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Protocolos

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Danilo Rodrigues Silva

on 3 June 2013

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PROTOCOLOS HTTP NETBEUI TCP/IP IPX/SPX FTP UDP Transport Control Protocol O TCP/IP tem como principal característica a transmissão de dados em máquinas que diferem em suas arquiteturas .
Estas são as camadas que compõem o modelo TCP/IP
Aplicação
Transporte
Rede
Físico Funções e Vantagens TCP/IP não é um protocolo único, e sim uma coleção de protocolos com arquitetura distribuída em 4 camadas que se distribuem sobre as camadas do modelo OSI: aplicação, host-host, rede e física.CBPF-NT-004/2000

Todas as camadas e protocolos citados acima fazem parte do TCP/IP. É assim que ele trabalha, em etapas. O que você precisa lembrar é que o protocolo é utilizado para a transmissão de dados pela rede.

Além disso, é sempre bom ter em mente que, como o TCP/IP, primeiro há o recebimento das informações (camada de aplicação), depois elas são empacotadas para o formato da rede (transporte). Por fim, os dados são endereçados (rede) e enviados (interface). Conclusão Segmentação — Acontecerá segmentação quando a área de dados do pacote IP for menor que a área de dados do pacote TCP. Neste caso o pacote TCP será fragmentada em vários pacotes IP para que possa ser trafegado na rede. Sendo depois remontado na máquina destino.

Controle do fluxo — Através de um sistema de buferização denominada Janela deslizante, o TCP envia uma série de pacotes sem aguardar o reconhecimento de cada um deles. Na medida em que recebe o reconhecimento de cada bloco enviado, atualiza o buf er (caso reconhecimento positivo) ou reenvia os dados ao destinatário (caso reconhecimento negativo ou não reconhecimento após um timeout pré estipulado).

Controle de erros — Além da numeração dos segmentos transmitidos, vai junto com o cabeçalho (header) uma soma verificadora dos dados transmitidos (checksum), assim o destinatário verifica a soma com o cálculo dos dados recebidos e consegue identificar se os dados estão corretos ou não. Funções e Vantagens FÍSICA
Esta camada está com o seu funcionamento baseado na placa de rede, que dependendo do meio em que está funcionando trabalhará com diferentes padrões:

Estabelecimento e Liberação de conexão — Como o TCP é orientado à conexão, antes de começar qualquer processo de transferência de dados é preciso estabelecer uma conexão entre a máquina origem e a máquina destino. Após o término da transferência de dados a conexão é desfeita.

Transferência de dados — Após o estabelecimento da conexão é possível começar o processo de transferência de dados, que pode ser por mensagens variáveis ou de tamanho fixo e no formato full-duplex (as duas máquinas podem estar transmitindo dados simultaneamente).

Transferência de dados urgentes — Ainda na transferência de dados é possível definir se uma mensagem será normal ou urgente. Esta última opção é usada geralmente para informações de controle.

Multiplexação — A multiplexação é um processo de colocar diversas conexões de transporte, no caso o TCP, em uma conexão de rede, no caso o IP, este processo é feito na máquina origem. Na máquina destino é feito o processo inverso, chamado de de-multiplexação, que consiste em separar uma conexão de rede em várias conexões de transporte. Funções e Vantagens TRANSPORTE
Utiliza dois protocolos para a comunicação Host-to-Host (TCP/UDP). Esta camada também tem como função organizar e controlar o fluxo de dados transmitidos para que o protocolo não se perca no meio de tantos pacotes.

