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Oficina Gráfica

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by

Ana Fernandes

on 24 March 2014

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Transcript of Oficina Gráfica

Técnicas de Acabamento
Oficina Gráfica
- Técnicas de Impressão e Acabamentos
Oficina gráfica

Oficina gráfica
ou
produção gráfica
organiza e supervisiona a realização de peças gráficas. O setor de produção gráfica numa agência ou empresa editorial se ocupa na contratação de serviços e materiais, e pelo contato com os fornecedores gráficos, acompanha as etapas de produção gráficas.
Técnicas de Impressão
Módulo 14
Técnicas de Impressão:
Existem vários distribuidores gráficos que fornecem produtos padrões.
Estes fornecedores oferecem alguns tipos de acabamento para o seu público. Apesar de alguns inexperientes não conseguirem diferenciar bem como são os acabamentos.

Matriz de impressão é a superfície mediadora entre o registo da chapa e o suporte (papel, tecido, entre outros).

As matrizes apresentam duas superfícies distintas: aquelas que depositam a tinta sobre o suporte e são denominadas áreas de grafismo e aquelas que permanecem vazias (sem tinta) e são denominadas áreas de contra-grafismo.



Matriz de Impressão
Os processos de impressão que registam tintas sobre um suporte, a partir de uma matriz montada numa máquina impressora, são classificados de acordo com as características da matriz de impressão.


Impressão em Permeografia
Impressão realizada mediante uma matriz permeável.
Os elementos que serão impressos são formados por áreas permeáveis ou perfuradas da matriz, como na
serigrafia.
SERIGRAFIA:
Sistema de impressão direta, também conhecido como silkscreen.
Utilizando uma tela permeável de finíssimos fios sintéticos (seda ou náilon), pode-se imprimir em variados suportes: metais, cerâmica, tecidos, cartões, papéis ásperos, vidros e plástico.
Impressão em Relevografia
Os elementos que serão impressos ficam em relevo na matriz e são intentados, imprimindo mediante pressão sobre o suporte
(mesmo princípio dos carimbos).
A flexografia e a tipografia são processos relevo-gráficos.
TIPOGRAFIA:

é utilizada em
gráficas de baixo custo
para a
confecção de impressos padronizados
(
notas fiscais, talões de pedidos, formulários numerados
), peças com pouco texto (
convites, cartões de visitas
) e também para acabamento em materiais.
FLEXOGRAFIA:
Processo de impressão direta.
É muito utilizado para impressão de
embalagens
por apresentar
custo baixo
para grandes quantidades de impressão em
suportes irregulares, tridimensionais e flexíveis como, folhas metálicas, plásticos e vidros.
Impressão em Encavografia
Baseia-se numa
matriz em baixo relevo.

Os elementos que serão impressos são formados por sulcos em baixo relevo na matriz, que armazenam a tinta que será transferida para o papel ou outro suporte mediante pressão. É o caso da
rotogravura.
ROTOGRAVURA:
Este tipo de sistema é recomendado para projetos gráficos de altas tiragens e que exige
grande qualidade na impressão.

Com
alta velocidade de impressão
e
com qualidade uniforme
, a rotogravura imprimi nos mais diversos suportes:
papel, papelão, tecido, metal
.
Sendo muito utilizada para
impressão de rótulos e embalagens, revistas, livros didáticos,.
Impressão em Eletrografia
A matriz é plana como nos processos planográficos, porém as áreas que serão impressas são determinadas, seja na matriz ou no próprio suporte, a partir de fenómenos eletrostáticos - e não físico-químicos.

É o caso de processos recentemente desenvolvidos para a produção industrial, como a impressão digital, a eletrofotografia e a xerografia.
IMPRESSÃO DIGITAL:
Impressão feita de
forma eletrónica.
Através de
impressoras a laser,
os arquivos de dados vão diretetamente para o papel.
Esse processo possibilita a impressão de trabalhos em pequenas quantidades, sem usar fotolitos ou chapas.

Duas grandes
desvantagens desse sistema são: a qualidade de impressão inferior aos processos tradicionais e o inconstante gerenciamento de cores.
Impressão em Planigrafia
Nos processos planográficos, não há qualquer re­levo que determine a impressão:
a matriz é plana.


É através de fenómenos físico-químicos de repulsão e atração que os elementos utilizados (tintas, água) que se alojam nas áreas gravadas para a sua reprodução no suporte (papel).

O offset é um processo planográfico, assim como a litografia.
Diferenciam-se pela terminologia prática que inventou os seguintes nomes para cada uma delas:

Clichê-
forma para impressão tipográfica.
Borracha-
forma para impressão em flexigrafia.
Cilindro-
forma para impressão em rotogravura.
Chapa-
forma para impressão em offset.
Tela-
forma para impressão serigrafia.
Formas de impressão
OFFSET:

é o principal processo de impressão desde a segunda metade do século 20, garantindo boa qualidade para médias e grandes tiragens.
Baseia-se no princípio de que água e a gordura não se misturam.
Utiliza como suporte todos os tipos de papéis e alguns plásticos flexíveis.

