de pré-tratamento para outros casos. Portanto uma coisa é certa, que os sistemas de gestão não podem saltar de lixões para sistemas de alta tecnologia, sem antes atenderem aos pontos acima referidos.
c.5) Os sistemas de gestão de tratamento de resíduos irão avançar para sistemas cada vez mais onerosos, pois a sociedade irá cobrar cada vez mais soluções que priorizem os fatores ambientais, o que certamente irá tornar os custos com os sistemas de gestão de tratamento de resíduos economicamente mais caros, tendo como fator preponderante o pagamento destes custos pela sociedade, com algum subsídio governamental em alguns casos. BANCA EXAMINADORA 2.0 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA 5.0 ANÁLISE DOS RESULTADOS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS KINNAMAM, T.C & FULLERTON, D, The Economics of Residential Solid Waste
Management, NBER Working Paper Series, 1999. DEMAJOROVIC, Jacques. Da política tradicional de tratamento do lixo à política de gestão de resíduos sólidos as nova prioridades. Artigo da Revista de Administração de Empresas v. 35, n.3, p. 88-93, São Paulo, mai./jun. 1995. APÊNDICE TANGRI, N. , 2003, Waste Incineration: a dying tecnology: 1ª edição. Berkeley. 2.0 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA 2.1 Europa UE-27 2.2 Estados Unidos 2.3 Brasil Recife, 21 de dezembro de 2012 QUESTIONÁRIOS ENVIADOS E RESPONDIDOS Tecnologias por ordem de preferência, ranking total pós análise de sensibilidade - Promethee II. UFPE PENSAMENTO Penso que, nessa forma alternativa de pensar, planejar, conceber, implementar e gerir sistemas de tratamento de resíduos, diferenciada do que se pratica hoje, pode estar a saída para alguns problemas, pode ser o elo perdido de nossas relações anteriores com o mundo moderno da tecnologia de tratamento de resíduos, pode ser o escape para nossas incompreensões. Mas, pode ser também, mais um abismo que estamos nos inserindo. É preciso sabedoria, conhecimento, decisões e atitudes. É preciso buscar soluções que se aproximem da verdade e realidade dos municípios e regiões. É preciso insistir nesta verdade, observando-se que esta é um processo. Não há certezas, apenas dúvidas, pois a certeza é um processo que evolui e a dúvida gera novas certezas, novas pesquisas. Ou como declamava o poeta:

“De tudo ficaram três coisas:
A certeza de que estava sempre começando,
a certeza de que era preciso continuar
e a certeza de que seria interrompido antes de terminar.
Fazer da interrupção um caminho novo,
fazer da queda um passo de dança
do medo, uma escada,
do sonho, uma ponte,
da procura, um encontro”.
(Fernando Tavares Sabino)
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