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A estrutura da escola - autor: Antonio Cândido

Apresentação 09/12/2014 - Metodologia.da Pesq. em Ciências da Educ. I
by

Renata Reis

on 9 December 2014

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Transcript of A estrutura da escola - autor: Antonio Cândido

Ana Paula Passarelli
Barbara Dos Santos
Caroline Rodrigues
Flávia Franzini
Gabriela Leme
Gabriela Santos
Larissa Rodrigues
Mayara Fernandes
Nicanor Lopes
Renata Reis
Thalita Dourado

A ESTRUTURA DA ESCOLA

Antônio Cândido

ANTÔNIO CANDIDO DE MELLO E SOUZA

Nascimento: 24/7/1918
RJ - Rio de Janeiro


Habilidades: Empresário, Tradutor, Ciências Sociais, Professor universitário, Crítico literário.

Não frequentou a escola primária
Mudou-se para Minas Gerais
Colégio Universitário da Universidade de São Paulo - USP, entre 1937 e 1938.
Milita contra o Estado Novo, no governo de Getúlio Vargas (1882 - 1954)
1939: ingressa no curso de direito da Faculdade de Direito da USP
Crítico literário na revista Clima
Abandona o direito no quinto ano, e conclui bacharelado e licenciatura em filosofia, em 1942.
Torna-se docente da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências - FFLCH/USP

Lançada em 1959, sua obra mais influente e polêmica é a Formação da Literatura
Entre 1964 e 1966, dá aulas de literatura brasileira na Universidade de Paris e, em 1968, atua como professor visitante de literatura brasileira e comparada na Universidade de Yale, Estados Unidos.
Aposenta-se pela USP, em 1978, mas permanece ligado à pós-graduação e à oreinetação de trabalhos acadêmicos
Participa da fundação do PT em 1980.
1998: Prêmio Camões, dos governos do Brasil e de Portugal, em Lisboa;
2005: Prêmio Internacional Alfonso Reyes, no México.
A escola como grupo social
Escola:
Estrutura administrativa (poder público)
Estrutura Total (grupo social)
Normas iguais estabelecidas
Características distintas pelas formas de sociabilidade internas
.

Educador

Realidade total: Instituição autônoma
Integração dos membros
Profundas relações
Ação educacional: adequada e flexível

Parte II
Escolas: instituídas
Grupos de interesse (políticos, religiosos): diretrizes
Brasil: Poder público (acima)
Visão muito estreita da realidade escolar


Escola:
Diferenciações internas
Regimento interno
Estrutura social externa
Regiões semelhantes
Sociabilidade interna em comum: sociabilidade infantil e juvenil

Compreensão da estrutura social da escola
Olhar sociológico
Especificidades da sociabilidade da criança e do adolescente frente ao adulto
Conflito: Adultos (padrões do regime social) x imaturos (necessidades e tendências)
Prática pedagógica

Estrutura interna da escola
Subdivisões em:

1) Formas de agrupamento
2) Mecanismos de sustentação dos agrupamentos

I. Grupos de idade
II. Grupos de sexo
III. Grupos associativos
IV. Status
V. Grupos de ensino
Formas de agrupamento
Mecanismo de sustentação dos agrupamentos
1. Liderança.

a) Exercida pelo educador (idade, força e posição)
b) Exercida pelo educando.


2. Normas de conduta escolar

a) As que regem a conduta do educador;
(comunidade, grupo docente e administrativo, educando).
b) As que regem a conduta do educando

3. Sanções:
a) administrativas;
b) pedagógicas;
c) grupais

4. Símbolos

Antônio Cândido se preocupa em olhar para a organização escolar como um campo de organização sistematizada, que se baseia nos ajustes às normas do Poder Público. Conta, também, com as organizações peculiares e específicas dos espaços escolares. O autor propõe uma pesquisa na escola, considerando uma análise sociológica e o estudo da escola como grupo social. Basicamente, encara a análise da escola como agrupamento social dotado de uma estrutura própria.
Pergunta para o real:
De que forma o entendimento da escola como grupo social implica na sua organização como Instituição?
Quais as contribuições pedagógicas, políticas e administrativas quando se entende a escola no estudo de sua estrutura social?

Conclusões
O autor coloca cinco noções preliminares para compreender a escola como um grupo social.
1. A estrutura administrativa das escolas correspondem a um regimento estabelecido pelo Poder Público. Todavia a estrutura total da escola é muito mais ampla. Ou seja, mesmo que a organização administrativa seja igual em todas as escolas, por fazer parte de uma instância de esfera maior, cada instituição é individual por apresentar características sociais próprias.
2. Colocando numa posição que considera apenas a vida consciente e racional do grupo escola, o educador deixa de expressa sua individualidade, sua vida espontânea. O educador não encontra modos de exprimi-los por conta de “normas racionalmente previstas”.



3. Uma vez libertado das normas da Legislação Escolar o educador deixa de ver a escola somente como estabelecimento de ensino e o compreende “como algo autônomo, vivo no que tem de próprio e por assim dizer único” (CÂNDIDO, ANO p. 1).
4. A estrutura administrativa muitas vezes deixa irreconhecível a dinâmica das relações e o que é próprio da vida escolar.
5. Por último, o autor comenta que estes pontos de vistas devem aprofundar a visão do educador para uma ação educacional mais larga e compreensiva.


O método e a metodologia:
O autor utiliza um roteiro com diversos itens fundamentais para a analise da estrutura de cada unidade escolar. Por observar e se basear em fatos, a pesquisa é qualitativa
A ação pedagógica varia de acordo com a estrutura de cada unidade escolar, pois uma serie de variáveis influenciam. Isso porque, tanto a estrutura geral, ou seja, a parte administrativa, legislativa, o que é "regra" para todas as escolas, tanto as especificidades de cada unidade escolar: seu contexto, a comunidade, a escola, os alunos, as suas necessidades, estão ligadas diretamente e em conjunto em tal ação pedagógica, não podendo ser consideradas isoladamente, pois se não pensarmos nas relações e estruturas dentro e fora da escola, prejudivamos toda parte educacional.
"De fato, parece certo dizer que toda ação educacional consciente fica prejudicada, dentro da escola, se ele não compreender a força de sociabilidade que organiza os imaturos, segundo critérios tão diversos, e tão diferentes dos que a administração e o ensino prevêem. O ajustamento adequado entre as duas correntes de sociabilidade, referidas no princípio deste estudo, é condição de uma Pedagogia humana e racional, que abandone o tateio ou o esquematismo, em busca de uma integração harmoniosa. Esta depende estreitamente dos sistemas de normas, valores e sanções"
(Página 4)
Obrigada pela atenção
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