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A POLÍTICA DA SAÚDE NO SÉCULO XVIII

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by

Gabriel Andrade

on 28 January 2016

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Transcript of A POLÍTICA DA SAÚDE NO SÉCULO XVIII

XVIII
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XVII
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A POLÍTICA DA SAÚDE NO SÉCULO XVIII
Século XVII
Pouca preocupação com a comunidade como um todo;
Medicina dirigida à categoria importante e exercida dentro dos limites de organizações;
Encargos coletivos da doença realizados pela assistência aos pobres;
Terapêutica limitada nos hospitais.
Século XVIII
Revolução Industrial;
- Preservação, manutenção e conservação da força de trabalho.
- Efeitos econômico-político da acumulação dos homens.
Corpo como portador de novas variáveis;
Deslocamento progressivo dos procedimentos mistos e polivalentes de assistência;
Decomposição utilitária da pobreza;
Surgimento da saúde e bem-estar físico da população;
Medicina tem origem no cruzamento de uma nova economia "analítica" da assistência com a emergência de uma "polícia" geral da saúde.
Século XVIII
Privilégio da infância e medicalização da família:
- Codificadas, segundo novas regras, as relações entre pais e filhos;
- Família se torna o agente mais constante da medicalização;
- Saúde como um dos objetivos mais obrigatórios da família;
- Campanha a respeito da inoculação e da vacinação.
Século XVIII
Privilégio da higiene e funcionamento da medicina como instância de controle social:
- Tríplice objetivo: desaparecimento dos surtos epidêmicos, baixa taxa de morbidade e aumento da duração média de vida;
- A cidade como um objeto a medicalizar;
- Intervenções médicas autoritárias e medidas de controle;
- Médico como grande conselheiro e grande perito.
Século XVIII
Passou a aparecer como uma estrutura ultrapassada;
Mancha sombria dentro do espaço urbano e peso inerte para a economia;
Substituição do hospital por três mecanismos principais:
- Organização de uma hospitalização a domicílio;
- Assegurada por um corpo médico espalhado pela sociedade;
- Enquadramento médico da população permanente, flexível e facilmente utilizável.
Surgimento de uma série de projetos e programas.
Século XVIII
Desaparecimento do hospital: utopia;
Tentativa de reformar o hospital;
- Ajustá-lo ao espaço urbano;
- Tornar o espaço interno do hospital medicamente eficaz;
- Articulação do saber médico e da eficácia terapêutica;
- Deve servir de estrutura de apoio ao enquadramento da população pelo pessoal médico.
Universidade Federal do Recôncavo da Bahia
Discentes:Camila Neri; Daiane Veimrober; Gabriel Andrade; Gabrielle Nóbrega.
Docente: Pedro Miguel
Santo Antônio de Jesus/ Janeiro 2016
Componete: Tópicos em Saúde IV
Referência
FOUCAULT, M
. Microfísica do poder.
21.ed. Rio de Janeiro: Graal, 2005
.
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