Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

John Locke

No description
by

mariana bissoli

on 18 May 2010

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of John Locke

JOHN LOCKE INTRODUÇÃO John Locke está entre os filósofos empiristas, assim chamados devido a abrirem espaço para a ciência junto à filosofia, valorizando a experiência como fonte de conhecimento. Locke estava interessado nos tópicos tradicionais da filosofia: o Eu, o Mundo, Deus e as bases do conhecimento. Medicina Filosofia Ciências Naturais VIDA E OBRA 1632. 1652. 1666. 1667. 1672.
1675. 1679. 1683. 1684. 1689. 1685-6. 1690.
1696. 1704. Nascimento de John Locke.

Bolsa de estudos na Christ Church, Oxford.

Primeiro encontro com Lord Ashley.

Aceitação por parte de Locke do cargo de médico
da família Ashley, o que motivou sua transferência
para Londres.

Ashley se tornou Conde de Shaftesbury e presiden-
te da Câmara de Londres, Locke foi designado se-
cretário para as nomeações eclesiáticas. Locke tornou-se secretário do Conselho do Comércio e da Agricultura,
de que Shaftesbury era presidente.

Decidiu ir ao exterior por motivos de saúde, passou
quatro anos viajando pela França.

Retornou a Londres e prestou novamente serviços
para Shaftesbury por um curto período. E novamente
por problemas de saúde, deixou Londres e retornou a
Christ Church, e permaneceu lá pelos dois anos seguin-
tes.

Morte de Shaftesbury na Holanda, Locke ficou sob suspeita.
Locke chegou a Rotterdam, Holanda, e o governo encarou
isso como um reconhecimento de sua culpa.

Foi privado de sua bolsa de estudos na Christ Church.

Escreveu a carta em latim ao seu amigo teólogo Limborch.

Ano que retornou a Inglaterra e que sua carta foi publicada
com o título "Epistola de Tolerantia".

Ano da publicação de suas maiores obras : "Ensaio sobre o
entendimento humano", "Tratados sobre o governo civil".

Tornou-se Comissário do Conselho de Comércio e Agricultura,
nomeado pelo rei.

Morte de John Locke. Contexto Histórico Revolução Puritana (1640-1649) Parlamento Inglês x Rei Carlos I;

Formação de duas facções políticas: os diggers e os levellers, liderados por Oliver Cromwell;

Culminou na execução de Carlos I

Implantação de uma República Capítulo II

Do estado de Natureza

''Para compreender corretamente o poder político e traçar o curso de sua primeira instituição, é preciso que examinemos a condição natural do homem, ou seja, um estado em que eles sejam absolutamente livres para decidir suas ações, dispor de seus bens e de suas pessoas como bem entenderem, dentro dos limites do direito natural, em pedir a autorização de nenhum outro homem nem depender de sua vontade.''

''De nada valeria a lei da natureza, assim como todas as outras leis que dizem respeito ao homem nesse mundo, se não houvesse ninguém que, no estado de natureza, tivesse poder para executar essa lei e assim preservar o inocente e refrear os trangressores.'' Capitulo I
Ensaio sobre a origem,
limites e os fins verdadeiros do governo civil.

(1) Que Adão não tinha, seja por direito natural de paternidade ou por doação positiva de Deus, autoridade de qualquer natureza sobre os seus filhos ou dominio sobre o mundo, conforme se pretende;
(2) Que, se os tivesse, nenhum direito a eles,contudo, teriam seus herdeiros;
(3)que, se os herdeiros os tivessem, como não existir qualquer lei da natureza ou lei positiva de Deus determinando qual o herdeiro verdadeiro em todos os casos que se possam apresentar, o direito de sucessão, e, em consequencia, o de exercer o mando, não poderia ter sido determinado com toda exatidão.''

'' Considero, portanto, poder político o direito de fazer leis com pena de morte e, consequentemente, todas as penalidades menores para regular e preservar a propriedade, e de empregar a força da comunidade na execução de tais leis e na defesa da comunidade de dano exterior; e tudo isso tão-só em prol do bem público.''
Capitulo III

Do Estado de Guerra

'' O estado de guerra é um estado de inimizade e destruição; e , portanto,um estado que declara desígnio inalteravel e calmo com relação a vida de outrem, por meio de palavra ou ação, não apaixonado ou precipitado e o coloca em estado de guerra contra aquele a quem declarou semelhante intenção.''

