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Jürgen Habermas!

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by

Aloisio Segundo

on 30 September 2014

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Transcript of Jürgen Habermas!

Jürgen Habermas!
Nascido em Düsseldorf [Alemanha], em 1929, é filósofo e sociólogo.
Filia-se à teoria crítica [Escola de Frankfurt].
Sua linha de pesquisa abrange áreas tais como a epistemologia social e a análise crítica da democracia, do Estado e do capitalismo avançado.
Habermas desenvolveu o conceito de "racionalidade comunicativa" como elemento fundante da evolução social do homem.
Jürgen Habermas
é difícil definir o assunto da análise de Habermas...
O próprio Habermas chama de "democracia deliberativa", mas o espectro da sua teoria passa por inúmeras áreas da Filosofia.

linguagem
ética
política
razão
ciência
sociologia
O ponto de partida de Habermas é a herança de uma noção aproximada de "evolução social" - as organizações humanas tendem a se estruturarem de maneira cada vez mais racional.
RACIONALIZAÇÃO!
O homem tende a organizar-se de maneira cada vez mais racional, dando prevalência à deliberação e ao entendimento mútuo.

Assim,
a razão é um elemento de emancipação humana
, e substitui aos poucos outras formas de legitimação do modo de vida do ser humano.
FILÓSOFO
VIVO!
MUNDO DA VIDA!
SISTEMA!
O "mundo da vida" representa as esferas de organização humana que são de certo modo espontâneas, e que se caracterizam por se formarem segundo a

AÇÃO COMUNICATIVA
que é o agir humano surgido da "razão comunicativa" - ou seja, que se baseia na discussão ampla e aberta envolvendo todas as pessoas.

Evidentemente, se a discussão é ampla e aberta, a decisão final sobre qualquer assunto será baseada na força do melhor argumento, e nunca na autoridade ou coerção.
"...a união homoafetiva é contrária ao art. 226 da Constituição!
Sistema excretor não reproduz!"
"... impedir a união homoafetiva é restringir a liberdade de um número relativamente grande de pessoas!"
E, para que a discussão seja de fato ampla e aberta, é fundamental que todos os participantes tenham direito a voz - todas as opiniões devem ser consideradas na mesma exata medida.

ISEGORIA
"iso" + "agoreúo"
Assim, qualquer discussão pertinente à esfera pública deve ser pautada pelo DIÁLOGO RAZOÁVEL - e isso implica na consideração do OUTRO como indivíduo portador de voz e de razão.
hue?
a constituição de si mesmo passa pela constituição de um "Outro".
E a linguagem?
A linguagem serve para fazer a ponte entre a esfera privada [juízos próprios] e a esfera pública [juízos submetidos a um debate]. Todos os indivíduos devem estar em
condições
de debater.
SISTEMA
A vida contemporânea submete o sujeito a sistemas normativos diversos, que obedecem a uma racionalidade finalística [ligada a fins]. A racionalidade dos sitemas é instrumental, na medida em que busca objetivos específicos de dominação da natureza e implemento das condições de vida.
MUNDO DA VIDA
mercado . trabalho . burocracia
família . educação . assuntos públicos
Na discussão, as manifestações devem ser
inteligíveis, sinceras
, linguisticamente
corretas
e portadoras de
conteúdo proposicional verdadeiro
.
E a ética?
A ética surge justamente do diálogo: é a deliberação pública que formará as normas pelas quais a coletividade se pautará. A isso, Habermas chama de "Teoria da Argumentação Moral".
E a política?
É somente o debate público, nessas circunstâncias, que dará a possibilidade de formar uma sociedade plural e realmente democrática. Não há liberdade sem democracia, e não há democracia efetiva sem diálogo.
Assim, o real mérito de uma sociedade democrática é criar
condições de debate
.
E a ciência?
Quando a ciência envolve assuntos que afetam de qualquer maneira a coletividade [ou que acabem recaindo em questões éticas], deve ser submetida ao debate público, para balizamento de seus limites.
É possível [e imprescindível!] debater temas como a pesquisa com
células-tronco
, a utilização de
armas químicas ou biológicas
, a emissão de
poluentes
, etc.
E a razão?
A razão comunicativa é o elemento sobre qual o debate se estrutura. Se a razão for merametne instrumental, ou se simplesmente o debate não for racional, não há avanço algum no seio da sociedade.
A ideia central por trás da racionalidade é possibilitar a
COEXISTÊNCIA DE VISÕES DE MUNDO
.
1.
Princípios éticos não possuem,
a priori
, conteúdo, mas o adquirem pelo diálogo.
2.
A ética deliberativa se guia por princípios [e não pela utilidade ou pelo prazer].
3.
Toda norma moral pode [e deve!] ser racionalmente fundamentada, e
4.
deve ser imparcial e justa.
Juspositivismo
Democracia
Engenharia genética
Superação da razão
instrumental
CRÍTICA AO "PROJETO MODERNO"
DEFINIÇÃO DE JUSTIÇA
EFETIVAÇÃO DAS INSTÂNCIAS
DELIBERATIVAS
FÉ E SABER
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