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Pedagogia da Autonomia

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by

Rafaela Soares

on 9 June 2015

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Transcript of Pedagogia da Autonomia

Educação Bancária
Educação Libertadora
progressista
humanista
democrática
problematizadora
oprimidos
esfarrapados do mundo
traídos
enganados
sombra
Ciclo Gnosiológico
"Pedagogia da Autonomia"
Paulo FREIRE, 1996

sujeito histórico
saber de experiência feito
curiosidade ingênua
prática educativa
ensinar a
PENSAR CERTO
curiosidade
epistemológica
Dodiscência
rigorosidade metódica
pesquisa
respeito aos saberes dos educandos
criticidade
estética e ética
corporeificação das palavras pelo exemplo
risco
aceitação do novo
rejeição a discriminação
reflexão crítica sobre a prática
reconhecimento da identidade cultural
consciência do inacabamento
reconhecimento de ser condicionado
respeito à autonomia do educando
bom-senso
humildade
tolerância
luta em defesa dos direitos dos educadores
apreensão da realidade
alegria
esperança
mudar é possível
curiosidade
Ensinar não é
transferir
conhecimento
segurança
competência profissional
generosidade
comprometimento
educação como forma de intervir no mundo
liberdade
autoridade
tomada consciente de decisões
saber escutar
reconhecer que a educação é ideológica
diálogo
querer bem aos educandos
Ensinar é uma
especificidade
humana
Ideologia
Conceitos
O conceito ideologia foi criado pelo francês Antoine Louis Claude Destutt de Tracy (1754-1836). Este filósofo o empregou pela primeira vez em seu livro "Elementos de Ideologia", de 1801, para designar o "estudo científico das ideias".
IDEOLOGIA EM MARX:
Ideologia no pensamento Marxista (materialismo dialético) é um conjunto de proposições elaborado, na sociedade burguesa, com a finalidade de fazer aparentar os interesses da classe dominante com o interesse coletivo, construindo uma hegemonia daquela classe. A manutenção da ordem social requer dessa maneira menor uso da violência. A ideologia torna-se um dos instrumentos da reprodução do status e da própria sociedade. O método precípuo da ideologia é a utilização do discurso lacunar (Althusser). Nesse, uma série de proposições, nunca falsas, sugere uma série de outras, que são. Desse modo, a essência do discurso lacunar é o não dito (porém sugerido). Exemplo: 'Todos são iguais perante a lei' (verdade, numa sociedade burguesa) sugere que todos são iguais no sentido de terem oportunidades iguais (o que é falso, devido à propriedade privada dos meios de produção).
A ideologia, segundo Karl Marx, pode ser considerada um instrumento de dominação que age através do convencimento (e não da força), de forma prescritiva, alienando a consciência humana e mascarando a realidade.

Ideologia em Gramsci:
Para Gramsci a ideologia não é enganosa ou negativa em si, mas constitui qualquer ideário de um grupo de indivíduos.

O francês Auguste Comte, criador da doutrina positivista, compartilha da definição de Destutt de Tracy: a ideologia é uma atividade filosófico-científica que estuda a formação das ideias a partir da observação do homem no seu meio ambiente.

Para Durkheim, a ideologia é negativa porque nasce de uma noção "pré-científica" e, por isso mesmo, imprópria para o estudo objetivo da realidade social.

Weber interessou-se pelas estruturas de dominação especialmente sob duas formas: a burocrática e a carismática. A primeira corresponde ao tipo especificamente moderno de administração, racionalmente organizado, ao qual tendem as sociedades ocidentais e que pode aplicar-se tanto a empreendimentos econômicos e políticos quanto àqueles de natureza religiosa, profissional etc. Nela a legitimidade se estabelece através da crença na legalidade das normas estatuídas e dos direitos de mando dos que exercem a autoridade. Em oposição a ela, as duas outras formas (tradicional e carismática) fundamentam-se em condutas cujos sentidos não são racionais. Em comparação com a carismática, a tradicional é mais estável.
3.7 – EDUCAR EXIGE RECONHECER QUE A EDUCAÇÃO É IDEOLÓGICA
3.8 – ENSINAR EXIGE DISPONIBILIDADE PARA O DIÁLOGO
O diálogo é a força que impulsiona o pensar crítico-problematizador em relação à condição humana no mundo. Através do diálogo, podemos dizer o mundo segundo nosso modo de ver. Além disso, o diálogo implica uma práxis social, que é o compromisso entre a palavra dita e nossa ação humanizadora (Dicionário, p.117).
3.9 – ENSINAR EXIGE QUERER BEM AOS EDUCANDOS
Freire afirma que é preciso estar aberto ao gosto de querer bem, às vezes, à coragem de querer bem aos educandos e à própria prática educativa. É preciso descartar como falsa a separação radical entre seriedade docente e afetividade (.138)
A afetividade não se acha excluída da cognoscibilidade. O que não posso obviamente permitir é que minha afetividade interfira no cumprimento ético do meu dever de professor, no exercício de minha autoridade (p.138).
A ideologia tem que ver diretamente com a ocultação dos fatos, com o uso da linguagem para penumbrar ou opacizar a realidade ao mesmo tempo em que nos torna “míopes” (p.123).