Capítulo IV

Da Escravidão

“a liberdade natural do homem consiste em estar livre de qualquer poder superior na Terra, e não sob a vontade ou autoridade legislativa do homem, tendo somente a lei da natureza como regra”.
Capítulo VII

Da Sociedade Política ou Civil

"só existe uma sociedade política onde cada um dos membros renunciou ao seu poder natural e o depositou nas mãos da comunidade em todos os casos que os excluem de apelar por proteção à lei por ela estabelecida; e assim, excluído todo julgamento particular de cada membro particular, a comunidade se torna um árbitro; e, compreendendo regras imparciais e homens autorizados pela comunidade para fazê-las cumprir, ela decide todas as diferenças que podem ocorrer entre quaisquer membros daquela sociedade com respeito a qualquer questão de direito e pune aquelas ofensas que qualquer membro tenha cometido contra a sociedade com aquelas penalidades estabelecidas pela le; deste modo; é fácil discernir aqueles que vivem daqueles que não vivem em uma sociedade política." Segundo Tratado Sobre O Governo Civil Capítulo IX

Dos Fins da Sociedade Política e Do Governo

"O estado de natureza é carente de muitas condições."

"apesar de todos os privilégios do estado de natureza, a humanidade desfruta de uma condição ruim enquanto nele permanece, procurando rapidamente entrar em sociedade."

"As inconveniências a que estão expostos pelo pelo exercício irregular e incerto do poder que cada homem possui de punir as transgressões dos outros faz com que eles busquem abrigo sob as leis estabelecidas do governo e tentem assim salvaguardar sua propriedade." Locke é considerado como um dos principais sistematizadores do pensamento empírico e um dos maiores expoente teórico político e social do liberalismo que inspirou a corrente de pensamento iluminista do século XVII. Empirismo

Definida explicitamente pela primeira vez pelo filósofo inglês John Locke no século XVII. Locke argumentou que a mente seria, originalmente, um "quadro em branco" (tábua rasa), sobre o qual é gravado o conhecimento, cuja base é a sensação. Ou seja, todas as pessoas, ao nascer, o fazem sem saber de absolutamente nada, sem impressão nenhuma, sem conhecimento algum.

Todo o processo do conhecer, do saber e do agir é aprendido pela experiência, pela tentativa e erro.

Historicamente, o empirismo se opõe a escola conhecida como racionalismo, segundo a qual o homem nasceria com certas ideias inatas, as quais iriam "aflorando" à consciência e constituiriam as verdades acerca do Universo. A partir dessas ideias, o homem poderia entender os fenómenos particulares apresentados pelos sentidos. O conhecimento da verdade, portanto, não dependeria dos sentidos físicos

A principal preocupação de Locke em sua teoria do conhecimento foi combater doutrina difundida por Descartes, da existência de idéias inatas na mente do homem. Para Locke a mente humana era como uma folha em branco que receberia impressões através dos sentidos a partir das experiências do indivíduo, sem trazer consigo, do nascimento, quaisquer idéias tais como a de "extensão", de "perfeição" e outras, como pretendia Descartes.
Principais Ideias Capítulo VIII

Do Início das Sociedades Políticas

Todo homem é igual, livre, independente por natureza e tem seus direitos
Formação das sociedades políticas: A formação das sociedades políticas começam com um grupo de homens livres que se juntam e escolhem um líder, eles esperam ter tranquilidade para viver melhor.

Não se sabe quem começou a primeira sociedade mais ela existiu porque em toda história já há um líder.

O pai tem poder sobre seus filhos ate que completem maior idade e mesmo assim ainda devem obediência assim como na política .

Poucas leis porque não havia tanta sede por dinheiro e por ser melhor do que o próximo, não existia concorrência um com o outro. Era mais fácil ser líder de um povo naquela época (idade do ouro).

