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Arquitetos Brasileiros: PAULO MENDES DA ROCHA

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on 9 June 2015

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Transcript of Arquitetos Brasileiros: PAULO MENDES DA ROCHA

A grande virtude da arquitetura, falando da cidade, é uma cidade para todos, pois é la que queremos morar. A palavra Cidade é uma qualidade de vida, pois decidimos que queremos morar na cidade e não voltaremos para o campo mais. Gostamos de conversar e no campo não tem com quem conversar (risos).
[Em uma entrevista à 'bamboo', no ano de 2013]
"A ideia de reconstruir, repor os espaços obriga a uma reflexão sobre a cidade contemporânea."
Destaques Internacionais
Estilo Arquitetônico
Juntamente com Flávio Motta, Júlio Katinski, Rui Ohtake e Jorge Caron (arquitetos), Marcelo Nitsche e Carmela Gross (artistas), participaram do concurso público nacional de anteprojetos para pavilhão brasileiro na feira expo '70 – Osaka - Japão.
Museu Brasileiro da Escultura-MUBE, em São Paulo (1987), obra que lhe valeu a indicação para o I prêmio Mies van der Rohe, de arquitetura latino-americana, organizado pela Fundação Mies van der Rohe (1999).
Esteve entre os finalistas premiados no concurso para o anteprojeto do Centro Cultural Georges Pompidou, em Paris (1971);
Pritzker Prize (2006). A justificativa do júri foi que sua obra modifica a paisagem e o espaço, procurando atender tanto às necessidades sociais quanto estéticas do homem.
Entre outros.
Em suas obras, fica evidente a influência de grandes mestres da arquitetura moderna. Vários elementos aparecem, reunidos segundo uma clara intenção espacial evidenciada pelas escolhas de projeto arquitetônico (Mies van der Rohe), o concreto aparente aliado aos grandes vãos nos quais a relação indivíduo-espaço é ora íntima e ora monumental (Vilanova Artigas), a arquitetura formalista procurando denotar a funcionalidade (Le Corbusier), a busca de espaços supostamente incentivadores do convívio humano, dentro de um projeto de cidade e de sociedade (Rino Levi, Artigas, Alvar Aalto, etc).
Barra do Bugres - MT. Quarta-Feira, 03-06-2015
História da Arquitetura Brasileira I
Arquitetos Brasileiros: PAULO MENDES DA ROCHA
Biografia
.
"Um dos problemas da escola é locomoção. Chega um metrô, que passa em frente a escola e ela deixa
de ser escola para virar sede burocrática"
Filho de engenheiro, Paulo Archias Mendes da Rocha nasceu em Vitória - ES, no dia 25 de outubro de 1928. Acredita que a "ARQUITETURA é um discurso muito consistente sobre o há, de mais profundo, na experiência humana, sobre habitar esse planeta". Costuma dizer que foi criado vendo a engenhosidade do mundo.
Formado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie, de São Paulo, em 1954. A convite de João Batista Vilanova Artigas que encabeçou a chamada Escola Paulista da arquitetura brasileira.
Se aposentou no ano de 1999.
Ganhou destaques internacionais como arquiteto, incluindo o prêmio The Pritzker Architecture Prize, no ano 2006. E como conferecista fez palestras em eventos significativos.
GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO
SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO
CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE BARRA DO BUGRES
FACULDADE DE ARQUITETURA E ENGENHARIA
CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO

Casa Butantã. 1964 - 1969.
Arquitetos: Paulo Mendes da Rocha e João de Gennaro. Fotografia: © Nelson Kon.
Fonte: Arch Daily. Acesso em: 01/06/2015.
Núcleo de educação infantil do Jardim Calux. || Ano: 1972 || Localizado na Rua Alfredo Calux, Bairro Jardim Calux, São Bernardo do Campo.