As
máquinas offset podem ser planas ou rotativas.
As planas rodam folha por folha, oferecendo
melhor qualidade;

ideal para impressão de cartazes, flyeres.

O tipo de acabamento mais comum é o
refile
ou
corte.

Necessariamente o material deverá ser cortado, não sendo citado nos orçamentos.

Mas existem muitos outros acabamentos que são opcionais e podem estar disponíveis para todo cliente.
Bordas arredondadas;
Montagem revista;
Numeração;
Bloco;
Talão;
Dobra;
Corte e vinco;
Laminação (brilho);
Verniz;
Laminação fosca;
Verniz UV localizado;
Vinco.

Os principais acabamentos são:

Este acabamento pode ser aplicado em produtos com papel grosso.
Normalmente é usado em
cartões, postais e folhinhas.

Na laminação aplica-se um filme plástico sobre o papel usando uma mescla de cola e calor.

A vantagem
do método é o aumento da durabilidade do impresso e um acabamento de brilho na impressão, realçando as cores.

A desvantagem
é que pode curvar o cartão, pois as características térmicas do plástico e do papel são diferentes, provocando uma tensão entre os mesmos.

É aplicado numa máquina separada da máquina offset.

O verniz tem a mesma função da laminação, sendo usado normalmente ou um ou outro.
A sua função básica é proteger o impresso e dar brilho.

Pode ser aplicada tanto separada da impressão quanto em linha na própria máquina offset.

É um tipo de acabamento que pode ser usado em produtos de baixa gramatura (
panfletos, folders
) até nos de alta gramatura (
cartões, postais
).

Basicamente trata-se da aplicação de uma tinta transparente de alto brilho (verniz) usando a mesma técnica da impressão.

O ponto positivo é a beleza do impresso.
Tende a durar menos tempo. O impacto inicial é bem melhor que a laminação.


É muito similar a laminação comum. Este tipo de laminação (laminação fosca) apresenta brilho e tem toque com caraterística aveludada.

A sensação tátil é agradável

É usado basicamente para proteger o impresso.

Usa-se os mesmos equipamentos citados na laminação brilho.

Tem alto custo de produção.


Neste acabamento, usa-se o silk-screem para aplicar verniz somente nas áreas escolhidas.

Como resultado, tem um produto (material grosso) com o toque da laminação fosca e o brilho somente nas partes selecionadas.

Um recurso muito interessante é usar o verniz como parte do design, brilhando onde não há nada impresso, trazendo informação a medida que se mexe com o cartão.

O custo é muito alto.

O vinco é a marcação do papel para futura dobra.
Pode ser automatizado, tendo um custo baixo.
É muito usado nos folders para serem dobrados pelo cliente à medida que forem usados e em postais.


É um acabamento menos comum, pois aumenta muito o volume dos pacotes.

Pode ser feito automatizado nos papéis finos, mas geralmente precisa ser feito manualmente, após ser feito o vinco, nos papéis mais grossos.

É usado nos mesmos produtos que no vinco, principalmente quando o cliente não quer ter o trabalho da dobra, aumentando o custo do serviço.

É um acabamento feito posteriormente a impressão e refile, num equipamento a parte, visando produzir trabalhos personalizados.

Os maiores distribuidores têm oferecido este tipo de acabamento a custo relativamente baixo, conseguindo usar uma mesma faca para um grupo de clientes.


Quando o efeito que se quer com o corte e vinco são apenas as bordas arredondadas, não é necessário confeccionar facas.
Existem no mercado equipamentos próprios para aplicar esse efeito, a custo baixo.

Neste acabamento pega-se diversas folhas impressas e monta-se em forma de revista, alceando as páginas, grampeando no local certo e dobrando a revista no meio.

É um acabamento ainda caro e só é feito geralmente com material rodado na própria gráfica.
Este tipo de acabamento é um grande diferencial no mercado, porém são serviços bastante caros para revenda.

Este é um acabamento simples, pouco oferecido pelos distribuidores gráficos.

Alguns deles, oferecem impressão colorida em papel comum e entregam em blocos, direcionando o produto para atender profissionais liberais (dentistas, advogados, médicos, entre outros).


Laminação
Verniz
Laminação fosca
Verniz UV localizado
Vinco
Dobra
Corte e vinco
Talão
Bordas arredondadas
Montagem revistas
Bloco
Neste acabamento aplica-se a numeração, picota-se algumas vias, alceia-se montando jogos de várias vias, cola-se a borda e aplica-se grampos.

As gráficas tradicionais viveram basicamente de talões por muitos anos.
Raramente aparecem na lista dos grandes distribuidores.
- http://www.cardquali.com/tipos-de-acabamentos-graficos-mais-comuns/,

- http://www.infoescola.com/artes/producao-grafica/

- http://tatissol.no.comunidades.net/index.php?pagina=1040677620

- http://pt.wikipedia.org/wiki/Produ%C3%A7%C3%A3o_gr%C3%A1fica
Webgrafia
Ana Fernandes Nº20 12ºE
Catarina Venâncio Nº21
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