REDE
A camada chamada de rede ou Internet, tem como principal função direcionar os dados aos seus respectivos endereços. Esta característica é chamada de roteamento, que também tem como vantagem evitar o congestionamento da rede, pois trabalha com endereço IP de origem e destino. Funções e Vantagens APLICAÇÃO
Nesta camada são necessários protocolos de transporte para garantir o funcionamento das aplicações reais (DNS, WWW, SMTP, POP, NFS, FTP).
Esta camada trabalha com a porta a qual esta ligada a aplicação.
Ex: FTP (porta 21), HTTP (porta 80), Telnet (porta 23), etc. Funções e Vantagens É um protocolo que define o processo de transmissão de pacotes de dados em redes de comunicação, garantindo que estes são recebidos na mesma ordem em que foram transmitidos.

O Protocolo TCP/IP surgiu em meados a guerra fria com uma forma de comunicação entre os vários setores do exército e outros órgãos do governo e universidades, e com isso a ARPANET, surgiu como uma rede que permaneceria intacta caso um dos servidores perdesse a conexão, e para isso, ela necessitava de protocolos que assegurassem tais funcionalidades trazendo confiabilidade, flexibilidade e que fosse fácil de implementar. Foi desenvolvida então, a arquitetura TCP/IP. TCP (Transport Control Protocol) A vulnerabilidade permite a eventuais atacantes desestabilizarem computadores e servidores através do envio de alguns pacotes TCP/IP especialmente concebidos. O resultado pode ser comparado ao de um ataque de DoS (Negação de Serviço), no qual as redes são inundadas com tráfego. Mas com esta nova vulnerabilidade, uma quantidade reduzida de tráfego é suficiente para produzir o mesmo efeito. Jack Lewis, investigador sénior da Outpost 24, diz mesmo que “dez pacotes por minuto podem ser suficientes para derrubar um serviço”.  Desvantagens Internetwork Packet Exchange/Sequenced Packet Exchange O IPX é o responsável pelo endereçamento e transmissão dos pacotes, enquanto o SPX é o responsável por criar e encerrar as conexões, verificar o recebimento dos pacotes (retransmitindo pacotes extraviados) e outras funções de controle. Para o correto funcionamento dos protocolos estes tem de trabalharem em conjunto um com outro. Conclusão Orientado a conexão;
Trouxe versátilidade ao protocolo IPX;
Se um pedido de confirmação não for respondido dentro de um tempo especificado, o SPX assume que a conexão foi interrompida e avisa o usuário;
O SPX é capaz de supervisionar transmissões de dados compostas por uma sucessão de pacotes separados. SPX vantagens e desvantagens Não é orientado a conexão;

Perdeu terreno para o TCP/IP por causa da falta de versátilidade, pois é mais difícil a conexão de máquinas de várias plataformas de rede;

Não vem instalado nos principais SOs atuais, porém pode ser feita a sua adequação com alguns simples passos;

Com o incremento do SPX se torna orientado a conexão;

Aceita roteamento, e suporta redes de médios e grandes portes. IPX vantagens e desvantagens O auge dos protocolos foram os anos das décadas de 80 e 90;

É tão rápido quanto o TPC/IP (apesar de não ser tão versátil) e suporta roteamento, o que permite seu uso em redes de médio ou grande porte;

Mais difícil a conexão de máquinas de várias plataformas de rede. IPX (Internetwork Packet Exchange) Produzido pela Novell;

Reformulado para usar no Netware que perdeu bastante prestígio no mercado de Sistemas Operacionais, porém também podem ser usado em outros SOs;

O NetWare não é um sistema operacional dentro do conceito habitual, mas sim um NOS,Network Operating System, ou seja roda em outro SO. IPX (Internetwork Packet Exchange) SPX é o responsável por criar e encerrar as conexões, verificar o recebimento dos pacotes (retransmitindo pacotes extraviados) e outras funções de controle;
É um módulo do Netware DOS Requester (parte do sistema operacional) que incrementa o protocolo IPX mediante a supervisão do envio de dados através da rede;
O SPX verifica e reconhece a efetivação da entrega dos pacotes a qualquer nó da rede pela troca de mensagens de verificação entre os nós de origem e de destino;
A verificação do SPX inclui um valor que é calculado a partir dos dados antes de transmiti-los e que é recalculado após a recepção, devendo ser reproduzido exatamente na ausência de erros de transmissão. SPX (Sequenced Packet Exchange) O IPX é o responsável pelo endereçamento e transmissão dos pacotes;
O protocolo IPX é uma variante do protocolo XNS, Xerox Network Systems. A principal diferença entre o IPX e o XNS está no uso de diferentes formatos de encapsulamento Ethernet e pelo uso do SAP, Service Advertisement Protocol, protocolo proprietário da Novell;
O endereço IPX completo é composto de 12 bytes, representados pelos seus 24 dígitos hexadecimais. Por exemplo:

