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Sofia Dias

on 14 May 2013

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O Sarau no
Teatro da Trindade •A ausência da família real num espetáculo de beneficência
•Falta de sensibilidade estética para apreciar o verdadeiro talento, encarnado por Cruges.
•A critica á sonata, chegando a marquesa de Soutal a chamar “Sonata Pateta”
•Falta de respeito das classes mais altas;
•A lágrima fácil O sarau pertence ao capitulo XVI,
à crónica de costumes associada ao subtítulo "Episódios da vida romântica"e à intriga
prinicipal. Porquê um episódio da crónica de costumes •Carlos e Maria Eduarda vivem já um amor sem sobressaltos
•Guimarães entrega a Ega, o cofre de Maria Monforte com as revelações de parentesco entre Carlos e Maria Eduarda Ligação com a intriga principal Críticas: Crítica a monarquia e a sociedade da época Crítica á ignorancia e desinteresse do público Crítica ao ambiente Personagens Craft •Formação britânica
•Protótipo de como deve ser um homem
•Colecionador de arte
•Boémio
•No sarau, juntamente com Carlos, apoia cruges após este ficar deprimido pelo seu fracasso A família real não está presente
neste espectaculo de beneficiência Cruges toca a "Serenata Patética" e ninguém reconhece o seu valor Comportamento despropozitado
dos presentes •Formação britânica
•Protótipo de como deve ser um homem
•Colecionador de arte
•Boémio
•No sarau, juntamente com Carlos, apoia cruges após este ficar deprimido pelo seu fracasso Rufino Um falador transmontano representante da sociedade portuguesa
Tem como tema o Anjo da Esmola;
Afasta-se da realidade no seu discurso;
Tem falta de originalidade;
Usa uma retórica oca;
Aclamação por parte do público tocado no seu sentimentalismo. Atuações no Sarau A atuação do Rufino foi um sucesso, fez um discurso
sentimentalista e, enquanto atuava, a plateia
permaneceu em silêncio A atuação de Cruges foi um fracasso,
pois o público não aderiu á
sua "Sonata Pateta" Alencar, o poeta, declarou o poema "Democracia".
A plateia rende-se oferecendo-lhe um enorme aplauso Figuras de Estilo Personificação: "quando os cinos da velha torre Alencar Catarina Romeira
Marta Leonardo
Nidia Dias Trabalho Realizado por: •"muito alto, com uma face encaveirada, olhos encovados, e sob o nariz aquilino, longos, espessos, românticos bigodes grisalhos";
•Calvo, "havia alguma coisa de antiquado, artificial e de lúgubre";
•Defensor do romantismo
•Poeta romântico
•Participa no sarau recitando um dos seus poemas, “Democracia” (defende esta), seus males e bens, e provoca os políticos lá presentes que são os únicos que não apreciam o seu desempenho Ega Ambiente Espaço físico: Teatro da Trindade.

Espaço social: alta sociedade lisboeta analisada através de tipos sociais.

Caracterização da sociedade: inculta, estática e superficial, deformada pelos excessos e lugares comuns do Ultrarromantismo. Projeção literário de Eça de Queirós;
Boêmio, excêntrico, exagerado, caricatural, anarquista;
Sofre de diletantismo;
Fidalgo rico de província, audacioso e com fama de ser "o maior ateu, o maior demagogo que jamais aparecera nas sociedades humanas". Outros pormenores importantes: •Carlos e Maria Eduarda vivem já um amor sem sobressaltos;

•Guimarães, pede para ser apresentado a Ega por se sentir atingido com o conteúdo da carta que Ega redigiu. Guimarães tencionava que Ega declarasse que não o considerava bêbado;

•Carlos agride Eusébiozinho por este ter participado no caso da “Corneta do Diabo”;

•Guimarães confia a Ega um cofre que contem papeis importantes da mãe de Carlos. E quando se despede pede a Ega que o de a Carlos ou à irmã;

•Ega pede ao Vilaça que de a noticia a Carlos. Carlos “ um formoso e magnífico moço, alto, bem feito, de ombros largos, com uma testa de mármore sobre os anéis dos cabelos pretos” e fazendo lembrar “o ar de um príncipe da renascença”;
Aristocrata rico e ocioso com tendência para o diletantismo;
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