Fotografias: Acervo P. M. da Rocha
Duas vigas-empenas longitudinais e um eixo central de pilares sustentam uma cobertura de proporção 2:1 definindo um espaço vazio cerrado, quase “caixa”, parte apoiado, parte elevado, sob o qual uma variedade de elementos arquitetônicos (rampas, escadas, passarelas, níveis sobrepostos de diferentes pés-direitos, muros interrompidos, etc.) organizam os espaços, sem perda da total fluidez das circulações
Principais Obras
1958 – Os edificios do Clube Atlético Paulistano, São Paulo
1969 – Pavilhão brasileiro da Feira Internacional de Osaka, Japão
Expo’70, com Flávio Motta, Júlio Katinsky e Ruy Othake
1976 – Projeto do Centro Cultural e de Convenções de Campos do Jordão
1987 – Capela de São Pedro, em Campos do Jordão, SP, e loja Forma, SP,
com a colaboração de Alexandre Delijaicov, Geni Sugai e Carlos José Dantas Dias.
1988 – Museu Brasileiro da Escultura (Mube), São Paulo,
com Pedro Mendes da Rocha (filho) e outros arquitetos
1992 – Projeto de reurbanização da Praça do Patriarca e do pórtico para a entrada da Galeria Prestes Maia,
com Eduardo Colonelli, executado em 2002.
1993 – Projeto de Reforma e Modernização da Pinacoteca do Estado de São Paulo,
com Eduardo A. Colonelli e Welinton Rico y Torres
1995 – Residência de Mário Masetti, em Cabreúva (SP)
1999 – Reforma do Centro Cultural da Fiesp, São Paulo, com o escritório MMBB.
2000 – Restauro da Oca, no Parque do Ibirapuera, para a mostra dos 500 Anos do Descobrimento do Brasil, com Guilherme Wisnik e Martin Corullon; Restauro e Modernização do andar superior do Edifício da Estação da Luz, em São Paulo, para o Museu da Língua Portuguesa, com Pedro Mendes da Rocha
2001 – Projeto para o Sesc 24 de Maio, no Centro Histórico de São Paulo,
com Angelo Bucci, Fernando de Mello Franco, Marta Moreira e Milton Braga
2004 – Plano Diretor para ampliação e reorganização do campus da Universidade de Vigo, Espanha,
com o escritório MMBB; e projeto de um prédio de apartamentos de interesse social para a Empresa Municipal de Viviendas, de Madri, com o Estúdio Vellosillo y Associates – ambos em execução
2005 – Reforma e modernização de um antigo prédio, no Rio de Janeiro,
para o centro cultural Daros Center

Fotografia: Maira Acayaba
Fonte: archdaily
Sua obra, a reforma da praça Patriacar, no Centro Histórico da cidade de São Paulo, modifica a paisagem e o espaço, procurando atender tanto às necessidades sociais quanto estéticas do homem. Antes da reurbanização proposta para esse espaço público a Praça do Patriarca não era do povo. Não passava de um terminal de ônibus poluído, acinzentado e congestionado.
O grande pórtico de aço branco insere-se no coração da praça enunciando a nova ordem local. As grandes proporções da construção não obstruem o espaço congestionado da praça. Ao contrário, por não promover volumetria fechada, a forma projetada privilegia o plano e a linha, e, conseqüentemente, o espaço vazio. São apenas dois pilares e uma viga, de 40m de vão livre, com uma cobertura relativamente leve pendurada que, a princípio, só precisaria sustentar o peso próprio.

"A arquitetura não surge de uma inspiração e somente. Tem toda a questão de implantação, situação, mecânica dos solos.
O que é morar nos locais, com todas as partes que envolve."
Fotografias: Acervo P. M. da Rocha
Fonte: Ach Daily
“A ausência de separação rígida entre os lados de dentro e de fora do edifício exemplifica o caráter democrático de sua obra. O prêmio é a condecoração de alguém que fez da utopia sua diretriz profissional”, reverencia Ohtake.
“Ele é um craque. Seu traço é de uma elegância perturbadora. Mesmo que ele não esteja preocupado com isso”, emenda Isay Weinfeld.
A proposta, expressa um dos melhores momentos da arquitetura paulista brutalista. É ocupado por uma cobertura plana, disposta transversalmente.
Duas áreas independentes no subsolo, acessíveis por rampas . A menira sutil define a passagem do visitante.
A cobertura difine-se com duas vigas longitudinais de alturas variaveis, desenhada em curvas suaves, amarradas por vigas tranversais, em forma de tronco de pirâmidevazada, fechados com vidro.
"Museu é a nossa própria existência. A cidade propriamenteem si! O homem é a cidade."
MuBE - Museu Brasileiro da Escultura, 1986.
Informações técnicas:
Arquiteto: Paulo Mendes da Rocha
Paisagista: Roberto Burle Marx
Local: Avenida Europa esquina com Rua Alemanha. São Paulo - SP
Data do projeto: 1986
Período de construção: 1987-1995
Área do terreno: 6935.91 m²
Área construída: 3.478.80 m² (total);
2.746.80m² (subsolo); 732m² (abrigo)