BBBBBBBB 00001B1BA1B1     0451
IPX Externo Número de nó         Socket
Network Número                    Número IPX (Internetwork Packet Exchange) File Transfer Protocol
● -A história dos compartilhadores de arquivos
● -O início de uma nova era
● -Anos oitenta ● O FTP é baseado no TCP,(Protocolo de Controle de Transmissão) mas é anterior à pilha de protocolos TCP/IP, sendo posteriormente adaptado para o TCP/IP. TCP (Protocolo de Controle de Transmissão) – IP (Protocolo de Interconexão).

● O TCP/IP é um conjunto de protocolos de comunicação entre computadores em rede. Como você já deve estar sabendo, o futuro mais provável da internet como um todo se resume a uma coisa: a “cloud computing” (computação em nuvem), ou seja, não será necessário baixar mais nada, pois tudo estará localizado na internet (nas nuvens). Exemplos disso provavelmente já fazem parte do seu cotidiano, como por exemplo o YouTube e outros serviços como rádios online e videogames OnLive.

Enfim, o compartilhamento de arquivos progride juntamente com as novas tecnologias e acompanha o mesmo ritmo da internet, de um modo geral. Ou seja, se a moda for a computação em nuvens, com certeza o compartilhamento de arquivos deixará de envolver a realização de downloads e passará a ocorrer de outra forma (ainda não definida). O futuro do compartilhamento de arquivos literal: Permite enviar comandos arbitrários.
ls: Mostra uma lista abreviada do conteúdo do diretório servidor.Para mais de uma pasta usa-se*mls.
mkdir: Cria um diretório ou subdiretório no servidor.
prompt: Ativa/desativa o modo interativo.
put: Envia um arquivo ao servidor. Para enviar mais de um arquivo usa-se mput.
pwd: Mostra o diretório de trabalho.
quit: Finaliza a sessão FTP.
quote: Envia subcomandos do servidor FTP, como se encontram no servidor.
recv: Similar a get.
remotehelp: Solicita ajuda do servidor FTP remoto.
rename: Renomeia um arquivo.
send: Semelhante a put.
status: Obtem informações de estado do servidor.
trace: Demonstra o caminho percorrido pelo arquivo na transferência.
type: Especifica o tipo de representação.
user: Iniciar a sessão no servidor.
verbose: Ativa/desativa a modalidade literal. a?: Semelhante a help.
ppend: Adiciona dados a um arquivo existente.
ascii: Configura o tipo de transferência de arquivos para ASCII.
bell: Emite um bip quando um comando é executado.
binary: Configura o tipo de transferência de arquivos para binário.
bye: Encerra a sessão FTP.
cd: Seguido de caminho/diretório muda para o diretório informado.
delete: Apaga um arquivo. Para mais de um arquivo usa-se mdelete.
debug: Estabelece a modalidade de depuração.
dir: Mostra o conteúdo do diretório servidor atual.
disconnect: Semelhante a bye.
get: Obtêm um arquivo do servidor. Para mais de um arquivo usa-se mget.
glob: Seleciona a expansão para nomes de arquivo.
hash: Demonstra cada bloco do arquivo durante a transferência. Cada bloco compõe-se de 1024 bytes.
help: Lista sumariamente todos comandos disponíveis. Lista de Comandos FTPS ● O FTP permite dois modos de transferência de mensagens FTP: texto (com traduções apropriadas) ou binário (sem tradução)

