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Copy of Umbrella species =)

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Marisa Gomes

on 10 March 2013

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Transcript of Copy of Umbrella species =)

Bibliografia Umbrella species Conclusões ´"Conservation short cut, or long and winding road?
A critique of umbrella species criteria" Seddon e Leech, 2008. Caso de estudo 1 Umbrella species
-Apesar de muita controvérsia em redor da definição de umbrella species (espécies guarda-chuva), Roberge e Angelstam, 2004, sugeriram uma definição consensual: “são espécies cuja conservação conferem protecção a um largo número de espécies co-existentes no mesmo local ou ecossistema”.

-A escolha das espécies guarda-chuva não se baseia em grupos específicos , sendo transversal a vários grupos taxonómicos. ´Em "Efficiency of conservation shortcuts: An investigation with otters as umbrella species", Bifolchi e Lodé, 2005, avaliaram a utilização de lontras europeias ( Lutra lutra) e a utilidade do conceito de espécie guarda-chuva para a gestão da conservação.
Este estudo realizou-se em Pays de Loire, no oeste da França Importância das espécies
para a conservação • Necessidade de criar “atalhos” para a conservação de certos ecossistemas, através da utilização de uma ou mais espécies locais (Simberloff, 1998), que beneficiarão o ecossistema em termos mais alargados (Seddon e Leech, 2008).


Protegendo certas espécies – surrogate species (Simberloff, 1998), também se protegem as restantes espécies do ecossistema. - A protecção da lontra Europeia durante vários anos permitiu um aumento da biodiversidade? - A presença de lontra favorece o aumento da biodiversidade em comparação com locais ecologicamente semelhantes onde esta espécie está ausente?

As seguintes questões foram realizadas, ao longo deste estudo, de forma a ser possivél perceber se uma espécie guarda-chuva pode proteger outras espécies a longo prazo. Conclusões O conceito de espécie guarda-chuva parece ser irrealista porque pretende juntar as vantagens de uma espécie emblemática com a eficácia da espécies chave.


Pouca evidência empírica da sua utilizadade (quase todos os autores).


Andelman and Fagan, 2000; Fleishman et al., 2001; Roberge and Angelstam, 2004; Maes and Van Dyck, 2005 - até especies escolhidas ao acaso poderão de certa forma funcionar como guarda chuva, para algumas especies co-existentes. Caso de estudo 2
-17 critérios foram examinados para identificar uma potencial espécie guarda-chuva e recomendar aos gestores de conservação que desejem aplicar este conceito. •Raridade, tamanho populacional, tempo de persistência e de distribuição geográfica

•Residentes ou migratórias

•Tamanho da área habitada e tamanho do corpo

•Facilidade de monitorização

•Conhecimento ecológico, tempo de gestação e longevidade

•Representação de espécies coexistentes e de outras espécies

•Grupos taxonómicos

•Habitat especialista ou generalista

•Sensibilidade à perturbação humana Na avaliação do rinoceronte preto (Diceros bicornis) como potencial espécie guarda-chuva, verificaram que o habitat protegido pelo rinoceronte sedentário não englobaria a área necessária para as espécies migratórias mais abrangentes.
Roberge, J. M., Angelstam, P., 2004. Usefulness of the umbrela species concept as a conservation tool. Conservation Biology 18, 76-85.
Simberloff, D., 1998. Flagships, umbrellas, and keystones: is single species management passé in the landscape area? Biological Conservation 83, 247-257.
Seddon, P. J., Leech, T., 2008. Conservation short cut, or long and winding road? A critique of the umbrella species criteria. Fauna and Flora International 42(2), 240-245.
Caro, T. M., 2003. Umbrella species: critique and lessons from East Africa. Animal Conservation 6, 171-257.
DeNormandie, J., Edwards, T. C. Jr., 2002. The umbrella species concept and regional conservation planning in southern California: a comparative study. In review, Conservation Biology.
Suter, W., Graf, R. F., Hess, R., 2002. Capercaillie (Tetrao urogallus) and avian biodiversity: testing the umbrella species concept. Conservation Biology 16, 778-788.
Berger, J., 1997. Population constraints associated with the use of Black Rhinos as an umbrella species for desert herbivores. Conservation Biology 11, 69-78.
Pitelka, F. A., 1981. The condor case: an uphill struggle in a downhill crush. The Auk 98, 634-635.
Noss, R. F., O’Connel, M. A., Murphy, D. D., 1997. The science of conservation planning. Island Press. Washington, USA.
Bifolchi, A., Lodé, T., 2005. Efficiency of conservation shortcuts: An investigation with otters as umbrella species. Biological Conservation 126, 523-527. Listagem de alguns critérios Conceito pode ser efectivo

Forma eficiente de proteger a biodiversidade duma região (Caro, 2003; DeNormandie and Edwards, 2002; Suter et al., 2002);
Redução de recursos gastos na manutenção (Berger, 1997);
Base de apoio do público geral (DeNormandie and Edwards, 2002), sendo que até muitas espécies umbrela são chamadas de “megafauna carismática” que o publico tanto admira (Pitelka, 1981). Conceito pode ser fonte de controvérsia.

Pouco estudado e aproximações empíricas sugerem que medidas de conservação aplicadas a espécies umbrela oferecem limitações na proteção das espécies co-existentes (Andelman e Fagan, 2000; Berger, 1997; Noss et al., 1997). Caso de estudo 3 "Role of the Siberian flying squirrel as an umbrella species
for biodiversity in northern boreal forests", Hurme et al. 2008 Neste estudo foi avaliado o papel do esquilo voador da sibéria (Pteromys volans) como espécie guarda-chuva para espécies dependentes de madeira e para espécies associadas á floresta antiga (linquens, poliporos, entre outros). necessita de grandes áreas; a sua protecção definirá a proteção de outras espécies que partilhem o habitat (Noss 1990; Simberloff 1998).


critério mais comum: seleccionar uma espécie que tenha uma abrangência geográfica relativamente grande (Fleury et al., 1998; Simberloff, 1998; Caro and O Doherty, 1999; Andelman and Fagan, 2000).


Diferem de indicadores biológicos: são utilizadas para especificar o tipo de habitat e o tamanho da área a ser protegida(Caro & O’Doherty 1999). Uma aproximação mais sensata seria a seleção de um grupo de várias espécies para proteger as outras (quase todos os autores). Ainda nao existem critérios de selecção concretos e suficientemente eficientes para definir uma espécie guarda-chuva. Realizado por:
-Ângela Rodrigues
-Andreia Rodrigues
-Marisa Gomes

Ecologia descritiva e espacial
Mestrado de Ecologia 2012/13
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