Para não se tornar uma construção convencional, com os recuos lateriais, na frente e no fundo o arquiteto fez o museu semi-subterrâneo. Aproveitou o desnível do terreno, que favorece a acústica e térmica da área que fica enterrada.
Croqui, 1986
Maquete eletronica, 1990
Maquete eletronica, 1990
As relações entre
base e volume
superior tendem a ser realizadas por meio de desenhos, nos quais o volume inferior se propõe não ser somente uma base, mas realizar uma
geografia própria
, com a finalidade de receber o volume superior. Esses desenhos se manifestam pelo
movimentos do terreno
, acomodando, ao mesmo tempo o programa de necessidades, com os níveis do terreno e as disponibilidades de geração de espaços para a estrutura do volume superior.
No MuBE, o primeiro plano é definido como um grande pórtico. Uma viga em concreto protendido, uma barra que, sobre dois apoios independentes, pousa sobre o terreno. Colocada perpendicularmente ao eixo da Avenida Europa, num vão livre de sessenta metros de extensão (doze de largura e dois metros de altura) assinala a presença do museu fazendo-se referência na paisagem.
Uma “pedra no céu”? Um elemento trilítico? Um grande plano horizontal que, desafiando as leis da natureza, sombreia e acolhe uma praça?

Segundo Vitruvius
,
"O projeto possui uma abstrata solução de implantação. Ao entendimento da autora Bastos, a partir dos anos 80, na definição dos projetos de PMR, há uma forte absorção dos elementos urbanos do entorno, não mais se fixando, como era de seu feitio, apenas na predominância das implantações tipo ou na inflexibilidade das volumetrias puras".
"A solução de dobrar a esquina registra uma inflexão nos procedimentos de PMR, sua adoção no desenho do subsolo, responsável pela organização do território".