● Cada mensagem do servidor inclui um identificadordecimal de 3 dígitos (exemplo: 226 Transfer complete). Estas mensagens podem ser vistas ou não, usando para isso o modo verbose ou quiet. Mensagens FTP  ● get do servidor FTP para o host local (mget para mais que um arquivo)

● put para o servidor FTP a partir do host local (mput para mais que um arquivo) Comandos do cliente FTP ● O acesso a servidores FTP pode ocorrer de dois modos: através de uma interface ou através da linha de comando, tanto usuários UNIX como usuários Windows podem acessar através dos dois modos. O modo linha de comando está presente em qualquer distribuição UNIX-like e Windows. A partir de qualquer navegador seja Internet Explorer, Firefox,também é possível aceder a um servidor FTP. Basta, para isso, digitar na barra de endereço:

● ftp:// [username]: [password] @ [servidor]ENTER Acesso aos servidores FTP  ● A transferência de arquivos dá-se entre um computador chamado "cliente" (aquele que solicita a conexão para a transferência de dados) e um servidor (aquele que recebe a solicitação de transferência). O utilizador, através de software específico, pode selecionar quais arquivos enviar ou receber do servidor. Para existir uma conexão ao servidor,caso o servidor exija,o utilizador informa um nome de utilizador e uma senha,bem como o nome correto do servidor ou seu endereço IP.Se os dados foram informados corretamente, a conexão pode ser estabelecida. Como ocorre a transferência de arquivos  ● O protocolo é especificado na RFC 959.
conexão de controle .

● FTP pode ser executado em modo ativo ou passivo?

● Durante a transferência de dados.

Modo ASCII.
Modo imagem .
Modo EBCDIC.
Modo local .

● transferência de dados

Modo fluxo.
Modo de bloqueio. Visão do protocolo  Como usar ● FTP significa (Protocolo de Transferência de Arquivos), e é uma forma bastante rápida e versátil de transferir arquivos (também conhecidos como ficheiros), sendo uma das mais usadas na Internet.

● A transferência de dados em redes de computadores envolve normalmente transferência de arquivos e acesso a sistemas de arquivos remotos com a mesma interface usada nos arquivos locais. FTP ● O protocolo subjacente ao FTP pode rodar nos modos interativo ou batch. O cliente FTP fornece uma interface interativa, enquanto que o MIME e o HTTP usam-no diretamente. O protocolo permite a gravação e obtenção de arquivos, a listagem da pasta e a alteração da pasta de trabalho. Modos e interfaces User Datagram Protocol A simplicidade do protocolo UDP garantem uma grande velocidade na troca de informação, em situações onde uma leve perda de pacotes não prejudicam o uso, como por exemplo aplicações de vídeo e jogos online em tempo real.

Entretanto, para situações onde a informação é importante, o uso de implementações para recuperar os dados corrompidos ou perdidos do UDP o tornam cada vez mais lento e podem não ser tão eficientes quanto outros protocolos oficiais já testados. UDP - Conclusão Pela forma com que é feito o envio de dados, muitos datagramas serão perdidos ou corrompidos e caso não seja feita nenhuma implementação parte da informação enviada será perdida. UDP - Desvantagens Desta forma, o UDP é tão simples quanto o IP que provia apenas o endereçamento e o roteamento dos pacotes individuais, mas dá às aplicações acesso direto ao serviço de entrega de datagramas e pode checar por possíveis erros no segmento.

Assim, com o seu uso, a comunicação pode ser feita com maior velocidade, além disso, por não possuir um estado de conexão é capaz de se comunicar com vários endereços diferentes.