Os homens mesmo dentro de um governo são livres pois se decidirem viver em outro lugar(país) são livres para isso mesmo após um tempo tendo que se submeter as leis deste ele tem o direito de viver onde quiser e quando quiser.
Restauração Deposição de Oliver Cromwell

Carlos II sobe ao trono inglês

Continuavam velhas rixas entre parlamento e rei

Relações políticas com Luis XIV

Desconfiança do parlamento
Revolução Gloriosa Morte de Carlos II e subida ao trono de Jaime II

Jaime II tentou ampliar seus poderes e beneficiar a população católica

Oposição do parlamento ao rei

Trama para a ascensão de Guilherme de Orange ao poder
Fuga de Jaime
Capítulo VI

Do Poder Paterno

“seria preferível chamar esse direito de ‘poder dos pais’, para qualquer obrigação que a natureza e o direito de geração impõem aos filhos, subordinando-os com toda certeza por igual a ambas causas nela concorrentes.”

“Os únicos passíveis de jurisdição, porém temporária, são os filhos, que até atingirem a maturidade, são dependentes dos pais, assim como foram Caim e Abel de Adão e Eva, sucessivamente: “. . .o poder que os pais têm sobre os filhos resulta do dever que lhes incumbe – cuidar da progênie durante o estado imperfeito da infância.”

“são absolutamente incapazes de exercer pessoalmente os atos da vida civil, os que por enfermidade ou doença mental, não tiveram o necessário discernimento para a prática desses atos.”

“Após a maioridade, quando perde a jurisdição dos pais, o filho deve manter sempre a honra e o respeito por ambos: “não há estado ou liberdade que possa dispensá-los desta obrigação.” Capítulo XVIII

Da Tirania

"a tirania consiste em exercer o poder além do direito legítimo, o que a ninguém poderia ser permitido.

"É um erro acreditar que este defeito é exclusivo apenas das monarquias; outras formas de governo também podem estar propensas a possuí-lo."

"Toda pessoa investida de uma autoridade que excede o poder a ele conferido pela lei, e faz uso da força que tem sob seu comando para atingir o súdito com aquilo que a lei não permite, deixa de ser um magistrado; e como age sem autoridade, qualquer um tem o direito de lhe resistir, como a qualquer homem que pela força invada o direito de outro."

"quando os governantes deixam as coisas chegarem a um ponto em que a grande massa de seu povo os trata como suspeitos; é a situação mais perigosa em que eles podem se colocar, e eles são os que merecem menos piedade, pois isso é muito fácil de ser evitado.

Principais obras de John Locke

- Cartas sobre a tolerância (1689)
- Dois Tratados sobre o governo (1689)
- Ensaio a cerca do entendimento humano (1690)
- Pensamentos sobre a educação (1693)
Grupo John Locke Gabriel de Luca Mariana Bissoli Vinicius Leonardo Fogaça Matheus Tandara Luciano Evandro Minoro Vander Alcaraz Capítulo V

Da Propriedade

"Ainda que a Terra e todas as criaturas inferiores pertençam em comum a todos os homens, cada um guarda a propriedade de sua própria pessoa; sobre esta ninguém tem qualquer direito, exceto ela. Podemos dizer que o trabalho de seu corpo e a obra produzida por suas mãos são propriedade sua. Sempre que ele tira um objeto do Estado em que a natureza o colocou e deixou, mistura nisso o seu trabalho e a isso acrescenta algo que lhe pertence, por isso o tornando sua propriedade." Direito de Resistência

O governante que não se submete à lei (tirano) é que é o verdadeiro rebelde. Em outras palavras, quem perturba a paz não é o oprimido que se rebela, porém o opressor que falta à sua obrigação de governar dentro dos limites constitucionais. Esta é a diferença entre o rei legítimo e um tirano. Enquanto o primeiro observa as leis, o segundo abusa de seu poder.

Quando o governante não consegue assegurar ao povo o direito natural que ele tem, dá motivos para a rebelião.

Podemos elencar a situação em que o governo perde a confiança do povo. Se perder a maioria, perde legitimidade. Isto porque o verdadeiro poder não é do governo ou do governante, mas do povo. Separação de Poderes

Locke advoga a separação de poderes, nomeadamente entre o legislativo e o executivo. O poder supremo é o legislativo, mas este está limitado pelos direitos naturais dos cidadãos. A ele compete publicar as leis que protegem a vida, os direitos dos cidadãos. O poder executivo está limitado pelo poder legislativo, mas acima de ambos estão os direitos naturais dos cidadãos. No caso destes serem violados, estes tem toda a legitimidade para resistirem ao poder constituído
Full transcript