"O desenho da parede que acompanha o ângulo agudo da inflexão da rua (área do auditório e da cantina) não comparece como uma proposição inicial, mas resultado de uma decisão elaborada, ao longo do processo projetual".
Ao oberservar o projeto do artista, ele deixa transparecer na forma o uso de referências para tal. Com volumetria e implantação semelhante à casa em Catanduva (1979), projeto seu, no qual adotou pela primeira vez esta forma em trabalhar volumes quanto a topografia do terreno.
Croqui, ano 1986. Fonte: Vitruvius. Acesso em 01-06-2015
Casa de Catanduva, sequência de montagem.. 1979. Fonte: Vitruvius. Acesso em: 01-06-2015
MuBE. Fonte: © wordpress alice vergueiro. Fonte: Arch Daily. Acesso em: 01-06-2015.
MuBe. Fotografia: Nelson Kon. Fonte: mube.art.br. Acesso em 01-06-2015
O espelho d'água não aparece no material para o concurso. Ele marca, de forma acentuada a esquina do terreno.
Porém, o grande problema do projeto é a discordância entre sua proposta e sua execução: a falta de espaço para atividades em conjunto, ou algo, que permitisse que o projeto não caísse no desuso transformando-o em um salão de festa, como fora por um período.
MuBE, laje nervurada no interior da construção. Fotografia: desconhecido. Fonte: /www.macamp.com.br. Acesso em: 02-06-2015
Na cota mais baixa do terreno, a praça de entrada é revestida com mosaico branco, contrapondo com a gravidade da massa de concreto que desce verticalmente sobre ela.
MuBE. Fotografia: desconhecido. Fonte: /www.macamp.com.br. Acesso em: 02-06-2015
MuBE. Fotografia: Nelson Kon e Alice Vergueiro. Fonte: www.anualdesign.com.br. Acesso em: 02-06-2015.
MuBE, Sala de exposições. Fonte: H. Piñón. Site: https://teoriacritica13ufu.wordpress.com. Acesso em 02-06-2015
MuBE, Praça de esculturas no nível da Av. Europa.. Fonte: H. Piñón. Site: teoriacritica13ufu.wordpress.com. Acesso em 02-06-2015
MuBE, Praça inferior – Acesso pela rua Alemanha.Fonte: teoriacritica13ufu.wordpress.com. Acesso em 02-06-2015
MuBe. Fonte: www.macamp.com.br. Acesso em: 01-06-2015
MuBe, contato com o exterior. Fotografia: Luiz Gustavo e Nayara Amorim. Fonte: www.macamp.com.br. Acesso em: 01-06-2015
MuBe, contato com o exterior. Fotografia: Luiz Gustavo e Nayara Amorim. Fonte: www.macamp.com.br. Acesso em: 01-06-2015
"Você decidi o que fazer em outro estatuto, ético. Não é por que você conhece a constituição da matéria, que você precisa necessariamente fazer a bomba atômica."
"No mundo, depois da última horrível guerra, associou-se arquitetura com a reconstituição da paz."
Um pouco mais da arquitetura de P. Mendes da Rocha
Residência de Celso S. de Mello.
Localidade: Piracicaba - SP.
Projeto de 1962.
Arquitetos: Paulo Mendes da Rocha e J. de Gennaro
Fotografia: acervo P. M. da Rocha.
Um pouco mais da arquitetura de P. Mendes da Rocha
Residência de P. M. R.
Localidade: São Paulo - SP
Projeto de 1964 e 1966.
Arquitetos: Paulo Mendes da Rocha e João Eduardo de Gennaro
Fotografias: acervo P. M. da Rocha e Marlene Milan Acayaba
Um pouco mais da arquitetura de P. Mendes da Rocha
Sabina - Escola Parque do Conhecimento
Localidade: Santo André, SP
Projeto: 2003
Área construída 8.080 m2
Arquitetura Paulo Mendes da Rocha (autor); MMBB - Fernando de Mello Franco, Marta Moreira e Milton Braga (colaboradores); Márcia Terazaki, Marina Sabino, Renata Vieira e Thiago Rolemberg (equipe)
Fotografias: Nelson Kon
Um pouco mais da arquitetura de P. Mendes da Rocha
Capela São Pedro.
Localidade: Campos do Jordão
Projeto: 1988.
Área construída: 500,00m²

Arquiteto: Paulo Mendes da Rocha
Arquitetos Colaboradores: Eduardo Coloneli, Carlos José Dantas, Alexandre Delijaicov
Fotografias: Abilio Guerra || Leonardo Finotti


INFORMAÇÕES ACADÊMICAS:
Trabalho apresentado a Profᵃ. Cislene Silva Lick, na Disciplina de História da Arquitetura Brasileira I, do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Estado de Mato Grosso, Campus Dep. René Barbour, como requisito de avaliação da disciplina.
Discentes: Alana Andrade, Ana Poliana Dutra, Mayara Pagnussat e Marlon Muller.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
https://paulomendesdarocha.wordpress.com/perfil/
http://www.arquiteturabrutalista.com.br/
http://memorial.org.br/
http://www.arquiteturabrutalista.com.br/


http://www.archdaily.com.br/
http://are.arq.br/
http://www.leonardofinotti.com/
http://www.vitruvius.com.br/
http://www.arquigrafia.org.br/
Decoração
Por volta de 1958, iniciou sua criação de móveis, ao desenhar uma cadeira para as varandas do clube Atlético Paulistano, conhecida como Cadeira Paulistano. Formada por barra de aço flexível, com assento e encosto construídos a base de couro ou tecidos. "Elegância, leveza".
Vinte e três anos depois, em 1981, voltou a desenhar outro móvel, quando projetou uma espreguiçadeira com chapa de aço.
"Belo não é só o que você vê a 30mt de ditância.
Tem quer ser belo até o ar que você respira".
MUITO OBRIGADO!
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