Ele também suporta boardcast, multicast, multiplexação e demultiplexação. UDP - Funções e Vantagens O Checksum, que também é opcional, funciona primeiramente do lado do remetente, que organiza os dados em blocos de 16bits, soma-se todos os blocos e sobre o resultado se faz complemento a um, em seguida é armazenado no campo Checksum do UDP.

Do lado do remetente é refeito este cálculo, caso a soma esteja igual, não houve falhas, caso contrario, será detectada a falha e assim é possível implementar outras funções para corrigir o erro. UDP - Funções e Vantagens O cabeçalho UDP é extremamente simples, contendo apenas os números da porta de destino e comprimento da mensagem.

A porta de origem é opcional, geralmente especifica a porta desejada de resposta para ser usada em boardcast ou mensagens de pânico, que notificam sobre algum erro ou queda de um equipamento. UDP - Funções e Vantagens É um protocolo da camada de transporte que oferece um meio das aplicações enviarem datagramas encapsulados sem que seja necessário um estado de conexão.

UDP foi referenciado pela RFC 768 em 28 de agosto de 1980. Foi criado no intuito de cobrir algumas limitações do TCP/IP, como por exemplo em momentos onde o excesso de verificações e garantias do TCP diminuiam a velocidade dos aplicativos. UDP - User Datagram Protocol Caso o Checksum não seja usado, será gravado o valor zero. Para situações em que foi utilizado mas a soma resultou em zero, o Checksum retornará os 16bits somente no valor um. UDP - Funções e Vantagens Hypertext Transfer Protocol GET /9.10/index.html HTTP/1.1
Host: microsoft.com
User-agent: Mozilla/5.0
Accept-language: pt-br
GET - o cliente solicita um objeto ao servidor e indica o caminho até ele juntamente com a versão do protocolo.
Host - o nome do servidor onde se deve buscar o objeto.
User-agent - indica o tipo de cliente, ou seja, o navegador.
Accept-language - a linguagem preferencial do objeto requisitado. Cabeçalho da Solicitação GET O HTTP permitiu a expansão e conhecimento da INTERNET, porém, tem vulnerabilidades que acabam por prejudicar os usuários. O HTTP não oferece certeza absoluta de que o site acessado é realmente quem diz ser. Um cracker pode interceptar os dados que trafegam e criar um falso sítio de destino, respondendo às requisições do navegador na web. Conclusão
HTTP / 1.0 – Conexão não persistente.
HTTP / 1.1 – Conexão persistente.

Conexão não persistente – são realizadas várias conexões para montagem da página solicita. Isso consome tempo da CPU, de largura de banda e memória.
Conexão persistente - A conexão persistente, possibilita que uma conexão seja estabelecida para enviar várias requisições em seqüência sem a necessidade de esperar por cada resposta, no qual serão recebidas na mesma ordem em que as solicitações foram enviadas, um processo chamado de pipelining HTTP 1.0 e 1.1 O cliente pode receber outras numerações referentes ao status: Status HTTP/1.0 200 OK
Date : Sat, 15 Jan 2009 14:37:12 GMT
Server : Microsoft-IIS/2.0
Content-Type : text/HTML
Content-Length : 1245
Last-Modified : Fri, 14 Jan 2009 08:25:13 GMT
A linha de status, que é a primeira linha, indica que o servidor está utilizando a versão 1.0 do protocolo e a solicitação pode ser atendida com sucesso “200 OK”. As demais linhas indicam data e hora do servidor, software que está sendo executado no servidor, tipo de codificação do objeto, tamanho do objeto e sua última modificação. Mensagens de resposta HTTPs é a combinação do protocolo HTTP com o SSL (Secure Sockets Layer). É a maneira mais comum atualmente de trafegar documentos via HTTP de forma segura e usa a porta 443 para estabelecer a conexão. Provê encriptação de dados, autenticação de servidor, integridade de mensagem e autenticação de cliente. As páginas que utilizam HTTPs possuem uma sutil diferença no endereço, que em vez de ser escrito com o prefixo de protocolo HTTP é apontado por HTTPs. Este endereço HTTPs geralmente não é divulgado, mas é redirecionado a partir do site principal.

