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Copy of PUCMINAS - A Paciência do Conceito - Gerard Lebrun

Esquema do livro por Eugênio Pacelli Vasconcelos Menezes
by

Mhardoqueu França

on 25 April 2013

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Transcript of Copy of PUCMINAS - A Paciência do Conceito - Gerard Lebrun

Sistema Hegeliano Novo Jogo de Linguagem nova atitude semântica Gerard Lebrun - A Paciência do Conceito novo modo de pensar emanciapção da função descritiva emanciapção de toda referência objetiva discordância da distinção signo-conteúdo
(admitida apenas como exceção) contestação da idéia tradicional de "significação" Novo Filosofar não é traduzir rejeição do pensamento representativo
e adoção do especulativo O Saber não desenterra uma verdade já presente. o texto tem uma autonomia de significação O caminhar filosófico é mais importante do que a chegada. Não há representação inteiramente deformada
ou inteiramente lúcida (esboço da presença do sentido) O sentido é feito na medida de uma "fixação" a linguagem não tem sua verdade fora dela é sempre "dentro das palavras que nós pensamos" significações não são coisas dadas, inertes cada conceito deve "percorrer e mostrar a totalidade de suas determinações" Alterar o modo discursivo para se ter um novo modo de filosofar. conceitos não são "representações previamente dadas" Skepsis Desloca o interesse daquilo que é enunciado
para aquilo que é expresso. Deixa de pensar sobre a coisa, para pensar a coisa tal com ela está presente em virtude do fato de que eu a digo. Suspende nossa relação confiante com o "Verdadeiro"
(como noção tão "transcendentalmente clara"). Marca com nulidade a atitude dogmática. É a consideração do dilema que, segundo Hegel, dá aos argumentos sua profundidade. Dialética Zenão Fundador da dialética. Dialética sujetiva: cai no
sujeito que a contempla Declínio: taxa de atitude dogmática a renúncia a toda certeza. Erro: não ter ido longe o bastante. Pensamento dogmático:
1. ele se exprime por proposições (unilateral)
2. fornece, como Absoluto, um conteúdo isolado e determinado Dogmatismo/Entendimento É inseparável do ser que ele aniquila. Mesma linguagem do dogmático evidencia, mas não pensa as contradições o negativo é uma determinidade unilateral
em relação ao positivo O ceticismo se comporta como Entendimento Continua a pensar em termos de finitude incompatibilidade dos contraditórios:
negação como destruição pura e simples - supressão do conteúdo Razão sob o reino da Representação as significações são colocadas como objetos representados:
evita submeter a significação das categorias a um exame
os conteúdos são tomados como dados e imediatamente presentes no ser Quer rejeite, quer assuma teses, o Entendimento
nunca remonta ao discurso que as deforma. A contradição constitui o limte absoluto para o horizonte do pensamento. Entendimento usa a linguagem da utlização Linguagem da explicitação. A dialética não atalha nem anula nenhuma distância. Se propõe a pensar a coisa: renunciar às abordagens, às descrições, às apreciações que a deixariam, ontologicamente, no lugar. Critica a noção de entidade, de diferença-desde-o-início, da realização da amálgama de entes diferentes (o Infinito como tal e o Finito como tal). Seu mérito foi mostrar em que
incompatibilidades se tropeça quando
se formula os conceitos como separados. A relação de si consigo (independência) e o momento da relação com o Outro (mediação ou ser-posto) deixam de ser lados distintos e sucessivos. "a reunião consigo no Outro" não quer dizer que o obstáculo da alteridade tenha sido transposto, mas que só havia alteridade intransponível porque fora concebida como exterioridade além. O único trabalho da dialética é, afinal, fazer que saltem, uma a uma, as abstrações em relação às quais (se a isso nos agarramos) a negatividade assume o papel de tese aberrante. A "contradição" é um conceito que fazia falta ao discurso filosófico. Nada e contradição são diferentes um do outro; a contradição é concreta, ainda tem um conteúdo. O "Conceito" é apenas a elaboração do sentido da diferença, consiste, porém, em produzir significações por meio das quais nos representaremos em seguida todas as coisas. Brandom: "Hegel calls 'the Concept', the great holistic, inferentially articulated system of determinate concepts and judgements articulated by those concepts - a sort of universal or community comprising them all - are simultaneously instituted or synthesized.
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