O poder da ideologia me faz pensar nessas manhãs orvalhadas de nevoeiro em que mal vemos o perfil dos ciprestes como sombras que parecem muito mais manchas das sombras mesmas. Sabemos que há algo metido na penumbra, mas não o divisamos bem (p.123).

Freire explica que as ideologias dominantes não somente promovem a miopia como também têm o poder de nos ensurdecer e nos fazer aceitar docilmente o discurso neoliberal que tenta impor o determinismo. Tais ideologias distorcem a verdade e suprimem a natureza crítica que seria a única forma de descobrir as verdadeiras fontes de opressão (p.123).
O Mito da Caverna, também conhecido como “Alegoria da Caverna” é uma passagem do livro “A República” do filósofo grego Platão. É mais uma alegoria do que propriamente um mito. É considerada uma das mais importantes.

O Mito da Caverna

O mito fala sobre prisioneiros (desde o nascimento) que vivem presos em correntes numa caverna e que passam todo tempo olhando para a parede do fundo que é iluminada pela luz gerada por uma fogueira. Nesta parede são projetadas sombras de estátuas representando pessoas, animais, plantas e objetos, mostrando cenas e situações do dia-a-dia. Os prisioneiros ficam dando nomes às imagens (sombras), analisando e julgando as situações.

Vamos imaginar que um dos prisioneiros fosse forçado a sair das correntes para poder explorar o interior da caverna e o mundo externo. Entraria em contato com a realidade e perceberia que passou a vida toda analisando e julgando apenas imagens projetadas por estátuas. Ao sair da caverna e entrar em contato com o mundo real ficaria encantado com os seres de verdade, com a natureza, com os animais e etc. Voltaria para a caverna para passar todo conhecimento adquirido fora da caverna para seus colegas ainda presos. Porém, seria ridicularizado ao contar tudo o que viu e sentiu, pois seus colegas só conseguem acreditar na realidade que enxergam na parede iluminada da caverna. Os prisioneiros vão chamá-lo de louco, ameaçando-o de morte caso não pare de falar daquelas ideias consideradas absurdas.

(os que foram postos
entre parênteses)
curiosidade epistemológica
'boniteza'
rigorosidade metódica
pensar certo/pensar errado
'dodiscência'
ensinar certo
ética
ciclo gnosiológico
autonomia
sujeito histórico/sócio cultural
saber de experiência feito
curiosidade ingênua
curiosidade epistemológica
estética='boniteza'
ética=decência
coerência=corporeificação das palavras pelo exemplo
ética universal do ser humano
humanização
risco
aceitaçãoo do novo
identidade cultural
reflexão crítica sobre a prática
CAP. 1
CONCEITOS
humildade
inacabamento do ser humano=inconclusão
invenção da existência
suporte
conscientização
ser condicionado
curiosidade
autonomia
bom senso
autoridade
autoritarismo
coerência
'amorosidade'
luta em defesa dos direitos dos educandores
apreensão da realidade
ser professor
relação educador/educando
politicidade/educação não neutra
esperança
raiva
'ser mais'
vocação ontológica
mudar é possível
oprimido X opressor
autoridade X liberdade
CAP. 2
CONCEITOS
competência
segurança
generosidade
comprometimento
educação como forma de intervenção no mundo
liberdade
autoridade
politicidade da educação
luta
saber escutar
ideologia
sistema capitalista
disponiilidade
afetividade
alegria
vocação
utopia
CAP. 3
CONCEITOS
Trabalho realizado para a disciplina de pós-graduação: Paulo Freire

Por: Isabel Pereira e Rafaela Soares
condenados da Terra
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