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06 - Psicologia ADM

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EaD IVJ

on 9 February 2017

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Transcript of 06 - Psicologia ADM

Seção 6
As Múltiplas inteligências de Garner e Goleman
Questões
para discussão

Ler texto:

Robbins, S. et al.
Comportamento organizacional
. 14.ed. São Paulo: Pearson, 2010. Cap. 2 (p.48 a 53) e Cap. 4.

Responder as questões:
Até que ponto pode-se prever o desempenho e produtividade dos profissionais a partir da(s) sua(s) inteligência(s)?
O contexto/ambiente não teria uma influência maior sobre esse desempenho?

Objetivos da Seção
Ampliar a
compreensão da diversidade
, focalizando nas diferenças de inteligência / habilidades intelectuais.

Descrever alguns elementos da
trajetória sócio-histórica
do desenvolvimento das teorias da inteligência.

Discutir a importância do conceito de
múltiplas inteligências
e da
inteligência emocional
para o administrador.
A Inteligência na Sociedade Pós-Industrial
A Inteligência na Sociedade Industrial
Componentes da Inteligência Emocional (IE)
Autoconsciência
– consciência de si, dos próprios sentimentos, capacidade de autoanálise e elaboração.
Autogerenciamento
– habilidade de automonitorar e autocontrolar as emoções.
Automotivação
– persistência frente aos fracassos e desafios, cultivo do otimismo e da autoestima.
Empatia
– capacidade de perceber o outro.
Habilidades interpessoais
– capacidade de lidar com a expressão emocional dos outros, de expressar emoções e de adaptar-se ao contexto social.
Críticas à IE
Atualmente o
conceito de IE
é muito popular, sobretudo na literatura de Administração.

Segundo estudiosos, esse conceito necessita de mais pesquisas a fim de ser validado cientificamente:

“A inteligência emocional talvez seja o conceito
psicológico mais popular do final do século XX.
Rodeada mais de expectativa do que comprovação científica, a inteligência emocional não alcança,
ainda, uma definição semântica e tampouco
de validade psicométrica para que possamos
considerá-la um tipo de inteligência.”
(Roberts, 2002).

Conteúdo da Seção
A
Inteligência na Sociedade Industrial
:
A valorização do raciocínio lógico-matemático e o Teste de QI.

A
Inteligência na Sociedade Pós-Industrial
:
A valorização das inteligências múltiplas e da Inteligência Emocional.

Introdução
O conhecimento do gestor sobre as

diferenças
de inteligência e de personalidade contribui para...
o

autoconhecimento

do administrador;
a tomada de

decisões

em situações como:
seleção de pessoal,
treinamento e desenvolvimento de pessoas,
composição de equipes,
estilo de liderança a adotar,
administração de conflitos;
o

respeito
, a
valorização

e a

gestão da diversidade

nas organizações.


Alfred Binet
França, 1905:

um dos primeiros estudiosos das diferenças de inteligência;
desenvolveu teste para medir inteligência das crianças e identificar alunos com “idade mental” inferior à “idade cronológica”;
questões de raciocínio lógico e resolução de problemas eram aplicadas em crianças de diversas idades e níveis escolares;
análises estatísticas determinavam quem se situava abaixo ou acima das médias.

O famoso
teste de QI
(Escala de Inteligência Stanford-Binet) é apenas um dos testes de inteligência existentes.

Essa escala inclui dezenas de questões sobre:
raciocínio verbal;
raciocínio quantitativo;
raciocínio abstrato/visual;
memória.

Determinadas formas de inteligência são mais valorizadas que outras, conforme a cultura e o período sócio-histórico.

Conhecimentos e habilidades valorizados nos trabalhadores da sociedade industrial:
“White collars”
(executivos e especialistas):
raciocínio lógico-matemático, capacidades analíticas e verbais, de planejamento, decisão, conhecimentos técnicos, criativas.
“Blue collars”
(operários):
habilidades físicas, psicomotoras, visuo-espaciais, operacionais, manuais reprodutivas.

Imagem:
Wikimedia Commons

Algumas
implicações
dessa divisão:

inteligência vista exclusivamente como capacidade analítica e lógico-matemática;
valorização da matemática, das ciências exatas e linguagem nas escolas, em detrimento de outros saberes (artes, filosofia etc.);
valorização do QI pelo mercado de trabalho;
uso dos testes de QI (e outros) para classificar e selecionar profissionais.

Na maioria dos trabalhos (inclusive os que exigem habilidades psicomotoras), o
bom desempenho
está relacionado a
habilidades intelectuais mais altas
.

Contudo, a correlação entre inteligência e satisfação é quase nula porque as pessoas mais inteligentes costumam ser mais críticas e esperar mais.

Daniel Goleman
argumenta que o alto QI ou altas notas na faculdade não garantem o sucesso profissional. Defende que a inteligência emocional é importante.

Nas últimas décadas, com as
transformações no mundo do trabalho
(contexto da sociedade pós-industrial), a sociedade passa a valorizar
novos conhecimentos e habilidades
para além dos lógico-matemáticos:

criatividade (inovação);
visão estratégica e tomada de decisão;
relacionamento interpessoal (atendimento, trabalho em equipe, negociação, comunicação etc.);
resiliência (capacidade de lidar com o estresse);
capacidade de autogestão (administração do tempo, autocontrole etc.).

Lógico-matemática
– cálculo e de resolução de problemas.
Estratégica
– tomada de decisão em contextos complexos.
Interpessoal
– empatia, percepção social e comunicação.
Intrapessoal
– autoconsciência, automotivação, autogestão.
Verbal
– interpretação e expressão linguística.
Visuo-espacial
– percepção do espaço e do movimento.
Corporal-cinestésica
– expressão e habilidade psicomotora.
Naturalista
– percepção, convívio e relação com a natureza.
Pictográfica
– expressão por meio do desenho, pintura e da imagem.
Musical
– expressão musical.

O maior divulgador da IE,
Daniel Goleman
, utiliza uma argumentação apelativa e fracamente fundamentada.

As abordagens à IE geralmente seguem um modelo
diagnóstico-prescrição
, no sentido de:
identificar o “nível” de IE da pessoa;
sugerir formas da pessoa desenvolver os aspectos mais “fracos” de sua IE.

Abordagens como a
Psicanálise
e a
Psicologia Humanista
proporcionam
visões mais integradas e profundas
sobre a dinâmica psíquica.

Bibliografia
Básica:

Robbins, S. et al.
Comportamento organizacional
. 14.ed. São Paulo: Pearson, 2010. Cap. 2 (p.48 a 53) e Cap. 4.

Complementar:

Bock, A.M.M.; et al.
Psicologias
: uma introdução ao estudo de Psicologia. 13.ed. Rio de Janeiro: Saraiva, 1999. Cap. 19
Correia, M. Inteligência emocional: da revolução à controvérsia.
Estudos de Psicologia
1997, 2(2), 413-419. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/epsic/v2n2/a14v02n2.pdf Acesso em: 18/07/2011.


Aprofundamento:

Goleman, D.
Inteligência emocional
. 6. ed. Rio de Janeiro: Objetiva, 1995.
Roberts, R.D et al.

Inteligência Emocional: um constructo científico?
Cadernos de Psicologia e Educação Paideia
, 2002. Disponível em: http://sites.ffclrp.usp.br/paideia/artigos/23/05.pdf Acesso em 18/07/2011.
Schultz, D.P.; Schultz, S.E.
História da psicologia moderna
. São Paulo: Pioneira-Thomson Learning, 2005. Cap. 8.

Diferenças Individuais
- Inteligências e Habilidades -
Psicologia
aplicada à
administração
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