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Fontes Audiovisuais

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by

Fabrício Novaes

on 7 July 2015

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Transcript of Fontes Audiovisuais

Fontes Audiovisuais - A História Depois do Papel
Introdução aos Estudos Históricos

Professora: Giselda Brito

Grupo: Fabrício Leal
Jaqueline Soares
Lukas Alisson
Matheus Morais

Assim decodificar um documento dessa natureza exige que se tenha duas posturas complementares. De um lado, deve-se realizar uma decodificação técnico-estética: “quais os mecanismos formais específicos mobilizados pela linguagem” ? Por outro lado, deve-se realizar uma decodificação de natureza representacional: “quais os eventos, personagens e processos históricos nela representados?”
Cinema
Quanto ao cinema ele está em um campo intermediário entre a objetividade e subjetividade, seu caráter ficcional e linguagem artística lhe conferem a identidade de um documento estético, mas por outro lado, é capaz de registrar e criar realidades objetivas que lhe conferem um certo fetiche da “objetividade e realismo” que é apresentado aos espectadores.
Autor:
Marcos Napolitano - Professor de História do Brasil do Departamento de História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP. Autor do Livro “Cultura Brasileira: Utopia e massificação, como usar a TV na sala de aula e como usar a música na sala de aula”.
Mundo dominado por imagens e sons obtidos “diretamente” da realidade (registro documental/ aparatos técnicos cada vez mais sofisticados).
Século XX - Século das imagens.
Fontes audiovisuais ganham cada vez mais importância, vistas como fontes primárias novas.


Para alguns as fontes audiovisuais e musicais são testemunhos quase diretos e objetivos da história (documentários), para outros as fontes audiovisuais são de natureza artística (telenovelas, filmes de ficção, canções e peças musicais).
Visão Objetivista
X
Visão Subjetivistas das fontes
Essas duas decodificações são na prática realizadas ao mesmo tempo, uma vez que no processo de análise da “escritura específica do material (..), suas formas de representação da realidade vão tornando-se mais nítidas, desvelando os ‘fatos’ social e histórico nela encenados direta ou indiretamente”.
O autor enfatiza que essas fontes não devem ser usadas apenas como material ilustrativo ou complementar de outras fontes mais “objetivas”, e sim, deve-se ter um esforço de crítica interna e externa, análise e síntese que devem estar devidamente articuladas.
Televisão
Produto cultural volátil;
Arquivos privados;
Indústia de Telenovelas;
Telejornal.

Fontes primárias: entrevistas, memórias, sinopses e textos de novela, índices de audiência, documentação institucional das empresas televisuais (faturamentos, normas e documentos internos etc.)
TV Globo.
Telejornal
Registro do Dado
Caracterização do Fato
Narrativa do Evento
"Para o historiador que se preocupa com a representação do passado na televisão e com a produção da memória social a partir desse meio, é preciso pensar a televisão como uma nova experiência social do tempo histórico, na medida em que "a TV faz coincidir o verdadeiro, o imaginário e o real no ponto indivisível do presente". A TV favorece e amplifica a experiência do tempo, mas não a consciência do tempo. Nela, a "atualidade", a exigência sensorial de uma co-ação (agir junto) ganha maior dimensão, mas essa mesma "atualidade" é constantemente desvalorizada pelo ritmo alucinante da sucessão das transmissões televisuais, volatizando a experiência histórica."
Análise
Produção
Recepção
Vídeo Independente
Livre acesso;

Produção com Intenção de pesquisa estética;

Produção Ligada aos Movimentos sociais urbanos e rurais.
Música
A música se divide em três áreas:
Musicologia histórica
“Estudos para músicas populares”
Etnomusicologia
Análise das fontes escritas, das letras e se esquece da parte musical que envolve significados técnicos, estético-ideológicos;

A música não exprime conteúdo diretamente;
“O seu sentido está cifrado em modos muitos sutis e quase sempre inconscientes de apropriações dos ritmos, timbres das intensidades, das tramas melódicas dos sons.”
O ‘sentido cifrado’ da canção desvela-se na análise do contexto histórico no qual o compositor se insere como agente social e personagem histórico.

O historiador deve se ancorar no mapeamento das ‘escutas’ históricas.
História e Memória
Jacques Le Goff
Capítulo:
Passado/Presente
A definição de presente e passado
Presente e passado a partir da ideologia;
“Mas esta definição do presente, que é, de fato, um programa, um projeto ideológico, defronta-se muitas vezes com o peso de um passado muito mais complexo”;
Fardo da história para os povos;
As consequências da falta de um passado conhecido nas nações jovens e a hipóstase da guerra civil americana.

“Os hábitos de periodização histórica levam, assim, a privilegiar as revoluções, as guerras, as mudanças e regime político, isto é, a história dos acontecimentos”
‘História do presente’ como passado recente(presente histórico)
Ferdinand de Saussure: a noção de tempo linguístico não é natural a todas as línguas, tais como a hebraica e proto-germanica. Joseph Vendries : passado e futuro em função do presente
A linguagem evolui com os povos para suprir suas necessidades diante a sociedade e do individuo

Passado imemorial é o mítico, é o tempo de nossos antepassados, ancestrais
O pensamento selvagem é ser atemporal devido aos rituais
 A criação do passado tem uma função social: “O passado só é rejeitado quando a inovação é considerada inevitável e socialmente desejável.”
O sentimento do tempo, na cultura grega, volta-se para o mito da Idade de Ouro e para as recordações da época heroica. Nos medievais com o uso do símbolo e da atração pelo paraíso e nos românticos do século XIX.

Agradecemos a Atenção!
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