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Cadeia produtiva agroflorestal indigena

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Pedro Cordeiro

on 23 September 2014

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Transcript of Cadeia produtiva agroflorestal indigena

Cooperação Técnica

Busca de erveiras em na floresta

*em lugares distantes, muitas vezes são montados acampamentos temporários
Manejo indígena:
a prática

Escalada com esporas;

Poda a facão.


Quebra dos ramos e montagem dos "raídos"

Compreensão das relações sociais e dos métodos de trabalho;
Mapeamento preliminar das vias de acesso e áreas de produção;
Obtenção e manutenção de certificado do produto orgânico e comércio justo pelo segundo ano consecutivo;
Produção mais de 100 toneladas de erva mate em 18 meses, totalizando aproximadamente 80 mil reais de renda aos coletores, mais pagamento de prêmio de comércio justo equivalente à 10% da produção;
Valorização média de 23% sobre o produto comercializado no mercado convencional.

Falta de organização/associativismo;

Falta infraestrutura para a produção;

Falta de recursos, capacitação e planejamento das atividades;

Conflitos relacionados à questão indígena (interno e externo) podem representar ameaças ao bom andamento do processo de desenvolvimento das comunidades.

Certificação é fator determinante da agregação de valor do produto;

Assistência técnica á fundamental para otimização da cadeia produtiva de erva mate na TI Marrecas;

A garantia de compra da produção assegura a manutenção do processo produtivo, valoriza e promove a continuidade das práticas agroflorestais exercidas tradicionalmente pelos povos kaingang e guarani;

A atividade ervateira, nos moldes definidos pelo projeto em Marrecas, potencializa a efetiva conservação dos remanescentes da FOM;

O prêmio de comércio justo é importante porque fortalece as comunidades politicamente através do incentivo à autonomia, instrumentalização e empoderamento dos processos decisórios;

Conclusões

O projeto tem propiciado aprendizagem a todos os participantes, a equipe do projeto tem suscitado o desenvolvimento de habilidades para envolver as lideranças, a vivência do “modo de ser” indígena e suas implicações éticas;

O nível de exigência dos padrões internacionais para exportação de erva mate e o manejo tradicional indígena praticado é um obstáculo a ser superado para melhor adequar a cadeia produtiva em relação ao mercado. Tal superação pode ser obtida com a capacitação das comunidades indígenas;

A interação entre os distintos atores sociais da região é necessária para mobilizar recursos para elaboração de Plano de Manejo da área;

O planejamento do manejo dos recursos naturais da terra indígena é fundamental para assegurar a sustentabilidade do processo produtivo no longo prazo.

No Brasil, os bosques de erva mate situam-se nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, com extensão a terras do Mato Grosso do Sul. Entre 450 e 800 metros de altitude, a planta cresce com freqüência à sombra da Imbuia e do Pinheiro-do-Paraná, mas prospera bem quando cultivada em campos abertos.

Sua área de ocorrência natural coincide com as áreas tradicionalmente habitadas pelos povos guarani e kaingang.


Primeira demarcação 1850

Homologada em 1984

Área de 16.839 hectares;

20km do asfalto

Uma aldeia Kaigang e uma Guaraní,
Total aprox. 650 pessoas.

Carregava até 150, 200 quilos. Porque eles entrava no mato, eles tinha que fazer picada. Não entrava nada. Eles tinha que trazer um raído de erva mate (...) que tivesse dentro do mato eles carregava, eles colocavam aquele fardão, de 500 em 500 metros tinha um pau fincado no chão onde descansava (...). Por isso que agente tem que tirar o chapéu pelos Kaiowá por que eles cooperaram....

Decreto imperial de 1882 de concessão à Thomás Laranjeira por seviços prestados na Guerra do Paraguai para exploração de erva mate no sul do Mato Grosso;

Com a proclamação da república e apoio de políticos influentes em 1895 área arrendada é ampliada;

Superando cinco milhões de hectares de monopólio de exploração, o equivalente à aproximadamente ¼ da área do estado do Paraná.

O ciclo da erva-mate foi o responsável por um dos mais longos e produtivos ciclos econômicos da história paranaense.