SSL : É uma camada que fica entre a camada de aplicação e a camada de transporte. Foi desenvolvido pela Netscape Communications e tem a função de prover comunicação segura na internet, através da autenticação e encriptação dos pacotes entre o servidor e o cliente.

TSL: É o padrão da Internet Enginering Task Force (IETF). É o sucessor do Netscape SSL e foi baseado no SSL v.3. Hoje o TLS é suportado pela maioria dos navegadores. O objetivo principal do protocolo TLS é prover privacidade e integridade de dados entre duas aplicações de comunicação. O protocolo está composto por duas camadas: a camada de gravação (TLS Record Protocol) e a camada de Handshake (TLS Handshake Protocol). No fundo o TLS não difere muito do SSL v.3. Eles não são compatíveis, mas em termos de segurança, não há nenhuma diferença. O TLS nada mais é do que uma padronização do SSL v.3. HTTPS * Por padrão a conexão é estabelecida pela porta 80 e precisa do protocolo TCP/IP. Resposta do Servidor Solicitação do tipo GET Servidor Cliente 1989, data da criação do protocolo HTTP e da linguagem HTML.
Ele atua na camada de aplicação do modelo OSI/ISO e se baseia em requisições e respostas, ou seja: HTTP NetBIOS Extended User Interface O NetBEUI já foi uma otima opção como protocolo de compartilhamento, porém não é adequado para redes maiores que uma LAN, desta forma outros protocolos que permitem várias redes se comunicarem o tornaram inapropriado na maioria das situações.

Apesar de suas limitações, o NetBEUI ainda é bastante usado em redes pequenas, por ser fácil de instalar e usar, e ser razoavelmente rápido.

Pode ser usado por questões de segurança, como por exemplo para criar uma rede isolada, tendo somente o NetBEUI para realizar a comunicação. Conclusão O NetBEUI não suporta enumeração de redes. Isto significa, que em uma Intranet, composta por várias redes interligadas por routers, os computadores que usarem o NetBEUI não serão capazes de se comunicar com qualquer outro computador, exeto computadores conectados diretamente à ele.
A Microsoft cancelou o suporte para o protocolo de rede NetBEUI, sendo um protoclo um tanto quanto ultrapassado. Desvantagens Com isso foi possível passar a utilizar NetBIOS também com outros protocolos como o TCP/IP e o IPX/SPX. Desta forma, uma aplicação de rede pode “falar”com outra utilizando nomes amigáveis em vez de endereços complexos de rede. É essa característica do NetBIOS que permite que se encontre máquinas na rede pelo seu nome. NetBIOS (Network Basic Input/Output System) NetBIOS é uma interface de LAN da camada de sessão que atua como uma interface de aplicativo para a rede. Ela fornece as ferramentas para que um programa estabeleça uma sessão com outro programa em computadores distintos na rede. NetBEUI faz uso do NetBIOS para realizar as suas tarefas, com o tempo, foi feita a separação dos dois. NetBIOS (Network Basic Input/Output System) É o mais simples dos protocolos. É auto-configurável, não exigindo do usuário ou administradorde rede esforço para sua implantação. NetBEUI foi introduzido pela IBM pela primeira vez em 1985.
Baseia-se em tabelas de atribuição de nomes dos computadores aos respectivos endereços físicos. Pode portanto ser considerado um protocolo da camada 2. NetBEUI Extended User Interface Na ciência da computação, um protocolo é uma convenção que controla e possibilita a conexão, comunicação, transferência de dados entre dois sistemas computacionais. De maneira simples, um protocolo pode ser definido como "as regras que governam" a sintaxe, semântica e sincronização da comunicação. Os protocolos podem ser implementados pelo hardware, software ou por uma combinação dos dois. Introdução
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