- Restauração dirigida pelo mercado
- Parceria com comunidades produtoras na Argentina, Paraguai e Brasil
- Erva mate sombreada pela floresta nativa
Apoio ao desenvolvimento e sustentabilidade de atividades florestais
- Pesquisa
- Ensino
- Desenvolvimento e difusão de tecnologia
- Manejo Sustentável
- Certificação
- Comercialização
Assistência Técnica:
Equipe:
Fase Pré-Coleta
Etapa 1: Participação, organização e fortalecimento do grupo de trabalho
a) Inserção da comunidade no trabalho:

Verificação da existência de demanda real da comunidade
Avaliação da situação fundiária da área
Diagnóstico inicial do mercado
Debate e tomada de decisões pela própria comunidade
Definição do grupo de trabalho
Avaliação da relação entre o potencial local e o tamanho do grupo de trabalho
ETAPA 2 - Levantamento do Potencial Local
a) Levantamento etnobotânico

b) Mapa mental

c) Inventário florestal amostral

d) Estudo da estrutura fitossociológica da população
ETAPA 3 – Mapeamento dos Indivíduos Produtivos
Métodos de mapeamento

a) Elaboração de croquis da área

b) Mapeamento com imagens de satélite

c) Definição do perímetro da área

d) Método da bússola e passos calibrados

e) Método do GPS


Fase de Coleta
Fase Pós-Coleta
I) Beneficiamento

II) Transporte

II) Armazenamento

IV) Monitoramento Participativo do Manejo e seus Impactos

a) Monitoramento ambiental

b) Monitoramento sociocultural e econômico
I) Idéias Importantes para o Manejo

Princípio da precaução

Áreas de proteção integral

Períodos de exclusão

Indivíduos não manejados

Manejo adaptativo

Manejo experimental

Manejo de uso múltiplo
Certificação Orgânica
1- Organização do grupo de coletores
Administração transparente
Formação de preço e pagamento aos coletores
Não-discriminação e aspectos de gênero
Sistema de controle interno
2- Condições de trabalho na coleta
Trabalho infantil e trabalhadores jovens na coleta
Condições de trabalho na coleta
3- Responsabilidade social e relações comunitárias
Compromisso e gestão de responsabilidade social
Relações comunitárias
Respeito aos direitos dos povos indígenas
4- Critério Ambiental
Monitoramento interno dos aspectos ambientais
Aspectos ambientais da coleta
5- Critério de comércio "Fair for Life"
Política de comércio justo e empoderamento dos coletores
Administração e uso do prêmio de comércio justo
Normas e padrões para qualidade orgânica
Desintoxicação do solo
Não uso de adubos transgênicos, químicos e agrotóxicos
Recomposição das matas ciliares
Preservação de espécies nativas
Respeito às normas sociais e acordos internacionais de trabalho
Boas práticas de trabalho
Comercialização
Terra Indigena Marrecas, Turvo-PR
Manejo florestal sustentável*
Pedro Pisacco Pereira Cordeiro
João Jaílson Minuzzo
Teçá Tobi Horokoski
Coord: Prof. Dr. Ivan Crespo Silva
T. I. Marrecas - Paraná
"Caça"
Poda
Pesagem e carregamento;
Quebra
Baldeio
Extração manual até o carreiro;

Baldeio com trator.

Frete
Entrega
Entrega do produto na indústria;

divisão dos rendimentos.
II) Procedimentos de Coleta

Conservação da espécie

Segurança das pessoas

Seleção do material vegetal

Otimização da Produtividade

III) Equipamentos de Coleta

IV) Estimativas de Produção

V) Ciclo de Coleta

VI) Controles de Coleta

VII) Medidas Mitigadoras de Impactos
Apectos técnicos:
A teoria

b) Ordenamento e planejamento das atividades

c) Construção de parcerias

d) Realização de capacitações

e) Formulação de um sistema de gestão

f) Concepção de um possível plano de manejo
Paraná
araucária
imbuia
erva- mate
Mata-atlântica, Floresta ombrófila mista
Sec XVII
Um pouco da história
Certificação de comércio justo
Certificação
Garantia ao consumidor
Agrega valor ao produto
Resultados
2012 - 2013
Dificuldades
T. I. Mangueirinha
Obrigado!
Cadeia produtiva agroflorestal
Erva-mate
Antes dos brancos
Produto não-madeireiro
PNGATI
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